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domingo, 31 de julho de 2011

Mais uma industria aeronáutica se instala no Paraná.

Pesqusando na Internt sobre o tema encontrei a seguinte notícia:

A empresa italiana   Aeroespaciale Industria de Material Composto Ltda, instalada em São José dos Pinhais será a primeira fornecedora de industrias aeronáuticas a se instalar no Paraná. ( eu discordo).
A empresa com 220 empregos vai fabricar peças primária de aeronaves, como portas, carenagens e estruturas aerodinâmicas como flaps, leme e profundor. Segundo o diretor da empresa Ermínio Ceresa a empresa fornecerá para a Embrer e Eurocopter ( Helibras) Brasil.

A escolha do Paraná é devida ao regime fiscal em operação no Estado ( governo Requião).

Alguém sabia disso? A industria se instalou? Esta operando?

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Wallace Req já foi bonitão e importante.




A foto mostra um Jornal de Buenos Aires, Wallace Req aparece ao meio, em teno e corbata ( gravata). Nesta data ele foi homenageado no Congresso Federal em Buenos Aires.

Quem disse que o Lula não é doutor?

Brincadeira entre Lula e Requião durante inauguração de Centro Publico Odontológico no Paraná.
Dr. Lula, cirurgião dentista arranca os caninos de Requião. É ver para crer.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Petrobrás, Petrobrás o que queres?

Maior salário regional do país ( 640,00 Reais) por um mês de duro trabalho.

Segundo a Veja: cada Conselheiro da Petrobras ganha por mês – segundo o Diário Oficial – R$ 76.542,59. Veja... Por mês!
São R$ 76.542,59 por mês, ( divida por 640 Reais) para cada um,( um conselheiro ganha por mês o que um trabalhador ganha em 10 anos de trabalho, é mole?) além de "gratificação de férias, participação nos lucros e resultados, passagens aéreas, previdência privada complementar e auxílio moradia, despesas de locomoção e estadia necessárias ao desempenho da função de conselheiro de administração. Ou seja, devem ganhar num mês o que um trabalador leva vinte anos para ganhar, ´so que quem ganha 640 Reais não acumula capital e os .... "Os Conselheiros:
Dilma Vânia Roussef
Guido Mantega
Silas Rondeau Cavalcante Silva
Sérgio Gabrielli de Azevedo (Acumula com o salário de presidente da estatal)
Gen. Francisco Roberto de Albuquerque Luciano Galvão Coutinho
Sergio Franklin Quintella
Fábio Colletti Barbosa
Jorge Gerdau Johannpeter.
E cada um desses tem os seus sãlários, de ministro, de empresário, de general aposentado etc. e tal. E eles não ganham o suficiente para viver e bem exercer as suas responsabilidades. Enquanto isso, você se prepara para comprar uma bicilleta usada.... daqui a dois ou três mêses.
Como podemos ver, da última ata da assembléia geral dos acionistas da Petrobras, transcrita parcialmente abaixo, é de R$ 8.266.600,00 a remuneração global ( em um ano) A SER PAGA AOS ADMINISTRADORES: CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO “”Item VII: Pelo voto da maioria dos acionistas presentes, em conformidade com o voto da representante da União, foi aprovada a fixação da remuneração global a ser paga aos administradores da petrobrás em R$ 8.266.600,00 (oito milhões, duzentos e sessenta e seis mil e seiscentos reais dividido por oito conselheiros), no período compreendido entre abril de 2009 e março de 2010, aí incluídos: honorários mensais, gratificação de férias, gratificação natalina (13º salário), participação nos lucros e resultados; passagens aéreas, previdência privada complementar, e auxílio moradia, nos termos do Decreto nº 3.255, de 19.11.1999, mantendo-se os honorários no mesmo valor nominal praticado no mês precedente à AGO de 2009; Foi aprovada a delegação ao Conselho de Administração competência para efetuar a distribuição individual dos valores destinados ao pagamento da remuneração dos membros da Diretoria Executiva, observado o montante global e deduzida a parte destinada ao Conselho de Administração e condicionada à observância dos valores individuais constantes da planilha de Remuneração Máxima dos Administradores, nos termos da Nota DEST/CGC nº 79/2009, de 2 de abril de 2009, do Departamento de Coordenação e Controle das Empresas Estatais; Foi também aprovada a fixação dos honorários mensais dos membros do Conselho de Administração e dos titulares do Conselho Fiscal excluídos os valores relativos a: gratificação de férias, participação nos lucros e resultados, passagens aéreas, previdência privada complementar e auxílio moradia, bem como custear as despesas de locomoção e estada necessárias ao desempenho da função de conselheiro de administração."
Quem se interessar, pode conferir aqui (páginas 66-67):(http://legis.senado.gov.br/sil-pdf/Plenario/Senado/DocsPlen/Ata/20090623DO103.pdf)ou aquihttp://www2.petrobras.com.br/ri/port/InformacoesAcionistas/pdf/ATA_AGO_08abr09_port.pdf (A íntegra da ATA)ou aquihttp://www.blogalvarodias.com/2009/06/conselheiros-privilegiados/ou aquihttp://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/petrobras-caixa-preta-ata-governo-5684415029264939885/
Tudo certo, claro... tudo certo.... afinal estamos falando de petróleo. Não de homens pobres, sujos e mal educados que povoam inutilmente esse grande e rico país. E são desdentados... pretos....cheios de perébas... e nem sabem falar. E meu Deus.... eles teimam em ter filhos. Pior vez ou outra eles comem.... a bolsa da família. Que horror eles comem!
Sem calunia.... não estou criticando ninguém.
wallacereq@gmail.com

