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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

As fronteiras do Israel das promessas.

As fronteiras da Promessa e a paz no mundo. ( publicado em g 23 presidente)

Todo o mundo já se preocupa com as lutas israelenses/ palestinas. Sobre modo as questões de ocupação e fronteiras.

Toda a argumentação de Israel é calcada em uma promessa feita a Abraão. Questão religiosa.

Abra um Mapa do Mundo e veja onde está posicionado o Nilo e o Eufrates, os grandes rios da antiguidade.

Fez isso?

Então podemos continuar. Em Genesis 15, 18 leremos o seguinte: “Naquele dia Deus fez aliança com Abraão: Eu dou, disse ele, esta terra aos seus descendentes desde a torrente do Egito ate o grande rio Eufrates”.

Em principio, se traçarmos uma linha paralela ao tropico de câncer, do Nilo ao Eufrates, o território descrito, vem desde o Egito, passa pela península do Sinai, Gaza, Jordânia, norte dos Emirados Árabes, Iraque e Kuwait. Mas esses são os limites Leste/ Oeste. Mas o Norte /Sul? Onde começam e onde acabam?

Ora o Nilo é um rio calmo, e suas torrentes, começam nas cachoeiras do Nilo, já nos interiores da África. O Nilo tem quatro grandes torrentes, corredeiras, ou cataratas. A qual delas se refere às escrituras? Provavelmente se refere à catarata Victoria nas proximidades das minas do Rei Salomão, ou àquela outra próxima da Eritréia. Não sei como pensavam os antigos.

Ora, estamos falando de uma terra que se estende de Sul a Norte desde os interiores da África até o Mar Negro. Algo muito maior do que o pequeno território de Israel criado em 1948. Ou seja, a pretensão real dos judeus, é muito maior do que seu pequenino Estado de Israel. Muros de cimento não escondem as intenções de expansão.

 Impossibilitados da conquista de todo o território da Promessa Bíblica, anteviram a necessidade de se criar um domínio mundial, político, financeiro e globalizado, um governo único, para enfim, determinar sem resistência os limites e o domínio de Israel. Duro, no entanto, será, uma vez conquistado o poder no planeta, sujeitar o povo à soberania de apenas um pequeno território que vai, para alguns, da Etiópia, Eritréia, Egito ao Eufrates. Passando por Gaza, Líbano, parte da Siria, Turquia e Armênia, Irã, Iraque, Kuwait e como não há limites ao sul, quiçá, possamos dizer: até a Arábia Saudita e o Iêmen. E isso cheira a enxofre, a luta armada. A Uma resistência e um conflito que levara a uma guerra mundial.

Espertos, pretendem o domínio financeiro e militar do mundo, para garantir a pretensão de supremacia da política mundial.

Existe outro critério, o das tribos ou povos citados, mas este critério esbarra no povo Heteu e sua natureza indo ariana. Então não vamos desenvolver aqui o tema.



Não quero gerar polemica religiosa, apenas realçar que as escrituras determinam, na verdade, territórios muito mais amplos que o ESTADO DE ISRAEL, e isso nos mostra, dado aos fatos políticos e militares no territorial israelita, uma, futura e incurável, rejeição da Paz.

Para quem criou e defende uma economia e uma ideologia sem fronteiras, poderiam dar o exemplo, derrubando os seus muros de concreto, e declarando Israel território da humanidade, território sem fronteiras, não mais gerido pelos israelitas que viveram se pátria por tantos anos, e diga-se a verdade, criado o seu Estado para lá não voltaram, mas pela ONU por eles mesmos criada, afinal, não querem eles, que todo o mundo se submeta a um governo Mundial? Dêem o exemplo.

Antes da criação de Israel, judeus pretenderam construir Israel em diversos locais do mundo. Leiam sobre o Barão Maurice Von Hirsh e o Estado de Israel em Entre Rios na Argentina. Depois pesquisem outras tentativas do gênero incluindo a experiência na Amazônia.

Para a reflexão e estudo de todos.

Wallacereq@gmail.com.




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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O que faremos com o nosso corpo?



