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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

O Ringue.

O Ringue.
via grupog23 de Grupo G23 em 04/09/08

O Ringue.

Luta, luta , luta. Todos acham que a vida é uma luta. Devemos nos preparar, atualizar, estudar, porque a concorrência é grande. Temos que lutar, vencer, superar aos nossos concorrentes. Imagem irreal e falsa, absolutamente falsa.
Ringue, como todos sabem é o palco das lutas. Etmológicamente, ao menos na acepção mais provável vem do inglês “ring”, palavra que quer dizer, em português, anel, círculo, espaço limitado. Esse espaço onde homens lutam em busca da vitoria, uns sobre os outros. Fosse à vida uma luta, o mundo seria um ringue. Coloque cinco lutadores em um ringue e não se poderão esperar cinco vencedores, não é lógico. Ora, mas se existem seis bilhões de pessoas no planeta, e o mundo é um ringue, a lógica demonstra que é falso esperar grande numero de vencedores. A luta parece então absurda, inútil até, uma ilusão criada para que os homens continuem o lutar desesperado e assim tornaren-se escravos e lona dos vencedores. Muito século atras Jesus Cristo já houvera desmistificado esse perverso sistema, mostrando que a vida não é luta, mas Amor, solidariedade, fraternidade. Luta-se sim contra os elementos, o frio, a fome, as doenças, para poder conviver, e solidariamente viver, dividindo o pão, revolvendo a terra, gerando filhos, amando a Deus e ao próximo. A conquista pela força haverá sempre de esconder-se atras de discursos hipócritas, para subverter a paz, a solidariedade, a partilha, em nome do mais profundo individualismo da ideologia dos vencedores. Nenhuma fera, nenhuma doença conseguiu vencer os homens coletivamente, e coletivamente os homens se fizeram homens como obra de Deus. “E Deus viu que ao homem não era bom estar só, e lhe fez uma companheira”,... Criando insofismavelmente a Sociedade Domestica natural, modelo, a sociedade solidaria escola de todas as outras sociedades humanas que dela derivam, a Família. Ali se apreende a partilha, ali se reparte o pão; ali se resiste ao individualismo; ali se vence os elementos em conjunto; ali se perpetua a vida e a espécie; ali se vive as experiências do amor e se reconhece as diversas funções da vida em sociedade, a hierarquia da vida, a autoridade da vida; e o amor de Deus. Fora dela podemos gerar vida, mas não educá-la. Podemos ter filhos no egoísmo. Fora da família, ou na família em luta, a vida começa a se tornar um ringue, um anel, um círculo de luta onde a disputa entre macho e fêmea se define como modelo para a vida egoísta, narcisista, individualista, pessoal, onde temos o outro, mas não somos possuídos, pois somos vencedores lutadores dominadores, patrões, donos, homens e mulheres que uma vez em pé e libertos da servidão da derrota, elevam os punhos fechados de vencedores aos céus, tendo na lona, os filhos e parentes mais próximos como os primeiros derrotados. Fora da família sadia não somos sócios de uma empresa que gera indivíduos para a sociedade humana.
Mas, “ring”, a palavra inglesa, também quer dizer aliança, laço profundo que fazem os homens entre si para viverem em paz e entendimento, laço profundo que fez o Creador com a criatura, de tal intimidade e ligação que nos fez sua imagem e semelhança, condição para o convívio espiritual, na ordem, na hierarquia operacional e social, na compreensão do poder, não como razão de ser, mas como instrumento coletivo de exercício da convivência humana solidaria. Temos de escolher. Ou viver a ilusão de sermos vencedores a custa do espolio de nossos semelhantes, pisando as suas cabeças a qualquer preço e por quaisquer meios, ou viver, pelo contrário em aliança solidaria com eles, coexistindo com os outros homens e mulheres que Deus permitiu existir, e exercendo por amor de Deus nosso pai comum, a responsabilidade social tão mais profunda quanto maior a nossa posição hierarquia de colaboradores e servidores do próximo, da vida, de Deus como agente da dignidade de cada um e de todos os homens diante do imenso universo que nos tolera. Em outras palavras diante de Deus, criador do Universo, que em uma de suas ínfimas e incontáveis bolinhas, a terra, tolera esses seres humanos, aos quais amou e ama de tal modo que entregou seu filho Nosso Senhor, para que percebesse-mos ao pendurá-lo no madeiro, o que a sociedade de vencedores estava fazendo com o amor. Cuspia-mos nele, mutilava-mos, torturava-mos e crucificava-mos o Amor, para sermos enfim os “vencedores”. Hoje, longe de termos aprendido a lição do sacrifício do amor, a cada dia que saímos para a “luta” do cotidiano, humilhamos alguém, derrotamos alguém, pisamos em alguém, crucificamos alguém, matamos alguém, para enfim subirmos sozinhos ao pódio das ilusões com os bolsos cheios do dinheiro inútil produzido com o suor, a vida e a humilhação alheia. Gritarás de olhos fixos nas estrelas longínquas: VENCI,... E a voz ressoará sussurrante nos confins do universo solitário sem encontrar resposta ate que os cabelos brancos sejam a marca da derrota, o tempo a prova da frustração dos músculos frouxos, as pernas bambas, a vista fraca e a morte certa. Venci Senhor? Perguntarás na fraqueza e solidão. Ó Deus, eu não posso, enfim, derrotar-te? Sou um perdedor solitário... Amparado nas minhas ilusões. Destro... indo? Sinistro... indo? Passo a passo. Indo,... ando..., derrot...ando, te neg... Ando; innnnnnnnnnnndomado. Suminnnnnnnndo.
Então para que tentar vencer-te? Não nos bastaria amar-te e amá-los todos como Tu me tens amado?

Wallace Requião de Mello e Silva.

Reforma Agrária

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Reforma Agraria em escala global.
via grupog23 de Grupo G23 em 03/09/08

Reforma Agrária em Escala Global.

