Líbia: Com quais critérios?
É mesmo possível que nós brasileiros, pelas noticias que temos, não saibamos 30% do que ocorre nos bastidores da política internacional com respeito à Líbia. Todavia nos temos uma Constituição. Assim estamos obrigados, sejamos brasileiros comuns, ou autoridades constituídas, ou representantes eleitos, a cumpri-la. Ora, nossa Constituição nos obriga a dois princípios: O principio da não intervenção e o principio da autodeterminação dos povos. ( ver Constituição do Brasil).
Então não temos o que discutir: não podemos apoiar a intervenção armada na Líbia por quem quer que seja. ONU, OTAN, EUA ou qualquer outro agrupamento de interesses. E não podemos julgar a autodeterminação da Líbia, ou de qualquer outro país, se eles querem ser uma monarquia, um regime republicano, uma oligarquia, uma ditadura parlamentarista ou constitucional... Se quiserem ser católicos, israelitas, islâmicos, budistas, ou... Sei lá, não é de nossa conta.
Dizem que Muammar Kadhafi esta no poder já há 42 anos. Qual é o crime? Quantos anos esta no poder a Rainha da Inglaterra, o rei da Espanha, os reis da Holanda? Há quantos anos o Canadá esta submetido à rainha da Inglaterra? Quantos séculos a Família Imperial Japonesa esta no poder? E ninguém se importa? Fidel esse ditador constitucional quantos anos esta efetivamente no poder? E quantos anos o Marxismo dominou a Rússia? Mas eles não tinham petróleo às vésperas de uma crise energética mundial. Nem tinham seu território contestado.
Portanto não temos nada com a criação de obstáculos para a autodeterminação da Líbia... Mas tudo indica temos (eles nos dizem) com o petróleo da Líbia... uma garantia para o mundo livre... Livre de que? De quem? O que mostra que nós mentimos e somos enganados.
Amanhã seremos nós as vítimas. Não, não estão defendendo a democracia, pois a democracia é o governo do povo, e ninguém perguntou ao povo dos EUA ou dos outros países envolvidos o que achavam dessa intervenção maliciosa e criminosa.
Lembre-se, o petróleo não está em mãos de norte-americanos, mas de outro povo (pesquisem quem são os detentores das maiores empresas petroleiras do mundo) que por sua vez não perguntaram ao seu povo o que acham dessas barbaridades que se cometem em nome de um Governo Mundial Sionista e do controle energético do mundo todo.
Constitucionalmente nós brasileiros não podemos apoiar a intervenção armada na Líbia, muito menos o bloqueio à autodeterminação daquele povo soberano.
E os princípios Constitucionais obrigam também a Presidente da República do Brasil, o Congresso Nacional e Ministérios Responsáveis envolvidos.
wallacereq@gmail.com
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quarta-feira, 30 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Homenagem a José Alencar.
Grupo de estudos 23 de Outubro, publicando essa foto, quer homenagear o ex. Presidente da República do Brasil, José Alencar falecido nesse dia 29 de Março de 2011.
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domingo, 27 de março de 2011
Ao findar o mês de Março superamos as 35 mil páginas lidas.( leitores).
Com um acréscimo de pouco mais de 5000 (cinco mil) em relação ao mês passado, o nosso Blog Grupog23 vem liderando os nossos trabalhos. Segundo nossos critérios de avaliação temos leitores consolidados em diversos países, como destaque para EUA e Portugal. Nos surpreende o Japão. Clique sobre a imagem abaixo (Print Screen) ela cresce para você curtir. Obrigado a todos que nos prestigiaram.
sábado, 26 de março de 2011
O que fizemos pelo Japão?
A cidade de Curitiba e o estado do Paraná tem convênios com o Japão, além de grande fatia de sua população oriunda de imigrantes japoneses. Então eu me pergunto, o que fizemos por eles? O que o atual governador fez, ou o prefeito de Curitiba fez? Se fosse para ir buscar dinheiro, para fazer negócios, teríamos recurso para mandar os burgueses passear naquele longínquo país... mas para ajudar, para oferecer aqui em nosso país... abrigo....; para encher navios e mandar..... para encher trens e mandar.... nada. Nem mandamos navios para buscá-los. Não fazemos por eles.... e não faremos por nosso povo.... porque só queremos receber.
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Alerta Geral
Alerta: quem observa as ações politicas internacionais haverá de ter percebido o ressurgimento da palavra Ocidente * e cristão. Ora o que estão construindo é um "conflito" Ocidente Cristão versus Oriente islâmico, e quem lucra com isso? O Sionismo. Não darei mais detalhes.
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Libia: para reflexão de todos.
Líbia: O maior empreendimento militar desde a invasão do Iraque
– Rumo a uma operação militar prolongada
Michel Chossudovsky 22/Mar/2011· Mentiras montada pela mídia internacional: Bombas e mísseis são apresentados como instrumentos de paz e de democratização.
· Isto não é uma operação humanitária. O ataque à Líbia abre um novo teatro de guerra regional.
· Já há três diferentes teatros de guerra no Oriente Médio - região da Ásia Central: Palestina, Afeganistão e Iraque.
· O que está acontecendo é um quarto Teatro de Guerra EUA-OTAN no Norte de África, com risco de escalada.
· Estes quatro teatros de guerra estão funcionalmente relacionados, fazem parte de uma agenda militar integrada EUA-OTAN. O bombardeio a Líbia esteve nos planos do Pentágono durante vários anos, como confirmado pelo antigo comandante da OTAN, general Wesley Clark.
A operação Odissey Dawn é reconhecida como a "maior intervenção militar ocidental no mundo árabe desde que começou a invasão do Iraque, há exatamente oito anos" (Rússia: Stop 'indiscriminate' bombing of Libya - Taiwan News Online, March 19, 2011).
Esta guerra faz parte da batalha pelo petróleo. A Líbia está entre as maiores economias petrolífera do mundo, com aproximadamente 3,5% das reservas globais de petróleo – mais que o dobro das do EUA.
O objetivo subjacente é obter controle sobre as reservas de petróleo e gás da Líbia sob o disfarce de uma intervenção humanitária.