Eu já havia me esquecido desse texto, porém um anônimo, desses que temem se identificar e defendem a liberdade de expressão, ousou dizer que eu não deveria ter assinado como Psicólogo o texto abaixo. Não me dá nem o meu direito de expressar-me, nem reconhece a minha profissão que a Sociedade me concedeu. Se eu fosse motorista, assinaria: motorista. Mas sou Psicólogo com mais de trinta anos desde que me formei, e digo mais, tardiamente. Assim republico o texto, que achei na verdade muito interessante e do qual já havia me esquecido.







Opção Sexual? O que é isso é o ato moral do que faremos com o nosso sexo, assim como do que faremos com as nossas mãos, com elas podemos construir ou destruir, eis a questão.
Abomino e desprezo a mentira, porém amo a tua lei. Salmo 119:

Vamos por partes. Onde quer que eu vá, encontro alguém, jovem ou velho, homem ou mulher, muitas vezes inchados de soberba, encontro-os defendendo a livre opção sexual. O fazem automaticamente sem nunca, em momento algum, terem meditado sobre o assunto. Em princípio falta reflexão.

A Infortunística é uma ciência. Ela estuda o infortúnio, o acidente. Quem esta acompanhando o desenrolar das investigações do acidente aéreo em Congonhas, São Paulo, deverá ter notado que os técnicos falam em uma seqüência de fatos, os “desorganizadores’ (descuidos) que acabam, quando somados, resultando em uma catástrofe. Assim, como há os desorganizadores, também há, os “organizadores”, certas medidas que ordenadas, evitam as catástrofes. Ordenam prudentemente os fatos. As Regras ordenadoras.
Posto assim, você já entendeu que há organizadores da Sociedade, como há desorganizadores (regras desorganizadoras) da Sociedade.

Em Psicologia, conhecemos os ordenadores instintivos e os desordenadores instintivos eles visam à preservação da vida. ( Heros e Tanatos). Para Rolando Toro, psicólogo argentino, há as atitudes estruturantes ou integradoras, e desestruturantes, ou dispersadoras. Ficamos por aqui.
Guarde essa idéia, para entender ao fim do texto, a desordem sexual ( desorganização do instinto sexual orientado para a morte) e sua conseqüência na Sociedade.

O Instinto sadio.
A Ordenação do instinto e do apetite sexual é um dos capítulos mais estudados da ciência psicológica. Hoje os profissionais abandonaram esse sólido cabedal científico acumulado em mais de trinta anos de pesquisa, para ousar, em campos nebulosos, que refletem em primeiro lugar, a própria desordem da ciência psicológica.

O Hedonismo na Sociedade.
Precisamos entender o que é o hedonismo. É uma ideologia, que nos apregoa que se algo nos dá prazer, é bom. Como o sexo nos dá prazer, ele é bom, independente da forma de sua expressão e divorciado de sua finalidade. ( não devemos esquecer que a fertilidade é vista como um mal).
Então temos o sexo como um bem, e o fruto do sexo como um mal.

Isso, justamente isso, segundo os hedonistas é a função do sexo, o prazer pelo prazer. Assim, se o indivíduo é sádico e tem prazer em machucar os outros, isso é bom (sadismo). Se o masoquista, oposto ao sádico, sente prazer em sofrer, isso é bom. O ideal, para o ideólogo hedonista, Seria encontrar o sádico com o masoquista, para que não houvesse na relação um “queixoso”. Um gosta de bater, o outro de apanhar, nenhum se queixa. Perfeito, ainda que o companheiro morra, o prazer foi atingido.

Não havendo queixa, para eles não há “doença”. Assim, vejam vocês, o necrófilo, sentindo o prazer no ato sexual com cadáveres, em liberdade de opção sexual (posto que o companheiro esteja bem morto e não pode queixar-se), isso seria bom.

Acontece que o sádico, em alto grau de comprometimento, pode matar, para depois manter relações com o cadáver quentinho, isso, também, para os hedonistas seria bom, principalmente se o coadjuvante for masoquista e houver desejado a própria morte (eutanásia sexual ou Morrer de Amor). Entendem a loucura disso tudo?