A única “Reforma Agraria” que vejo em andamento chama-se globalização. Vou explicar. Nasci e me criei entre políticos atuantes. Menino ainda, entre 1959 e 63, lembra que via nas paredes do quarto de meus irmãos mais velhos, cartazes com ditos como esse: “Julião, reforma agraria na lei ou na marra”. Lembro das reuniões estudantis e das palavras de ordem fundadas no pensamento “revolucionário” do judeu alemão Karl Marx. Aquele, nascido em Triet, numa casa aprazível, entre seus parentes rabinos, cresceu iniciado no sionismo, e criticou o capital e a ordem econômica, enquanto gastava e se apropriava do “dinheirinho” de seu sobro o barão alemão Ludwig von Westephalen que o sustentou na sua vaidade filosófica. Pode-se ver ainda a espartana casa de Marx em Londres, no bairro Soho, mas não se pode ver o fausto da casa do Barão seu sogro, na Alemanha, pois isso deporia contra o mito dos revolucionários marxistas. Foi em Londres, na Biblioteca do museu Britânico, numa sociedade nobiliárquica e imperialista, é que Marx desenvolveu os seus trabalhos tendo por base outro judeu, David Ricardo. Contradição sobre contradição cresci observando essas coisas sem gênio ou julgamento, com mente de criança. Lembro da agitação revolucionária de esquerda, ate que em 64 veio o regime militar, que surpreendentemente se auto titulava governo revolucionário. Todos eram revolucionários então, a direita revolucionária e a esquerda revolucionária. Ambos os movimentos tinham razão ou suas razões. Difícil para um garoto entender. Foi quando o Ministro dos Transportes do Governo Revolucionário, Mário Andreazza veio propor uma nova reforma agraria. Dizia ele: “A terra sem gente, para a gente sem terra”. Propunha a colonização da Amazônia. Uma reforma agraria incomum. Não deu certo. Não porque a floresta fosse inóspita e indevassável, mas porque ali residiam outros interesses internacionais, que hoje, quarenta anos depois podemos entender melhor e provar com fatos, incluindo os interesses petroleiros da bacia Amazônica. Reforma agraria propriamente, não vi nada. Nem mesmo o Plano de Integração Nacional de Médici em 1970, realizaram uma radical mudança em favor de classes mais desfavorecidas. Mesmo os assentamentos do MST, aqueles que vêm sendo apresentados os quatro ventos, não se distanciaram um centímetro do modelo latifundiário, e da produção em alta escala, mecanizada e “inibidora” de empregos. Ora, o MST tem assentamentos geridos por um grupelho de lideranças e monocultura mecanizada (me desculpe o governador que os aprecia). Não empregam, não resolvem o problema máxime de sua luta, não criam emprego. Não dão terra, aos trabalhadores sem terra, dão terra às maquinas pertencentes às lideranças do movimento. Se você contempla, a história territorial das nações, em mapas mundi onde se ressalte a evolução geopolítica do mundo civilizado, verá que a força e a guerra tem sido o definidor das fronteiras dessas grandes fazendas chamadas territórios nacionais. Na verdade as nações são propriedade histórica, habitada por povos unificados lingüística e culturalmente. Grandes fazendas, ou grandes territórios.
Consulte o atlas histórico e escolar do MEC, e verás como num estalo o que estou tentando dizer. Verás os limites das terras do Império de Assur, depois do Império Medo-Babilônico; depois ainda, os limites do Império Persa - Ariano; e a expansão grega desde os limites da expansão dos finicios e cartagineses ate Alexandre o Grande. Sequem os limites do Império Romano ate sua divisão; evoluindo para a definição dos estados Bárbaros; o Império de Carlos Magno; o Santo Império Romano- Germânico; o Império do Oriente e a reconquista Bizantina; a Expansão do Islão; a Formação da Península Ibérica; a Europa das Cruzadas; a Hansa e os Cavaleiros Teutônicos; a França e a Inglaterra da Idade Média; a Europa dos séculos XVI e XVII; a formação da Rússia; a Europa Napoleonica; a Europa do Congresso de Viena; a formação da Unidade Alemã e a unificação da Itália; a Colonização da África, da América, da India e Austrália pelo moderno Imperialismo; a Europa e o Oriente entre as Guerras como se fez reforma agraria; a dissolução da Rússia; a manipulação do Oriente Médio; a Submissão econômica dos tigres Asiáticos, a reforma agraria no Japão pelo general MacArthur, etc.; até o novo mapa político que se formará com o Mercado Comum Europeu, o ALCA, os novos blocos econômicos. Etc., etc. Jamais algo que beneficie os pobres. A Globalização é a nova revolução capitalista apropriando-se de conceitos do comunismo marxista como o da falência da propriedade privada; o fim das fronteiras físicas nacionais; a formação de fronteiras em blocos econômicos; o controle das migrações humanas; o controle da natalidade; a criação artificial de mercados e consumo; a manipulação das massas humanas, para realizar a mais radical reforma agraria do planeta.
Então o que vejo como novidade? Vejo um grupo de detentores da mais valia universais, os grandes capitalistas, detentores de um capital sem bandeira aparente, resolvendo que não é mais possível que fronteiras e nações impeçam que eles se apropriem das riquezas nacionais, incluindo os seus mercados e os consumidores em potencial. Resolvem que não podem mais existir grandes latifúndios como o Brasil, Canadá, Índia, China ou o deserto do Saara que professes regras comerciais próprias. Que não podem mais admitir que o Irã, Iraque, Arábia Saudita e Afeganistão tenham 51% das reservas de petróleo, quando nem carros aqueles povos possuem. Ou pequenas propriedades, inviáveis sob o ponto de vista de produção, como Suíça, Bahamas e Mônaco, que vivam de depósitos alheios como paraísos fiscais ou esteios ideo-políticos. Então promovem uma reforma agraria no mapa político do mundo. Uma revolução neocapitalista, professando a absoluta fé no dinheiro e silenciosa. Querem o fim das fronteiras, o fim da soberania dos povos pobres, a submissão total dos povos, pois é preciso mostrar a essa “fazendas habitadas ou não” que os verdadeiros donos são aqueles que tem dinheiro para aplicar, no mais são peões os homens todos (o trabalho em si não tem valor, o capital sim deve ser remunerado, e muito bem remunerado) e seus lideres administradores e gerentes de recursos naturais, nada mais. Como se o capital não fosse a mais valia do trabalho de milhões de indivíduos apropriado por terceiros. Não faltam nesse sentido, elites ambiciosas, vendidas, que rapidamente se entregam e abrem as pernas, servem os ricos, e hipnotizados defendem suas propostas indecorosas. Depois eles se vão, as elites nacionais e os capitalistas internacionais, e nós, os pobres, ficamos com os problemas do dia a dia, um pouco mais agravados. Um pouco mais confusos um pouco mais empobrecidos.
Não posso deixar de copilar aqui, ainda mais uma vez, esse pequenino trecho de autoria do prestigioso autor brasileiro, de fama mundial, Osny Duarte Pereira, autor de “Perspectiva de Reforma Agraria no Brasil”, que diz: “É certo que, antes, a dominação se queria físico, ostensivo, com a bandeira do invasor tremulando nos mastros dos edifícios públicos. Hoje, evitam-se todas as exterioridades. Aceitam-se ate slogans nacionalistas nos discursos, mas o controle há que ser positivo e inflexível. Escrevem-se tratados de como dominar (as nações) um país e conclui-se que a ocupação econômica demonstra ser muito mais rendosa do que a anexação física e territorial (isso foi escrito e publicado em 1971 quando ainda eram incipientes as questões de fronteiras de Israel, e não se haviam estabelecidos os blocos econômicos) Na ocupação econômica não necessitamos assumir o ônus da prestação dos serviços públicos essenciais, como instrução, serviços sanitários, defesa militar e outros encargos inerentes à administração do país submetido. Seu domínio político é invisível ao cidadão comum e ingênuo, não obstante ser real e eficaz”.
Acho que, com o que escrevo aqui, me faço bem entender. Esta havendo uma radical mudança dos limites dos Estados Nacionais em escala global. Se o professor Plínio Correia de Oliveira dizia que é preciso defender a propriedade privada para defender o Estado, completo eu, para que todo homem possa defender o que é seu, todo homem necessita ser proprietário. Não espere o super proprietário, o latifundiário, que seus operários e peões (ver a origem dos Estados Cristãos) dêem a vida pelo que não lhes pertence, ou jamais lhes pertencerá.

Wallace Requião de Mello e Silva.



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Ferrovia do Triunfo de Requião.

