O transporte como uma visão orgânica.
Um dos melhores programas, entre os que assisti, foi uma entrevista do arquiteto Renato Leão Rego, no programa Nacionalidade Brasileira, pela Educativa do Paraná.
O arquiteto discorre sobre a colonização inglesa no Paraná e sugere ter estudado documentos em fontes inglesas, o que tornou o seu depoimento, muito informativo sobre as companhias “inglesas” de colonização do Norte do Paraná.
Esqueceu-se, porém, ou talvez não saiba da relação existente entre o capital israelita inglês, encabeçado pelos Rothschild, que comprou a divida do Brasil. Lorde Inglês da colonização do Norte do Paraná, tinha suas relações com Percival Farquhar, esse por sua vez era financiado pelos Rothschild, e financiava, acreditem, Assis Chateaubriand. Como vemos o Brasil, foi salvo duas vezes do domínio direto desse capital, pelas duas grandes guerras. O Grupo, que buscava o domínio da mineração e das ferrovias e portos no Brasil, foi frustrado pela Primeira Guerra, e uma segunda vez pela segunda guerra. Qualquer um que queira estudar esse assunto, encontrará farto material soterrado nas historias das mineradoras, nas historias de estradas de ferro no Brasil, Bolívia e Argentina, e das companhias de energia, com mais um elo: Mauricio Von Hirsh, fundador da Bung Borg , e também financiado pelos Rothschild, com a intenção de fundar o Estado de Israel em Entre Rios Argentina. Estudem esses fatos. Que financiaram a mortandade do Contestado através da Lumber, e pretendiam se apropriar, não dos grãos (que era e é fachada), mas do Petróleo, gás, ferro e diamantes, além é claro do ouro. As ferrovias, suas rotas, precisavam de madeira e água, precisavam de ferro, e se destinavam, em todo o mundo, às riquezas do subsolo. Elas, em fim, nasceram nas minas de carvão e essa era a sua especialidade e vocação. No Paraguai se destinava como poderá comprovar Eduardo Galeano, ao petróleo do pantanal boliviano e paraguaio.
Mas que isso, sirva apenas como introdução, e não sirva de acusação, mas seja complemento, à história contada pelo Renato, que na sombra trás os sobrenomes Leão (família que tem uma mina de ouro em campo Largo, e Rego, que o vincula aos donos da CR Almeida (R de Rego). Parentesco remoto.
Mas o assunto que trago é outro. O novo olhar sobre as vias de comunicação na construção de um mercado interno, comparadas aos vasos sanguíneos, e vias aéreas do corpo humano. Ora as vias de comunicação, rios, estradas, ferrovias, linhas aéreas, portos e linhas marítimas, necessitam, organicamente, de comunicar a vida, e purgar toxinas. Assim, para que um país tenha vida, ela precisa de capilaridade, e dupla mão, levar e trazer, comunicando às riquezas e às pessoas, no espaço nacional.
O centro da árvore das vias de transporte era vinculado aos portos, pois faziam parte da rede capilar de drenagem dos nacionalismos estrangeiros. Hoje, nós brasileiros, necessitamos, trazer o Tronco das vias de comunicação, para o coração Brasileiro. E onde ele esta? Ele esta num lugar entre os pulmões, no coração daqueles 60% do território Brasileiro chamado de Amazônia Legal Brasileira.
Eu não vou dar o argumento mastigado, para não me comprometer, mas você, com as citações que faço aqui, terão todas as condições de completar esse quebra cabeça.
A China, diz a revista Brasil Vias, está investindo, internamente, 290 Bilhões de Dólares para concretizar uma malha ferroviária capilar de 90.000 KLM, disse noventa mil quilômetros dentro do país, incluindo linhas de trens de alta velocidade. O nosso caso, ainda esta vinculado apenas ao transporte de Vida (oxigenação) da economia interna Brasileira.
Claro que essa intenção, imediatamente será contestada, pelos órgãos internacionais, que se utilizam da ecologia, como forma neutra e supranacional de controle de riquezas, fato pensado, desde os anos 1850, sim, disse mil oitocentos e cinqüenta. O ecologismo é a “legislação base” para o desenvolvimento de uma legislação de controle econômico das nações, e de construção e viabilização de um Governo Mundial.
Não posso desenvolver aqui, todos os argumentos dos grandes cataclismos pelos quais passou o planeta, alguns ocorridos antes do aparecimento do Homem, portanto anterior a qualquer possibilidade de acusação de o Homem ter desequilibrado a natureza. Muito menos tenho espaço para desenvolver a relação moral do Homem com os acontecimentos cósmicos, incluindo o seu surgimento. Não falarei de Deus, pois os senhores ativistas do neopaganismo não entenderiam e se tornariam escandalizados.
Urge, meus irmãos brasileiros, desenvolver tecnologias de transporte, fundadas no nosso ferro, aço, cimento, eletricidade, energia solar e atômica, e criar capilaridade de transporte, para, acreditem, fazer o país viver. Isso só será possível com muito trabalho e sacrifício. Nós não somos os criadores do quadro caótico criado no mundo ao entorno do planeta mercado, e nós não somos a tabua de salvação para eles. Estamos, sim sob as mesmas conseqüências econômicas, mas nossas possibilidades de solução são bem melhores do que as dos países desenvolvidos.
Não queremos o desenvolvimento deles, queremos outro tipo de desenvolvimento, mas nada poderemos fazer se não resgatarmos a idéia de Nação, de interesse comum e melhora de todo o povo brasileiro. Não se trata de xenofobia, mas se trata, de penalizar controlando toda a tentativa de nos submeter. Nós seriamos a África, não fossem as duas Guerras. E, na África, quando a vida e a pratica de exploração predadora se torna insustentável, e a miséria se torna flagrante, exigindo o socorro das gentes diante da opinião pública mundial, eles financiam as libertações, as novas Republicas autônomas, para que eles assumam o socorro, impossível, à sua própria gente. Essa realidade expressa aqui, mal argumentada, porém, haverá de ser muito melhor pesquisada por você, que muito melhor do que eu, chegará à conclusão: a exigência do fim das Nacionalidades é uma estratégia para implantação do governo Imperialista Mundial. Num primeiro estagio pertenceremos às empresas que nos empregam, num segundo estágio, seremos escravos, sem bens, sem sentimentos de pertença e solidariedade nacional que nos façam lutar e reagir, sem noção de pátria, povo, família, seremos a última mercadoria imperial. O gado do povo dominador. Mas se Deus existe... Bum!
Pelo amor de Deus acordem laranjas.
Wallace Req para o G 23
www.psicologiadocaboaoarabo.blogspot.comwww.g23hi.blogspot.comwww.G23videospoliticos.blogspot.comwww.grupog23.blogspot.comwww.G23deoutubro.blogspot.comwww.grupoG23deoutubro.blogspot.comwww.G23blindagem.com
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
A Integração da América do Sul
Integração da América do Sul.
Imagine um grande navio, um enorme navio que fizesse uma viagem que durassem 600 anos. Os marinheiros falavam línguas originais, variadas, e os passageiros, o latim, o espanhol e o português. Um grupo ficou em um lado, outro no outro lado, os marinheiros espalhados em pequenos grupos pelo navio. Ao meio uma grande torre com as chaminés (Cordilheira dos Andes), não propriamente separava, mas dificultava a circulação. Assim o grupo de portugueses, habituou se a freqüentar um lado do navio, e o de espanhóis o outro. Casaram-se entre si, e com os marinheiros, geraram filhos, agruparam. O mesmo sucedendo com o grupo de espanhóis casaram-se entre si, e com os marinheiros (homens e mulheres originais do navio). Nessa longa viagem, temos claro, que todos tinham e tem um destino comum, um porto futuro. Mas não é só isso, eles estão no mesmo barco histórico, na mesma plataforma marítima, e pisam sobre o mesmo solo.
Vamos então contemplar a América do Sul, o primeiro elo de integração é a Plataforma geopolítica, a base territorial onde se desenvolve a história dos povos sul- americanos. O segundo elo de integração é a língua, de base latina mesclada com as diversas línguas autócnes. O terceiro elo de integração é a cultura. A definição mais genial que encontrei sobre a cultura é a palavra “Kultour”, que define tudo o que acontece em torno (tour) do culto (Kult), ou seja, tudo que os homens em comum, fazem no entorno do culto da mesa do sacrifício, onde se transfere a vida. Se assim é, o quarto elo de integração é a fé, posto que os valores principais de integração venham da fé, ou seja, daquilo que se acredita em função da fé ser o certo ou errado, portanto o quarto elo é a fé cristã, que determina valores sobre a família, os costumes, a propriedade, o respeito ao que é de outro, a herança, o direito sobre o território (Uso Possidetis) possuído, as noções de bem e mal. O quinto elo de integração vem da compreensão da necessidade de jurisdição territorial das leis, e, portanto, das constituições nacionais, e interesses nacionais, mesmo em grupos que estão sobre a mesma plataforma geopolítica.