Mas já não o seria lícito, como veremos para a ciência do Direito. Todavia como o Direito também perdeu sua base natural, sendo consuetudinário (fundado no costume tende a incorporar a imoralidade), logo, logo, se curvará, e aceitará algum tipo de violência ao próximo, (caso do aborto, por exemplo, que é uma violência e atentado contra a vida, mas os juristas já o defendem) cometida em nome da “Opção sexual”. É o caso do Aborto quando em nome da livre expressão e do livre viver a sexualidade nos achou no direito de matar. O aborto é a primeira das conseqüências da livre opção. Opção livre para os consuetudinários (é o costume), que bradam: É o exercício do direito de uso do corpo das mulheres (sem é claro a mínima educação do sexo nas normas da moral). Se você está me entendendo, entenda que por hipótese, no caso do aborto, optou a mãe pela licenciosidade, pelo sexo, mas não pela conseqüência, e vamos supor, optou: mato o fruto de minha licença. (sim porque ação sem conseqüência é licença). Fácil, não é? Vivo a minha irresponsabilidade sexual, e mato os meus filhos.
Que bom. Mas ela se socorre moralmente, e diz meu filho ainda não era meu filho, era apenas uma bolinha vermelha! Então o sexo licença mata.
Você esta percebendo onde quero chegar?

O prazer como meta sexual, justifica todos os meios de obtê-lo. Essa licença (ato sem responsabilidade) pode assim, desorientar o apetite sexual, por exemplo, para as crianças, e temos assim o pedófilo (que é na maioria das vezes homossexualismo com desvio de tempo). Ou, pode desorientar para o sexo com animais, e temos os “bestiais”, ou para os velhos, e temos os gerontófilos. E para os mortos, e temos os necrófilos. Desorientar para pessoas do mesmo sexo, e temos os homossensuais (que vulgarmente se diz: homossexuais). O sado-masoquismo (psicopatia) é um componente flagrante de toda a relação homossensual.

Não vou discutir, pois é evidente.

O sexo sem função, e o erotismo como meta é a chave da perversão anti vida. O sexo sem sua função torna-se “ideologicamente infértil”, assim torna-se licença (ato sem conseqüência), a função do sexo assim entendido é dar prazer, algo como um esporte, um passa tempo, como assistir futebol, uma necessidade difusa, e acaba se desvinculando do objeto (sofrendo desvio de gênero (homem ou mulher) de espécie (humanos e animais) e de tempo (idade do objeto: jovens, velhos, crianças).

Então, (depois de assistir filmes e novelas) você, sem reflexão, começa a defender a “beleza” de uma relação homossexual (homossensual), mas não testemunha o drama dessa desordem. Não pensa que, uma vez aceito o principio hedonista, logo estaremos defendendo os bissexuais e suas relações múltiplas, e você já haverá de ter que defender e aceitar, uniões estáveis de três indivíduos, dois homens e uma mulher por exemplo. Ou, poli-sexuais, quatro, cinco, seis. Ou, ainda, relações de uma mulher e uma criança, ou duas mulheres e um cachorro, etc., etc., etc.

Tudo em nome da livre opção e do direito de ser feliz.

Todos eles fazem “opções” sexuais. Você entende?
Não é ainda suficiente para você entender?
Você não concorda? Você quer se convencer que a aceitação social de dois homens e duas mulheres em “erotismo, unidos em nome do prazer (uma vez que eles professam aos quatro ventos que são normais), lhes dá o direito, e justifica o exercer sua opção". Então o que os diferencia dos pedófilos, e dos bestiais, ou dos promíscuos?

Por favor, me responda!

No entanto você não vê a outra face da moeda. Por outro lado você, que os defende, quer proibir, por exemplo, a união múltipla promiscua, necrófilas, pedófilas, (um cadáver guardado em casa por meses a fio, em?... que tal?) e bestiais.

Como é, afinal o que você quer?
Ou tudo, ou nada.

