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sábado, 10 de janeiro de 2009

As grandes plataformas de comercio maritimo II

As grandes plataformas marítimas de comércio.

Um projeto como esse, de envergadura, alcance nacionalista, ou seja, um Bloco anti imperialismo, deve ser proposto e executado gradativamente. Existem alguns empresários paranaenses que possuem navios. Se eles tivessem interesse, e se a Federação das Indústrias, e a do Comércio tivessem o interesse poderiam construir (adaptar)um navio Shopping paranaense. O armador, ou explorador do transporte faria o navio, os empresários e a indústria comprariam os espaços, e teríamos o primeiro shopping flutuante da América do Sul. Faríamos a experiência comercial primeiramente nos portos Brasileiros. As federações através de sua infra-estrutura fariam a divulgação regional, e o navio, devidamente divulgado seria aberto a visitação de representantes comerciais, empresários do comercio e da indústria em primeiro lugar, e posteriormente a visitação publica de massa. No navio, seriam feitos os negócios, ali haverá alguma hospedagem, cinemas com filmes sobre o Paraná, seu comércio e sua indústria, amostragem te todos os produtos, em todos os níveis, representação dos sindicatos, informações e agencias turísticas, escritório de representação política, etc. e tal.

Esse navio piloto, do Paraná, não só divulgaria o nosso estado, mas haveria de defender e divulgar a idéia da importância de o Brasil ter estaleiros, da importância de outros estados terem suas plataformas de comércio, até se chegar ao objetivo final, uma circunavegação sul americana com grandes plataformas de Comércio Marítimo internacional, capazes de criar um volume de negócios e consumo interno na America do Sul em volume capaz de nos habilitar para enfrentar os possíveis negócios dos demais blocos econômicos. O Bloco Sul Americano teria essa distinção, um bloco econômico avesso ao governo mundial, respeitando e fortalecendo as nacionalidades.

wallacereq@gmail.com.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Analise essa ideia do PMDB



Analise essa imagem.
Se verdadeiramente queremos a integração sul-americana, e o desenvolvimento sustentável da Amazônia, de tal modo a diminuir a carga de insustentabilidade de outras regiões do país ao mesmo tempo em que programamos grandes programas de recuperação ambiental nas outras diversas regiões dó pais, seria interessante estabelecer a capital federal na Amazônia.
A grande vantagem é o estabelecimento de uma rede fluvial navegável e moderna ligando o Brasil com os demais povos da Região norte da America do Sul.
A segunda necessidade que teríamos, é a conclusão de uma nova lei de cabotagem geral para toda a América do Sul, propiciando o aparecimento de frotas estatais de navios de transporte, e pelo menos uma grande plataforma marítima de comercio para cada um dos países sul-americano, incluído Paraquai e Bolívia. Essas plataformas são escritórios internacionais de comercio, e digamos uma grande loja de produtos, agrícolas e pastoris, industriais, riquezas minerais, culturais e turísticas apresentadas em um grande navio demonstrativo das possibilidades de cada nação. Eles aportariam, de país em país apresentando nos portos, como se fossem áreas de livre comércio (por acordo Internacional objetivo) produtos para serem comercializados entre os irmãos sul Americanos.
Ao Norte a circunavegação da America do Sul, se completa, ou não, pelo Canal do Panamá, e ao Sul, a circunavegação se completa pelo estreito de Magalhães. Um mercado assim estabelecido, via fluvial: o petróleo e o álcool e grãos, e via marítima: os demais produtos, criamos um anel de consumo de grandeza considerável.
Finalizando, isso constituí em imensa economia de combustível.
wallacereq@gmail.com para o Grupo G23

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Codesul


Governador Requião já presidiu o Codesul três vêzes

domingo, 23 de novembro de 2008

A Capital do Brasil no Coração da Amazônia.

A Capital do Brasil no Coração da Amazônia.
E seu papel na Integração da America do Sul.


Vou disponibilizar uma imagem abaixo sem rigores geográficos apenas para dar uma idéia, de como a Capital Federal Amazônica, poderá vir a ser a Roma da America do Sul, pois todos os caminhos levarão a ela.
Na imagem as linhas vermelhas representam sem precisão (incluindo a ausência do Porto de Paranaguá) as necessárias linhas de cabotagem, ou navegação marítima de pequeno curso, ou como também é chamada de navegação costeira, que devem ser operadas por empresas, se possível, estatais e, exclusivamente Sul Americanas. As linhas verdes indicam a navegação fluvial de integração, que apoiadas em pequenos trechos de linha férrea, a serem construídos, podem ligar a Hiterland sul-americana com sucesso sem igual.
O rio Amazonas penetra navegável no norte do Peru e a partir de Letícia um de seus braços pode chegar ao Equador. O Juruá penetra navegável a Colômbia. O Negro também penetra a Colômbia, e o Branco, vai ate a fronteira da Venezuela e sua nascente praticamente encosta num dos afluentes do Orenoco. Ligados os dois atinge-se boa parte da Venezuela e as Guianas. Mais a Leste dois dos afluentes do Amazonas chegam às fronteiras do Suriname e Guiana. O Purus e o Juruá atingem o Peru. O Madeira entra navegável na Bolívia pelos seus afluentes Beni e Madre de Dios. O Tapajós e o Xingu chegam a Cuiabá no centro nervoso do Brasil. Dali com um pequeno trecho férreo podemos atingir o Rio Paraguai, ao sul, esse é navegável até a Prata, em Buenos Aires ou Montevidéu, passando por Assunção; depois, sem considerarmos aqui, existe uma rede de rodovias integradoras, que podem ser completadas e melhoradas. E o arremate cabe as linhas aéreas. Na Imagem, você pode ver que por mar, se integra as cargas pesadas com facilidade e economia, pelos rios, o petróleo, minerais, sal gema madeira e grãos. Pelas estradas e pelos rios o trânsito de pessoas e cargas rápidas. Por ferrovias, especiais, de suporte à integração das hidrovias, o complemento necessário da malha integradora.
Não pensem que é bobagem, há livros e livros sobre o assunto. Livros técnicos de nomes renomados e estudos pormenorizados. O G 23 esta apenas estimulando o estudo e o debate, das vantagens de uma Capital Federal Integradora na Amazônica.
Você verá que por problemas técnicos, do meu equipamento, as linhas não ficaram sobre alguns rios importantes, mas a idéia fica bem clara. Podemos ver como os rios integram a América do Sul. Num próximo texto tentarei disponibilizar um mapa mais claro, de um modo que possamos entender que essas vias estão sendo interrompidas por Hidroelétricas. O estudo deve continuar, há vantagens estratégicas para o Brasil. Se as mercadorias e as pessoas podem circular o desenvolvimento virá como conseqüência da prudência e da sustentabilidade.

G. Wallace Requião de Mello e Silva
Para o G 23 de Outubro.