Assim, em resumo, a Integração da América do Sul, se orienta pala integração de Republicas Independentes (que não tenham vinculo colonial ( caso das Guianas, por exemplo). Cuja base lingüística seja latina. Com respeito aos seus territórios históricos, soberania territorial, e liberdade e soberania sobre o uso do subsolo. A integração Sul Americana se fundamenta na fé cristã de absoluta maioria católica. Se fundamenta no livre transito na Plataforma Continental Sul Americana, respeitadas as legislações nacionais. Na criação de uma infra-estruturar de transporte mais fortalecida e eficiente entre as nações, via hidrovias, ferrovias, rodovias, aéreas, e marítimas. Uma legislação comum e que garanta bases de um comércio justo, recíproco e solidário, tendo em vista a necessidade de desenvolvimento de todos os povos, entre as nações sul americanas. Por fim um grande rede de comunicação bilíngüe, de base espanhola e portuguesa, via rádio, TV, telefonia e Internet. Jamais, construiremos na integração sula americana o enfraquecimento das fronteiras nacionais, a intervenção sobre o uso do solo ou subsolo das nações, a intervenção sobre os símbolos nacionais, a identidade e intimidade da vida nacional, na política e no exercício da soberania política seja sob o ponto de vista do sistema, forma ou regime de governo, imperando o principio da não intervenção.
São excludentes da União Sul Americana, o declínio da liberdade nacional e soberania como submissão colonial, o declínio da fé e valores cristãos, o declínio das línguas de base latina que devem ser afirmadas nas Constituições Nacionais, a perda e omissão da prática de solidariedade Sula Americana. Todo o esforço será feito pelas nações da União Sul Americana, para promover a independência das nações vinculadas, e para que aquelas que não tenham base lingüística latina ou cultural não cristã venham a assimilá-las. Essa é sem duvida a base, a plataforma ideológica para a União Sul America sem se submeter a um governo Mundial, nem a um mercado Mundial, nem a perda de suas diversas identidades e bases geopolíticas nacionais.
G1 Brasil;
G2 Argentina;
G3 Chile;
G4 Paraguai
G5 Bolívia;
G6 Equador;
G7 Venezuela;
G8 Uruguai;
(O caso das Guianas Holandesa, Inglesa e Francesa, deve ser bem estudado, pois aqui estarão os: G 9; G 10, G11), somam-se ainda, os territórios correspondentes a cada uma dessas nações na Antártida.
Uma demorada contemplação do mapa geopolítico da America do Sul nos mostra a fragilidade da malha de integração e transporte. O primeiro passo é viabilizar o comércio marítimo, e a construção naval em todos os países da América do Sul. Por acordo arbitrado pela União Sul Americana, deve-se dar acesso ao mar à Bolívia e melhorar a condição do Paraquai, que tem acesso ao mar via fluvial. Daí a necessidade das grandes plataformas Marítimas de comércio Sul Americano. Para isso necessitamos de um acordo sobre a cabotagem, e regulação do comércio marítimo e pesqueiro na América do Sul. A transferência da capital do Brasil para a Amazônia fará um núcleo integrador da América do Sul via fluvial, posto que, depois do transporte marítimo o fluvial, é o mais barato e eficiente. Com o fortalecimento do comercio marítimo e fluvial, as nação começarão a construção e otimização de uma malha rodoviária, todavia antes, haverá de ser estudada a malha integradora ferroviária-hidroviária, ou seja, a malha circular sul-americana. Assim, com o fomento da construção de aeronaves leves de serviço, agrícolas, monitoras ambientais, policiais e militares, em todas as nações sul americanas, teremos viabilizado o transporte de mercadorias e pessoas. A questão de uma malha de intercomunicação de dados, imagem, voz, correspondência, é mais uma questão política do que técnica diante da tecnologia usada e disponível hoje. O intercambio militar, universitário, logístico, bi-linguistico, diplomático e comercial, formam esse poderoso bloco cultural econômico Sul Americano. Assim estará concretizado o PARLASULINO.
Wallace Req para G 23
www.psicologiadocaboaoarabo.blogspot.comwww.g23hi.blogspot.comwww.G23videospoliticos.blogspot.comwww.grupog23.blogspot.comwww.G23deoutubro.blogspot.comwww.grupoG23deoutubro.blogspot.comwww.G23blindagem.com
Imagine um grande navio, um enorme navio que fizesse uma viagem que durassem 600 anos. Os marinheiros falavam línguas originais, variadas, e os passageiros, o latim, o espanhol e o português. Um grupo ficou em um lado, outro no outro lado, os marinheiros espalhados em pequenos grupos pelo navio. Ao meio uma grande torre com as chaminés (Cordilheira dos Andes), não propriamente separava, mas dificultava a circulação. Assim o grupo de portugueses, habituou se a freqüentar um lado do navio, e o de espanhóis o outro. Casaram-se entre si, e com os marinheiros, geraram filhos, agruparam. O mesmo sucedendo com o grupo de espanhóis casaram-se entre si, e com os marinheiros (homens e mulheres originais do navio). Nessa longa viagem, temos claro, que todos tinham e tem um destino comum, um porto futuro. Mas não é só isso, eles estão no mesmo barco histórico, na mesma plataforma marítima, e pisam sobre o mesmo solo.
Vamos então contemplar a América do Sul, o primeiro elo de integração é a Plataforma geopolítica, a base territorial onde se desenvolve a história dos povos sul- americanos. O segundo elo de integração é a língua, de base latina mesclada com as diversas línguas autócnes. O terceiro elo de integração é a cultura. A definição mais genial que encontrei sobre a cultura é a palavra “Kultour”, que define tudo o que acontece em torno (tour) do culto (Kult), ou seja, tudo que os homens em comum, fazem no entorno do culto da mesa do sacrifício, onde se transfere a vida. Se assim é, o quarto elo de integração é a fé, posto que os valores principais de integração venham da fé, ou seja, daquilo que se acredita em função da fé ser o certo ou errado, portanto o quarto elo é a fé cristã, que determina valores sobre a família, os costumes, a propriedade, o respeito ao que é de outro, a herança, o direito sobre o território (Uso Possidetis) possuído, as noções de bem e mal. O quinto elo de integração vem da compreensão da necessidade de jurisdição territorial das leis, e, portanto, das constituições nacionais, e interesses nacionais, mesmo em grupos que estão sobre a mesma plataforma geopolítica.
Assim, em resumo, a Integração da América do Sul, se orienta pala integração de Republicas Independentes (que não tenham vinculo colonial ( caso das Guianas, por exemplo). Cuja base lingüística seja latina. Com respeito aos seus territórios históricos, soberania territorial, e liberdade e soberania sobre o uso do subsolo. A integração Sul Americana se fundamenta na fé cristã de absoluta maioria católica. Se fundamenta no livre transito na Plataforma Continental Sul Americana, respeitadas as legislações nacionais. Na criação de uma infra-estruturar de transporte mais fortalecida e eficiente entre as nações, via hidrovias, ferrovias, rodovias, aéreas, e marítimas. Uma legislação comum e que garanta bases de um comércio justo, recíproco e solidário, tendo em vista a necessidade de desenvolvimento de todos os povos, entre as nações sul americanas. Por fim um grande rede de comunicação bilíngüe, de base espanhola e portuguesa, via rádio, TV, telefonia e Internet. Jamais, construiremos na integração sula americana o enfraquecimento das fronteiras nacionais, a intervenção sobre o uso do solo ou subsolo das nações, a intervenção sobre os símbolos nacionais, a identidade e intimidade da vida nacional, na política e no exercício da soberania política seja sob o ponto de vista do sistema, forma ou regime de governo, imperando o principio da não intervenção.
São excludentes da União Sul Americana, o declínio da liberdade nacional e soberania como submissão colonial, o declínio da fé e valores cristãos, o declínio das línguas de base latina que devem ser afirmadas nas Constituições Nacionais, a perda e omissão da prática de solidariedade Sula Americana. Todo o esforço será feito pelas nações da União Sul Americana, para promover a independência das nações vinculadas, e para que aquelas que não tenham base lingüística latina ou cultural não cristã venham a assimilá-las. Essa é sem duvida a base, a plataforma ideológica para a União Sul America sem se submeter a um governo Mundial, nem a um mercado Mundial, nem a perda de suas diversas identidades e bases geopolíticas nacionais.
G1 Brasil;
G2 Argentina;
G3 Chile;
G4 Paraguai
G5 Bolívia;
G6 Equador;
G7 Venezuela;
G8 Uruguai;
(O caso das Guianas Holandesa, Inglesa e Francesa, deve ser bem estudado, pois aqui estarão os: G 9; G 10, G11), somam-se ainda, os territórios correspondentes a cada uma dessas nações na Antártida.