As implicações geopolíticas e econômicas de uma intervenção militar conduzida pelos EUA-OTAN contra a Líbia são de extremo alcance.
A Operação "Odyssey Dawn" faz parte de uma agenda militar mais vasta para o Oriente Médio e Ásia Central, a qual consiste em obter controle e propriedade corporativa sobre mais de 60% das reservas mundiais de petróleo e gás natural, incluindo as rotas dos oleodutos e gasodutos.
Com 46,5 bilhões de barris de reservas comprovadas (10 vezes as do Egito), a Líbia é a maior economia petrolífera no continente africano seguida pela Nigéria e Argélia (Oil and Gas Journal). Em contraste, as reservas comprovadas dos EUA são da ordem dos 20,6 bilhões de barris (Dezembro 2008) de acordo com a Energy Information Administration. U.S. Crude Oil, Natural Gas, and Natural Gas Liquids Reserves ).
O maior empreendimento militar desde a invasão do Iraque
Uma operação militar desta dimensão e magnitude, envolvendo a participação ativa de vários membros da OTAN e países parceiros, nunca é improvisada. A operação Odyssey Dawn estava em etapa avançada de planejamento militar antes do movimento de protesto no Egito e na Tunísia.
A opinião pública foi levada a acreditar que o movimento de protesto se propagou espontaneamente da Tunísia e do Egito à Líbia.
A insurreição armada na Líbia Oriental é apoiada diretamente por potências estrangeiras. As forças rebeldes em Bengazi imediatamente arvoraram a bandeira vermelha, negra e verde com o crescente e a estrela: a bandeira da monarquia do rei Idris, o qual simbolizava o domínio das antigas potências coloniais. (Ver Manlio Dinucci, Libya-When historical memory is erased, Global Research, February 28, 2011)
A insurreição também foi planejada e coordenada com o cronograma da operação militar. Ela foi cuidadosamente planejada meses antes do movimento de protesto, como parte de uma operação encoberta.
Forças especiais dos estadunidenses e britânicas foram descritas como estando no território para "ajudar a oposição" desde o princípio.
Do que estamos tratando? De uma agenda militar, um cronograma de eventos militares e de inteligência cuidadosamente planejados.
Cumplicidade das Nações Unidas
Até agora, a campanha de bombardeio resultou em incontáveis baixas civis, as quais são classificadas pelos mídia como "danos colaterais" ou atribuídas às forças armadas líbias.
Numa ironia amarga, a Resolução 1973 do Conselho de Segurança da ONU concede à OTAN um mandato "para proteger civis".
Proteção de civis
Autoriza Estados membros que notificaram o secretário-geral, a atuaram nacionalmente ou através de organizações regionais ou acordos, e a atuaram em cooperação com o secretário-geral, e tomarem todas as medidas necessárias, não obstante o parágrafo 9 da resolução 1970 (2011), para proteger civis e áreas ocupadas por civis sob ameaça de ataque na Jamairia (república das massas) Árabe Líbia, incluindo Bengazi, enquanto excluindo uma forças de ocupação estrangeira de qualquer forma sobre qualquer parte do território líbio, e requer os Estados membros relacionados a informarem imediatamente o secretário-geral das medias que tomarem de acordo com a autorização conferida por este parágrafo a qual será imediatamente informada ao Conselho de Segurança. (UN Security Council Resolution on Libya: No Fly Zone and Other Measures, March 18, 2011)
A resolução da ONU garante às forças da coligação carta branca para empenharem-se numa guerra total contra um país soberano em desrespeito do direito internacional e em violação da Carta das Nações Unidas. Ela também serve a interesses financeiros dominantes: não só permite à coligação militar bombardear um país soberano como também permite o congelamento de ativos, pondo assim em perigo o sistema financeiro da Líbia.
Congelamento de ativos
Decide que o congelamento de ativos imposto pelo parágrafo 17, 19, 20 e 21 da resolução 1970 (2011) será aplicados a todos os fundos, e ativos financeiros e recursos econômicos que estão no seu território, os quais são de propriedade ou controlado, direta ou indiretamente, pelas autoridades líbias,...
Em nenhuma parte da resolução do Conselho de Segurança da ONU é mencionada a questão da mudança de regime. Mas é entendido que forças da oposição receberão parte do dinheiro confiscado sob o artigo 19 de resolução 1973. Discussões com líderes da oposição para esse item de fato já tiveram discussão. Isso se chama desvio do texto e fraude financeira.
Afirma a sua determinação de assegurar que ativos congelados de acordo com o parágrafo 17 da resolução 1979 (2011) deverão, numa etapa posterior, tão logo quanto possível serem disponibilizados para o benefício do povo da Jamairia Árabe Líbia;
Em relação à "Imposição do embargo de armas" sob o parágrafo 13 da resolução, as forças da coligação comprometer-se-ão sem exceção a impor um embargo de armas à Líbia. Mas desde o princípio eles violaram o Artigo 13, ao fornecerem armas às forças de oposição em Bengazi.
Operação militar prolongada?
Os conceitos são invertidos. Numa lógica absolutamente enviesada, paz, segurança e proteção do povo líbio devem ser alcançados através de ataques de mísseis e bombardeamentos aéreos.
O objetivo da operação militar não é a proteção de civis, mas a mudança de regime e a ruptura do país, como na Jugoslávia, nomeadamente a partição da Líbia em países separados. A formação de um Estado separado na área produtora de petróleo da Líbia Oriental foi contemplada por Washington durante muitos anos.
Cerca de uma semana antes do ataque e bombardeio, o diretor da inteligência nacional James Clapper enfatizou num testemunho ao Comitê de Serviços Armados do Senado dos EUA que a Líbia tem capacidade de defesa aérea significativas e que uma abordagem zona de interdição de voo poderia potencialmente resultar numa prolongada operação militar.
A política de Obama tem o "objetivo de afastar Kadafi", reiterou o conselheiro de segurança nacional.
Mas o testemunho de Clapper revela quão difícil isso poderia ser.
Ele disse ao comitê do Senado pensar que "Kadafi está nisto por muito tempo" e que não pensa ter Kadafi "qualquer intenção... de abandonar".