Esse não é o nosso G 23

G-23 é filho indireto da nova política Sul-SulPor CLÓVIS ROSSI 21/09/2003 às 12:31
Colunista da Folha de S.Paulo
Exceto para os poucos brasileiros que acompanham, de perto ou de longe, as complexas negociações comerciais que se desenrolam em Genebra, QG da Organização Mundial do Comércio, pode ter ficado a impressão de que, de repente, surgiu nas areias do balneário mexicano de Cancún um grupo de 20 países, liderados pelo Brasil, dispostos a se opor à agenda dos ricos. Falsa impressão, como é óbvio. O que acabou sendo o G-23 é a culminação de um processo de aproximação do Brasil com um conjunto de países em desenvolvimento. Aproximação que já vinha do governo anterior mas ganhou notável velocidade depois da posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No caso específico da Conferência Ministerial de Cancún, o estopim para a criação do que viria a ser o G-23 tem a seguinte ordem cronológica. 1 - No final de julho, um grupo de 25 países da OMC reúne-se em Montreal, numa miniministerial destinada a tentar desbloquear as negociações da chamada Agenda Doha de Desenvolvimento, lançada em 2001 na capital do Qatar. A única decisão concreta de Montreal foi o pedido coletivo para que União Européia e Estados Unidos tentassem se entender e apresentassem uma proposta para a negociação da área agrícola, o grande nó da Rodada Doha. O pedido tinha um motivo óbvio: são as duas grandes usinas econômicas e comerciais do planeta e delas depende, em consequência, qualquer avanço (ou bloqueio) nas negociações. 2 - Os dois grandes de fato se entenderam, mas produziram um documento que os países interessados na liberalização do comércio agrícola consideraram quase insultuoso, tal a timidez na abertura proposta. "Se o documento ficar como está, não há como avançar", reagiu imediatamente o chanceler Celso Amorim. Em Genebra, o chefe da missão brasileira, embaixador Luiz Felipe de Seixas Corrêa, sentiu ambiente favorável para uma mexida inédita: costurar uma coalizão de países em desenvolvimento, mesmo com diferentes interesses em matéria agrícola, para formular uma proposta alternativa, técnica e não-doutrinária (pobres x ricos). Amorim deu total apoio, e nasceu o grupo que, ao final da reunião de Cancún, já agrupava 23 países. Antecedentes Mas essa história recente fica incompleta sem os lances que a precederam e ajudaram a criar um ambiente de cooperação entre os grandes países do Sul (Argentina, China, Índia, África do Sul, entre outros). O governo Lula deu mais velocidade ao processo de aproximação com os emergentes do Sul. Com a China, para ficar só em um exemplo, mas bastante concreto, as trocas comerciais aumentaram tanto entre os dois países neste ano que o país asiático passou a ser o segundo maior mercado para o Brasil, atrás apenas dos Estados Unidos. Só nos primeiros cinco meses do ano, o Brasil exportou US$ 1,74 bilhão para a China em produtos, mais que o volume total do ano 2000 (US$ 1,085 bilhão). Com a Índia, foi assinado na Cúpula do Mercosul realizada em junho em Assunção um acordo-marco "com o objetivo de estabelecer regras claras, previsíveis e duradouras para estimular o desenvolvimento do comércio e dos investimentos recíprocos". Com a África do Sul, pouco antes da cúpula de Cancún, o governo brasileiro deu um passo mais na construção de uma área de livre comércio. Trilateral do Sul Entre os três países (Brasil, Índia e África do Sul) já houve uma reunião conjunta para discutir o que, nos corredores do Itamaraty, se chamou de Trilateral do Sul. Com a Argentina, apesar dos mal-entendidos em torno da renegociação do acordo do vizinho com o FMI (Fundo Monetário Internacional), o fato é que os governos Lula e Néstor Kirchner buscam fortalecer o que ambos chamam de "relação estratégica". Havia, portanto, todo um novo relacionamento pavimentando o caminho para a criação de um grupo que defendesse os interesses conjuntos nas negociações agrícolas da OMC. Para fechar o círculo, o governo brasileiro aceitou ceder em suas propostas de liberalização agrícola, de forma a atender a Índia, que é muito mais protecionista e não tem a menor intenção de abrir sua agricultura. O futuro das negociações Por isso, a proposta do G-20 (agora G-23) jogava todo o peso da liberalização agrícola nos países ricos. Tem uma lógica: só os países ricos têm Tesouros suficientemente abastecidos para subsidiar seus agricultores com a pilha de US$ 1 bilhão por dia. Mas teve também um inconveniente: permitiu que tanto Estados Unidos como União Européia acusassem o novo bloco de defender a abertura dos mercados alheios, sem, no entanto, ceder nos seus próprios mercados. Essa batalha ficou suspensa na reunião de Cancún, mas vai ressurgir logo mais quando se fizer a conferência ministerial da Alca (Área de Livre Comércio das Américas), em novembro em Miami, ou quando houver nova reunião entre União Européia e Mercosul (outubro em Bruxelas). www.psicologiadocaboaoarabo.blogspot.com
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domingo, 5 de julho de 2009

Quem é wallacereq@gmail.com?

Essa foto não tem nada com o texto, mostra as novas viaturas do Batalhão de Policia Comunitária Rural do Paraná. Polícia para atender as populações do Campo.



A foto que você vê mostra o Wallace Req Req também conhecido como G 23. A foto foi tirada nos bastidores do filme " Quatrocentos contra UM".



Acredite se quiser!!!







A foto que estava aqui e mostrava o velho G 23 em companhia do Comandante Geral da Policia Militar do Paraná, foi retirada a pedido do "Comando" e da ABIN ( Associação Brasileira de Imagens Nocivas). Super Homem, Batman, Homem Aranha, Fantasma nunca quizeram revelar suas identidades civis, porém seus autores a revelaram para o mundo. O G23 também não queria revelar sua identidade civil, mas seu autor, por vaidade o revelou ao mundo. Que pena!