Uma demorada contemplação do mapa geopolítico da America do Sul nos mostra a fragilidade da malha de integração e transporte. O primeiro passo é viabilizar o comércio marítimo, e a construção naval em todos os países da América do Sul. Por acordo arbitrado pela União Sul Americana, deve-se dar acesso ao mar à Bolívia e melhorar a condição do Paraquai, que tem acesso ao mar via fluvial. Daí a necessidade das grandes plataformas Marítimas de comércio Sul Americano. Para isso necessitamos de um acordo sobre a cabotagem, e regulação do comércio marítimo e pesqueiro na América do Sul. A transferência da capital do Brasil para a Amazônia fará um núcleo integrador da América do Sul via fluvial, posto que, depois do transporte marítimo o fluvial, é o mais barato e eficiente. Com o fortalecimento do comercio marítimo e fluvial, as nação começarão a construção e otimização de uma malha rodoviária, todavia antes, haverá de ser estudada a malha integradora ferroviária-hidroviária, ou seja, a malha circular sul-americana. Assim, com o fomento da construção de aeronaves leves de serviço, agrícolas, monitoras ambientais, policiais e militares, em todas as nações sul americanas, teremos viabilizado o transporte de mercadorias e pessoas. A questão de uma malha de intercomunicação de dados, imagem, voz, correspondência, é mais uma questão política do que técnica diante da tecnologia usada e disponível hoje. O intercambio militar, universitário, logístico, bi-linguistico, diplomático e comercial, formam esse poderoso bloco cultural econômico Sul Americano. Assim estará concretizado o PARLASULINO.
Wallace Req para G 23
www.psicologiadocaboaoarabo.blogspot.comwww.g23hi.blogspot.comwww.G23videospoliticos.blogspot.comwww.grupog23.blogspot.comwww.G23deoutubro.blogspot.comwww.grupoG23deoutubro.blogspot.comwww.G23blindagem.com
Etenias do Paraná
Etnias do Paraná.
Um aparelho de tomografia faz fotos em fatias, como quem corta um salame. Isso pode ser feito também com a história, e com o estudo das etnias. O que não podemos fazer é nos omitir diante de um corpo inteiro, dele tirando apenas uma fatia, e dela, por preguiça ou astucia, dar um diagnostico como se tivéssemos tomado a tomografia do corpo inteiro.
Fazemos isso com freqüência nas questões da formação étnica de nosso povo. Índios são índios. Negros são negros, portugueses são portugueses, e espanhóis são espanhóis, caso fechado, verdade absoluta. Falso diagnóstico. Portugueses são formados por diversas etnias, assim como, também os espanhóis, negros e índios. Eu quero complicar? Não eu quero desmistificar. Eu quero abrir o debate. Eu quero ouvir gente inteligente como a Dra Claudia Inês Parellada, do Museu Paranaense. A formação étnica do povo do Paraná é das mais complexas, e por ser complexa escapa pelas simplificações (uma rodela de salame) e esbarra ou serve a antigos e rançosos preconceitos raciais.
Agora preste atenção: nos ficamos algumas semanas em casos extremos sem comer; ficamos alguns dias sem beber; ficamos alguns minutos sem respirar. Ora, se é assim, respirar nos é muito mais necessário que beber ou comer, no entanto, via de regra, ninguém esta preocupado com o ar que respira, ou o que faz com o ar. Ele ainda é o “Bem Fora do Comercio” por excelência. Com o resgate de carbono, ele esta começando a sua estréia no mundo do comercio, entendeu? Você pagará pelo ar que respira.
Que quero dizer com isso se o nosso tema é etnias. Ora, nós valorizamos as etnias menos importantes para a formação de nosso povo, e negligenciamos as mais importantes e necessárias para a nossa formação. Portugueses por exemplo: respiramos o português, pensamos e falamos em português, e não nos honramos de ter dois pés e duas pernas em Portugal. Índios, ora senhores, olhem a cara, a fisionomia de nosso povo, nós temos dele se não muito, pelo menos a metade do nosso jeito de ser, ou boa parte de nossa genética. Erra e grosseiramente quem diz, ou quer dizer que os índios foram dizimados, eles foram miscigenados, essa a verdade. Leiam o livro “Franceses e Tupiniquins no Brasil”. Negros, esses não aparecem em nenhum folder turístico sobre o Paraná, como se não existissem. (quiçá, apareçam agora que o Obama é presidente da matriz) Tire uma foto da cidade, da sua cidade ou da minha, e veja quantas caras de índio e peles negras ou delas descendentes existem: ora isso não importa; ou isso não é uma verdade insofismável? Não esqueça, Astecas , Incas e Maias também são índios, portanto não diga, eles parecem bolivianos, peruanos, uruguaios ou argentinos. Não diga que o presidente da Venezuela tem cara de índio, pois ele tem cara de brasileiro, sim dos brasileiros, dos homens vermelhos, que para alguns é a verdadeira origem de Brasis, da cor da Brasa, da cor das diversas tintas com a qual pintavam o corpo, os brasi-leiros das florestas equatoriais. Abra o seu caderno de receitas, ponha um disco em sua (eu sou muito antigo) electróla ou CD e ouça o negro o índio e o português. Coma e saboreie o negro, o índio e o português, não como antropófago, mas como se fossem cozinheiros de receitas típicas, mesclas de temperos e pratos de outras origens o que muito nos honra. Quando comemos..., e é uma injustiça, comemos bem.
Vou mostrar as fotos de um catálogo sobre as etnias do Paraná, você verá claramente do que eu estou falando, verá a artificialidade de tudo, com roupas que você não vê nas ruas, danças que você não dança, sons que você não escuta , cores e humores, gestos e posturas estudadas para contar uma história (que vende), história diríamos tão importante como um prato de comida, às vezes importante (importadas por isso são in-port-ents) como um copo de água; mas aquelas etnias e misturas que nos são importantes como o ar que respiramos, nós as fazemos quase invisíveis. As omitimos. É isso: Santo de Casa, que ocupou o território e semeou o povo, não faz milagre. Faz milagre o estrangeiro que conta uma história do Brasil, para “Inglês Ver”, não é assim que se diz, quando fazemos cena? Se ao atingirmos a “independência política do Paraná tínhamos sessenta mil almas “brancas” e alguma porcentagem era de negros, quantos desses brancos eram mamelucos, cafuzos, mulatos e índios (quantos índios eram contados como escravos?) O que tínhamos no Paraná de então era a Bugrada . Nossos quadros mostram homens altivos, cheios de medalhas, que não tomavam banho, urinavam no urinol, fediam à montaria, tinham os dentes cariados e doenças venéreas, quando não pisavam o chão com a planta dos pés, como hoje ainda se vê no interior. Contemple a arquibancada de um jogo de futebol, e veja o que somos, somos povo, não etnias, somos povo, não raças, somos povo, não pinturas ou fotos editadas e produzidas para atrair o vil metal. Somos o povo brasileiro, uma historia de amor inconfessa, uma história de liberdade na prisão, uma história de paixões, nas ocas, nas senzalas, nas casas Grandes, nas favelas, nas areias das praias e no mar. Uma história de florestas, de serras, de sertões, minas e boiadas, que teimamos em não contar por inteiro. Um Brasil para brasileiros, e não para “estrangeiros”. Um Brasil para acolher, e não para formar guetos. Um Brasil para ensinar o mundo, na roda de bamba, na roda da vida, no campo de futebol, nas cavalgadas, nos campos de bocha, no chimarrão e no churrasco, na manteiga de garrafa, no feijão de corda, no baião de dois, e na carne de sol, no sarapatel, e no Pirarucu, nas quadras da alegria, na Missa de domingo, nos frutos exóticos, nos terreiros de café, e na roda do carroção de boi gritando o lamento dos homens diante das dimensões continentais do solo, e das distâncias cósmicas de um céu estrelado.
wallacereq@gmil.com
www.psicologiadocaboaoarabo.blogspot.comwww.g23hi.blogspot.comwww.G23videospoliticos.blogspot.comwww.grupog23.blogspot.comwww.G23deoutubro.blogspot.comwww.grupoG23deoutubro.blogspot.comwww.G23blindagem.com
Um aparelho de tomografia faz fotos em fatias, como quem corta um salame. Isso pode ser feito também com a história, e com o estudo das etnias. O que não podemos fazer é nos omitir diante de um corpo inteiro, dele tirando apenas uma fatia, e dela, por preguiça ou astucia, dar um diagnostico como se tivéssemos tomado a tomografia do corpo inteiro.
Fazemos isso com freqüência nas questões da formação étnica de nosso povo. Índios são índios. Negros são negros, portugueses são portugueses, e espanhóis são espanhóis, caso fechado, verdade absoluta. Falso diagnóstico. Portugueses são formados por diversas etnias, assim como, também os espanhóis, negros e índios. Eu quero complicar? Não eu quero desmistificar. Eu quero abrir o debate. Eu quero ouvir gente inteligente como a Dra Claudia Inês Parellada, do Museu Paranaense. A formação étnica do povo do Paraná é das mais complexas, e por ser complexa escapa pelas simplificações (uma rodela de salame) e esbarra ou serve a antigos e rançosos preconceitos raciais.
Agora preste atenção: nos ficamos algumas semanas em casos extremos sem comer; ficamos alguns dias sem beber; ficamos alguns minutos sem respirar. Ora, se é assim, respirar nos é muito mais necessário que beber ou comer, no entanto, via de regra, ninguém esta preocupado com o ar que respira, ou o que faz com o ar. Ele ainda é o “Bem Fora do Comercio” por excelência. Com o resgate de carbono, ele esta começando a sua estréia no mundo do comercio, entendeu? Você pagará pelo ar que respira.