Finalmente, enumerando as razões porque acredita que Kadafi prevalecerá, Clapper disse que o regime tem mais stocks militares e pode contar com um exército bem treinado, unidades "robustamente equipadas", incluindo a 32ª Brigada, a qual é comandada pelo filho de Kadafi, Khamis, e a 9ª Brigada.
O grosso do seu hardware inclui defesas aéreas de fabricação russa, artilharia, tanques e outros veículos, "e eles parecem mais disciplinados quanto ao modo como tratam e reparam esse equipamento", continuou Clapper.
Clapper contestou afirmações de que uma zona de interdição de voo poderia ser imposta à Líbia rápida e facilmente, dizendo que Kadafi comanda o segundo maior sistema de defesa aérea do Médio Oriente, logo após o do Egito.
"Eles têm um bocado de equipamento russo e há uma certa qualidade nos números. Algum do equipamento caiu nas mãos dos oposicionistas", continuou.
O sistema compreende cerca de 32 sítios de mísseis terra-ar e um complexo de radar que "está centrado na proteção da linha costeira (mediterrânea) onde está 80 ou 85 por cento da população", disse Clapper. As forças de Kadafi também têm "um número muito grande" de mísseis anti-avião disparados do ombro (shoulder-fired anti-aircraft missiles).
O general do Exército Ronald Burgess, diretor da Defense Intelligence Agency, endossou a avaliação de Clapper, dizendo que o momento estava a mudar em favor das forças de Kadafi depois de estar inicialmente com a oposição.
"Se mudou ou não plenamente para o lado de Kadafi neste momento dentro do país penso que não está claro", disse Burgess. "Mas agora atingimos um estado de equilíbrio onde... a iniciativa, se quiser, pode estar do lado do regime".
Horas depois de Clapper ter falado, Thomas Donilon, conselheiro de segurança nacional de Obama, apresentou uma avaliação diferente, o que sugere pontos de vista agudamente divergentes entre a Casa Branca e a comunidade de inteligência dos EUA.
Ele disse que a análise dos chefes de inteligência eram "estáticas" e "unidimensionais", com base no equilíbrio de força militar, e deixava de levar em conta tanto o crescente isolamento de Kadafi como ações internacionais para promover seus oponentes. ( White House, intel chief split on Libya assessment
McClatchy, March 11, 2011).
A declaração anterior sugere que a Operação Odyssey Dawn podia levar a uma guerra prolongada e persistente resultando em perdas significativas para a OTAN-EUA.
As dificuldades militares da OTAN foram relatadas por fontes líbias desde o princípio da campanha aérea.
Horas após o começo dos bombardeamentos, fontes líbias (ainda a serem confirmadas) destacaram o derrube de três jactos franceses. (Ver Mahdi Darius Nazemroaya, Breaking News: Libyan Hospitals Attacked. Libyan Source: Three French Jets Downed , Global Research, March 19, 2011). A rede nacional de TV da Líbia anunciou que um caça francês havia sido derrubado próximo de Trípoli. O exército francês negou estes relatos:
"Rejeitamos a informação de que um caça francês tenha sido derrubado na Líbia. Todos os aviões que enviamos hoje em missões retornaram à base", disse o porta-voz do Exército francês, coronel Thierry Burkhard, citado por Le Figaro ". (Libya: A french fighter plane was shot down! The French Army denies this information, xiannet.net March 20, 2011)
Fontes internas líbias (a serem confirmadas) também relataram no domingo a derrubada de dois caças militares do Qatar. Segundo relatos líbios, ainda a serem confirmados, um total de cinco caças franceses foi derrubado. Três destes jatos franceses foram, segundo os relatos, derrubados em Trípoli. Os outros dois jatos franceses foram derrubados enquanto atacavam Sirt (Surt/Sirte). (Mahdi Darius Nazemroaya, Libyan Sources Report Italian POWs Captured. Additional Coalition Jets Downed, Global Research, March 20, 2011)
Fonte: http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=23815
Revisão Zeno Crocetti
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– Rumo a uma operação militar prolongada
Michel Chossudovsky 22/Mar/2011· Mentiras montada pela mídia internacional: Bombas e mísseis são apresentados como instrumentos de paz e de democratização.
· Isto não é uma operação humanitária. O ataque à Líbia abre um novo teatro de guerra regional.
· Já há três diferentes teatros de guerra no Oriente Médio - região da Ásia Central: Palestina, Afeganistão e Iraque.
· O que está acontecendo é um quarto Teatro de Guerra EUA-OTAN no Norte de África, com risco de escalada.
· Estes quatro teatros de guerra estão funcionalmente relacionados, fazem parte de uma agenda militar integrada EUA-OTAN. O bombardeio a Líbia esteve nos planos do Pentágono durante vários anos, como confirmado pelo antigo comandante da OTAN, general Wesley Clark.
A operação Odissey Dawn é reconhecida como a "maior intervenção militar ocidental no mundo árabe desde que começou a invasão do Iraque, há exatamente oito anos" (Rússia: Stop 'indiscriminate' bombing of Libya - Taiwan News Online, March 19, 2011).
Esta guerra faz parte da batalha pelo petróleo. A Líbia está entre as maiores economias petrolífera do mundo, com aproximadamente 3,5% das reservas globais de petróleo – mais que o dobro das do EUA.
O objetivo subjacente é obter controle sobre as reservas de petróleo e gás da Líbia sob o disfarce de uma intervenção humanitária.
As implicações geopolíticas e econômicas de uma intervenção militar conduzida pelos EUA-OTAN contra a Líbia são de extremo alcance.
A Operação "Odyssey Dawn" faz parte de uma agenda militar mais vasta para o Oriente Médio e Ásia Central, a qual consiste em obter controle e propriedade corporativa sobre mais de 60% das reservas mundiais de petróleo e gás natural, incluindo as rotas dos oleodutos e gasodutos.