O Zé Pelinho, solução para a Amazônia.





O Zé Pelinho é o nome "carinhoso" que o brasileiro da Amazônia Brasileira chama aos Zeppelin, essas aves-peixes que navegarão sobre os céus da Amazônia, levando ciência, segurança, saúde, socorro, comunicação, mercadorias, educação e sustentabilidade.




O "zéppelinho" navega com uma corda solta no ar, o pelinho do Zé, que serve como uma especie de âncora e também para descer e subir homens na floresta densa.








O Zé é suísso, mas a Amazônia é Nossa.

sábado, 4 de julho de 2009

Você gosta de helicópteros?







Muita gente morreu para que você hoje possa voar.





























sexta-feira, 3 de julho de 2009

Que pena! Esse é o chapeu vingador.

Imagens do Curta Metragem " O Chapéu Vingador"


Que pena que a imprensa não se preocupe em divulgar as coisas boas que estão acontecendo. O chapéu vingador combate o tráfico... a calúnia, a traição e a injúria.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Antigos astrônomos.

Astrônomos pré-colombianos. Tudo é curioso quando examinamos com alguma atenção. Escrevo sobre essa curiosidade sem aprofundar, pois a ciência astronômica é tão vasta quanto o número de corpos celestes espalhados pelo universo, e eu não sou especialista. Todavia ouso. Pré- colombiano se diz do período histórico ou pré-histórico anterior a chegada de Colombo à América. Astronomia a ciência que estuda os fenômenos celestes ou siderais, e difere da Astrologia que pretende estabelecer relações entre os fenômenos siderais com a vida e o comportamento individual. Pinturas rupestres são aqueles desenhos encontrados em rochas e cavernas, quase todos de origem muito antiga. Folheava, desse modo, um livro sobre Cuba titulado “Into Cuba” by Barry Lewis, editora Zena, pagina 172, quando encontrei uma curiosa foto de um desenho rupestre, feito em data pré colombiana, pelos antigos e primitivos habitantes de Cuba antes da chegada dos europeus. Isso significa que tais desenhos podem ter sido feitos na sua data limite mais recente, 1492 quando Colombo chegou à América, ate datas muito primitivas nem sempre fidedignamente avaliadas .A Arqueologia é ciência dificílima. Encontrados na ilha de Youth, localidade de Punta del Este eles representam o Sistema Solar com oito de seus planetas. Representam oito planetas, dos nove planetas conhecidos hoje;... Atentaram para o detalhe? Nosso Sistema Solar, conforme é conhecido depois de serem inventados os telescópios, possui nove planetas. Embora saibamos que os romanos e gregos conhecessem em datas muito remotas alguns destes planetas, e povos muito antigos conhecessem e elaborassem calendários segundo observações estelares, sobretudo lunares e solares, e nomeassem alguns planetas como os Incas, Maias e Astecas o fizeram na América, eu não posso deixar de dizer, e lembrar, que os modernos livros de astronomia atribuem paternidade (descoberta), e afirmam que Netuno, Urano e Plutão só foram descobertos muito depois de Colombo ter estado na América. Essa a curiosidade astronômica. Assim, Clayde Tombaugh descobriu Plutão em 1912. Sir William Harschel que viveu entre 1738 e 1822 foi quem descobriu Urano. Joham Gottfriend que viveu entre 1812 e 1910 foi o descobridor de Netuno. Como então podiam esses primitivos astrônomos pré-colombianos conhecer oito dos nove planetas do sistema, quando ate 1750 só se conheciam seis dos nove planetas? Boa pergunta. Se não houver falsificação dos desenhos rupestres encontrados nas grutas cubanas temos aí mais uma curiosidade arqueológica e um novo questionamento sobre o grau de conhecimento que tinham sobre o espaço sideral os povos americanos nas suas mais antigas e primitivas idades. Curiosidade que um especialista poderia, certamente, melhor explicar ou estudar. Além dos desenhos encontrados na ilha de Youth semelhantes esquemas solares foram encontrados em grutas de Santa Clara no mesmo arquipélago cubano. Wallace Requião de Mello e Silva.


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quinta-feira, 9 de abril de 2009

Elos em um passado distante.

Telêmaco Borba.
Certamente, essa, vocês não vão acreditar. Telêmaco Borba, a personalidade que deu nome a bela cidade paranaense é parente colateral de Roberto Requião, governador do Paraná.
Recebi de presente de aniversário a Coleção Genealogia Paranaense de Francisco Negrão, obra atualizada e reeditada pela Imprensa Oficial do Estado. Muito boa por sinal, em diversos dos seus aspectos.
No título ” Morocine Borba” ( pagina 97 do volume VI) encontraremos a historia da Família Morocine Borba, que teve origem no Paraná com o Capitão Vicente Antonio Rodrigues Borba e Joanna Hilária Morocine Borba, casados em 1821 em Montevidéu.
Não se trata de parentesco sanguíneo por linha sucessória, mas parentesco colateral. Vou tentar explicar. O casal supracitado teve 12 filhos. O filho mais velho, Coronel Jocelym Borba, casou-se com Constancia da Silva Lopes, uma das filhas de Candido Martins Lopes, e Candido é Tri avô de Requião pela linha Materna (Luis Antonio Requião era casado com Gertrudes Lopes, também filha de Candido Martins Lopes). Assim em Candido há consangüinidade cruzada com outro ramo familiar que a liga pela linha materna ao Governador Requião. Todavia o segundo filho do Capitão Antonio Rodrigues, Coronel Telêmaco Borba, irmão mais novo do Coronel Jocelym, casou-se com Rita Marques do Amaral, o que o distancia da consangüinidade, mas que indica o remoto parentesco colateral.
Fica o registro como mais uma curiosidade genealógica da população paranaense.
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quarta-feira, 1 de abril de 2009

Ouro no litoral?