Que quero dizer com isso se o nosso tema é etnias. Ora, nós valorizamos as etnias menos importantes para a formação de nosso povo, e negligenciamos as mais importantes e necessárias para a nossa formação. Portugueses por exemplo: respiramos o português, pensamos e falamos em português, e não nos honramos de ter dois pés e duas pernas em Portugal. Índios, ora senhores, olhem a cara, a fisionomia de nosso povo, nós temos dele se não muito, pelo menos a metade do nosso jeito de ser, ou boa parte de nossa genética. Erra e grosseiramente quem diz, ou quer dizer que os índios foram dizimados, eles foram miscigenados, essa a verdade. Leiam o livro “Franceses e Tupiniquins no Brasil”. Negros, esses não aparecem em nenhum folder turístico sobre o Paraná, como se não existissem. (quiçá, apareçam agora que o Obama é presidente da matriz) Tire uma foto da cidade, da sua cidade ou da minha, e veja quantas caras de índio e peles negras ou delas descendentes existem: ora isso não importa; ou isso não é uma verdade insofismável? Não esqueça, Astecas , Incas e Maias também são índios, portanto não diga, eles parecem bolivianos, peruanos, uruguaios ou argentinos. Não diga que o presidente da Venezuela tem cara de índio, pois ele tem cara de brasileiro, sim dos brasileiros, dos homens vermelhos, que para alguns é a verdadeira origem de Brasis, da cor da Brasa, da cor das diversas tintas com a qual pintavam o corpo, os brasi-leiros das florestas equatoriais. Abra o seu caderno de receitas, ponha um disco em sua (eu sou muito antigo) electróla ou CD e ouça o negro o índio e o português. Coma e saboreie o negro, o índio e o português, não como antropófago, mas como se fossem cozinheiros de receitas típicas, mesclas de temperos e pratos de outras origens o que muito nos honra. Quando comemos..., e é uma injustiça, comemos bem.
Vou mostrar as fotos de um catálogo sobre as etnias do Paraná, você verá claramente do que eu estou falando, verá a artificialidade de tudo, com roupas que você não vê nas ruas, danças que você não dança, sons que você não escuta , cores e humores, gestos e posturas estudadas para contar uma história (que vende), história diríamos tão importante como um prato de comida, às vezes importante (importadas por isso são in-port-ents) como um copo de água; mas aquelas etnias e misturas que nos são importantes como o ar que respiramos, nós as fazemos quase invisíveis. As omitimos. É isso: Santo de Casa, que ocupou o território e semeou o povo, não faz milagre. Faz milagre o estrangeiro que conta uma história do Brasil, para “Inglês Ver”, não é assim que se diz, quando fazemos cena? Se ao atingirmos a “independência política do Paraná tínhamos sessenta mil almas “brancas” e alguma porcentagem era de negros, quantos desses brancos eram mamelucos, cafuzos, mulatos e índios (quantos índios eram contados como escravos?) O que tínhamos no Paraná de então era a Bugrada . Nossos quadros mostram homens altivos, cheios de medalhas, que não tomavam banho, urinavam no urinol, fediam à montaria, tinham os dentes cariados e doenças venéreas, quando não pisavam o chão com a planta dos pés, como hoje ainda se vê no interior. Contemple a arquibancada de um jogo de futebol, e veja o que somos, somos povo, não etnias, somos povo, não raças, somos povo, não pinturas ou fotos editadas e produzidas para atrair o vil metal. Somos o povo brasileiro, uma historia de amor inconfessa, uma história de liberdade na prisão, uma história de paixões, nas ocas, nas senzalas, nas casas Grandes, nas favelas, nas areias das praias e no mar. Uma história de florestas, de serras, de sertões, minas e boiadas, que teimamos em não contar por inteiro. Um Brasil para brasileiros, e não para “estrangeiros”. Um Brasil para acolher, e não para formar guetos. Um Brasil para ensinar o mundo, na roda de bamba, na roda da vida, no campo de futebol, nas cavalgadas, nos campos de bocha, no chimarrão e no churrasco, na manteiga de garrafa, no feijão de corda, no baião de dois, e na carne de sol, no sarapatel, e no Pirarucu, nas quadras da alegria, na Missa de domingo, nos frutos exóticos, nos terreiros de café, e na roda do carroção de boi gritando o lamento dos homens diante das dimensões continentais do solo, e das distâncias cósmicas de um céu estrelado.
wallacereq@gmil.com
www.psicologiadocaboaoarabo.blogspot.comwww.g23hi.blogspot.comwww.G23videospoliticos.blogspot.comwww.grupog23.blogspot.comwww.G23deoutubro.blogspot.comwww.grupoG23deoutubro.blogspot.comwww.G23blindagem.com
Em debate a ENERGIA.
Energia em debate.
Novamente não viemos aqui ensinar técnicos. Estamos elaborando esse texto para que leigos como nós possam tomar posição diante dos fatos e construir uma base de conceitos para julgamento e formação de opinião.
Existe um erro, quando se fala de bio-combustíveis, que nos faz pensar somente na solução de combustíveis veiculares e nos esquecemos dos outros derivados do petróleo, profundamente arraigados na economia e na massa de consumo humano. Todavia a questão é bem mais ampla, e via da regra, não se debate e não se aprofunda politicamente.
Não há duvidas de que os chamados combustíveis renováveis são mais desejáveis do que aqueles não renováveis. Todavia, em 1958, um grande autor argentino, Carlos Emérito Gonzalez, escreveu um livro que deveria ser do conhecimento de todos os Brasileiros: “Energia e Soberania” (Ediciones Gure- Buenos Aires 1958). Discorrendo sobre as diversas fontes de energia esgotáveis e não esgotáveis, ao chegar às promessas que se fazia dos milagres que trariam como combustível o Urânio e o Tório, e o artificial Plutônio, ele levanta algumas questões que precisam ser analisadas por nós os brasileiros.
Do petróleo se retiram fibras sintéticas do tipo acrílico retirados do gás natural via acetileno que são atualmente base das maiorias das roupas industrializadas, como o orlon, o perlon e o nylon. As chamadas fibras sintéticas ou micro fibras.
A borracha sintética que se obtém de subprodutos do petróleo é massivamente a matéria prima da fabricação de pneus e articuladores elásticos.
Os detergentes, obtidos de base petrólea, no uso de sabões e saponáceos.
O álcool isopropílico e a acetona usada na fabricação de vernizes e inseticidas. A acetona também é base para a fabricação do Rayon (Rayol) e outros plásticos de uso massivo na indústria mundial.
O polietileno que se extrai do etileno de petróleo é um plástico de grande valor isolante (isopor) e matéria prima para plásticos de máxima importância para a indústria.
As turbinas a gás de petróleo importante na indústria naval, e na geração de energia elétrica.
É preciso, também considerar que derivados de petróleo são matérias primas ainda não substituídas, na fabricação de vidros flexíveis, cristais, lentes, impermeáveis, baquelita (cabos de panelas) sedas artificiais, rayon, etc., etc. e tal.
E continua: supondo que essas aplicações não teriam relevância diante do monumental volume de energia desprendida do material atômico, descartando por completo os combustíveis em uso, não se deve esquecer que entre os principais derivados de petróleo, estão os lubrificantes (alguns óleos vegetais já substituem os de petróleo leves), porém ate agora não apareceu um substituto para as graxas pesadas necessária para minimizar a fricção entre peças em movimento.
Na verdade o que o autor esta dizendo é que a mudança do padrão energético trará mudanças na tecnologia de muitas áreas industriais, e algumas desaparecerão. Não diz isso como um apocalipse, mas como prudente hierarquia de dados a serem considerados sempre que se propuser massivamente mudanças do padrão energético. Sempre que se discute a substituição. O uso dos bio-combustíveis, em principio, diminui o uso do petróleo, o que pode fazer com que as reservas agora existentes (no Brasil) possam durar muito mais atendendo essas outras demandas da indústria e da técnica. Ou seja, ainda assim não devemos nos desfazer das reservas de Petróleo, como querem nos fazer crer. Vocês têm outra solução renovável, então nos entreguem o óleo restante.
Wallace Req
Para o G 23 de Outubro.
www.psicologiadocaboaoarabo.blogspot.comwww.g23hi.blogspot.comwww.G23videospoliticos.blogspot.comwww.grupog23.blogspot.comwww.G23deoutubro.blogspot.comwww.grupoG23deoutubro.blogspot.comwww.G23blindagem.com
Novamente não viemos aqui ensinar técnicos. Estamos elaborando esse texto para que leigos como nós possam tomar posição diante dos fatos e construir uma base de conceitos para julgamento e formação de opinião.
Existe um erro, quando se fala de bio-combustíveis, que nos faz pensar somente na solução de combustíveis veiculares e nos esquecemos dos outros derivados do petróleo, profundamente arraigados na economia e na massa de consumo humano. Todavia a questão é bem mais ampla, e via da regra, não se debate e não se aprofunda politicamente.
Não há duvidas de que os chamados combustíveis renováveis são mais desejáveis do que aqueles não renováveis. Todavia, em 1958, um grande autor argentino, Carlos Emérito Gonzalez, escreveu um livro que deveria ser do conhecimento de todos os Brasileiros: “Energia e Soberania” (Ediciones Gure- Buenos Aires 1958). Discorrendo sobre as diversas fontes de energia esgotáveis e não esgotáveis, ao chegar às promessas que se fazia dos milagres que trariam como combustível o Urânio e o Tório, e o artificial Plutônio, ele levanta algumas questões que precisam ser analisadas por nós os brasileiros.