Com 46,5 bilhões de barris de reservas comprovadas (10 vezes as do Egito), a Líbia é a maior economia petrolífera no continente africano seguida pela Nigéria e Argélia (Oil and Gas Journal). Em contraste, as reservas comprovadas dos EUA são da ordem dos 20,6 bilhões de barris (Dezembro 2008) de acordo com a Energy Information Administration. U.S. Crude Oil, Natural Gas, and Natural Gas Liquids Reserves ).
O maior empreendimento militar desde a invasão do Iraque
Uma operação militar desta dimensão e magnitude, envolvendo a participação ativa de vários membros da OTAN e países parceiros, nunca é improvisada. A operação Odyssey Dawn estava em etapa avançada de planejamento militar antes do movimento de protesto no Egito e na Tunísia.
A opinião pública foi levada a acreditar que o movimento de protesto se propagou espontaneamente da Tunísia e do Egito à Líbia.
A insurreição armada na Líbia Oriental é apoiada diretamente por potências estrangeiras. As forças rebeldes em Bengazi imediatamente arvoraram a bandeira vermelha, negra e verde com o crescente e a estrela: a bandeira da monarquia do rei Idris, o qual simbolizava o domínio das antigas potências coloniais. (Ver Manlio Dinucci, Libya-When historical memory is erased, Global Research, February 28, 2011)
A insurreição também foi planejada e coordenada com o cronograma da operação militar. Ela foi cuidadosamente planejada meses antes do movimento de protesto, como parte de uma operação encoberta.
Forças especiais dos estadunidenses e britânicas foram descritas como estando no território para "ajudar a oposição" desde o princípio.
Do que estamos tratando? De uma agenda militar, um cronograma de eventos militares e de inteligência cuidadosamente planejados.
Cumplicidade das Nações Unidas
Até agora, a campanha de bombardeio resultou em incontáveis baixas civis, as quais são classificadas pelos mídia como "danos colaterais" ou atribuídas às forças armadas líbias.
Numa ironia amarga, a Resolução 1973 do Conselho de Segurança da ONU concede à OTAN um mandato "para proteger civis".
Proteção de civis
Autoriza Estados membros que notificaram o secretário-geral, a atuaram nacionalmente ou através de organizações regionais ou acordos, e a atuaram em cooperação com o secretário-geral, e tomarem todas as medidas necessárias, não obstante o parágrafo 9 da resolução 1970 (2011), para proteger civis e áreas ocupadas por civis sob ameaça de ataque na Jamairia (república das massas) Árabe Líbia, incluindo Bengazi, enquanto excluindo uma forças de ocupação estrangeira de qualquer forma sobre qualquer parte do território líbio, e requer os Estados membros relacionados a informarem imediatamente o secretário-geral das medias que tomarem de acordo com a autorização conferida por este parágrafo a qual será imediatamente informada ao Conselho de Segurança. (UN Security Council Resolution on Libya: No Fly Zone and Other Measures, March 18, 2011)
A resolução da ONU garante às forças da coligação carta branca para empenharem-se numa guerra total contra um país soberano em desrespeito do direito internacional e em violação da Carta das Nações Unidas. Ela também serve a interesses financeiros dominantes: não só permite à coligação militar bombardear um país soberano como também permite o congelamento de ativos, pondo assim em perigo o sistema financeiro da Líbia.
Congelamento de ativos
Decide que o congelamento de ativos imposto pelo parágrafo 17, 19, 20 e 21 da resolução 1970 (2011) será aplicados a todos os fundos, e ativos financeiros e recursos econômicos que estão no seu território, os quais são de propriedade ou controlado, direta ou indiretamente, pelas autoridades líbias,...
Em nenhuma parte da resolução do Conselho de Segurança da ONU é mencionada a questão da mudança de regime. Mas é entendido que forças da oposição receberão parte do dinheiro confiscado sob o artigo 19 de resolução 1973. Discussões com líderes da oposição para esse item de fato já tiveram discussão. Isso se chama desvio do texto e fraude financeira.
Afirma a sua determinação de assegurar que ativos congelados de acordo com o parágrafo 17 da resolução 1979 (2011) deverão, numa etapa posterior, tão logo quanto possível serem disponibilizados para o benefício do povo da Jamairia Árabe Líbia;
Em relação à "Imposição do embargo de armas" sob o parágrafo 13 da resolução, as forças da coligação comprometer-se-ão sem exceção a impor um embargo de armas à Líbia. Mas desde o princípio eles violaram o Artigo 13, ao fornecerem armas às forças de oposição em Bengazi.
Operação militar prolongada?
Os conceitos são invertidos. Numa lógica absolutamente enviesada, paz, segurança e proteção do povo líbio devem ser alcançados através de ataques de mísseis e bombardeamentos aéreos.
O objetivo da operação militar não é a proteção de civis, mas a mudança de regime e a ruptura do país, como na Jugoslávia, nomeadamente a partição da Líbia em países separados. A formação de um Estado separado na área produtora de petróleo da Líbia Oriental foi contemplada por Washington durante muitos anos.
Cerca de uma semana antes do ataque e bombardeio, o diretor da inteligência nacional James Clapper enfatizou num testemunho ao Comitê de Serviços Armados do Senado dos EUA que a Líbia tem capacidade de defesa aérea significativas e que uma abordagem zona de interdição de voo poderia potencialmente resultar numa prolongada operação militar.
A política de Obama tem o "objetivo de afastar Kadafi", reiterou o conselheiro de segurança nacional.
Mas o testemunho de Clapper revela quão difícil isso poderia ser.
Ele disse ao comitê do Senado pensar que "Kadafi está nisto por muito tempo" e que não pensa ter Kadafi "qualquer intenção... de abandonar".
Finalmente, enumerando as razões porque acredita que Kadafi prevalecerá, Clapper disse que o regime tem mais stocks militares e pode contar com um exército bem treinado, unidades "robustamente equipadas", incluindo a 32ª Brigada, a qual é comandada pelo filho de Kadafi, Khamis, e a 9ª Brigada.
O grosso do seu hardware inclui defesas aéreas de fabricação russa, artilharia, tanques e outros veículos, "e eles parecem mais disciplinados quanto ao modo como tratam e reparam esse equipamento", continuou Clapper.