Acontece que isso derruba o conceito de família, que passa agora, a ser um Núcleo Erótico, não mais um núcleo fértil de vínculos sanguíneos (sereis uma só carne) e vínculos responsáveis com a prole.

Então, o que você quer?
Você dirá, em sua Defesa, que desde que haja mútuo consentimento e idade suficiente para responder civilmente? Que mal há na livre opção? Engraçado, quando você defende o aborto, que é uma violência a vida de um inocente, você despreza a liberdade e o direito à vida daquele ser. O direito de “vir a ser”, sua viabilidade pela vida, e aproveitando-se de sua imaturidade de responder, por si, responsavelmente e civilmente (ele ainda não veio à Luz) você autoriza a morte de um próximo, por conveniência, por egoísmo, por irresponsabilidade, por “liberdade”, e esquece que esse crime de homicídio, tem por base justamente a “Livre Opção do Uso do Sexo”, um sexo, antes de tudo, assassino.

Então você imagina que um erotismo entre pessoas do mesmo sexo é solução, mas esquece que você nasceu de uma relação sexual, ou seja, de um casal heterossexual.

Esse é só o primeiro passo. Tudo porque negamos que há uma ordem moral no uso da sexualidade. Os animais também têm ordenadores. Os animais também têm instintos. E a genética, possui um organizador, que orienta a vida. (preste a atenção nesse detalhe, a genética tem ordenadores que defendem a vida.

Quebramos recentemente esse organizador genético, e quebraremos, por conseqüência, o organizador instintivo das espécies. Pela experiência "científica" estamos quebrando os Ordenadores do instinto dos animais.
Ora, quando ocorrer àquela desordem instintiva das espécies, os porcos no cio, correrão atrás de nossas crianças para copular (eles adquiriram a livre opção, estão libertos dos instintos e do cio). Os cavalos deixarão o campo, e virão atrás de nossas mulheres. Os elefantes se “apaixonarão” pelos passarinhos. Os peixes sairão das águas, para copular com os homens. Você já pensou, estamos caminhando para lá.

Isso, esse quadro assustador, muito remotamente, já era preocupação dos filósofos, que alertavam com “Parábolas” ou “Mitos”, com as imagens intuitivas de Sereias (homens e peixes), de Centauros (homens e cavalos), de Minotauros (homens e touros), de Esfinges (homens e diversos animais), de Pans (homens com bodes), etc.

A transgenia, quebrando o organizador natural da genética, tem cruzado “seres” de espécies diferente (têm realizado a “bestialidade” de laboratório) (já não se trata de homens com homem, mas animais com homens, flora com fauna), realizando, em outros seres vivos, o ideal do sexo “bestial” (a quebra da orientação sexual e da defesa do código genético em detrimento da defesa da Vida) ou como também é chamado, e pode ser por nós entendido, produzindo em laboratório a sodomia, o vício da Sodoma Bíblica que foi destruída, vocês devem se lembrar, pela desordem de sua natureza sexual, refletida é claro na desordem da natureza. (para explicar esse pormenor, ou seja, as desordens das relações sexuais que refletem e desordenam a natureza como um todo,... eu preciso escrever um livro e vocês ficarão horrorizados com as conseqüências).

A desordem como meta.
O ideal “desordenador” da vida, que já estamos vivendo, é flagrante, e a soma de suas seqüências estará levando a Humanidade para uma catástrofe. O “Norte” de toda a sensualidade e sexualidade é a fertilidade, e a conseqüente responsabilidade cooperada da vida para com a liberdade humana do querer bem ao próximo (incluindo a prole, o ser no ventre materno), que de tão custosa, tem como veículo de expressão, e pagamento, algum prazer. Não houvesse esse veículo de aproximação (instintivo), os homens egoístas como são, não teriam filhos. O homossensualismo é expressão do egoísmo em espelho. Como se, igualmente, se não houvesse a dor, os homens mutilariam os seus membros. Então o prazer esta a serviço, um serviço secundário, na estratégia da vida, pela sua perpetuação. E a dor a serviço da preservação da integridade do ser vivo. Essa estratégia se organiza, na nossa espécie, em sexo, ou seja, no apetite sexual orientado pela fertilidade do homem pela mulher e da mulher pelo homem.