Do petróleo se retiram fibras sintéticas do tipo acrílico retirados do gás natural via acetileno que são atualmente base das maiorias das roupas industrializadas, como o orlon, o perlon e o nylon. As chamadas fibras sintéticas ou micro fibras.
A borracha sintética que se obtém de subprodutos do petróleo é massivamente a matéria prima da fabricação de pneus e articuladores elásticos.
Os detergentes, obtidos de base petrólea, no uso de sabões e saponáceos.
O álcool isopropílico e a acetona usada na fabricação de vernizes e inseticidas. A acetona também é base para a fabricação do Rayon (Rayol) e outros plásticos de uso massivo na indústria mundial.
O polietileno que se extrai do etileno de petróleo é um plástico de grande valor isolante (isopor) e matéria prima para plásticos de máxima importância para a indústria.
As turbinas a gás de petróleo importante na indústria naval, e na geração de energia elétrica.
É preciso, também considerar que derivados de petróleo são matérias primas ainda não substituídas, na fabricação de vidros flexíveis, cristais, lentes, impermeáveis, baquelita (cabos de panelas) sedas artificiais, rayon, etc., etc. e tal.
E continua: supondo que essas aplicações não teriam relevância diante do monumental volume de energia desprendida do material atômico, descartando por completo os combustíveis em uso, não se deve esquecer que entre os principais derivados de petróleo, estão os lubrificantes (alguns óleos vegetais já substituem os de petróleo leves), porém ate agora não apareceu um substituto para as graxas pesadas necessária para minimizar a fricção entre peças em movimento.
Na verdade o que o autor esta dizendo é que a mudança do padrão energético trará mudanças na tecnologia de muitas áreas industriais, e algumas desaparecerão. Não diz isso como um apocalipse, mas como prudente hierarquia de dados a serem considerados sempre que se propuser massivamente mudanças do padrão energético. Sempre que se discute a substituição. O uso dos bio-combustíveis, em principio, diminui o uso do petróleo, o que pode fazer com que as reservas agora existentes (no Brasil) possam durar muito mais atendendo essas outras demandas da indústria e da técnica. Ou seja, ainda assim não devemos nos desfazer das reservas de Petróleo, como querem nos fazer crer. Vocês têm outra solução renovável, então nos entreguem o óleo restante.
Wallace Req
Para o G 23 de Outubro.
www.psicologiadocaboaoarabo.blogspot.comwww.g23hi.blogspot.comwww.G23videospoliticos.blogspot.comwww.grupog23.blogspot.comwww.G23deoutubro.blogspot.comwww.grupoG23deoutubro.blogspot.comwww.G23blindagem.com
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Temos um novo seguidor.
Nathan ( profeta) Rodrigues é o vigésimo oitavo seguidor desse nosso Blog. Seja bem vindo.
www.psicologiadocaboaoarabo.blogspot.comwww.g23hi.blogspot.comwww.G23videospoliticos.blogspot.comwww.grupog23.blogspot.comwww.G23deoutubro.blogspot.comwww.grupoG23deoutubro.blogspot.comwww.G23blindagem.com
www.psicologiadocaboaoarabo.blogspot.comwww.g23hi.blogspot.comwww.G23videospoliticos.blogspot.comwww.grupog23.blogspot.comwww.G23deoutubro.blogspot.comwww.grupoG23deoutubro.blogspot.comwww.G23blindagem.com
sábado, 29 de janeiro de 2011
O FIM DO MUNDO em Paquetá.
O Fim do mundo em Paquetá.
Eu era um menininho, mas já sabia ler. Meu pai, médico formado em Belo Horizonte na turma de 34, tinha muitos amigos médicos espalhados pelo Brasil. Em virtude disso, fomos passar o Fim de Ano na ilha de Paquetá, litoral do Rio de Janeiro. As revistas estampavam em manchetes: “Zero Hora, o fim do mundo”. Não se falava em outra coisa. Ninguém dizia : Ano Novo, pois o Mundo iria acabar A revista Manchete e Fatos e Fotos estavam abertas sobre a mesa.
Quando veio a noite, meu pai, minha mãe e o casal de amigos e seus filhos fomos à praia esperar o FIM DO MUNDO. Tive medo e perguntei ao meu pai: Pai o mundo vai acabar? Ele me disse: Sim um dia o mundo acabara. O mundo, continuou, acabará para todos nós, já perdi muitos pacientes, seu avô e suas avós maternos já faleceram, e eu, e também você, vamos deixar esse mundo. Agora, se o mundo vai se acabar hoje à noite vamos esperar para ver, pois se ele vai acabar não há para onde correr, você não pode se esconder em baixo da cama, pois ela também vai acabar. E me colocando no colo continuou: O que importa meu filho é nossa consciência. Tenho visto muitas pessoas morrerem, algumas, na mais profunda paz, outras num desespero comovente e angustiante. Saiba, no entanto, que papai e mamãe te amam muito e é muito bom estar aqui com você, o FIM do Mundo deixemos para Deus, pois há coisas que o homem não pode solucionar, cabe a nós apenas confiar e fazer a vontade de Deus.
Amanhecemos na praia, escutando violão. E o mundo não acabou.
Na adolescência descobri que essas previsões de profetas pagãos, eram todas fundamentadas em São João, no Apocalipse, mesmo aquelas atribuídas às civilizações antigas, não escapavam da tradição de um Dilúvio Universal.
Hoje há quem defenda, por hipótese, que a vida, já se extinguiu umas seis vezes sobre o planeta. Depois eu descobri, que sempre que voltam ao assunto é para atacar a Igreja e obter um novo tipo de domínio.
Então eu me lembro de meu pai: Quando você sentir que foi decretada a tua morte, lembra de todos os que viveram em todos os tempos e já morreram e os que ficarão e também morrerão.
Confia tua alma a Deus, como confiou a tua Vida. Crê na Ressurreição e persevera.
Meu pai era oriundo de família Católica, filho de um sergipano de Laranjeiras, com ascendência, dizem alguns, judeu- portuguesa-ladina, e de uma filha de imigrantes (pai e mãe) austro-italiano (segundo meu falecido tio Péricles, que viveu e estudou na Europa o casal era austríaco -italiano), concebida na Itália e nascida em Porto de Cima, Paraná.
Num outro texto falarei de minha mãe e sua paz militar.
Ela era filha de uma família de imigrantes alemães e de um descendente de um seminarista baiano, de Cachoeirinha, com ascendência portuguesa. Os alemães Católicos tornaram-se Presbiterianos durante a Primeira Guerra Mundial. Minha mãe morreu católica, recebendo a comunhão e a Santa Extremo Unção.
E por que motivo estou contando isso. È que novamente se escandaliza o Mundo com seu Fim previsto para 2012. Terminará tudo em 2012.
Que finalidade tem a sazonalidade desses alardes? Eles servem para fomentar e fixar a revolução dos costumes. Trabalhados anos a fio os ataques contra a moral cristã, cria-se um estado de urgência, de fim iminente, e se força aos homens e mulheres a viverem em extremos a vida, posto que ela acabasse em Breve. Esta é uma face. A outra face, sempre num contesto Figura & Fundo, alerta-se aos, moralmente rijos, a necessidade de exortar aos demais viventes e pressioná-los a viverem os princípios cristãos rigidamente. Ora o efeito é a debandada do cristianismo para uma vida de licença e vicio imperante. Pois o cristianismo não é rijo, e a Moral cristã deve ser aderida por amor, e não por medo do FIM, e do julgamento. Fugindo dos grilhões morais, os homens em perspectiva de um FIM COLETIVO PROXIMO abandonam as leis, e perde o medo do castigo social, como prisões, divórcio honra nome a ser zelada, honestidade, verdade. Resta para esses hedonistas, viver os prazeres da vida sem lhes medir as conseqüências, pois o FIM estará próximo e iminente e será comum para todos.
Tudo falso. O fim, mesmo coletivamente, é individual. O Juízo é individual, e o amor de cada um a DEUS é que fará a diferença. Foi isso que quis contar no inicio desse texto, todos, todos nós experimentaremos o fim, e individualmente o FIM sempre esteve próximo. Mas o FIM é o Começo, nos ensina Jesus Cristo ao vencer a Morte e a morte é o Principio do NOVO MUNDO.
E o NOVO MUNDO começa na ressurreição da CARNE. Na restauração material da Vida
OBS: Segundo a Wikipédia: Michel de Nostredame nasceu no dia 14 de dezembro de 1503 (ou 21 de dezembro de 1503)[2] em Saint-Rémy-de-Provence, no sul da França. Seus pais eram Jaumet (ou Jacques) de Nostredame e Reynière (ou Renée) de Saint-Rémy. Filho mais velho do casal (eram 8 filhos), seu Nostredame vem de seu avô (judeu), que escolheu o nome de Pierre de Nostredame quando da sua conversão ao catolicismo. Reyniére era filha de René de Saint-Rémy (filho de Jean V de Saint-Rémy e Silete) e Béatrix Tourrel (filha de Jacques Tourrel). Já Jaumet era filho de Pierre de Nostredame, nascido Pierre de Vélorgues (filho de Amauton de Vélorgues) e Blanche de Sante-Marie (filha de Pierre de Sante-Marie e da senhora de Labia).