Clapper contestou afirmações de que uma zona de interdição de voo poderia ser imposta à Líbia rápida e facilmente, dizendo que Kadafi comanda o segundo maior sistema de defesa aérea do Médio Oriente, logo após o do Egito.
"Eles têm um bocado de equipamento russo e há uma certa qualidade nos números. Algum do equipamento caiu nas mãos dos oposicionistas", continuou.
O sistema compreende cerca de 32 sítios de mísseis terra-ar e um complexo de radar que "está centrado na proteção da linha costeira (mediterrânea) onde está 80 ou 85 por cento da população", disse Clapper. As forças de Kadafi também têm "um número muito grande" de mísseis anti-avião disparados do ombro (shoulder-fired anti-aircraft missiles).
O general do Exército Ronald Burgess, diretor da Defense Intelligence Agency, endossou a avaliação de Clapper, dizendo que o momento estava a mudar em favor das forças de Kadafi depois de estar inicialmente com a oposição.
"Se mudou ou não plenamente para o lado de Kadafi neste momento dentro do país penso que não está claro", disse Burgess. "Mas agora atingimos um estado de equilíbrio onde... a iniciativa, se quiser, pode estar do lado do regime".
Horas depois de Clapper ter falado, Thomas Donilon, conselheiro de segurança nacional de Obama, apresentou uma avaliação diferente, o que sugere pontos de vista agudamente divergentes entre a Casa Branca e a comunidade de inteligência dos EUA.
Ele disse que a análise dos chefes de inteligência eram "estáticas" e "unidimensionais", com base no equilíbrio de força militar, e deixava de levar em conta tanto o crescente isolamento de Kadafi como ações internacionais para promover seus oponentes. ( White House, intel chief split on Libya assessment
McClatchy, March 11, 2011).
A declaração anterior sugere que a Operação Odyssey Dawn podia levar a uma guerra prolongada e persistente resultando em perdas significativas para a OTAN-EUA.
As dificuldades militares da OTAN foram relatadas por fontes líbias desde o princípio da campanha aérea.
Horas após o começo dos bombardeamentos, fontes líbias (ainda a serem confirmadas) destacaram o derrube de três jactos franceses. (Ver Mahdi Darius Nazemroaya, Breaking News: Libyan Hospitals Attacked. Libyan Source: Three French Jets Downed , Global Research, March 19, 2011). A rede nacional de TV da Líbia anunciou que um caça francês havia sido derrubado próximo de Trípoli. O exército francês negou estes relatos:
"Rejeitamos a informação de que um caça francês tenha sido derrubado na Líbia. Todos os aviões que enviamos hoje em missões retornaram à base", disse o porta-voz do Exército francês, coronel Thierry Burkhard, citado por Le Figaro ". (Libya: A french fighter plane was shot down! The French Army denies this information, xiannet.net March 20, 2011)
Fontes internas líbias (a serem confirmadas) também relataram no domingo a derrubada de dois caças militares do Qatar. Segundo relatos líbios, ainda a serem confirmados, um total de cinco caças franceses foi derrubado. Três destes jatos franceses foram, segundo os relatos, derrubados em Trípoli. Os outros dois jatos franceses foram derrubados enquanto atacavam Sirt (Surt/Sirte). (Mahdi Darius Nazemroaya, Libyan Sources Report Italian POWs Captured. Additional Coalition Jets Downed, Global Research, March 20, 2011)
Fonte: http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=23815
Revisão Zeno Crocetti
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sexta-feira, 25 de março de 2011
Letter to the couple´s victory.
Letter to the couple´s victory.
My son invited me to dinner in the company of a couple of friends.
He ran all right in a peaceful environment, for some reason when the boy began to cry. Immediately the girl accompanied a silent cry, and felt bitter.
I do not know, but they ended up losing a son but twenty-two days of life. We talked a little about the loss and climate gradually returned to normal.
However I could not sleep thinking about the facts.
For we were born? Says St. Thomas Aquinas, who are born through the work and will of God, to love him, serve him and worship him in return for his love who loved us first. But if so, the couple is a double winner.
Wished his son fought for him, allowed him to see the light, gave it a name, a flame, for which he shall be called through all eternity, christened him, elevating him to the membership of the supernatural, and it passed without sin, in the innocence of the love of their parents, in the sincere desire of their parents, to be received by Christ Himself, with open arms, it was who said, "Come unto me the little ones, that theirs is the kingdom of heaven"
Actually the pain is great. Mourning cruel, but you have not lost a child, you gave in the Truth for a special choice for the Love of God, service and reverence to God for all eternity. How many parents have their children under their wings for thirty years or forty years to lose them in fact, without faith, without love, without the service of God without reverence to the Creator? Without love of neighbor?
Mature friend, family friend of my son, was an honor to dine with you, you were already fully victorious in his "firstborn" meeting with him and what he says the old Christian tradition: "The eldest son should be consecrated to God."
And he was. Save Peter.
And on to life because we all find our time. Some earlier and some later, some much later, but all face the truth.
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My son invited me to dinner in the company of a couple of friends.
He ran all right in a peaceful environment, for some reason when the boy began to cry. Immediately the girl accompanied a silent cry, and felt bitter.
I do not know, but they ended up losing a son but twenty-two days of life. We talked a little about the loss and climate gradually returned to normal.
However I could not sleep thinking about the facts.
For we were born? Says St. Thomas Aquinas, who are born through the work and will of God, to love him, serve him and worship him in return for his love who loved us first. But if so, the couple is a double winner.
Wished his son fought for him, allowed him to see the light, gave it a name, a flame, for which he shall be called through all eternity, christened him, elevating him to the membership of the supernatural, and it passed without sin, in the innocence of the love of their parents, in the sincere desire of their parents, to be received by Christ Himself, with open arms, it was who said, "Come unto me the little ones, that theirs is the kingdom of heaven"
Actually the pain is great. Mourning cruel, but you have not lost a child, you gave in the Truth for a special choice for the Love of God, service and reverence to God for all eternity. How many parents have their children under their wings for thirty years or forty years to lose them in fact, without faith, without love, without the service of God without reverence to the Creator? Without love of neighbor?