Há sexo entre dois homens?
Quando dois homens e ou duas mulheres, se encontram em erotismo, não há sexo. Há erotismo, há hedonismo. Só há sexo quando o sexo masculino, e o feminino se encontram. Assim, anatomicamente, os homens diferem das mulheres, externa e internamente. Diferenças gritantes diferem os dois únicos gêneros da espécie humana, o masculino e o feminino. Genitais diferenciados, útero, ovário, mamas, na mulher. Testículos, pênis, no homem. Os gametas, masculino e feminino, se diferem radicalmente. O espermatozóide, no homem, parece um girino, por isso (espermato = semente e zoide = animal) ele se movimenta por conta própria, e são produzidos, todos os dias aos milhares. Os óvulos, na mulher (óvulo, = ovo) são produzidos mensalmente, em número reduzido, é esférico, não tem movimento próprio, e se movimenta conduzido e impulsionado pelos movimentos dos órgãos internos da mulher. Não para aí, na cinta cromossoma (soma = corpo) (cromo = cor), ou seja, os corpúsculos genéticos que puderam ser coloridos, nos primórdios da ciência genética, são também profunda e flagrantemente diferentes, no homem e na mulher. Assim, em qualquer célula humana, há uma diferença tão gritante, ou mais gritante, entre o homem e a mulher, do que na diferença anatômica dos sexos. Está entendido isso?

Prazer!
Mas se o prazer sexual é a meta da felicidade humana, como querem, e defendem inclusive psicólogos de hoje, a mentira assim posta, nega essas diferenças, e nega sua função intrínseca, e as substitui pelo prazer. O sexo já não tem vínculo com o Gênero. Assim se o indivíduo se apaixona no âmago de sua patologia, por uma mulher de borracha, um vibrador, um robô, um computador, outro indivíduo do mesmo sexo, ele estará apto a defender a sua “livre opção sexual”, tanto como Calígula sendo Imperador em Roma, no auge de sua loucura, se achava no direito de ter relações com animais, ou crianças, ou grupos, ou pessoas do mesmo sexo, etc.
Ele, Calígula, estará exercendo a sua livre opção.

Lições.
Nossos antigos, ao nos legar a Historia e o relato de Sodoma e Gomorra nos ensinavam a prever, as conseqüências do homossensualismo. Os homossensuais existem há milênios, como também existem os homicidas passionais, os mal formados geneticamente, e outros desvios, visíveis ou invisíveis, porém, sua existência, embora aceita, nãos os legitima. Liberdade não é uma opção, é uma garantia coletiva. A Liberdade de opção que nós temos única possível é a liberdade de escolher entre os ordenadores, e os desordenadores de Deus.
As desordens de uma Família, sociedade vital, natural, anterior as Sociedades Ordenadas, se, agora em ordem da desordem, a “nova” família for fundada no hedonismo (união estável entre indivíduos do mesmo sexo), é tamanha a conseqüência, que a Sociedade como um todo ruirá.

Assim os mais diversos autores, inimigos ou amigos da Família (Homem, mulher e seus filhos), ao considerarem a Sociedade Doméstica, nunca, em tempo algum, negaram o seu papel fundamental como célula social, também, em tempo algum os homens desistiram de desordená-la ou reordená-la. Nisso tem se constituído as lutas da sociedade. O que nós verdadeiramente queremos?
Queremos tijolos sólidos, que são as famílias enquanto instituição natural, na construção da Vida Humana e da sociedade, ou nós as queremos esfarinhando-se. Ora, se esses tijolos esfarelam, toda a construção começa a ruir. A vida, no que é humana, e no que é animal, começa a ruir.