O nome Nostradamus parece ser a forma latina de Notre Dame, Nossa Senhora, e possivelmente a adoção do nome visava conquistar os católicos, foi escolhido artificialmente por seu avô. Muitos de seus livros foram falsificados, alguns duzentos anos após sua trágica morte, incluindo neles, fatos históricos como sendo profecias, que teriam sido feitas duzentos anos antes. O Objetivo dessas edições é mistificar, e dar veracidade ao velho farmacêutico.
Wallacereq@gmail.com
Eu era um menininho, mas já sabia ler. Meu pai, médico formado em Belo Horizonte na turma de 34, tinha muitos amigos médicos espalhados pelo Brasil. Em virtude disso, fomos passar o Fim de Ano na ilha de Paquetá, litoral do Rio de Janeiro. As revistas estampavam em manchetes: “Zero Hora, o fim do mundo”. Não se falava em outra coisa. Ninguém dizia : Ano Novo, pois o Mundo iria acabar A revista Manchete e Fatos e Fotos estavam abertas sobre a mesa.
Quando veio a noite, meu pai, minha mãe e o casal de amigos e seus filhos fomos à praia esperar o FIM DO MUNDO. Tive medo e perguntei ao meu pai: Pai o mundo vai acabar? Ele me disse: Sim um dia o mundo acabara. O mundo, continuou, acabará para todos nós, já perdi muitos pacientes, seu avô e suas avós maternos já faleceram, e eu, e também você, vamos deixar esse mundo. Agora, se o mundo vai se acabar hoje à noite vamos esperar para ver, pois se ele vai acabar não há para onde correr, você não pode se esconder em baixo da cama, pois ela também vai acabar. E me colocando no colo continuou: O que importa meu filho é nossa consciência. Tenho visto muitas pessoas morrerem, algumas, na mais profunda paz, outras num desespero comovente e angustiante. Saiba, no entanto, que papai e mamãe te amam muito e é muito bom estar aqui com você, o FIM do Mundo deixemos para Deus, pois há coisas que o homem não pode solucionar, cabe a nós apenas confiar e fazer a vontade de Deus.
Amanhecemos na praia, escutando violão. E o mundo não acabou.
Na adolescência descobri que essas previsões de profetas pagãos, eram todas fundamentadas em São João, no Apocalipse, mesmo aquelas atribuídas às civilizações antigas, não escapavam da tradição de um Dilúvio Universal.
Hoje há quem defenda, por hipótese, que a vida, já se extinguiu umas seis vezes sobre o planeta. Depois eu descobri, que sempre que voltam ao assunto é para atacar a Igreja e obter um novo tipo de domínio.
Então eu me lembro de meu pai: Quando você sentir que foi decretada a tua morte, lembra de todos os que viveram em todos os tempos e já morreram e os que ficarão e também morrerão.
Confia tua alma a Deus, como confiou a tua Vida. Crê na Ressurreição e persevera.
Meu pai era oriundo de família Católica, filho de um sergipano de Laranjeiras, com ascendência, dizem alguns, judeu- portuguesa-ladina, e de uma filha de imigrantes (pai e mãe) austro-italiano (segundo meu falecido tio Péricles, que viveu e estudou na Europa o casal era austríaco -italiano), concebida na Itália e nascida em Porto de Cima, Paraná.
Num outro texto falarei de minha mãe e sua paz militar.
Ela era filha de uma família de imigrantes alemães e de um descendente de um seminarista baiano, de Cachoeirinha, com ascendência portuguesa. Os alemães Católicos tornaram-se Presbiterianos durante a Primeira Guerra Mundial. Minha mãe morreu católica, recebendo a comunhão e a Santa Extremo Unção.
E por que motivo estou contando isso. È que novamente se escandaliza o Mundo com seu Fim previsto para 2012. Terminará tudo em 2012.
Que finalidade tem a sazonalidade desses alardes? Eles servem para fomentar e fixar a revolução dos costumes. Trabalhados anos a fio os ataques contra a moral cristã, cria-se um estado de urgência, de fim iminente, e se força aos homens e mulheres a viverem em extremos a vida, posto que ela acabasse em Breve. Esta é uma face. A outra face, sempre num contesto Figura & Fundo, alerta-se aos, moralmente rijos, a necessidade de exortar aos demais viventes e pressioná-los a viverem os princípios cristãos rigidamente. Ora o efeito é a debandada do cristianismo para uma vida de licença e vicio imperante. Pois o cristianismo não é rijo, e a Moral cristã deve ser aderida por amor, e não por medo do FIM, e do julgamento. Fugindo dos grilhões morais, os homens em perspectiva de um FIM COLETIVO PROXIMO abandonam as leis, e perde o medo do castigo social, como prisões, divórcio honra nome a ser zelada, honestidade, verdade. Resta para esses hedonistas, viver os prazeres da vida sem lhes medir as conseqüências, pois o FIM estará próximo e iminente e será comum para todos.
Tudo falso. O fim, mesmo coletivamente, é individual. O Juízo é individual, e o amor de cada um a DEUS é que fará a diferença. Foi isso que quis contar no inicio desse texto, todos, todos nós experimentaremos o fim, e individualmente o FIM sempre esteve próximo. Mas o FIM é o Começo, nos ensina Jesus Cristo ao vencer a Morte e a morte é o Principio do NOVO MUNDO.
E o NOVO MUNDO começa na ressurreição da CARNE. Na restauração material da Vida
OBS: Segundo a Wikipédia: Michel de Nostredame nasceu no dia 14 de dezembro de 1503 (ou 21 de dezembro de 1503)[2] em Saint-Rémy-de-Provence, no sul da França. Seus pais eram Jaumet (ou Jacques) de Nostredame e Reynière (ou Renée) de Saint-Rémy. Filho mais velho do casal (eram 8 filhos), seu Nostredame vem de seu avô (judeu), que escolheu o nome de Pierre de Nostredame quando da sua conversão ao catolicismo. Reyniére era filha de René de Saint-Rémy (filho de Jean V de Saint-Rémy e Silete) e Béatrix Tourrel (filha de Jacques Tourrel). Já Jaumet era filho de Pierre de Nostredame, nascido Pierre de Vélorgues (filho de Amauton de Vélorgues) e Blanche de Sante-Marie (filha de Pierre de Sante-Marie e da senhora de Labia).
O nome Nostradamus parece ser a forma latina de Notre Dame, Nossa Senhora, e possivelmente a adoção do nome visava conquistar os católicos, foi escolhido artificialmente por seu avô. Muitos de seus livros foram falsificados, alguns duzentos anos após sua trágica morte, incluindo neles, fatos históricos como sendo profecias, que teriam sido feitas duzentos anos antes. O Objetivo dessas edições é mistificar, e dar veracidade ao velho farmacêutico.
Wallacereq@gmail.com
O Deus-diabo & o Diabo-deus.
Santa e pecadora.
Pode alguém ser santo e pecador ao mesmo e um só tempo? Não, não é possível. Pode-se ser pecador ontem, e santo amanhã, ou santo hoje e pecador amanhã, mas não ser a mesma coisa ao mesmo tempo. E a Igreja pode ser santa e pecadora? Não, não pode! Então por que os padres nas suas homilías se referem à Igreja como santa a pecadora? Bem não sou homem de ensinar padre a rezar missa, mas o Professor Plínio Correia de Oliveira, muitos anos atrás já chamava atenção para as conseqüências desse erro teológico introduzidos nela pelos seus inimigos. A igreja não é apenas a Assembléia dos cristãos como se diz hoje, ela é o corpo místico de Cristo, onde cada membro comunga o sangue e o corpo de Cristo, e o faz indignamente comungando a sua própria condenação se o faz em pecado mortal. Mortal, o que é isso. O pecado mortal, mata a graça pessoal, e separa em ato automático da Igreja Corpo Místico. Ora se você me entende, o pecado mortal, e mesmo os veniais, não podem habitar no corpo de Cristo, pois Cristo não é pecador nem o poderia ser. Assim quando pecamos nos separamos com nosso pecado da Igreja em ato continuo e automático. Assim o sacramento da reconciliação ou também chamado confissão nos reconcilia com o corpo místico de Cristo. Então, não é difícil conhecer que O CORPO MISTICO DE CRISTO QUE É A IGREJA é SANTO, e que o pecado de qualquer de seus membros o separa dela.
Donde podemos concluir, a Igreja é santa, os homens pecadores.
Quem tem entendimento para entender entenda, e perceba, desta frase ousada, “Igreja Santa e pecadora” quantos erros provocamos na sociedade. Hoje acreditamos que existem homens-mulheres; homens bom-maus; ou que existe o certo-erado e o errado-certo, etc. etc. etc.
Discutição para os doutos.