Mature friend, family friend of my son, was an honor to dine with you, you were already fully victorious in his "firstborn" meeting with him and what he says the old Christian tradition: "The eldest son should be consecrated to God."
And he was. Save Peter.
And on to life because we all find our time. Some earlier and some later, some much later, but all face the truth.
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sábado, 19 de março de 2011
Science as Religion
Science as Religion.
Yells a voice said, and I replied: "What cry?"
"All flesh is grass and all its glory like the flower fields! The grass withers and the flower fades when the breath of the Lord passing over them. " (Surely the people is the same herb) (Isaiah 40: 6-7)
I had a strange vocation in life, I saw many people dead. I've seen people simply give away their lives with a smile in the most sincere reassurance. Vi rich and wise sayings, scientists despair in the face of death.
What I say here is not a provocation, nor a treatise on the ideology of science, much less a definition of science. I leave it to authors like Egg in Introduction to Scientific methodology; Dinah Souza Campos in metascience; Evandro Agazzi and Values in Science and with Jean Piaget Genetic Epistemology. No: that's not what I will do here. What I want here is very simple, I want you to realize that it takes far less faith to believe in a perfect God who reveals himself to men, than believing in a religion created by fallible men, that is the case of Science. Imagine that you leave the field, and a boulevard full question for people who are passing: What would you expect from science?
1) I expect science to solve all the problems.
2) I expect the science to cure diseases (Science thaumaturge)
3) I hope that the Science man can conquer death.
4) I expect the science to save the planet and humanity
5) I hope a better world for Science and fairer
6) I hope the science end hunger
7) I hope the science field of energy
8) I hope the longevity of Science
9) I hope the new values of science
10) I hope a man of science and a better humanity.
This is not religion? Do the same question: What do you expect of Religion? Please reply privately because we simple people are simple and have simple answers.
Answered this particular question of its expectation as being "religious", we may tell you something about philosophy, and from it, something about the Philosophical Psychology. Someone has said, and very properly, that philosophy is science, if one understands how science knowledge by causes. What are problems? What causes the problems? Science cause problems? Problems are only questions requiring answers? Or problems are real obstacles in the flow of life? What is Life? What is the cause of life? What is Health? What is the cause of health? What is death? What causes death? What is salvation? What is the cause of salvation? What is the salvation of the planet? What is the salvation of humanity and the individual? What better world? What causes a better world? What we mean by better? What is hunger? What causes hunger? It's a technology problem? A problem of human values? Justice? What is energy? What are the causes of energy? What is matter? What role does the man in the face of energy? What is the longevity? What are the causes of longevity and brevity? What are values? What is a perennial value? New value and old value? If no value is perennial, and this statement is a perennial (and there will be no permanent value, and this is a valid value forever), so yes there are enduring values. What are the causes of value? And finally what is a better humanity? What are its causes? What is a man? What is a better man? What is a healthy man? What Is the Man? What is the purpose of human life? When man does not realize its purpose? What is the health of death?
Do not seem to find more satisfactory explanations in religion than faith (blind) religion scientific? Or not?
Do not expect you to either support or refute my questions, I want you to sketch an answer. Look for an answer.
Everything vibrates. Some things resonate with mathematical constancy, others feel the vibration is a motion, move in a higher math class, with more variables, such as more freedom, we would say. The life of living things differ inert, freedom of movement. But not only that. Life is defined as motion or automation itself, spontaneous motion and immanent. (Motion and movement in this context, means not only the local movement, but the whole passage from potency to act).
Motion is spontaneous, because it is a movement that produces the living being itself, by its own resources.
Motion is immanent, because the term of this movement is in the self. So the living being is moving, while the non-living is moved. (Hence, the Gaia (Earth) is not a living being). What is the cause of planetary motion?
For clarity we distinguish: movement or action transitive and immanent movement and action.
Transitive action: All living beings and nonliving can produce transitive action. For this is one that is out of the acting subject. The heat causes the water heating. The end of the heating water is heated. There was a transitive action of heat.
Immanent action: That ending is in the subject who acts. You OWN OF BEING ALIVE AND SERVE THEM TO DEFINITIONS.
When it comes to automation and say that a living being moves by itself, does not want to say that it is the first principle of their movement. In fact the movement of it is conditioned by a set of causes on which depend all the time. So we can say that everything that moves is moved by another. The difference between the living and the nonliving in which this movement is not communicated mechanically to be alive, but because of the vital principle.
www.psicologiadocaboaoarabo.blogspot.com www.g23hi.blogspot.com www.G23videospoliticos.blogspot.com www.grupog23.blogspot.com www.G23deoutubro.blogspot.com www.grupoG23deoutubro.blogspot.com
By Wallace Req Req
Yells a voice said, and I replied: "What cry?"
"All flesh is grass and all its glory like the flower fields! The grass withers and the flower fades when the breath of the Lord passing over them. " (Surely the people is the same herb) (Isaiah 40: 6-7)
I had a strange vocation in life, I saw many people dead. I've seen people simply give away their lives with a smile in the most sincere reassurance. Vi rich and wise sayings, scientists despair in the face of death.
What I say here is not a provocation, nor a treatise on the ideology of science, much less a definition of science. I leave it to authors like Egg in Introduction to Scientific methodology; Dinah Souza Campos in metascience; Evandro Agazzi and Values in Science and with Jean Piaget Genetic Epistemology. No: that's not what I will do here. What I want here is very simple, I want you to realize that it takes far less faith to believe in a perfect God who reveals himself to men, than believing in a religion created by fallible men, that is the case of Science. Imagine that you leave the field, and a boulevard full question for people who are passing: What would you expect from science?
1) I expect science to solve all the problems.
2) I expect the science to cure diseases (Science thaumaturge)
3) I hope that the Science man can conquer death.
4) I expect the science to save the planet and humanity
5) I hope a better world for Science and fairer
6) I hope the science end hunger
7) I hope the science field of energy
8) I hope the longevity of Science
9) I hope the new values of science
10) I hope a man of science and a better humanity.
This is not religion? Do the same question: What do you expect of Religion? Please reply privately because we simple people are simple and have simple answers.