Notícias da presença de ouro no litoral paranaense.

Estava almoçando no tradicional “Cantinho de Antonina”, quando o Joaquim, seu proprietário, me falou que possuía uma bateia com a qual um seu tio garimpava ouro em Antonina dez anos atrás, e com sucesso. Lembrei-me de uma seqüência de fatos curiosos. O primeiro diz respeito ao indivíduo chamado “Garimpeiro”, homem estranho que conheci dois anos atrás, e que havia mandado implantar um pequeno diamante em cada um de seus dentes. Ele mantém ativo e produtivo, até hoje, um arraial de garimpo no alto da Serra do Mar. Também é curioso que a maioria dos historiadores econômicos do Paraná cita o “ciclo do ouro” como um dos três primeiros ciclos econômicos de nosso estado. O Ouro foi uma realidade em nosso estado. A recentemente falecida historiadora Cecília Westephalen em Pequena História do Paraná cita: ciclo do ouro; ciclo da criação e comércio de gado; ciclo da erva mate e ciclo da madeira. Nós acrescentaríamos hoje o ciclo do café, da soja, e o incipiente ciclo industrial, mas o que nos interessa é o ciclo do ouro. Mais curioso ainda, e digno de nota, é o testemunho de um antigo funcionário da COPEL que diz ter encontrado ouro nas escavações da usina Capivari Cachoeira, fato desmentido, (maliciosamente ou não) por técnicos da COPEL. Outros fatos bem curiosos dizem respeito a algumas noticias antigas da presença de ouro em nosso litoral que podem ser encontradas em diversos livros. Curiosidades históricas, que passo a relatar.

A primeira noticia vem, do livro “Idade do Ouro no Brasil” de C.R. Boxer, que diz à página 46 “como atividade mais ou menos suplementar, procuravam ouro, prata e esmeraldas, e tinham descoberto as correntes de ouro de aluvião de Paranaguá mais ou menos em 1572”. O texto refere-se aos primeiros paulistas que registraram a presença de ouro no litoral paranaense já no primeiro século da história do Brasil.

Também, é curiosa a presença de paulistas mineiradores oriundos da região de São Vicente e Cananéia que se fixam nas terras paranaenses, mais precisamente na ilha da Cotinga entre 1560 e 80.

Mais curioso ainda é o registro do naufrágio ocorrido na barra do Superagui em 1548, quando o naufrago, o alemão Hans Standen, publica em 1557 as primeiras noticias sobre a baia de Paranaguá e seu primeiro mapa, fazendo referência aos garimpos de aluvião.

Do mesmo modo, a primeira sesmaria concedida em terras paranaenses foi a de Diogo de Unhate, em 1614, e compreendia terras auríferas entre as barras de Ararapira e Superagui. Desse período histórico sabemos: “o comércio de índios era mais lucrativo e menos trabalhoso,... em março de 1629, pela ação dos bandeirantes Antônio Raposo Tavares e Manoel Preto estava destruída a obra de Guairá, os portugueses, todavia, continuavam no litoral paranaense em busca de ouro”.

Em seguida, o cronista Vieira dos Santos faz referência de que Gabriel de Lara já se encontrava no litoral de Paranaguá em 1640. Pois foi esse mesmo Gabriel de Lara que em 27 de novembro manifestou por escrito junto a Câmara Municipal de São Paulo haver descoberto ouro nas encostas da Serra Negra, na região de Guaraqueçaba. A noticia atraiu muita gente, foi quando a Carta Regia de 29 de julho de 1648 elevou a categoria de vila Nossa Senhora do Rosário de Paranaguá, designando como seu capitão povoador, o mesmo Gabriel de Lara.

Também é certo e documentado que em 1648, o Governador do Rio de Janeiro, tendo noticia do achamento de ouro em Paranaguá, enviou Eleodoro Ébano Pereira para verificar a natureza das descobertas. (Eleodoro que surpreendentemente era descendente de alemães, filho de Eliodorus Eobanus Hessus, que trabalhava com outro “ alemão” chamado Peter Roesel para um “holandês” explorador de açúcar chamado Jaspar Schetz. Peter Roesel é citado por U. Schimidel, como encontrado em São Vicente em 1553, numa época em que Hans Standen era prisioneiro dos tupinambás). Eleodoro confirma as descobertas e verifica a existência de diversas minas e inicia a fundição de ouro em Paranaguá.

“A descoberta de veios auríferos nas encostas da serra acima atraia moradores para a zona de Curitiba. Dispersos pelos pinheirais, campos ou beira dos rios, pouco a pouco se foram aglomerando os primeiros moradores efetivos da região” diz o autor. Neste período é certa a presença serra acima, de arraias de mineiradores de ouro, no Atuba, Arraial Grande, Bom Jesus dos Pinhais, Barigüi e Tindiquera (Araucária).

Muitos são os historiadores que confirmam essas notícias, e é de senso comum que Curitiba teria nascido em torno de um arraial conhecido como Vilinha na região onde hoje se encontra o Atuba. O mesmo Gabriel de Lara, na qualidade de capitão-mor, tomou posse da nova povoação, em 1668, em terras, povoadas por Matheus Leme e Baltazar Carrasco dos Reis, em datas anteriores a 1661. Nascia Curitiba em terras de Espanha.

Diz outro autor: “As distâncias e as dificuldades da viagem teriam levado os mineiradores a se fixarem com suas famílias no litoral de Paranaguá e nos campos de Curitiba constituindo-se diversos arraiais de cata de ouro”.