A Ferrovia do Triunfo.
via grupog23 de Grupo G23 em 03/09/08

A Ferrovia Triunfo do Oeste.
Os tecnocratas, via de regra, acreditam e defendem que questões técnicas devem ser resolvidas discutidas e desenvolvidas pelos iniciados na técnica. Para nós psicólogos, nem sempre a coisa é assim. A pratica da psicologia tem mostrado que muito do desenvolvimento das técnicas foi gerado por indivíduos leigos, que destituídos dos conhecimentos técnicos em vigor, criam, inventam, pensam e resolvem problemas com originalidade. Sendo assim, ouso, como leigo no assunto, descrever o que imagino ser a “Ferrovia do Triunfo” no Paraná.
Todos falam, agora, nesse momento em que o governo recuperou o domínio sobre a Ferropar, que a Ferroeste deva ser ligada a Guaíra. Fiz uma sobreposição de mapas antigos, e percebi que as estradas de ferro, regra geral, carreavam as cargas para São Paulo e ao porto de Santos. Essa tendência histórica deve ser quebrada, ao menos temporariamente, na questão e na intenção desenvolvimentista do Paraná. A própria hidrovia do Paraná, pode servir ao tributário Tietê, novamente desviando cargas do Paraná, Paraguai e Mato grosso, para São Paulo. Proponho, mesmo com esse risco, que a Ferroeste vá direto de Cascavel a Foz do Iguaçu, na esperança que Argentina e Paraguai desenvolvam a sua infra-estrutura tão necessária para os dois países, e para o Porto do Merco Sul em Pontal do Paraná. Proponho também que ela seja desviada de Ponta Grossa, onde, por tradição, as cargas do Oeste são desviadas ou para São Paulo, ou para o Porto de São Francisco SC.. Ora, se assim for feito, considere que em 2003 a Ferroeste já transportava 2,5 milhões de toneladas, oriundas é obvio do Paraná. Vinda de Foz, ela transportaria também a Soja do Paraguai. Os grãos, vindos do Mato Grosso do Sul seriam, desembarcadas dos caminhões em um porto, fluvial multimodal, e desceriam o rio Paraná, ate Foz, sendo embarcadas, nos trens, juntamente com mercadorias argentinas, paraguaias e paranaenses, com destino preferencial, ao Porto de Paranaguá, ou ao porto do MERCOSUL, que estará sendo proposto em 2007 na Conferencia de Córdoba na Argentina. Esse trecho, se construído, como já havia desejado D. Pedro II, com recursos dos três países, quase liberado, e livre do sistema privado ALL, poderia ser totalmente eletrificado pela Copel /Itaipú, como uma estrada moderna, publica, de quase mil quilômetros de extensão. (há quem não concorde, preferindo as locomotivas Diesel-elétricas para a carga) Ao chegar a altura de Balsa Nova, em passagem de nível, a Ferroeste cruzará o ramo ferroviário que por ali passa, vindo de Ponta Grossa e num novo trecho, que seria construído, partindo de Irati passando por São João do Triunfo (de onde tiramos o nome da ferrovia) deixaria de passar, portanto, pela cidade de Ponta Grossa, dirigindo-se diretamente à Paranaguá. Ora, todos falam em duplicação do trecho da Serra do Mar como uma necessidade, pois a Ferrovia do Triunfo faria essa duplicação tendo em vista o projeto MERCOSUL, cujo trecho não seria concedido a ALL, e sim a Ferroeste Triunfo, e, portanto, seria também, preferencialmente eletrificado. Existindo um serie de cortes próximos à Avenida Rui Barbosa em São José, e uma serie de obras em direção a Fabrica da VW, podemos supor a possibilidade da duplicação ser realizada marginal à nova estrada para as praias. Com isso, cargas do Oeste, do Paraguai, do Mato Grosso, e da Argentina, assim como em via inversa, as do Porto (Litoral) com destino ao Oeste; ao Paraguai; a Argentina e ao Mato Grosso seria quase cativa do Porto de Paranaguá ou de Pontal, aumentando e viabilizando o volume das exportações importações, reforçando a Área Alfandegária do Porto, e o setor Industrial de Paranaguá assim como o desenvolvimento de Pontal do Paraná. Não posso deixar de apontar aqui, que a via férrea poderá sair de Paranagua, pelas duas pontes da ilha da Cotinga, ligando Paranaguá ao Pontal do Paraná com apenas oito quilômetros de travessia.
Uma linha ferroviária de escoamento, importação, e turismo assim criada, pela via e territórios paranaenses do Sul, redirecionam para Paranaguá, o carregamento histórico das riquezas que se dirigiam no passado para São Paulo, (tradição da via do Norte) dando ao Paraná, naquela região sul, novas oportunidades e alguma autonomia de planejamento na infra-estrutura de exportação da Tríplice Fronteira como um projeto acessório de integração e industrialização, faltando-lhe ainda, para melhor aproveitamento econômico gerando liquidez e agilidade, diante dos “Trustes Paulistas” exportadores, a urgente criação de uma "Bolsa de Mercadorias e Futuros Paranaense” em Foz do Iguaçu, ou Paranaguá, quiçá Curitiba, para melhor absorver, em comum, a economia do Sul.
A “Hidrovia Guaíra Foz” e a ferrovia “Foz, Cascavel, Guarapuava, Triunfo, Paranaguá”, existente na mente de muitos paranaenses, é registrada em mapas antigos, mas se criada efetivamente e reforçada, pelo sistema hidro-ferroviário da Ferroeste/ Guaíra, estará apta, portanto, para transportar a baixíssimo custo à soja ou outros grãos oriundos do Mato Grosso ate Foz, geraria certamente, emprego, indústria “naval”, turismo, armazéns e silos, e como conseqüência desenvolvimento, em toda a margem paranaense do rio Paraná. Além do que, se essa ferrovia for equipada com alguns “equipamentos para o turismo”, faria um incremento opcional, pois, na justa medida em que Paranaguá passa a receber gigantescos “Navios de Turismo”, surge mais essa possibilidade de turismo casado, Paranaguá / Cataratas em Foz...
E “trem” bom de imaginar.
Wallace Requião de Mello e Silva.



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Para polemizar.

A Ecologia de Lavoisier.
via grupog23 de Grupo G23 em 04/09/08

A Ecologia de Lavoisier.

Wallace Requião de Mello e Silva.
Antoine Laurant de Lavoisier (1743- 1794), francês, é considerado universalmente o pai da química moderna. Seu grande descobrimento no campo da química diz respeito à conservação da matéria. Ele propõe um paradigma, que é um modelo quase evidente, ao menos para o senso comum, e que carece, em minha opinião, de demonstração mais acurada. Diz ele: “Na natureza nada se perde nada se cria, tudo se transforma”. Pergunto eu: Então para que preservar? Como enxergar alguma justiça na preservação de alguma coisa no meio ambiente, de algum valor, de alguma relação de poder, se tudo inexoravelmente se transforma?
Das duas uma, ou essa afirmação é correta, ou é filosoficamente falsa. Se verdadeira, dela podemos deduzir uma ecologia muito diferente das proposições dos “ambientalistas” modernos. Ou seja: nada se perde na natureza, nada se cria na natureza, mas tudo se transforma de forma inevitável na natureza. Essa transformação é amoral. Ou seja, sua única regra é a transformação pela transformação em si mesma.
O homem, independente de ser agente dessa transformação do meio físico ou natural, não pode ser, nem o criador, nem o destruidor, nem o preservador, mas apenas, um agente semi consciente, entre os muitos agentes naturais de transformação da natureza. Essa concepção, desenvolvida por muitos pensadores do materialismo, defende uma evolução inevitável da natureza, acidental, ocasional e cega. Ou seja, o “evolucionismo” daí deduzido, tem um alto grau de incerteza. E não há sentido em nenhum esforço de conservação.
Não há um objetivo na evolução a não ser a própria evolução. Houve mesmo quem dissesse, num passado recente, que a verdadeira natureza do homem era ser antinatural, um agente transformador da natureza (Kaj Birket Smith em História da Cultura). Ele seria incapaz de qualquer preservação. Nesse sentido podemos perceber que nem mesmo a manutenção da vida, ou a sua preservação no planeta, ou ate mesmo a manutenção da existência do próprio planeta para o futuro, tem lógica ou razão na concepção puramente evolucionista.
Concordam com eles também, os estruturalistas Foucoult e Levi-Straus. Esse segundo, diz: “no inicio do mundo o homem não existia - e não existirá também no fim”. Ou seja, para Levi-Straus a presença física do homem já não será encontrada no fim do mundo.

Muitos e graves erros filosóficos resultam daí. Principalmente encontramos conseqüências diretas deduzidas deste evolucionismo materialista, nas regras de convivência humana, cujo escopo se entende como Ciência do Direito, e que se transforma, e deve se transformar, segundo eles, com o tempo. O que é certo hoje, já não o será amanhã. Segundo a concepção evolucionista materialista, os fatos morais se tornam lei, num Direito dito consuetudinário, transitório e conforme os “costumes temporários” vigentes e em permanente transformação.
Como conseqüência da perda da base natural do direito (a natureza em constante transformação versus as leis estáveis da natureza) e também da sua base deontológica (teoria dos valores principalmente pela ausência da figura moral de Deus), pois, sendo o materialismo evolutivo, uma doutrina essencialmente carente da idéia de Deus, e perdendo, por esse mesmo motivo a sua base teológica e moral dilui-se numa evaporação de todo valor estável. Como já dissemos carente da estabilidade da lei natural, orienta o Direito enquanto ciência, para o qual caberia apenas, como objetivo, transformar a relação social eximindo-se, ao fim, de qualquer regra ou conceito de justiça. A justiça como conceito, exige estabilidade de valores. Em ultima analise, a justiça para quem assim pense, é apenas o esforço de mudança das regras sociais. Praticar a justiça é para eles ação que visa tornar as leis morais em leis mutáveis, alternativas, uma vez que, em termo de valores, nada se perde nada se cria tudo se transforma em novas relações de poder.

De resto, pode-se dizer que a instabilidade dos valores faz das leis letras mortas. A lei de hoje já não vale amanhã bem cedo. E os legisladores, em conseqüência, imersos no relativismo moral já não defendem, impossibilitados pela rápida e proposital mudança dos costumes, nem a Lei Natural, nem a vontade de Deus nas leis humanas (Moral), nem a vontade do povo em ordem de seu bem comum (Ética). Muito menos conseguiremos estabilidade social, independente do discurso em que se possa basear. Uma lei ambiental, qualquer que seja, torna-se um anacronismo.
Quem quiser aprofundar esse tipo pernicioso de pensamento materialista poderá encontrar matéria suficiente para analise, em: “A era da incerteza” de John Kenneth Galbraith (nascido em 1908), editora Pioneira 1984. Ele trata do liberalismo materialista evolutivo.