Answered this particular question of its expectation as being "religious", we may tell you something about philosophy, and from it, something about the Philosophical Psychology. Someone has said, and very properly, that philosophy is science, if one understands how science knowledge by causes. What are problems? What causes the problems? Science cause problems? Problems are only questions requiring answers? Or problems are real obstacles in the flow of life? What is Life? What is the cause of life? What is Health? What is the cause of health? What is death? What causes death? What is salvation? What is the cause of salvation? What is the salvation of the planet? What is the salvation of humanity and the individual? What better world? What causes a better world? What we mean by better? What is hunger? What causes hunger? It's a technology problem? A problem of human values? Justice? What is energy? What are the causes of energy? What is matter? What role does the man in the face of energy? What is the longevity? What are the causes of longevity and brevity? What are values? What is a perennial value? New value and old value? If no value is perennial, and this statement is a perennial (and there will be no permanent value, and this is a valid value forever), so yes there are enduring values. What are the causes of value? And finally what is a better humanity? What are its causes? What is a man? What is a better man? What is a healthy man? What Is the Man? What is the purpose of human life? When man does not realize its purpose? What is the health of death?
Do not seem to find more satisfactory explanations in religion than faith (blind) religion scientific? Or not?
Do not expect you to either support or refute my questions, I want you to sketch an answer. Look for an answer.
Everything vibrates. Some things resonate with mathematical constancy, others feel the vibration is a motion, move in a higher math class, with more variables, such as more freedom, we would say. The life of living things differ inert, freedom of movement. But not only that. Life is defined as motion or automation itself, spontaneous motion and immanent. (Motion and movement in this context, means not only the local movement, but the whole passage from potency to act).
Motion is spontaneous, because it is a movement that produces the living being itself, by its own resources.
Motion is immanent, because the term of this movement is in the self. So the living being is moving, while the non-living is moved. (Hence, the Gaia (Earth) is not a living being). What is the cause of planetary motion?
For clarity we distinguish: movement or action transitive and immanent movement and action.
Transitive action: All living beings and nonliving can produce transitive action. For this is one that is out of the acting subject. The heat causes the water heating. The end of the heating water is heated. There was a transitive action of heat.
Immanent action: That ending is in the subject who acts. You OWN OF BEING ALIVE AND SERVE THEM TO DEFINITIONS.
When it comes to automation and say that a living being moves by itself, does not want to say that it is the first principle of their movement. In fact the movement of it is conditioned by a set of causes on which depend all the time. So we can say that everything that moves is moved by another. The difference between the living and the nonliving in which this movement is not communicated mechanically to be alive, but because of the vital principle.
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By Wallace Req Req
terça-feira, 15 de março de 2011
Republicado para a reflexão de vocês.
Quinta-feira, 4 de Setembro de 2008
Einstein.
Albert Einstein não era burro.
Recebi um panfleto, na rua , em defesa do homossexualismo com a gravura de Albert Einstein. Coitado, ele não era burro, todos sabem, e não era homossexual, todos sabem também. Ele sabia diferenciar a diversidade humana, costumes, crenças e raças, da perversão humana. Mais ainda da perversão sexual. Fico pensando com que autoridade os GLS se utilizam da figura de um homem como Einstein para a defesa de sua perversão. O povo judeu, ao menos aqueles genuinamente israelitas, se considera, e às vezes com razão, modelo de honradez, de religiosidade, e de eleição divina.
Todavia, é a Thorá, o primeiro e mais importante documento judeu a discriminar e denunciar o crime da perversão homossexual e da irresponsabilidade do uso sexual. Einstein, que era judeu, não seria louco de professar publicamente sua “simpatia” pelos “fanáticos da sensualidade entre pessoas do mesmo sexo”, ou dos fanáticos da sensualidade estéril e, obviamente contrários aos princípios israelitas. A esterilidade sempre foi maldita para os israelitas, pois impedia o nascimento do Messias. Principalmente, e agora em extremo, quando praticadas entre seres do mesmo sexo. Quem leu, por exemplo, a “Fonte de Israel” de James Michiner, sabe muito bem qual era a opinião que os israelitas tinham sobre os gregos e romanos que praticavam essa perversão vergonhosa.
Einstein, tão judeu como Jesus Cristo, não aceitou, como podemos perceber o homossexualismo. Nem faria dele defesa.
Cristo era o Messias esperado e prometido a Israel. O filho de Deus. Muitos judeus prontamente aceitaram essa verdade, e assim começou no seio dos judeus, da Palestina, de Alexandria e de Roma, o cristianismo.
Não aceitando essa Verdade Fundamental da “Grandeza de Israel recebendo Cristo o Messias”, Einstein acabou desenvolvendo, como muitas pessoas não judias, um processo de “mentiras contra si mesmo” e contra sua consciência racional. Passou a “relativizar” a Verdade. Procurava uma saída. Ora, uma coisa leva a outra no processo mental, e Einstein acabou por justificar a sua tese no campo da Física, ou seja, desenvolvendo na “Teoria da Relatividade”, uma válvula de escape para a sua consciência, que diminuía, em conseqüência, o seu drama existencial. Aceitar ou não o Messias. Havia enfim uma possibilidade ontológica de escapar à Verdade evidente. Negou o Messias.
Esperou como tantos outros o Messias Israelita, o Anti-Messias, ou seja, o tão falado “Anticristo”. Aquele novo membro do povo eleito, que virá desmentir ao Cristo Jesus e a sua eleição e única filiação divina.
Outros judeus étnicos, percebendo essa loucura, passaram a professar que o Messias não é uma pessoa, é uma idéia, e Mendellson, entre outros judeus modernos, passaram a arquitetar o neo-judaismo. O progressismo judeu. O Messias, para eles, já não é uma pessoa, mas uma idéia Já não há um Messias a esperar, mas apenas o Poder do (SION); o querer de um povo.
Se esses senhores circuncisados ( circuncidados), tivessem se dado ao trabalho de ler São Jerônimo, o tradutor da Thorá, já não seriam israelitas, mas cristãos étnicos, católicos na verdade. Mas esse é um tema que foge do assunto. Todavia posso dizer que aí sim, fariam o mundo todo crescer na fé, e os homossexuais corarem de vergonha.