Wallacereq@gmail.com
Pode alguém ser santo e pecador ao mesmo e um só tempo? Não, não é possível. Pode-se ser pecador ontem, e santo amanhã, ou santo hoje e pecador amanhã, mas não ser a mesma coisa ao mesmo tempo. E a Igreja pode ser santa e pecadora? Não, não pode! Então por que os padres nas suas homilías se referem à Igreja como santa a pecadora? Bem não sou homem de ensinar padre a rezar missa, mas o Professor Plínio Correia de Oliveira, muitos anos atrás já chamava atenção para as conseqüências desse erro teológico introduzidos nela pelos seus inimigos. A igreja não é apenas a Assembléia dos cristãos como se diz hoje, ela é o corpo místico de Cristo, onde cada membro comunga o sangue e o corpo de Cristo, e o faz indignamente comungando a sua própria condenação se o faz em pecado mortal. Mortal, o que é isso. O pecado mortal, mata a graça pessoal, e separa em ato automático da Igreja Corpo Místico. Ora se você me entende, o pecado mortal, e mesmo os veniais, não podem habitar no corpo de Cristo, pois Cristo não é pecador nem o poderia ser. Assim quando pecamos nos separamos com nosso pecado da Igreja em ato continuo e automático. Assim o sacramento da reconciliação ou também chamado confissão nos reconcilia com o corpo místico de Cristo. Então, não é difícil conhecer que O CORPO MISTICO DE CRISTO QUE É A IGREJA é SANTO, e que o pecado de qualquer de seus membros o separa dela.
Donde podemos concluir, a Igreja é santa, os homens pecadores.
Quem tem entendimento para entender entenda, e perceba, desta frase ousada, “Igreja Santa e pecadora” quantos erros provocamos na sociedade. Hoje acreditamos que existem homens-mulheres; homens bom-maus; ou que existe o certo-erado e o errado-certo, etc. etc. etc.
Discutição para os doutos.
Wallacereq@gmail.com
Acordando o Gigante Adormecido.
Relações históricas negadas que dissimulação esconde?
Penso que o Brasil seja o único país que tem fatos históricos sonegados e negados por lei. Por exemplo: diz existir uma proibição legal de veicular em imagem a Cruz Suástica. Ou seja, esse símbolo histórico é negado. Se isso é verdade, e eu começo a achar que é, pois as suásticas dos Zepelins que estiveram no Brasil foram apagadas, assim como um cuidadoso trabalho foi feito para esconder as relações da aviação insipiente no Brasil com o nazismo.
No caso do Aeroclube do Paraná essa relação é flagrante ao menos no que diga respeito a sua inspiração e financiamento, embora, não se possa dizer que a aviação alemã dos anos anteriores a 32, tenha uma relação direta com Hitler, o Nacional Socialismo Alemão e o prestigio de Hitler desenvolvia-se desde 1918, com o fim da Guerra e com as imposições impostas antes e depois da Primeira Guerra mundial à Alemanha.
Não quero fazer acusações, pois não sou um caçador de bruxas, nem tenho opinião formada sobre o nazismo, embora o fato de que se queira esconder as relações da aviação brasileira com ele, me surpreenda e eu veja nisso mais uma grosseira falsificação da História.
Assim foi o Caso de Charles Lyndenberg, e assim foi o caso da presença de Anna Reicsht aqui no Brasil doando planadores ao Aeroclube do Paraná, e sua presença noutras capitais brasileiras divulgando o nazismo.
Assim também foi o caso do Aerolloyd Iguaçu, primeira empresa aérea do Paraná, e da linha de Zepelins entre Berlim Buenos Aires. E outros projetos como a Varig.
Anna Reischt, surpreendentemente volta ao Brasil em 1951, após a guerra, sem escândalo ou resistência. Ela que fora apresentada aos Brasileiros pela imprensa como sobrinha de Hitler, posteriormente como aviadora símbolo e propagandista do Nazismo, agora reaparece como uma pilota Judia alemã. Surpreendente, pois durante a guerra muitos empresários brasileiros experimentaram a cadeia e as perseguições e estigmas no pós guerra, pelo contrário a aviadora Anna Reischt, volta ao Brasil, ela que freqüentou o Bunker de Hitler e privava com as maiores lideranças nazistas, voltou ao Brasil com o total silêncio dos judeus e da imprensa brasileira. Omissão ou estratégia? Pelo contrario foi aclamada e novamente condecorada pelo governo Brasileiro.
Estes fatos esparsos nos chamam a atenção para um fenômeno que se quer esconder. A PARTICIPAÇÃO DE JUDEUS alemães na propaganda nazista. Há autores como H. Toedter, que pode ser encontrado na Internet, que dão um passo mais ousado e mostram a participação de judeus no Alto comando do Nazismo. Não fosse do conhecimento de todos que a esposa de Hitler era Judia. Não fosse à esposa de Carlos Prestes ( o comunismo obedece a esse mesmo paradigma) que era judia também aqui no Brasil, não fossem os lideres da Revolução Russa judeus. E os lideres dos movimentos revolucionários dos últimos dois séculos serem judeus poderemos perguntar. Que tipo de dissimulação isso esconde?
Por exemplo: Quem foi aqui no Paraná Eduardo Virmond, 1°presidente do Aeroclube do Paraná ( parente direto de Frederich Guilhelm Virmond, (Frederico Guilherme Virmond), senhor de escravos) e que deixou surpreendentemente descendentes negros?
Quem foi Eisembach, um judeu ou um alemão? Que relações com a Alemanha tinham Carlos Luhn; Kurt Muller; Herbet Heisler; Bertolt Hauer todos fundadores do Aeroclube do Paraná? Eram judeus ou alemães?
Que relações tinham esses senhores com Joachim Von Ribbeck ( esse conhecido propagandista do nazismo) e que relação tinha esse como representante da Federação das Indústrias Alemãs com o governo Nazista alemão? Eu já disse não estou caçando bruxas, embora o sogro de meu tio, o alemão Oto Brahum tenha sido preso, e amargado a falência com a sociedade na Impressora Paranaense, e ficado estigmatizado perante a Sociedade Paranaense ate o final da sua sofrida Vida, enquanto e contraditoriamente aqueles que comprovadamente contribuíram com o nazismo no Paraná passaram incólumes? Sem suspeitas. Pergunto, por que eram alemães ou judeus alemães?
Essa história, para mim denunciada muitos anos atrás por Albert Zitto, um judeu refugiado e que tendo estado num campo de concentração na Polônia negava os números de mortos do chamado Holocausto (sacrifício pelo fogo) e a câmara de gás do tão falado “Crime de Guerra da Alemanha” me lançam alguma luz.
Por qual motivo, nas vésperas do inicio da Segunda Guerra o inglês Harry Blass Gomm, foi nomeado pelo Interventor do Paraná (do governo Getúlio) para intervir no Aeroclube do Paraná. Possivelmente já se sabia que o Aeroclube do Paraná era ou fazia às vezes de uma célula do nazismo. Por que judeus alemães organizariam no Paraná uma célula nazista? Isso era uma verdade ou era, pelo contrário, um contraponto que justificaria posteriormente as atitudes brasileiras na Segunda Guerra.
Assim como João Busse o primeiro piloto do Paraná não era italiano, mas sim alemão, os primeiros pilotos do Paraná eram na maioria alemães, ou judeus alemães, ou simpatizantes da “causa alemã”. Ewaldo Shiebler; Nelso Shenneider; Guido Hauer; Otto Urban ( judeu alemão); Dagoberto Barnack; Roberto Langer; Oswaldo Koerbel; Comet Spetz, e outros.
Quantos desses nomes eram sobrenomes de famílias judias a serviço do nazismo brasileiro?
Certamente você estará se perguntando onde eu quero chegar? Bem eu não farei a defesa do Nazismo, nem do Judaísmo, nem do Fascismo, nem do Comunismo, eu apenas estou chamando a atenção para o fato dissimulado que o nazismo, o fascismo, o comunismo estão crivados de lideranças judias a serviço do Sionismo, ou seja, por detrás dessas “contradições históricas” estão escondidas as estratégias de construção de um Governo Mundial pelos donos do Capital, sobre a massa. Um governo Judeu no controle do mundo, um objetivo perseguido pelos séculos afora, identificáveis nas Sagradas Escrituras, na história econômica do mundo, e no desenvolvimento de movimentos econômicos sociais que sempre justificaram a tomada de posição violenta e escravizante da DIREITA INTERNACIONAL, que tem sido em última analise, a financiadora dessas "ideologias" que mantém e justificam a sua dominação sobre os povos. Compreendam a ESQUERDA é a outra mão da DIREITA na manipulação do mundo.
www.psicologiadocaboaoarabo.blogspot.comwww.g23hi.blogspot.comwww.G23videospoliticos.blogspot.comwww.grupog23.blogspot.comwww.G23deoutubro.blogspot.comwww.grupoG23deoutubro.blogspot.comwww.G23blindagem.com
Penso que o Brasil seja o único país que tem fatos históricos sonegados e negados por lei. Por exemplo: diz existir uma proibição legal de veicular em imagem a Cruz Suástica. Ou seja, esse símbolo histórico é negado. Se isso é verdade, e eu começo a achar que é, pois as suásticas dos Zepelins que estiveram no Brasil foram apagadas, assim como um cuidadoso trabalho foi feito para esconder as relações da aviação insipiente no Brasil com o nazismo.