Estudar é prevenir.
No caso do acidente de Guarulhos, os peritos, procuram desesperadamente a seqüência de desordenadores, para tecer um procedimento ordenador, mais eficiente, para, se possível for, evitar outras catástrofes semelhantes. Urge que os profissionais de saúde retomem a peritagem dos desordenadores dos instintos, (medo neurótico à fertilidade, por exemplo) para que se possa recuperar a ordem natural, o sexo funcional, o bom e fértil sexo entre homem e mulher. O Ordenamento de Deus.
Sem ser piegas, é preciso lembrar: Não pecarás contra a Castidade. Esse é um ordenador, imperativo, nada sutil da Vida Sexual. Seu oposto, sua inversão, denuncia pó si só, grita e nos alerta. Diz ele no seu ato revolucionário: pecarás contra a castidade, com todos os seus vícios, em busca de uma satisfação insaciável, sem respeito ás relações afetiva, familiar, jurídica e social, por “Livre Opção” de uma satisfação doentia, narcísica (em espelho), nunca atingida.

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Quem não tem, aguarde que um animal comece a te perseguir na rua, que outro seja tomado de paixão sexual repentina por uma criança, (sua filha, por exemplo) que seu vizinho se esconda nos cemitérios esperando um novo cadáver, que seu irmão bata à sua porta para fazer “amor” contigo, ou, que sua mulher companheira e amiga, mãe de teus filhos, te abandone para ir viver com outra, ou outras, ou que tua filha traga o “casal” de amigos, que há fará feliz, para dentro de sua casa e de sua vida.

Pense:
Se a AIDS é uma desordem das defesas físicas (imunidade orgânica) dos indivíduos, ela teve origem incontestável na desordem das “Defesas Morais” (imunidade social). Teve origem no conseqüente e arbitrário uso irrestrito do sexo, das experiências genéticas e imunológicas em busca da quebra dos padrões tradicionais (quebra dos códigos de defesa) e dizem: sim elas dizem que em principio, as AIDS tiveram origem no sexo com animais, e experiências de transgenia (cruzamento fértil de macacos com óvulos humanos). Experiências tais como a gonorréia, obtida em cachorros, e a AIDS, obtida de macacos, tiveram origem no sexo com animais. É mole ou quer mais?
É suficiente essa argumentação?
Ou você me dirá. Mas essas coisas sempre existiram. Elas existiam sim e nós a combatíamos. Elas desordenavam e nos reordenávamos. Agora, nos acovardamos. Elas existem em cada vez maior número, demonstrando cada vez maior desordem, e nós não as reordenamos. Omitimos-nos para não sermos discriminatórios. E se simples fato de existirem já as justifica, então nunca mais me fale em violência, pois elas, as violências, também sempre existiram, e como seu número aumenta a cada ano, devemos aceitá-la covardemente, como “natural” do gênero humano, pois o primeiro violentado, me desculpem, é o próprio Deus. Escarramos em sua cara e esperamos Dele carinhos. Somos umas gracinhas. E se podemos, ou achamos que temos o direito de violentar crianças inocentes pelo aborto em nome da “liberdade sexual”, porque haveríamos de esperar que, nós, que não somos tão inocentes assim, haveríamos de escapar da violência futura, conseqüência de nossas próprias violências à Vida e a Sociedade?

Wallace Requião de Mello e Silva. Psicólogo.







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domingo, 28 de agosto de 2011

Tu és um Pequeno Relógio.

Rememorando a lição de casa.

Alguém sabe me dizer o porquê de os diversos tipos de macacos existentes não terem se tornado homens? Muito embora em milênios de convívio com seres inteligente (como deveriam ser os seres humanos) não evoluíram?

Alguém pode me dizer depois de tantos milênios por que os homens não evoluíram para outro ser, digamos superior?

Alguém pode me dizer se é verdade que somos o resultado da evolução em cadeia desde seres unicelulares ate os macacos, e deles ate o homem atual, o porquê de não respeitarmos esse nossos antepassados a ponto de muitas vezes comê-los? Interessante.

Há quem diga que a evolução do homem será uma espécie de homem cibernético, uma mistura de eletrônica com a biologia, capaz de se reproduzir. E que nós os homens atuais seremos criados em gaiolas, para diversão, alimentação e fornecimento de órgãos.