No livro “História do Paraná” de Pillatti Balhana; Pinheiro Machado; e Cecília Westephalen informam interessantes notícias. Primeiro, o litoral paranaense era cobiçado pelas entradas e bandeiras paulistas e pelos espanhóis “do Rio da Prata”, região de Buenos Aires. A falta de escravos índios no litoral, as cobiçosas investidas contra os territórios espanhóis, a ausência de escravos negros no Sul à época, e as descobertas das minas de Cataguases e Cuiabá somadas ao despreparo de conhecimentos técnicos, teriam sido os principais motivos da queda da exploração de ouro no Paraná. A duração de uma viajada entre São Paulo e os campos de Curitiba levavam 40 dias. Segundo aqueles autores nos final dos anos 1500, num período de domínio espanhol, veio como Governador Geral D. Francisco de Souza que: “deixará fixadas, definitivamente, com ciência perfeita do terreno, duas grandes diretrizes da expansão paulista no século que nascia (XVII): o centro mineiro e a região parano-paraguaia”. Mas com a saída do governador os paulistas premidos pela necessidade empenharam-se mais na caça de índios do que na procura de minas, para o que, alias não tinham nem conhecimento nem experiência.

De qualquer modo, o livro aponta: 1647, “um marinheiro português, ali preso, declarou que os paulistas exploram ouro a sete léguas da vila (São Paulo) em um cerro chamado Ibituruna, e, no porto de Paranaguá, doze léguas ao sul de Cananéia”.

Segue outro relato: “1662: vão tirar esse ouro os moradores de São Paulo e mais vilas circunvizinhas levando 10 a 15 dias, causa de porque são tão poucos os que vão e não muito, o que se tira”.

Todavia em “Geografia Física do Paraná” de Reinhard Maack, um dos grandes geólogos que o Paraná conheceu, profundo estudioso da Serra do Mar e descobridor do Pico do Paraná, homem que, podemos supor com segurança, se não houvesse possibilidades geológicas para encontrarmos ocorrência de ouro no nosso litoral teria desmentido esses “boatos”, mas, pelo contrário diz a pagina 41:” Eram célebres as minas de Paranaguá, que já forneciam ouro a Portugal antes de ter sido descoberto este mineral em Minas Gerais". (citando Vieira dos Santos, Ermelino de Leão e Romário Martins.).

Contradições à parte, outros fatos curiosos: em 1687 Francisco João Leme, filho de um mineiro espanhol que viera com D. Francisco de Souza reivindica para seu pai a descoberta das minas de Paranaguá negando valor às descobertas de Frei João de Granica, as descobertas do capitão Agostinho de Fiqueredo, de Gabriel de Lara e as de Manuel de Lemos (carta de Francisco João Leme ao rei, 1684 Arquivo Português Ultramarino) que não teriam sido propriamente descobridores, mas ensaiadores de ouro. Também há o registro das descobertas de Torales, outro espanhol, no litoral de Paranaguá que foram verificadas pelo administrador Pedro de Souza Pereira que comunicou ao governo em 1654. Registra-se outra carta de Ébano Pereira que conclui pela existência do metal, mas que sua exploração só seria possível se conseguisse mão de obra, isto é, índios e técnicos, o que não havia em Paranaguá (Missivas Arquivo Ultramarino Português). Há ainda o registro do envio de amostras de ouro para o rei de Portugal por parte de Pedro de Souza. Curioso é que sua iniciativa de exploração foi boicotada pelos paulistas. C.R. Boxer como apoio às cartas de Pedro de Souza diz claramente: “e nós temos provas independentes de que Pedro de Souza Pereira mandou para Portugal uma quantia substancial de ouro aluvial, ouro proveniente dos quintos reais (parte que cabe ao rei), pela frota de Francisco Brito Freyre em 1659, e ainda, pela frota de Pedro Jaques de Magalhães em 1657”.

Todavia, surpreendentemente o governador do Rio manda retornar os índios que viviam em Paranaguá para suas aldeias, eliminando a mão de obra das minas (nos conta Vieira dos Santos, Memória Histórica de Paranaguá).

Registram-se ainda as amostras de prata das minas de Paranaguá enviadas pelo capitão-mor de São Vicente, Afonso Furtado, que mandou amostras a Fernão Dias Paes que, nos informa: “de uma libra de pedra de Paranaguá, tirava trinta reis de prata do valor antigo”. (Documentos Históricos Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, serie VI, pág. 282).

Também consta que Frei João de Granica, espanhol, pediu braços para a exploração de ouro, mas o fidalgo espanhol, Rodrigo de Castel Branco, que fora responsável pelas minas do Peru, incumbiu-se de negar tudo, dizendo oficialmente que não havia metal em Paranaguá cancelando assim as pretensões de maiores e sistemáticas explorações na região. ( era a política escondendo uma realidade).

Sobre esse ponto, ou seja, a existência de alguma forma de impedir a extração do ouro em nosso litoral vem elucidar Romário Martins dizendo: “Os de D. Rodrigo de Castelo Branco, (Castel Branco) administrador Régio das Minas do Brasil, que visitou no dito ano as minas do Assungui onde reservou quinhões auríferos “Para sua Alteza Real” e os interditou a exploração por particulares”. É curioso como essas ações aparentemente isoladas, a do governador do Rio, e do administrador das minas, revelam que já havia alguma intenção de paralisar a exploração de ouro no Paraná. É preciso verificar o que vinha acontecendo na história do Brasil nesse período. Havia algo de relativo aos “holandeses”? A presença de ouro, de holandeses e alemães indica presença de hebreus no incipiente Paraná. Como diz um amigo, onde há ouro há hebreus. O curioso é que podemos encontrar fabricantes de rebecas (violinos) no nosso litoral na região de Superagui. Assim como o uso de tamancos (diferente dos tamancos holandeses, mas semelhantes aos de outras nacionalidades, como a portuguesa, por exemplo). Não é só curioso é elucidante. Tema para pesquisa.