Todavia a questão ganha uma nova feição no campo filosófico. Parece que a teoria de Lavoisier perde consistência diante da realidade moral. O homem tem intenção moral estável ao transformar o meio ambiente. Nem mesmo o criador do pragmatismo William James (+ 1910) poderia concordar com o evolucionismo cego, pois para James, a verdade deve ser o fato útil, e ser útil é um valor, e como valor é estável, ético ou moral. (a ética é fruto do razão pragmática, a moral é deduzida da teologia).
Sigam o meu raciocínio. O mundo ocidental, e grande parte do mundo oriental sofreram a base deontológica da civilização judaico cristã, ainda que às vezes, mesmo permeada pelo pensamento clássico helênico, ou após a morte de Aristóteles pelo pensamento helenístico – romano, que procurava a felicidade terrestre, como, aliás, se pensa hoje, fugisse um pouco da pureza doutrinária do “judeu-cristianismo”, mesmo assim, nada nesse planeta superou, ou superará essa base de valores moral judaico cristão. Como o outro, é ser, e agente incluso no meio ambiente, pode-se dizer que o meio ambiente humano é sobre modo meio ambiente social. E é em sociedade que o homem “agride” o meio ambiente.

Então se admitimos que o meio relacional humano, é social e moral, será o conjunto de seus valores que determina a sua relação com os outros seres humanos, com os outros seres vivos e com o mundo físico. Estou dizendo, que podemos ter uma Ecologia Cristã, muito diferente na raiz, tanto do ecologismo evolucionista e materialista de Lavoisier, ou desse outro “ecologismo” teológico panteísta professado pela grande maioria dos ecologistas modernos, que faz da ecologia uma religião pragmática (religar raiz etimológica da palavra religião, e, portanto religar e harmonizar o homem ao meio físico e aos outros seres vivos como conseqüência da necessidade de preservação de uma natureza exterior e ao mesmo tempo superior ao homem), segundo a qual, haveria uma união interdependente dos seres vivos, e, portanto de todos os homens, orbitando na necessidade de preservação do meio ambiente que é tido e havido como o próprio deus presente em todas as coisas (panteísmo). A natureza física, como conseqüência, sendo anterior no tempo, e maior do que o homem (no espaço), e berço da vida (como se o homem estivesse fora dela) são superiores ao homem e determinante de seu bem estar.
Nesse sentido, haveria já, quem ache preferível matar o homem, ou lança-lo na cadeia até a morte, por ter matado um animal, ou colocado fogo em uma árvore. Condená-lo por ter cortado um palmito ou sujado a água. Assim sendo, o homem, jamais teria construído uma casa, queimado um tijolo, cozinhado, caçado ou defendido a sua própria vida de outros animais. Há nisso, no meu entender, uma desordem moral das mais graves. Lemos em Gênesis 26: “Que ele (o homem) reine sobre os peixes do mar, sobre os pássaros do céu, sobre os animais domésticos e sobre toda a terra, e sobre todos os repteis que se arrastam sobre a terra”. E se Deus permitiu comê-los, diz São Pio V, também permitiu matá-los. Opinião já anunciada por São Paulo apóstolo 1500 anos antes.

Todavia a tradição, as escrituras, a filosofia e a teologia judaicas cristã propõem ainda outra coisa. Para ela, Deus que não se confunde com as coisas criadas, tirou tudo do nada, (o mundo físico imediato e o cosmo) e do nada pode retirar tudo novamente.
A Natureza, e nela o homem, é obra e criação de Deus, e não parte dele. Portanto na natureza as coisas podem ser criadas sim. Preservadas sim e utilizadas pelo homem sim. Não é necessário ou obrigatório, que uma coisa nova seja conseqüência ou evolução de outra anterior. À vontade e inteligência livre de Deus não depende, não é diminuída, ou deixará de existir se toda a natureza for destruída. Essa antiquíssima concepção filosófica da restauração da natureza, na verdade concepção essencialmente teológica, e moral, porque depende da revelação da vontade de Deus aos homens, é confirmada também, no cristianismo, na ressurreição de Cristo, que destruído pela violência e injustiça humana (o crime ambiental e moral) ressuscita na carne. Assim acreditamos, na doutrina católica, na ressurreição da carne, não só na permanência de uma consciência espiritual individual que sobrevive em espirito no éter após a morte da carne, mas na ressurreição da carne na sua individualidade e materialidade (restauração do meio físico). Portanto a inteligência e vontade livre de Deus, o Espirito de Deus, é anterior e independente do mundo físico. Nesse sentido, Deus encarnou seu filho, para mostrar aos homens essa possibilidade de ressurreição, de restauração e redenção dos homens e do mundo. ( a destruição coube aos homens, a restauração não). Confiar em Deus, e amá-lo nos Mandamentos, (as regras morais da convivência como os homens, os seres vivos e o mundo físico) é à base da ecologia cristã. Diz São Paulo, o amor é o cumprimento perfeito dos Mandamentos.
Somente por eles (os mandamentos) amamos a nós mesmos, ao próximo, ao mundo e a Deus.
Na verdade a concepção judaica cristã diz que o homem foi expulso do Paraíso (meio físico e moral perfeito, perdendo a inocência original) como conseqüência do pecado dito original, do qual origina a desordem moral e física do meio relacional humano. As escrituras judaicas cristãs afirmam essa relação da moralidade com os acontecimentos cósmicos, tanto no episódio da expulsão do Paraíso pela desobediência à lei divina, como no episódio do Diluvio Universal, ou ainda na destruição de Sodoma e Gomorra. O voltar-se a Deus, e seu Mandamento restaura o meio relacional dos homens, seja social, seja ambiental, pois como já dissemos, o outro, nosso semelhante, encontra-se no meio ambiente de nosso entorno imediato.
A conseqüência que se pode deduzir dessa afirmação é muito diferente daquela que propõe a preservação do meio ambiente desprezando a moralidade divina, ou mesmo a consciência da existência de Deus. Ou seja, a preservação do meio, só se consegue pela restauração dos valores morais do homem, ou seja, ainda, o meio ambiente externo ao homem (incluindo os outros homens, animais e seres vivos) só se preserva se nós restaurarmos o meio interno do homem, ou seja, ainda, o seu meio moral, que tem como fundamento o santo temor de Deus (reconhecimento da pequenez cósmica do homem) e o respeito ao Direito Natural. ( princípio e fim, estabilidade e regra, base do relacionamento sócio ambiental do homem).
Pois é o meio moral, no homem, que determina a sua relação com a vida.

Wallace Requião de Mello e Silva.
Psicólogo.



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O texto mais lido em 2008


Einstein.
via grupog23 de Grupo G23 em 04/09/08

Albert Einstein não era burro.

Recebi um panfleto, na rua (em anexo), em defesa do homossexualismo com a gravura de Albert Einstein. Coitado, ele não era burro, todos sabem, e não era homossexual, todos sabem também. Ele sabia diferenciar a diversidade humana, costumes, crenças e raças, da perversão humana. Mais ainda da perversão sexual. Fico pensando com que autoridade os GLS se utilizam da figura de um homem como Einstein para a defesa de sua perversão. O povo judeu, ao menos aqueles genuinamente israelitas, se considera, e às vezes com razão, modelos de honradez, de religiosidade, e de eleição divina.
Todavia, é a Thorá, o primeiro e mais importante documento judeu a discriminar e denunciar o crime da perversão homossexual e da irresponsabilidade do uso sexual. Einstein, que era judeu, não seria louco de professar publicamente sua “simpatia” pelos “fanáticos da sensualidade entre pessoas do mesmo sexo”, ou dos fanáticos da sensualidade estéril e, obviamente contrários aos princípios israelitas. A esterilidade sempre foi maldita para os israelitas, pois impedia o nascimento do Messias. Principalmente, e agora em extremo, quando praticadas entre seres do mesmo sexo. Quem leu, por exemplo, a “Fonte de Israel” de James Michiner, sabe muito bem qual era a opinião que os israelitas tinham sobre os gregos e romanos que praticavam essa perversão vergonhosa.
Einstein, tão judeu como Jesus Cristo, não aceitou, como podemos perceber o homossexualismo. Nem faria dele defesa.
Cristo era o Messias esperado e prometido a Israel. O filho de Deus. Muitos judeus prontamente aceitaram essa verdade, e assim começou no seio dos judeus, da Palestina, de Alexandria e de Roma, o cristianismo.
Não aceitando essa Verdade fundamental da “Grandeza de Israel recebendo Cristo o Messias”, Einstein acabou desenvolvendo, como muitas pessoas não judias, um processo de “mentiras contra si mesmo” e contra sua consciência racional. Passou a “relativisar” a Verdade. Procurava uma saída. Ora, uma coisa leva a outra no processo mental, e Einstein acabou por justificar a sua tese no campo da Física, ou seja, desenvolvendo na “Teoria da Relatividade”, uma válvula de escape para a sua consciência, que diminuía, em conseqüência, o seu drama existencial. Aceitar ou não o Messias. Havia enfim uma possibilidade ontológica de escapar à Verdade evidente. Negou o Messias.
Esperou como tantos outros o Messias Israelita, o Anti-Messias, ou seja, o tão falado “Anticristo”. Aquele novo membro do povo eleito, que virá desmentir ao Cristo Jesus e a sua eleição e única filiação divina.
Outros judeus étnicos, percebendo essa loucura, passaram a professar que o Messias não é uma pessoa, é uma idéia, e Mendellson, entre outros judeus modernos, passaram a arquitetar o neo-judaismo. O progressismo judeu. O Messias, para eles, já não é uma pessoa, mas uma idéia Já não há um Messias a esperar, mas apenas o Poder do (SION); o querer de um povo.