No caso do Aeroclube do Paraná essa relação é flagrante ao menos no que diga respeito a sua inspiração e financiamento, embora, não se possa dizer que a aviação alemã dos anos anteriores a 32, tenha uma relação direta com Hitler, o Nacional Socialismo Alemão e o prestigio de Hitler desenvolvia-se desde 1918, com o fim da Guerra e com as imposições impostas antes e depois da Primeira Guerra mundial à Alemanha.
Não quero fazer acusações, pois não sou um caçador de bruxas, nem tenho opinião formada sobre o nazismo, embora o fato de que se queira esconder as relações da aviação brasileira com ele, me surpreenda e eu veja nisso mais uma grosseira falsificação da História.
Assim foi o Caso de Charles Lyndenberg, e assim foi o caso da presença de Anna Reicsht aqui no Brasil doando planadores ao Aeroclube do Paraná, e sua presença noutras capitais brasileiras divulgando o nazismo.
Assim também foi o caso do Aerolloyd Iguaçu, primeira empresa aérea do Paraná, e da linha de Zepelins entre Berlim Buenos Aires. E outros projetos como a Varig.
Anna Reischt, surpreendentemente volta ao Brasil em 1951, após a guerra, sem escândalo ou resistência. Ela que fora apresentada aos Brasileiros pela imprensa como sobrinha de Hitler, posteriormente como aviadora símbolo e propagandista do Nazismo, agora reaparece como uma pilota Judia alemã. Surpreendente, pois durante a guerra muitos empresários brasileiros experimentaram a cadeia e as perseguições e estigmas no pós guerra, pelo contrário a aviadora Anna Reischt, volta ao Brasil, ela que freqüentou o Bunker de Hitler e privava com as maiores lideranças nazistas, voltou ao Brasil com o total silêncio dos judeus e da imprensa brasileira. Omissão ou estratégia? Pelo contrario foi aclamada e novamente condecorada pelo governo Brasileiro.
Estes fatos esparsos nos chamam a atenção para um fenômeno que se quer esconder. A PARTICIPAÇÃO DE JUDEUS alemães na propaganda nazista. Há autores como H. Toedter, que pode ser encontrado na Internet, que dão um passo mais ousado e mostram a participação de judeus no Alto comando do Nazismo. Não fosse do conhecimento de todos que a esposa de Hitler era Judia. Não fosse à esposa de Carlos Prestes ( o comunismo obedece a esse mesmo paradigma) que era judia também aqui no Brasil, não fossem os lideres da Revolução Russa judeus. E os lideres dos movimentos revolucionários dos últimos dois séculos serem judeus poderemos perguntar. Que tipo de dissimulação isso esconde?
Por exemplo: Quem foi aqui no Paraná Eduardo Virmond, 1°presidente do Aeroclube do Paraná ( parente direto de Frederich Guilhelm Virmond, (Frederico Guilherme Virmond), senhor de escravos) e que deixou surpreendentemente descendentes negros?
Quem foi Eisembach, um judeu ou um alemão? Que relações com a Alemanha tinham Carlos Luhn; Kurt Muller; Herbet Heisler; Bertolt Hauer todos fundadores do Aeroclube do Paraná? Eram judeus ou alemães?
Que relações tinham esses senhores com Joachim Von Ribbeck ( esse conhecido propagandista do nazismo) e que relação tinha esse como representante da Federação das Indústrias Alemãs com o governo Nazista alemão? Eu já disse não estou caçando bruxas, embora o sogro de meu tio, o alemão Oto Brahum tenha sido preso, e amargado a falência com a sociedade na Impressora Paranaense, e ficado estigmatizado perante a Sociedade Paranaense ate o final da sua sofrida Vida, enquanto e contraditoriamente aqueles que comprovadamente contribuíram com o nazismo no Paraná passaram incólumes? Sem suspeitas. Pergunto, por que eram alemães ou judeus alemães?
Essa história, para mim denunciada muitos anos atrás por Albert Zitto, um judeu refugiado e que tendo estado num campo de concentração na Polônia negava os números de mortos do chamado Holocausto (sacrifício pelo fogo) e a câmara de gás do tão falado “Crime de Guerra da Alemanha” me lançam alguma luz.
Por qual motivo, nas vésperas do inicio da Segunda Guerra o inglês Harry Blass Gomm, foi nomeado pelo Interventor do Paraná (do governo Getúlio) para intervir no Aeroclube do Paraná. Possivelmente já se sabia que o Aeroclube do Paraná era ou fazia às vezes de uma célula do nazismo. Por que judeus alemães organizariam no Paraná uma célula nazista? Isso era uma verdade ou era, pelo contrário, um contraponto que justificaria posteriormente as atitudes brasileiras na Segunda Guerra.
Assim como João Busse o primeiro piloto do Paraná não era italiano, mas sim alemão, os primeiros pilotos do Paraná eram na maioria alemães, ou judeus alemães, ou simpatizantes da “causa alemã”. Ewaldo Shiebler; Nelso Shenneider; Guido Hauer; Otto Urban ( judeu alemão); Dagoberto Barnack; Roberto Langer; Oswaldo Koerbel; Comet Spetz, e outros.
Quantos desses nomes eram sobrenomes de famílias judias a serviço do nazismo brasileiro?
Certamente você estará se perguntando onde eu quero chegar? Bem eu não farei a defesa do Nazismo, nem do Judaísmo, nem do Fascismo, nem do Comunismo, eu apenas estou chamando a atenção para o fato dissimulado que o nazismo, o fascismo, o comunismo estão crivados de lideranças judias a serviço do Sionismo, ou seja, por detrás dessas “contradições históricas” estão escondidas as estratégias de construção de um Governo Mundial pelos donos do Capital, sobre a massa. Um governo Judeu no controle do mundo, um objetivo perseguido pelos séculos afora, identificáveis nas Sagradas Escrituras, na história econômica do mundo, e no desenvolvimento de movimentos econômicos sociais que sempre justificaram a tomada de posição violenta e escravizante da DIREITA INTERNACIONAL, que tem sido em última analise, a financiadora dessas "ideologias" que mantém e justificam a sua dominação sobre os povos. Compreendam a ESQUERDA é a outra mão da DIREITA na manipulação do mundo.
www.psicologiadocaboaoarabo.blogspot.comwww.g23hi.blogspot.comwww.G23videospoliticos.blogspot.comwww.grupog23.blogspot.comwww.G23deoutubro.blogspot.comwww.grupoG23deoutubro.blogspot.comwww.G23blindagem.com
Um carioca da gema na escuta.
Se vocês perceberam temos um novo seguidor. Luís Geremias, psicólogo e jornalista, carioca da gema, que aniversariou por esses dias é o 27° seguidor. Seja Bem vindo Camarada.
www.psicologiadocaboaoarabo.blogspot.comwww.g23hi.blogspot.comwww.G23videospoliticos.blogspot.comwww.grupog23.blogspot.comwww.G23deoutubro.blogspot.comwww.grupoG23deoutubro.blogspot.comwww.G23blindagem.com
www.psicologiadocaboaoarabo.blogspot.comwww.g23hi.blogspot.comwww.G23videospoliticos.blogspot.comwww.grupog23.blogspot.comwww.G23deoutubro.blogspot.comwww.grupoG23deoutubro.blogspot.comwww.G23blindagem.com
O nosso campeão continua crescendo.
Abaixo voce vê o Print Screen das Estatisticas do Blogger do mês de Janeiro. Houve um crescimento de pouco mais de cinco
mil leitores em relação ao mês passado.
É inexplicável, pois sendo as matérias muito semelhantes entre todos os blogs, enquanto alguns de nossos Blogs não alcançam mil leitores por mês, como o www.maquimnasqueeugosto.blogspot.com, e outros têm uma média de 5000 leitores , o Grupog23 e o G 23 Presidente crescem em rítmo acelerado e internacional. Cliquem sobre a imagem abaixo e ela crescerá para você curtir.
Por que dizemos leitores e não paginas? Porque fazemos o contra ponto com o Google Analytics que registra IPs.
wallacereq@gmail.com.

www.psicologiadocaboaoarabo.blogspot.comwww.g23hi.blogspot.comwww.G23videospoliticos.blogspot.comwww.grupog23.blogspot.comwww.G23deoutubro.blogspot.comwww.grupoG23deoutubro.blogspot.comwww.G23blindagem.com
mil leitores em relação ao mês passado.
É inexplicável, pois sendo as matérias muito semelhantes entre todos os blogs, enquanto alguns de nossos Blogs não alcançam mil leitores por mês, como o www.maquimnasqueeugosto.blogspot.com, e outros têm uma média de 5000 leitores , o Grupog23 e o G 23 Presidente crescem em rítmo acelerado e internacional. Cliquem sobre a imagem abaixo e ela crescerá para você curtir.
Por que dizemos leitores e não paginas? Porque fazemos o contra ponto com o Google Analytics que registra IPs.
wallacereq@gmail.com.

www.psicologiadocaboaoarabo.blogspot.comwww.g23hi.blogspot.comwww.G23videospoliticos.blogspot.comwww.grupog23.blogspot.comwww.G23deoutubro.blogspot.comwww.grupoG23deoutubro.blogspot.comwww.G23blindagem.com
Assinar:
Postagens (Atom)