Acima, falamos que Curitiba nascia em terras de Espanha. Esse detalhe passa invariavelmente despercebido, pois vigorava a época do descobrimento o tratado de Tordesilhas cuja linha passava a altura da Serra do Mar em direção a Ilha de Santa Catarina situação que só se altera pelo Tratado de Madri em 1750. Assim em terras do Paraná, houve duas Capitanias Hereditárias (1536), a de São Vicente concedida a Martin Afonso de Souza que iniciava na barra de Paranaguá ate Bateias (que tem esse nome dado à mineração do ouro e do diamante) no litoral de São Paulo, e Santa Anna concedida a Pero Lopes de Souza que ia, desde a Barra de Paranaguá, até onde permitia ao sul o Tratado de Tordesilhas. Conquistar essas fronteiras e ampliá-las era mais importante do que se ater ao duro trabalho do garimpo em Paranaguá. Então devemos perguntar: há, houve, ou não houve, enfim, ouro no litoral paranaense? Quem nos dá a resposta, ou a pista, é o próprio C.R. Boxer que diz em seu curioso livro, um livro que tenta justificar poderosas acusações feitas pelos padres vicentinos e jesuítas aos paulistas de então, que as minas, algumas, permaneceram em segredo sem o conhecimento das autoridades, e ficaram em segredo por mais de 100 anos, e outras, podem ter ficado em segredo ate nossos dias. Por outro lado, já existia o contrabando de ouro, que era e é uma constante na nossa história, e havia uma serie de outros interesses, raciais e políticos, para manter oculta tal riqueza no Paraná. As circunstâncias prolongaram os fatos históricos e a memória se perdeu.
“Nossos historiadores mais recentes, pelo contrario, por algum motivo pouco claro, dão como certa a inviabilidade do ouro paranaense, sem maiores questionamentos. Não há ouro, ponto final. Por quê?



Eu pessoalmente me pergunto: Há uma história bíblica (tradição hebraica) que conta sobre um homem que achou um tesouro em um campo, foi vendeu tudo o que tinha, e comprou aquele campo. Prudente o homem.

É por isso que eu ainda me pergunto, qual é o melhor lugar de guardar um tesouro? E respondo: em baixo da terra, em zonas de preservação ambiental, como a Amazônia por exemplo. E não é só ouro, mas prata, chumbo, estanho, ferro, cobre, alumínio, petróleo, gás natural e materiais raros ou radioativos. É no mínimo curioso, ou melhor, é muito esperto.

Finalizando, assisti com muita atenção imagens de um filme realizado pelo Instituto Ambiental do Paraná, no qual, vemos claramente nas águas de um dos rios na região vizinha de Tagaçaba, num dia de sol e sem chuvas nas serras, a água descer turva, barrenta. Levanto como hipóteses: ou estão removendo o leito do rio, em busca de algo, ou estão cavando as barrancas serra acima em busca de metais. Funcionários da Prefeitura de Guaraqueçaba alegam que estão cavando em minas de saibro para a conservação da estrada. É possível. Mas onde há fumaça há fogo. Não custa verificar.


Wallace Requião de Mello e Silva.
22 de Abril dia do Descobrimento do Brasil e da Aviação de Caça.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Pulso.

Pulso Fraco versus pulso forte.

Escrevo este artigo apenas como uma curiosidade.
Talvez escreva noutra hipótese, para estimular uma futura técnica de diagnóstico, quiçá até uma fisioterapia infantil e uma psicoterapia infantil.

Lembro-me agora, sem precisão, de uma afirmação de Aldous Huxley em um dos seus livros, "A Ilha" ou em "As Portas da Percepção" ou em algum outro livro deste mesmo autor ( Demian, por exemplo), onde, com lucidez, e senso de observação, ele chamava atenção para a necessidade de se radiografar o pulso das crianças recém nascidas a fim de se diagnosticar, entre muitas, aquelas que viriam a ser o que ele chamava de indivíduos Peter Pã.
Para ele, estes "Peter Pãs" seriam indivíduos que viveriam uma "eterna" adolescência, resolvendo seus problemas no campo da fantasia, sem muita objetividade, sem muito senso do real.
Aldous Huxley não disse, mas eu chamo atenção para a figura que se contrapõe ao Peter Pã, coincidentemente o Capitão Gancho, que também tem o antebraço secionado à altura do pulso, onde, tem em substituição à mão, um gancho e faz um tipo perverso e perseverante.
Como todo pirata- símbolo é dono de um olho só.
Ter um olho só, quem sabe, é outro símbolo atávico, escondido na noite dos tempos, que também encontramos na mitologia grega.
Ali, os homens de um olho só são conhecidos como "Ciclopes", e são indivíduos dotados de certa brutalidade e radicalidade das ações justamente por serem dotados de um único olho, e como conseqüência, de um só ponto de vista. Hipótese pisicológica interessante.
Homens de uma so interpretação.
Posto isto, podemos lembrar aqui, que a pré-ciência popular atribui, talvez sabiamente, à expressão "UM HOMEM DE PULSO", a todo indivíduo de qualidade resoluta, dotado de significativa manifestação da firmeza da vontade, do senso pratico, do realismo. Assim também chamamos popularmente a estes tipos humanos de “homens de garra".
Pelo contrário, e no mesmo sentido, todos sabemos o que queremos dizer quando nomeamos alguém como “desmunhecado” (portador de munheca desconjuntada), ou “um mão leviana”, ou” um mão frouxa", ou ainda um "mão boba".
Para Huxley, o Peter Pã era um indivíduo que tinha dificuldade em crescer. Tinha dificuldade de enfrentar a dor de ver-se "solitário" em seu "ego" em processo de amadurecimento, agora já bem individualizado, na consciência de sua alma única, na sua personalidade completa, na sua total responsabilidade sobre si mesmo.
Era assim este Peter (Peter, petrus, pedra) um "Petrus" Pã, ou seja, uma pedra-homem imaturo, um tijolo social com tendência ao Pã, ao fundir-se no"todo", um tijolo que quer ser parede, um portador de orgulho, genético ou de origem infantil, adquirido na provável ausência de frustrações.
Uma personalidade tendente à omnipotência infantil, (omni = todos+ potência). Uma personalidade sempre tendente ao Nirvana (nirvana é palavra hindu que quer dizer "nada", um nada que é o tudo, um nada que é encontrado, segundo o Yogue Ramacharaca, pela anulação do "eu", anulação de nossa vontade, de nossa mente diferenciada conhecida como Maia). Assim um Peter Pã é um indivíduo tendente a fundir-se no tudo e ser tudo, negando-se ao processo de individuação, horrorizado pela visão de sua própria pequenez. Vive e apega-se a onipotencia infantil. É interessante notar, como mais uma curiosidade, que cada vez que Peter Pã ouvia o seu "Sininho" ( alerta) fazia uso do "pó" de pirimpimpim que o fazia voar em um mundo de fantasia.
Quero lembrar ainda que Pã seja um demônio mitológico, ou como querem alguns, um deus menor, um deus de pastores que sopra (no sentido do respirar) a flauta que leva o seu nome... e tem pés bífidos como o dos bodes, símbolo do papel sexual mal resolvido ( bi-fido= bi, partido). Simples curiosidade.
Afora isto, tenho notado, no exercício da psicologia aplicada, sem poder quantificar, que é comum entre os alcoólatras e os viciados em drogas, encontrarem-se indivíduos portadores de "pulso fraco", munhecas frouxas, desmunhecados, tanto no sentido psicológico como no físico, donde, talvez, poderíamos, até, estabelecer uma hipótese relacional, um paradigma entre o fenômeno físico e psicológico característico dos tipos tendente à adição. (ver Eduardo Calinas em Droga-adição).