Se esses senhores circuncisados, tivessem se dado ao trabalho de ler São Jerônimo, o tradutor da Thorá, já não seriam israelitas, mas cristãos étnicos, católicos na verdade. Mas esse é um tema que foge do assunto. Todavia posso dizer que aí sim, fariam o mundo todo crescer na fé, e os homossexuais corarem de vergonha.
Agora, mesmo eu, que não sou judeu, não posso me calar e me omitir ao ver alguém usar, do povo judeu, e da personalidade de um dos seus maiores ícones, o mundialmente famoso cientista Albert Einstein, para induzir as pessoas a aceitar o homossexualismo. Eu não aceito.
Quem autorizou? Albert Einstein era matemático e físico, portanto lógico em seu raciocínio, assim, imediatamente perceberia que essa aceitação imoral, e causa do fim de Sodoma, levaria à aceitação de outras perversões como a pedofilia que é o erotismo homossexual dirigido, não mais as pessoas adultas, mas contra as crianças do mesmo sexo ou de sexo diferente. Levaria à bestialidade, a gerontofilia, ou ao fetiche, pois são conseqüências lógicas do afastamento da função do sexo de sua objetividade física, moral e teológica. O elogio ao homossexualismo trata-se de um elogio ao “Erotismo Perverso” e assumido esse, haveremos de aceitar as outras perversões, como o sexo com crianças, com animais, como velhos, como mortos, com maquinas, tudo em nome da opção. O amigo Albert Einstein jamais faria isso. Ele não era burro.

Wallace Requião de Mello e Silva.



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A Conversão dos Judeus...Pedido de Bento XVI

A Conversão dos Judeus.
via grupog23 de Grupo G23 em 28/08/08

A conversão dos judeus é obrigação dos cristãos.

Mas ide antes as ovelhas perdidas de Israel (Mateus 10, 6)

A conversão dos judeus sempre foi missão dos cristãos, missão nunca superada. Mais do que missão, é obrigação.
A principal dificuldade é identificar o judeu, ele via de regra se esconde, se une em guetos, em escaramuças, não porque são perseguidos, mas porque seus mestres temem o diálogo e o serviço, e sob o discurso de sofrerem aberta perseguição, mantém o sinistro habito do sectarismo racial e religioso, pois sabem que o mandato de Cristo de convertê-los tem, é obvio a proteção de Deus e a assistência do Espirito Santo.
O Cristão não tem o que temer nessa missão, ele será plenamente assistido pela Providência Divina. Enganam-se aqueles que pensam que precisam ser expertos em doutrina bíblica, ou doutos na Lei, ou versados nas escrituras de resistência dos judeus. Nem mesmo ler o hebraico que esteve extinto na massa dos judeus desde o terceiro século antes de Cristo ate 1948. Nada disso é preciso, fosse preciso Jesus, não teria escolhido o pescador judeu, homem rude, o judeu Pedro (Céfhas) como o Apóstolo dos Judeus. O Cristianismo tem uma força intrínseca, uma força amparada na verdade que mina a teimosia, a dureza, o esforço hercúleo de domínio dos meios de comunicação que fazem as elites dos judeus para nos derrubar, desmerecer-nos, ou anular-nos, pois sabem que tal proximidade e abertura da “temática” libertam os hebreus de seu discurso perverso, os introduz, com a comparação dos fatos, e revela, a superioridade bíblica de Cristo, o Messias Prometido à Casa de David, detonando o escopo, o conjunto de preconceitos “religioso racial” do judaísmo. O Catolicismo, por exemplo, na sua mensagem universalista, rompe com o fundamentalismo hebraico pelas raízes. Ele restaura a promessa, devolvendo aos judeus o estatus perdido de videira verdadeira, mãe de tantas outras, recolocando no tempo, na Nova e Definitiva Aliança, introduzindo-os na Igreja de Pedro, 1o Papa e pescador Judeu, resgatando o sentido total e aperfeiçoado do monoteísmo hebraico e do código mosaico no seu contexto histórico vocacionado para a eternidade. A verdade é uma só, devemos procurá-los, identificá-los e pressioná-los com a caridade cristã, embora sejam eles partidários do Anticristo, focando nossas luzes sobre o seu espirito falsamente hermético, cabalístico, esotérico, demovendo-os do fanatismo territorial, da presunção racial da eleição, e introduzindo-os na harmonia universal do Cristianismo. Todo o movimento de perseguição aos judeus na história foi pensado, insuflado, e muitas vezes executado pelos judeus, de modo a mantê-los “purificados e unidos na ilusão messiânica do Anti Cristo” o messias judeu que virá desmentir a Cristo. Escrevam Cristãos, iluminem as trevas desse povo simples, sensível e inteligente, movido por homens orgulhosos e de dura cerviz. E escrevam, e verão quem persegue quem. Escrevam com retidão e entusiasmo, visando sempre à conversão dos judeus, e verão que a imprensa inteira entrará em convulsão.
Todos podem atacar o cristianismo, e ate mesmo defendê-lo, mas pelo contrário, ousar converter os judeus, como fez Cristo, (e morreu por isso) sendo ele mesmo judeu, filho de judia, circuncisado, leitor nas sinagogas e no Templo gerará um ataque epiléptico universal. Mas não se acovardem, é a missão, como diz Mateus 10,6... E é uma obrigação pastoral das mais elevadas. Retome a ação cristã, sem medo, o sucesso é garantido pelo próprio Cristo que tanto amamos. E a dialética daí advinda haverá de ser mais do que proselitismo, será verdadeira apologética, será verdadeira catequese. Pois basta, no meu entender, dizer aos judeus as palavras bíblicas de Cristo: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11, 28). É obvio que a “Terra Prometida”, do leite e do mel, tem sido como nos diz Osias Wurman presidente da CONIB, a terra do suor, do sangue e das lagrimas, e judeu algum, de qualquer origem há de querer isso, por isso creio que certamente “estais todos bem cansados e oprimidos”.

Wallace Requião de Mello e Silva.



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Eu não sou Jornalista

Jornalista?
via grupog23 de Grupo G23 em 28/08/08

Jornalista? Eu?