Não me parece que estejamos longe disso, pois as crianças parecem já não terem personalidade e identidade, e o que é pior, qualquer valor longe de seus eletrônicos. Já há uma simbiose, se é que podemos dizer assim.

Se o futuro aponta esse caminho, poderíamos dizer então que o homem criou a sua evolução, produziu um novo ser, que ao invés de amar seu criador, assim como o homem não ama os seus antepassados, a nova criatura sujeitará os homens, como os homens sujeitaram os animais que lhes precederam. É a velha história da criatura se rebelando contra o CRIADOR.

Certa vez eu ouvi algo assim: Um homem com um relógio de pulso na mão argumentava de como fora preciso séculos de tecnologia para dominar as ligas metálicas, a tornearia, o vidro, os plásticos, a eletrônica, para se chegar a produzir um relógio de pulso eficiente e exato. Concluía ele: pois para que um relógio de pulso existisse algumas coisas foram necessárias: Uma finalidade ou propósito, inteligência e vontade, ora, uma consciência que desejou e projetou essa preciosa maquina. Interrompia sua fala e esperava. Quando percebia que todos já haviam percebido seu raciocínio, ele então, quase gritando dizia: Pois olhem a mão que esta segurando esse relógio, olhem o homem a quem pertence essa mão, olhem o homem cuja inteligência e técnica, projetou e construíu esse pequeno relógio de pulso e me respondam: Esse homem nasceu por acaso? Ou houve uma intencionalidade, um projeto, uma vontade e uma inteligência anterior e criadora do homem?
Pois é, mas o homem nega o seu criador e não o ama. Muitas vezes não o reconhece, não quer ter origem e nem participar dos desejos de seu criador e nem corresponder à finalidade para a qual foi criado. Ele, o homem acha que isso o humilha. Acredita-se criador de si mesmo e livre, e por esse motivo será escravo das suas criações. Ao rejeitar o amor que o criou, e a imensa obra que o antecedeu, tornando-se não mais a razão do amor de Deus, mas, apenas mais um elo de uma cadeia cega de elementos ocasionais numa evolução cega. Pois cego é o homem diante do seu futuro.

Assim lemos em Genesis: No início era o Verbo. Alguns traduzem como: No inicio era a palavra; todavia o sentido primeiro é VERBO, a palavra que expressa a AÇÃO. O Verbo é a ação, o projeto e a intencionalidade criadora. Verbo é a inteligência e vontade de Deus. Verbo é Deus.

 Leiam essas primeiras palavras da Bíblia em Gênesis, e nós vamos começar a entender a intencionalidade e projeto de Deus sobre nós. Desse entendimento nos virá à liberdade, o amor e  o profundo respeito aos que nos antecederam, o desejo sublime de participar dos planos de DEUS devolvendo-lhe em nossas vidas o TRONO, o Cetro,  a Gloria de criador de todas as coisas.
E nós? Nós somos " Pequenos relógios".








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domingo, 14 de agosto de 2011

Nós não somos filhos do sexo esteril, mas do sexo fecundo.