Ora, o ébrio, sempre me pareceu, nada mais, nada menos, do que o indivíduo que quer fundir-se, submergir-se (embriagar-se), esquecer-se de si, de seus limites, de sua ineficiência, de suas dores. Quer voltar à mãe num sentido bem amplo (aqui também, no sentido físico, tanto como no simbólico). Quer ser bebê, ou mal comparando quer beber, saciar-se numa oralidade fixa e circular, numa respiração angustiada e suspensa, numa necessidade de seio e colo, onde a vontade, e a vergonha, não lhe pertencem. Ou, noutro sentido, o ebrio quer "respirar", ou "inspirar" (no sentido do respirar profundo) o "todo", inspirar ou introjctar o todo (ver José Ângelo Gaiarça em A Estatua e a Bailarina). Voltar à mãe (terra ou cósmica) que é, num sentido bem amplo, o mesmo que voltar ao Pã (pã-noramico sentido de não ser limitado), ao Nirvana, ao nada, ao tudo, e fundir-se por não agüentar a dor de ser... E ser único.

Um ser absolutamente responsável per si mesmo e pelo seu porvir (ver Frederick Pearls em "Gestalt Therapy Verbatim") é o ser amadurecido.
Enche a cara, o ebrio, porque se apavora com o vazio de sua pequenez individual ( cara pequena, vazia). Por não agüentar a responsabilidade de Ser e a conseqüência de Ser. O vicio, todo vicio, é o oposto da virtude. Aos viciados faltam-lhes assim, quase sempre, o amadurecido sentido religioso e moral (o religare = ligar-se de novo, o que só é possível depois de desligar-se da onipotência infantil, na individualidade plena). E,
Moral porquê lhe falta pulso nas questões envolvendo responsabilidade. Falta-lhes assim o sentido da consciência mística e real da "Segunda Pessoa na Santíssima Trindade". Ou seja, o Deus que se fez limite, mara amadurecer os homens. Desconhece o Deus objetivo, pessoa e indivíduo, humano e divino, feito carne, e padecente.

Fico pensando com meus botões, e proponho aos colegas terapeutas médicos, aos psicoterapeutas ou aos fisioterapeutas infantis, e aos professores de educação física, principalmente a estes últimos, que, invariavelmente, desenvolvem fina sensibilidade para detectarem estas características anômalas nos jovens "dependentes", ( dependentes em amplo sentido, dos pais, dos amigos, das drogas) que ponham atenção ao fato, e proponho a desenvolverem um tipo de teste e uma medida do pulso infantil, e é claro uma estratégia terapêutica e uma pedagogia fortalecedora da vontade.
Intuo “que aí tem", como se diz.
Pergunto? Haveria mesmo esta relação?
Ela é demonstrável e mensurável?
Poder-se-ia estabelecer experimentalmente um paradigma psicológico desta intuição sobre o fenômeno "pulso fraco"?
Haveria uma característica anatômica, óssea, ou de tonus muscular, capaz de denunciar indivíduos propensos ao vício; ou estabelecer relações com a pisicologia tão característica destes indivíduos impossibilitados de viverem a própria maturidade e responsabilidade?
De qualquer modo é hipótese diagnostica muito interessante.

Por outro lado nós cristãos sabemos o que significa no sentido religioso "impor as mãos". Ora, pode-se dizer que, num sentido bem pouco restrito, impor as mãos é o mesmo que escolher, acolher, curar, construir, mudar, apoiar, apontar.
Então, se alguém ficou interessado pelo tema, "imponha" mãos à obra, e com pulso firme. As dificuldades surgirão, e lembrem-se: mãos e pulsos fracos, oralidade forte, seguida de irritação e agressividade, moralidade relaxada, seguida de dependência quase viciosa de sexualidade catártica; e, acrescida de episódios de pavor injustificado, e problemas respiratórios... Indicam "ego" tendente à desestruturação. ( tendência não é fato consumado).