Wallace Requião de Mello e Silva

Não sou jornalista. Nem sei como alguém chegou a essa conclusão. Embora tenha muitos artigos publicados, em jornais, como Folha de Londrina, O Estado do Paraná, o extinto Correio de Noticias, Jornal do Estado, Gazeta do Povo, Correio Braziliense (com Z); Revista Magnum, ou tablóides como Vicentão, Cult, Folha do Boqueirão, Folha do Rebouças e alguns outros jornais não menos importantes, e em circulação no interior do estado, como em Guaíra, Toledo e Cascavel, todavia, repito, não sou jornalista. Meu primeiro trabalho como colaborador jornalístico, foi em 1982, no “Relatório Urgente”, jornal rodado pelo então deputado estadual Roberto Requião, e meu primeiro artigo assinado, que paguei para ser publicado, foi mercenariamente publicado em 1984, na Gazeta do Povo.
Meu pai, médico, foi jornalista, fundou a Tribuna de Vitória, no ES, e foi seu primeiro diretor. Era portador da matricula 100, carteira 91, (ou vice versa) da Associação Espirito Santense (capixaba) de Imprensa, afiliada à Associação Brasileira de Imprensa; datada de 22 março de 1938. Meu trisavô pela linha materna foi o fundador do primeiro jornal do Paraná, o “Dezenove de Dezembro”, ele era jornalista. Meu bisavô, pela linha paterna, foi fundador do jornal “A Crença” com Silvio Romero, em Pernambuco. Escreveu na célebre Revista Azul, militou na imprensa em Porto Alegre, e no Paraná fundou diversos jornais, tais como: Jornal do Comercio; o sete de Março; o 25 de Março; O Paranaense; e para defender Saldanha Marinho, nas pugnas nacionalistas redigia a coluna “O Artista”, todos eles têm exemplares em micro filmagem. Meu irmão mais velho é jornalista, formado pela Universidade Federal do Paraná, mas preferiu exercer a advocacia. Minha irmã é jornalista e estudou Direito, é formada pela PUC. Ela viúva, do também jornalista e advogado, João José de Arruda Neto. Também não sou escritor, digo, no sentido profissional do termo, embora participe de livro publicado pela Editora Beija Flor, e tenha um primeiro lugar e uma menção honrosa em concurso de contos. Escrevo porque gosto. Recentemente recebi uma citação num livro da CNBB, isso me envaidece, mas não estou com essa bola toda. Um dos meus textos sobre o aborto recebeu, de próprio punho, elogios do mundialmente famoso geneticista paranaense Newton Freire-Maia, documento datado de 18/5/87. Sou Psicólogo.
Na minha geração só fazia jornalismo o estudante que não queria estudar para o vestibular. Era mais fácil, tinha menos concorrente por vaga. Eu preferi a Psicologia e a Filosofia. Também fugi da profissão médica, exercida pelo meu pai com maestria.
Todavia o jornalismo, mais antigo, anterior à minha geração, era muito diferente, da “fofocagem e superficialidade” dos jornalistas de hoje. Quem consulta velhos jornais, verifica que o jornalismo do passado, baseava-se sobre tudo em textos, e formava opinião com artigos consistentes, com poesia e crônicas saborosas, com informações úteis. Com alegria até. Hoje, o jornalismo, especializou-se em corromper a confiança do cidadão na sociedade e nas instituições, e prostituiu-se, num jogo, que não quer mais a venda dos jornais, mas especializou-se no “financiamento” político e veiculação da opinião de quem paga, num espirito, diríamos, mercenário, ou mercantilista. Essa atitude não é regra geral, e há, ainda, no Paraná, grupos editoriais que se esforçam para manter alguma qualidade e independência. Embora, é verdade, percam espaço para a informação multimídia. Todavia os jornais são documentos, e incomparáveis no registro histórico. Hoje, todavia, pelo que disse acima, a história que registram, já não tem compromisso com a verdade ou com retratar a qualidade cultural de uma dada época. Infelizmente, embora, isso reflita uma verdade histórica, a sociedade e o jornalismo que estamos vivendo é assim mesmo, ou seja, essa é a realidade que estamos vivenciando e registrando para as gerações futuras.
Hoje impera a inconsistência e irresponsabilidade dos fatos escritos, e se alguém, quiser se dar ao trabalho, de compulsar folhas de diversas fases dos jornais, flagrará a súbita mudança de opinião, ou a flagrante contradição das opiniões, ou ainda, a total falsidade das matérias.
Não pretendo mudar essa situação, nem apresentar receita para corrigi-la, pois o escrever reflete a condição moral de quem escreve, a solidez de seu julgamento, a qualidade de sua sensibilidade, e por ultimo, só por ultimo, a correção do texto. Um texto correto, muitas vezes não diz nada, e há ótimos redatores que militam um jornalismo de péssima qualidade moral.
Termino esse texto aqui, pois minha intenção primeira, era afirmar, não sou jornalista, não sou escritor profissional, e nunca vendi um texto. Embora já tenha recebido para escrever como dever de oficio, como quando fui Assessor na Assembléia Legislativa do Paraná, Secretario Parlamentar na Câmara Federal em Brasília, ou Assistente Parlamentar, na Câmara Municipal em Curitiba (ou vice versa). Portanto escrevo o que penso o que pesquiso o que sinto, e sobre o que acredito. Não quer dizer, meu amigo, que meu texto seja bom.



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Pedofilia: Ataques à pureza e a inocência.

Ataques à pureza e a inocência;
via grupog23 de Grupo G23 em 28/08/08

Ataques à pureza e a inocência.
Wallace Requião de Mello e Silva.

Não me parece difícil entender que tudo que se movimenta tem um objetivo, ou seja, traça um caminho e acaba definindo ou traçando uma rota e orientação. É a física. Assim, mesmo uma bala perdida tem o seu objetivo, tenha tido ou não intenção de atingi-lo quem a disparou.

O que me assusta, desde que me formei vinte e tantos anos atrás ( hoje 30), é que as pessoas não queiram entender, ver, enxergar, analisar qual é o objetivo, o fim ultimo, o destino das balas perdidas, dos ataques feitos à pureza e a inocência.

Nelson Rodrigues, que em minha opinião era um moralista, um autor que denunciava como caricatura a miséria das paixões humanas, tecendo um quadro que facilitava o entender como é sério e conseqüente o mundo emocional dos seres humanos. Seus trabalhos servem como um espelho, onde uma pessoa atenta pode vislumbrar, sem sofrer a paixão a raiz da sexualidade humana.

Todavia poucos tiram daqueles quadros a sua conseqüência trágica. E a obra de Rodrigues cai como mais um ataque a inocência e a pureza. Preferem os mortais, dali retirar o cinismo diante dos comportamentos humanos.

O liberalismo no comportamento resulta em licença e a licença em licenciosidade. A demolição dos valores morais que refreiam as paixões humanas, e regulam a vida em sociedade, tornando-nos de tal modo cínicos, como se as paixões humanas fossem balas disparadas em uma única direção perdida sem intencionalidade. Todos dizem, não tivemos a intenção. No fim da trajetória de todo ataque à pureza e a inocência esta um criança de carne e osso.
Sim porque a licenciosidade no sexo é a mãe do aborto. E nós não queremos ver.

A criança é ser humano que na infância vive e incorpora a inocência e a pureza. Incorpora a esperança. O pansexualismo freudiano levantou dúvida quanto à pureza da criança atribuindo-lhe desejos, necessidades e valores em níveis pré-conscientes que não lhe eram inerentes, e o fez, com tal determinação como que se fora um maremoto destruindo as defesas morais que resguardam a infância.

E a luxuria se espalha cobrindo tudo em direção ao puro, elevado, humano, para rebaixá-lo ao essencialmente animal. Ora, era consequência previsível que dessa luxúria nasceria o desprezo à vida dos rebentos humanos.

A licenciosidade e promiscuidade miravam e apontavam para o alvo, querendo acertar o indesejado fruto do amor livre, a prole, e tem hoje no aborto, na conseqüência fatal da bala perdida, a falsa solução, ou seja, atingiam a infância com a morte em nome da vida, da liberdade, do prazer e da felicidade. Matam o direito dos inocentes, em nome da própria vida. O desvio fatal, estéril do impulso sexual provoca as perversões do objeto como a bestialidade (sexo com animais), a homossexualidade (erotismo entre pessoas do mesmo sexo) ou os desvios de tempo, como a gerontofilia (o erotismo e sexo com idosos), ou pedofilia (o erotismo e sexo praticado com infantes). O ápice de toda ofensa a pureza e a inocência do adulto haveria de resultar nisso, na ofensa flagrante à criança que é em síntese o fruto máximo do amor e da intimidade entre seres adultos normais, heterossexuais, férteis, que partilham na prudência o amor e a intimidade da vida sexual. O desvio de objetivo gerado na impureza, na luxuria, no hedonismo, na irresponsabilidade, e no medo fóbico à fertilidade, sublimado agora pelo discurso da “paternidade responsável”, resultou na perversão clara, indesejável, covarde, do ataque físico e sexual ou erótico aos puros e inocentes, aos indefesos.
Resultou no ataque e no abuso sexual ou erótico às crianças. Não se podia esperar outra coisa.
Na mensagem silenciosa dos símbolos, pode-se dizer que, no profundo dos oceanos onde mora a inconsciência ruíram as estruturas, e com a queda, pelo desejo da morte eterna, elevou-se a muralha de água como se fora uma onda imensa, um maremoto vindo dos mais profundos sentimentos de ódio contra a vida, manifesto pelo desejo cobiçoso e violador sobre as crianças, e com ela veio à morte do futuro.


Com semelhanças ou não, a convulsão anti vida dos recônditos da mente, vemos uma das regiões do planeta onde mais cinicamente se praticava a pedofilia, sucumbiu sob as pesadas águas da morte ( tissuname) num desejo sensual que corrompia os “brotos” da vida humana. Nesse território, você pode pesquisar, já se via fetos abandonados na rua, e mesmo, escandalizante, a culinária com fetos humanos.
Já não e o símbolo que denuncia, é a dureza dos fatos, a realidade do "Comer Crianças", a antropofagia sádica e homossensual.

Wallace Requião de Mello e Silva.
Psicólogo.



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Gente ponham um pouco de atenção nisso.