Agora, mesmo eu, que não sou judeu, não posso me calar e me omitir ao ver alguém usar, do povo judeu, e da personalidade de um dos seus maiores ícones, o mundialmente famoso cientista Albert Einstein, para induzir as pessoas a aceitar o homossexualismo. Eu não aceito tal ousadia.
Quem autorizou? Albert Einstein era matemático e físico, portanto lógico em seu raciocínio, assim, imediatamente perceberia que essa aceitação imoral, e causa do fim de Sodoma, levaria à aceitação de outras perversões como a pedofilia que é o erotismo homossexual dirigido, não mais as pessoas adultas, mas contra as crianças do mesmo sexo ou de sexo diferente. Levaria à bestialidade, a gerontofilia, ou ao fetiche, pois são conseqüências lógicas do afastamento da função do sexo de sua objetividade física, moral e teológica. O elogio ao homossexualismo trata-se de um elogio ao “Erotismo Perverso” e assumido esse, haveremos de aceitar as outras perversões, como o sexo com crianças, com animais, como velhos, como mortos, com máquinas, tudo em nome da opção. O amigo Albert Einstein jamais faria isso. Ele não era burro.
Wallace Req Req.
Postado por Grupo G23 às 10:24
Marcadores: Homossexuais
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Einstein.
Albert Einstein não era burro.
Recebi um panfleto, na rua , em defesa do homossexualismo com a gravura de Albert Einstein. Coitado, ele não era burro, todos sabem, e não era homossexual, todos sabem também. Ele sabia diferenciar a diversidade humana, costumes, crenças e raças, da perversão humana. Mais ainda da perversão sexual. Fico pensando com que autoridade os GLS se utilizam da figura de um homem como Einstein para a defesa de sua perversão. O povo judeu, ao menos aqueles genuinamente israelitas, se considera, e às vezes com razão, modelo de honradez, de religiosidade, e de eleição divina.
Todavia, é a Thorá, o primeiro e mais importante documento judeu a discriminar e denunciar o crime da perversão homossexual e da irresponsabilidade do uso sexual. Einstein, que era judeu, não seria louco de professar publicamente sua “simpatia” pelos “fanáticos da sensualidade entre pessoas do mesmo sexo”, ou dos fanáticos da sensualidade estéril e, obviamente contrários aos princípios israelitas. A esterilidade sempre foi maldita para os israelitas, pois impedia o nascimento do Messias. Principalmente, e agora em extremo, quando praticadas entre seres do mesmo sexo. Quem leu, por exemplo, a “Fonte de Israel” de James Michiner, sabe muito bem qual era a opinião que os israelitas tinham sobre os gregos e romanos que praticavam essa perversão vergonhosa.
Einstein, tão judeu como Jesus Cristo, não aceitou, como podemos perceber o homossexualismo. Nem faria dele defesa.
Cristo era o Messias esperado e prometido a Israel. O filho de Deus. Muitos judeus prontamente aceitaram essa verdade, e assim começou no seio dos judeus, da Palestina, de Alexandria e de Roma, o cristianismo.
Não aceitando essa Verdade Fundamental da “Grandeza de Israel recebendo Cristo o Messias”, Einstein acabou desenvolvendo, como muitas pessoas não judias, um processo de “mentiras contra si mesmo” e contra sua consciência racional. Passou a “relativizar” a Verdade. Procurava uma saída. Ora, uma coisa leva a outra no processo mental, e Einstein acabou por justificar a sua tese no campo da Física, ou seja, desenvolvendo na “Teoria da Relatividade”, uma válvula de escape para a sua consciência, que diminuía, em conseqüência, o seu drama existencial. Aceitar ou não o Messias. Havia enfim uma possibilidade ontológica de escapar à Verdade evidente. Negou o Messias.
Esperou como tantos outros o Messias Israelita, o Anti-Messias, ou seja, o tão falado “Anticristo”. Aquele novo membro do povo eleito, que virá desmentir ao Cristo Jesus e a sua eleição e única filiação divina.
Outros judeus étnicos, percebendo essa loucura, passaram a professar que o Messias não é uma pessoa, é uma idéia, e Mendellson, entre outros judeus modernos, passaram a arquitetar o neo-judaismo. O progressismo judeu. O Messias, para eles, já não é uma pessoa, mas uma idéia Já não há um Messias a esperar, mas apenas o Poder do (SION); o querer de um povo.
Se esses senhores circuncisados ( circuncidados), tivessem se dado ao trabalho de ler São Jerônimo, o tradutor da Thorá, já não seriam israelitas, mas cristãos étnicos, católicos na verdade. Mas esse é um tema que foge do assunto. Todavia posso dizer que aí sim, fariam o mundo todo crescer na fé, e os homossexuais corarem de vergonha.
Agora, mesmo eu, que não sou judeu, não posso me calar e me omitir ao ver alguém usar, do povo judeu, e da personalidade de um dos seus maiores ícones, o mundialmente famoso cientista Albert Einstein, para induzir as pessoas a aceitar o homossexualismo. Eu não aceito tal ousadia.
Quem autorizou? Albert Einstein era matemático e físico, portanto lógico em seu raciocínio, assim, imediatamente perceberia que essa aceitação imoral, e causa do fim de Sodoma, levaria à aceitação de outras perversões como a pedofilia que é o erotismo homossexual dirigido, não mais as pessoas adultas, mas contra as crianças do mesmo sexo ou de sexo diferente. Levaria à bestialidade, a gerontofilia, ou ao fetiche, pois são conseqüências lógicas do afastamento da função do sexo de sua objetividade física, moral e teológica. O elogio ao homossexualismo trata-se de um elogio ao “Erotismo Perverso” e assumido esse, haveremos de aceitar as outras perversões, como o sexo com crianças, com animais, como velhos, como mortos, com máquinas, tudo em nome da opção. O amigo Albert Einstein jamais faria isso. Ele não era burro.
Wallace Req Req.
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terça-feira, 8 de março de 2011
Para pensar
"Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam".
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