Wallace Requião de Mello e Silva
Psicõlogo Texto de 1997

Fazendeiro!!!

Requião, chapéu Panamá em sua fazendo preferida ( brim azul, como é o costume).




sábado, 14 de março de 2009

O G 23 Navega na Internet.

Marinha Brasileira.
G 23 Almirante Motta.
Navegando na Internet.

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quarta-feira, 11 de março de 2009

Falem mal falem bem falem de mim.

JUDEUS.

Gente boa aquela que o nobre judeu da linhagem de David, Jesus Cristo, libertou dos grilhões do sectarismo. Cedo, muito cedo outros judeus, aos milhares, entenderam-lhe o propósito e apressaram-se em segui-lo.
Pedro, Paulo, Tiago, André, Felipe, todos semitas ouviram com ouvidos atentos os lúcidos cantos da "Nova Aliança", o rompimento dos grilhões de um passado sectário e racista cujo elo e herança rompe-se em Maria Virgem abrindo para todos os homens e povos a história da salvação.
Em Maria semita virgem, Deus fez-se homem, carne. Cristo eleison. Jesus rei dos Judeus.
Boa gente estes semitas, descendentes uns da tribo de Judá, outros das tribos de Israel, corre-lhes nas veias tal sutil sangue, onde eu por desígnios mais altos, fui colher, como fruto do amor e paixão, um filho de sobrenome Salomon (família de judeus franceses, cujo nome de família este bem expresso na lista de Schindler). Mas não é também verdade que este velho judeu, Alberto Salomon, bisavô de meu filho por linha materna, foi "proscrito" pela colônia por ter se casado com a cristã francesa da família Gineste?
Anti-semita eu não sou. Sou cristão católico. Comungo do sangue do Cordeiro Imolado, a carne e o sangue do filho de Maria, a virgem de David.
Minha família é anti-semita? Não. Prova esta em que meu parente Roberto Requião, em primeiras núpcias uniu-se a Jaqueline Saporta (judia sefardita)... E dos laços do amor na carne tiveram um filho. Não é então verdade que corre o sangue semita nas veias do jovem Carlos Felipe Requião?
Mas há outros semitas, dentre os descendentes de Abraão, dentre os preferidos de Jacob, cujos gritos ecoam na eternidade pedindo por Barrabás em detrimento de Cristo. Não entenderam a liberdade proposta pelo cristianismo, sentiram-se fora dos grilhões como ostras fora da casca e preferiram o sectarismo racial, a loucura de uma eleição tirânica de um "apartheid" espiritual e se fizeram seguidores de um auto isolamento quanto a evidência da verdade.



Negando a luz de Cristo guiam-se às apalpadelas, tateando no escuro de sua espiritualidade o que os torna pegajosos, peçonhentos e intriguentos, comunicando-se aos sibilos, habituados à escuridão, movem-se como víboras.
Quanto a estes semitas que se autodenominam "santos", eleitos, escolhidos, pode-se dizer, sem medo de errar, que formam o povo mais sectário e racista do planeta. Digo isto sem exagero e como pessoa que privou de suas intimidades. Povo de dura cerviz como bem diz o Evangelho.
Mas a caridade é mandamento cristão.
Eu me pergunto como ajudar estes "santos" cujo verdadeiro interesse resume-se em conquistar o mundo, em acumular dinheiro e prestígio, nem sempre por meios lícitos diante da moral cristã? Que discurso viciado propagam desde o exílio no Egito aos guetos de New York?
Perseguidores se dizem perseguidos.
Sectários se dizem liberais.
Sim, podemos ajudá-los. Basta tirá-los das posições que ocupam com "tantos sofrimentos e perseguições"e deixá-los ocupar estas humildes posições que nós (os perseguidores cristãos de todas as raças) ocupamos nas correlações de força do capitalismo internacional, ou, como nos indica Moreno, neste psicodrama da vida, se assim o exigem os judeus eleitos, com eles devemos contracenar. Dar-lhes no tema o fundo, o palco. Se, consideram-se os mentores da espiritualidade universal, mestres, ortodoxos no crime contra o Justo Jesus, livremente enclausurados no seu sonho de conquista, sectários e racistas, assim devemos entendê-los e admiti-los.
Ajudá-los, é, como já disse, contracenar. Afastá-los de cargos de importância junto às rádios, TVs, revistas, livros e jornais de modo que estes "santos" não caiam na tentação do proselitismo. Aliviá-los da dura carga das labutas mundanas afastando-os por caridade das instituições financeiras e bancárias. Livrá-los do mundano "métier" do comércio de modo a liberá-los para suas freqüentes lamentações e orações. Assim, melhor, muito melhor, poderão esperar a vinda do "messias libertador" no "Independence Day".
Só assim, libertos de seus afazeres mundanos, poderão os desterrados voltar para a "terra prometida" sem a resistência dos palestinos. Então já não viverão no escuro, mas a luz do dia, sem escaramuças, se dirão semitas, judeus como Cristo Jesus. Mas até que isto aconteça devem continuar amargando a maldição que chamaram sobre si com suas próprias bocas: "Que o sangue deste justo caia sobre as nossas cabeças e a de nossos filhos". Queremos Barrabás, gritavam. A escolha foi deles não nossa.
Que fazer? Afinal, posso responder plagiando o filme Independence Day quando em resposta ao Chefe de Segurança dos EUA o ator declara não ser judeu, um judeu lhe responde: ninguém é perfeito.

OBS: Para quem não sabe, Schindler era um empresário católico que acobertou e protegeu judeus durante a segunda guerra.




Wallace Requião de Mello e Silva.