Opção Sexual, o que é isso?
via grupog23 de Grupo G23 em 01/09/08

Opção Sexual?
Abomino e desprezo a mentira, porém amo a tua lei. Salmo 119:

Vamos por partes.
Onde querem que eu vá, encontro alguém, jovem ou velho, homem ou mulher, todos inchados de soberba, defendendo a livre opção sexual. O fazem automaticamente sem nunca, em momento algum, terem meditado sobre o assunto.
Em princípio falta reflexão.
A Infortunistica é uma ciência. Ela estuda o infortúnio, o acidente. Quem esta acompanhando o desenrolar das investigações do acidente aéreo em Congonhas, São Paulo, deverá ter notado que os técnicos falam em uma seqüência de fatos, os “desorganizadores’ que acabam, quando somados, resultando em uma catástrofe. Assim como há os desorganizadores, também há os “organizadores”, que são medidas que ordenadas, evitam as catástrofes.
Posto assim, você já entendeu que há organizadores da Sociedade, como desorganizadores da Sociedade. Em Psicologia, conhecemos os ordenadores instintivos e os desordenadores instintivos.
Ficamos por aqui.
Guarde essa idéia, para entender ao fim, a desordem sexual e sua conseqüência na Sociedade.
A Ordenação do instinto e do apetite sexual foi um dos capítulos mais estudados da ciência psicológica. Hoje os profissionais abandonaram esse sólido cabedal cientifico acumulado em mais de trinta anos de pesquisa, para ousar teorias em campos, que refletem em primeiro lugar, a própria desordem da ciência psicológica.
Bem, o hedonismo, é uma ideologia, que nos apregoa que se algo nos dá prazer, é bom. Como o sexo nos dá prazer, ele é bom, independente de sua expressão, isso segundo os hedonistas. Assim, se o indivíduo é sádico e tem prazer em machucar os outros, isso é bom. Se o masoquista sente prazer em sofrer, é bom. O ideal, para o hedonista, seria encontrar o sádico com o mesoquista, para que não houvesse na relação um queixoso. Assim, vejam vocês, o Necrofilo, sentindo prazer no ato sexual, com cadáveres, em liberdade de opção sexual (posto que o companheiro esteja bem morto), isso seria bom. Acontece que o sádico, pode matar, para depois manter relações com o cadáver quentinho, porém isso, também, para os hedonistas seria bom, principalmente se o coadjuvante for masoquista e houver desejado a própria morte. Mas já não o seria para o Direito. Todavia como o Direito também perdeu sua base natural, sendo consuetudinário, logo, logo, se curvará, e aceitará algum tipo de violência ao próximo, em nome da “Opção sexual” É o caso do Aborto. Violento o novo ser, mas não abro mão de minha irresponsabilidade prazerosa. Optei pela licenciosidade, vamos supor, e mato em nome dela, o fruto de minha licença. Fácil... Não é? Você esta percebendo onde quero chegar? O prazer como meta sexual, justifica os meios de obtê-lo, e pode assim, desorientar o apetite sexual para as crianças, e temos assim o pedófilo. Ou, desorientar para animais, e temos os “bestiais”, ou para os velhos, e temos os gerontófilos. Desorientar para pessoas do mesmo sexo, e temos os homossensuais. O sado-masoquismo é um componente flagrante de toda a relação homossexual. Não vou discutir, pois é evidente. O sexo se desvincula do objeto (gênero e espécie) e do tempo (idade do objeto). Então, você, sem reflexão começa a defender a “beleza” de uma relação homossexual, mas não testemunha o drama dessa desordem. Não pensa que há bissexuais, e você já haverá de ter que defender uniões estáveis de três indivíduos, dois homens e uma mulher por exemplo. Ou poli-sexuais, quatro, cinco, seis. Ou uma mulher e uma criança, ou duas mulheres e um cachorro, etc., etc., etc.
Não é ainda suficiente. Você não concorda? Você quer se convencer que a aceitação social de dois homens e duas mulheres em erotismo, em nome do prazer, tem o direito, e justifica o exercer sua opção. Por outro lado você quer proibir, as uniões múltiplas (bigamia), promíscuas, necrófilas, pedófilas, (um cadáver guardado em casa por meses a fio por puro amor, em?... que tal?) e os bestiais.
Então o que você quer?
Você dirá, desde que haja mutuo consentimento e idade suficiente para responder civilmente, tudo bem? Que mal há? Engraçado quando você defende o aborto, que é uma violência a vida de um inocente, você despreza a liberdade e o direito à vida daquele ser, e sua imaturidade de responder responsavelmente e civilmente (ele não veio à Luz) e sem perceber, você autoriza, a morte de um próximo, por conveniência, por egoísmo, por irresponsabilidade, por liberdade, e esquece que esse crime de homicídio, tem por base justamente a “Livre Opção do Uso do Sexo”, um sexo assassino, em nome do direito de ser feliz. Esse é só o primeiro passo.
Os animais também têm instintos. E a genética, possui um organizador, que orienta a vida. Quebramos recentemente esse organizado, (transgenia) e quebraremos o organizador instintivo das espécies. Ora, quando ocorrer à desordem instintiva das espécies, os porcos no cio, correrão atras de nossas crianças para copular. Os cavalos deixarão o campo, e virão atras de nossas mulheres. Os elefantes se “apaixonarão” pelos passarinhos. Os peixes sairão das águas, para copular com os homens. Isso, muito remotamente, já era preocupação dos filósofos, que alertavam com “Parábolas” ou “Mitos”, com as imagens intuitivas de Sereias, de Centauros, de Minotauros, de Esfinges, de Pans (homens com bodes), etc. A transgenia (a mistura entre espécies), quebrando o organizador natural da genética, tem cruzado seres de espécies diferente, realizando em outros seres vivos, o ideal do homossexualismo, o pansexualismo, (quebra da orientação sexual em detrimento da defesa natural da Vida) ou como também é chamado, a sodomia, o vicio da Sodoma Bíblica que foi destruída, pela desordem de sua natureza sexual, refletida é claro na desordem da natureza. O ideal “desordenador” que estamos vivendo é flagrante, e a soma de suas seqüências estará levando a humanidade para uma catástrofe.
O norte de toda a sensualidade é a fertilidade, responsabilidade cooperada da vida com a liberdade humana do querer bem, que de tão custosa, tem como veiculo, e pagamento, algum prazer. Não houvesse esse veículo de aproximação, os homens egoístas como são, não teriam filhos. Como se, igualmente, se não houvesse a dor, os homens mutilariam os seus membros. Então o prazer orientado instintivamente esta a serviço da perpetuação da vida. E se organiza, na nossa espécie, em sexo, ou seja, no apetite sexual do homem pela mulher. E da mulher pelo homem. Quando dois homens e ou duas mulheres, se encontram em erotismo, não há sexo. Há erotismo, há hedonismo. Só há sexo quando o sexo masculino, e o feminino se encontram. Assim, anatomicamente, os homens diferem das mulheres, externa e internamente. Genitais diferenciados, útero, ovário, mamas, na mulher. Testículos, pênis, no homem. Os Gametas masculinos e femininos se diferem radicalmente. O espermatozoide, no homem, parece um girino, por isso Espermato (semente) zoide (animal), ele se movimenta por conta própria, e são produzidos, todos os dias aos milhares. Os óvulos, na mulher (óvulo, ovo) são produzidos mensalmente, em numero reduzido, é esférico, não tem movimento próprio, e se movimenta conduzido e impulsionado pelos movimentos dos órgãos internos da mulher. Não para aí, na cinta cromossoma (soma = corpo) (cromo = cor), ou seja, os corpúsculos genéticos que puderam ser coloridos, nos primórdios da ciência genética, são profunda e flagrantemente diferentes, no homem e na mulher. Assim, em qualquer célula humana, há uma diferença tão gritante, ou mais gritante, entre o homem e a mulher, do que na diferença anatômica dos sexos.
Mas se o prazer sexual é a meta da felicidade humana, como querem inclusive psicólogos de hoje, a mentira assim posta, e repetida ate a náusea, nega essas diferenças, e nega sua função intrínseca e fértil, e a substitui pelo prazer estéril, e assim, se o indivíduo se apaixona no âmago de sua patologia, por uma mulher de borracha, um vibrador, um robô, outro indivíduo do mesmo sexo, ele estará apto a defender a sua livre opção sexual, tanto como aquele, que, como Calígula o perverso, têm ou tinha relações com animais, ou crianças, ou grupos, ou pessoas do mesmo sexo, etc. Esconde-se, todavia, da mídia, as deformidades, as desorientações da malha social que tal atitude, vai criando, ou melhor, afrouxando, tornando-se, não mais um campo da psicologia social, nem tampouco clinica, mas um campo da Infortunistica, pois a sociedade caminha para uma catástrofe, que quer queiramos, quer não. Como?
Um exemplo. Nossos antigos, ao nos legar a Historia e o relato de Sodoma e Gomorra nos ensinavam a prever. A Liberdade de opção que temos única possível é a liberdade de escolher entre os ordenadores, e os desordenadores de Deus. As desordens de uma Família, sociedade vital anterior as Sociedades Ordenadas, se, agora, fundada no hedonismo, é tamanha, que a Sociedade como um todo, como conseqüência, ruirá. Assim, inimigos ou amigos da Família (Homem, mulher e seus filhos), ao desconsiderarem a Sociedade Doméstica, porém nunca, em tempo algum conseguiu negar o seu papel fundamental como célula social. Também, em tempo algum, pararam de desordená-la ou ordená-la. Essa a nossa opção. O que queremos? Tijolos, que são, na construção da Vida Humana, ou os queremos fortes, ou os queremos esfarinhando-se. Ora se esses tijolos esfarelam, toda a construção começa a ruir. A vida, no que é humana, e no que é animal, começa a ruir.
No caso do acidente de Guarulhos, os peritos, procuram desesperadamente a seqüência de desordenadores, para tecer um procedimento ordenador, mais eficiente, para, se possível for, evitar outras catástrofes semelhantes. Urge que os profissionais de saúde retomem a peritagem dos desordenadores dos instintos, (medo neurótico à fertilidade, por exemplo) para recuperar a ordem natural, o sexo, o bom e fértil sexo entre homem e mulher.
Sem ser piegas, é preciso lembrar: Não pecarás contra a Castidade. Esse é um ordenador, imperativo, nada sutil da Vida Sexual. Seu oposto denuncia, grita, alerta. Diz ele: pecarás contra a castidade, em todos os seus vícios, em busca de uma satisfação insaciável, sem respeito às relações afetivas, familiares, jurídicas e sociais, por “Livre Opção” de uma satisfação doentia, narcísica (espelho), nunca atingida. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Quem não tem, aguarde que um animal comece a te perseguir na rua, que seja tomado de paixão sexual repentina por uma criança, que seu vizinho se esconda nos cemitérios esperando um novo cadáver, que seu primo bata à sua porta para fazer “amor”, ou que sua mulher companheira e amiga, mãe, te abandone para ir viver com outra, ou outras, ou que tua filha traga o “casal” de amigos, que há fará feliz, para dentro de sua casa e de sua vida. Se a AIDS é uma desordem das defesas físicas (imunidade orgânica) dos indivíduos, ela teve origem na desordem das “Defesas Morais” (imunidade social) e do conseqüente e arbitrário uso irrestrito do sexo, das experiências genéticas e imunológicas em busca da quebra dos padrões tradicionais (quebra dos códigos de defesa) e dizem, sim dizem, que em principio, com animais, tais como a gonorréia, obtida em cachorros, e a AIDS, obtida de macacos. É mole ou quer mais?
Ou você me dirá... Mas essas coisas sempre existiram. Elas existiam e nós a combatíamos. Agora nos acovardamos. Então nunca mais me fale em violência, pois elas também sempre existiram, e como seu numero aumenta, devemos aceita-la covardemente, como “natural”, pois o primeiro violentado é o próprio Deus. Escarramos em sua cara e esperamos carinhos. Somos umas gracinhas. E se podemos violentar crianças inocentes pelo aborto em nome da “liberdade sexual”, porque haveríamos de esperar que, nós, que não somos tão inocentes, haveríamos de escapar da violência futura, conseqüência de nossas próprias violências à Vida e a Sociedade?
Misericórdia.

Wallace Requião de Mello e Silva.
Psicólogo.

Todos estes textos podem ser encontados no Google Reader

Relatório dos títulos publicados em 2007.
via grupog23 de Grupo G23 em 28/08/08

Relatório de títulos dos textos de 2007.
Com esse relatório o interessado pode avaliar que e qual texto recebeu.
Quando nós estivermos disponibilizando um serviço de respostas ágil, poderemos enviar textos atrasados, ou completar informações, assim como disponibilizar privadamente documentos de denuncia, que não devem ser massificados, ou, fonte de dados, datas e sites públicos de pesquisa. Alguns textos foram disponibilizados, infelizmente, sem revisão, desculpem.
Foram esse os textos publicados em 2007:
1) Ecologia de Lavoisier em 20/7/2007.
2) A vovó Pirata.
3) Aquecimento global.
4) Mandamentos.
5) Corpo de Bombeiros.
6) Educação, Arte e Psicologia.
7) O patriarca Requião. (sobre o baiano Luis Antonio Requião)
8) Uma arvore passou por aqui.
9) A família e o casamento.
10) A rádio PRB2. (primeira Radio do Paraná)
11) A Companhia Vale do Rio Doce fora de foco.
12) Albert Einstein não era burro.
13) Interessante pagina Bíblica sobre o amor.
14) O Ringue.
15) Orquestra Sinfônica do Paraná.
16) Torneiros que construíram Impérios. (sobre o Presidente Lula).
17) Tribo Negra pré-colombiana.
18) A Igreja a Educação e o Governo (texto citado em publicação da CNBB).
19) As quatro pontes.
20) Atenção 181 disque denuncia
21) Homossexualismo e violência.
22) Nepotismo esclarecido de Requião.
23) Silos.
24) Turismo no Paraná.
25) A Igreja na Amazônia.
26) Loucura e Lixo.
27) Nepotismo sem paixão.
28) Petróleo Brasileiro.
29) O Petróleo no Paraná. (documento sobre o registro de descobertas de Petróleo).
30) O resgate de Carbono.
31) Os segredos da Amazônia.
32) Transgênicos e energia.
33) A Copel e a Eletrificação.
34) A Invenção da Imprensa no Paraná.
35) Né Poterie.
36) Altamirando Requião (deputado baiano).
37) Ataque à pureza e inocência.
38) Candido Lopes & Requião.
39) Dr. Justiniano de Mello e Silva.
40) Eletrificação.
41) O lápis de Deus.
42) Tempo fauna e flora.
43) A memória virtual.
44) Biodiesel na aviação de pequeno porte.
45) Emprego.
46) Energia Rural.
47) Hipocrisia homicida.
48) O noivo.
49) A fé do Governador. (dissipando dúvidas)
50) Aborto.
51) Prezada.
52) Álcool na aviação.
53) Cidades imaginárias do Brasil.
54) O Sábado.
55) Obras invisíveis de alcance social.
56) Opção sexual?
57) Ramo alemão da Família Requião.
58) Segurança alimentar.
59) Acreditem nos jovens.
60) Código Genético.
61) Extinções dois pesos e duas medidas.
62) Linha d água.
63) A soja paraguaia.
64) O timoneiro.
65) Os venenos em nossos pratos.
66) De medico e de louco II.
67) Ecologia cristã. (o mais interessante de todos os textos)
68) Egoísmo chave do Mistério Narcísico.
69) O planejamento é inconsciente.
70) Puebla a opção preferencial por Jesus Cristo.
71) O ovo intergaláctico e a ressurreição.
72) A hidrovia como reforço do porto de Paranaguá.
73) Astrônomos pré-colombianos.
74) Noticias da presença de ouro no litoral paranaense.
75) O Brasil do Futuro II
76) Os portos da França.
77) Segurança publica.
78) Paixão por cavalos.
79) O que é isso governador?
80) O governador do Paraná tem profundas raízes no estado do Espírito Santo.
81) Do hospital de reabilitação.
82) O museu Oscar Niemeyer.
83) O que é isso governador II.
84) O grupo 23 de Outubro recebeu um filme.
85) Esse é o palácio das Araucárias.
86) Os mistérios da vida.
87) Nós somos amigos do rei.
88) O que nós queremos?
89) Quem é aquele?
90) Quem somos nós?
91) Relembrar também é viver.
92) Unidos para perder.
93) Governador tem profundas raízes no Paraná.
94) O enigma.
95) Bombeiros comunitários.
96) Os aviões do Governo.
97) O que é isso presidente?
98) Pequena História de Requião em fotos e fatos.
99) Pequena História de Requião em fotos e fatos II.
100) Pedágio.
101) Para quem ainda não acreditou.
102) Para quem precisa ver para crer.
103) Ivo Requião um herói nascido em Prudentópolis.
104) Cine Smart, de Aníbal Requião, o primeiro cinema do Paraná.
105) Major Edmundo Requião, testemunha da fundação de Guarapuava.
106) Governador do Paraná tem profundas raízes na Bahia.
107) Os irmãos “Mello & Silva”.

OBS, com as festas de fim de ano, os textos, a partir do texto de numero 100, ficaram prejudicados na sua disponibilização.
Wallace Requião de Mello e Silva
Grupo 23 de Outubro.