Dia dos pais.
Vamos começar esse texto pelo seu fim.
Ninguém quer morrer. Então quase todos nós temos apego à vida. Consciente ou inconscientemente temos alguma gratidão pelos nossos pais. Disse pais, no plural, ou seja, pai e mãe. Todos nós temos alguma gratidão pela vida que recebemos dos pais. Paternidade e maternidades são se postos assim sinônimos, pois, ninguém é pai ou mãe sozinho, há uma parceria dos sexos. Paternidade e maternidade dizem respeito ao ato sexual fecundo que gerou nova vida.
Embora Deus seja o criador de tudo, ao criar Adão do barro, precisou da parceria da Mãe Terra. Se pensarmos bem, somente Deus é PAI, pois ele não teve começo e não terá fim. Pois PAI aqui é entendido como origem. Mas O VERBO, incriado quis se tornar carne e habitar entre nós, e para isso escolheu a mulher. Donde o Deus Filho, segunda pessoa da Santíssima Trindade, também quis a parceria com a mulher para nascer.
Afora estes dois casos, todos nós nascemos de um ato sexual fecundo entre um homem e uma mulher. Padres ou freiras, santos ou pecadores, bruxos ou xamãs, cristãos ou não, perfeitos ou deficientes, todos nos tivemos pai porque tivemos mãe, e todos tivemos mãe porque tivemos pai.
Assim na sua origem o dia comemorativo dos pais era um elogio ao casal, homem e mulher que geraram a nova vida humana. Com o tempo separaram o dia comemorativo do sexo fecundo em dia das mães, e dia dos pais, se pudessem existir um sem o outro. Nessa nova idéia já se implantou a semente da negação da vida como fruto do amor fecundo.
Portanto o sexo fecundo que é natural e anterior ao Estado, ou seja, a ordem social constituída obedecia a regras de instinto que garantiam a sobrevivência mutua dos pais e sua prole, donde a família é clara instituição natural.
O instinto é inconsciente, portanto em sua origem o amor e o sexo fecundo têm fundamento inconsciente, donde a base do sexo fecundo é a irresponsabilidade e não a responsabilidade. No mundo que criamos, onde a economia (que é fruto do trabalho humano) ganhou foros de maior importância do que a vida se fala em paternidade responsável. Vejam vocês de novo, paternidade aqui é sinônimo de maternidade responsável. Ora mas em nome dessa responsabilidade, matamos pelo aborto, impedimos a fecundidade pela contracepção, e ao mesmo tempo, que queremos viver o instinto sexual livremente. Vemos então um predomínio do egoísmo, uma sutil negação de que alguém teve “irresponsabilidade instintiva” suficiente para que nós nascêssemos geração pós-geração para que estivéssemos todos no planeta.
A instituição natural do sexo fértil foi então normatizada, com regras que impediam alguns comportamentos que a própria natureza comprovava serem eles inviáveis, o sexo entre irmãos, entre filhas e pais, ou filhos e mães (ver na bíblia os muitos casos) para tornar-se fora do grupo familiar uma relação fértil e progenitora, ou seja, a geração, proteção, manutenção e educação da vida gerada. A racionalidade regulamentava e reconhecia a base instintiva da necessária permanência do casal humano para a consecução da paternidade no grupo a que pertenciam, donde a união fértil se faz regra natural instintiva e social. Donde adultério vem de adulterar, ou seja, falsificar as regras naturais do instinto e da sociedade que as reconhecia.
Assim caminhou a humanidade através dos milênios, com a maternidade e paternidade vividas como natureza intrínseca do ser humano, donde todos somos filhos do sexo fértil seja responsável ou irresponsável. Ninguém, portanto desiste da vida que recebeu por que sua mãe ou pai foi irresponsável ou porque foi responsável, ou seja, em outras palavras porque respondeu habilmente ou inábilmente as exigências da paternidade ou maternidade uma vez que concebeu uma nova vida.
Aqui nos encontramos em uma encruzilhada, ou aceitamos a vida (com ou sem responsabilidade) ou criamos uma mentalidade anti-vida, que é em essência uma violência a própria vida, ao instinto de preservação da vida, ao próximo e a sociedade como um todo. Pois é o ato máxime de egoísmo e individualismo. Nós nascemos isso nos basta, que se dane o outro. Ao mesmo tempo e contraditoriamente em que queremos gozar o sexo incontroladamente, mas sem os seus frutos. Temos então o genocídio como licitude. O sexo infértil como ideal, e o fruto do sexo como ameaça ao nosso egoísmo.
A compreensão das regras naturais do sexo fecunda extensivas as necessidades da prole gerada é o que os sociólogos chamam de sociedade domestica, célula mãe da ordenação social.
Entendido isso, podemos entender que a Igreja, apoiada nos ensinamentos de Jesus Cristo elevou o sexo fecundo numa união estável pelos maiores interesses da prole e dos cônjuges a sacramento. Devolvendo a instituição familiar original, “homem e mulher os criou” a dignidade sagrada, absolutamente necessária para se estabelecer no mundo uma sociedade cristã, ou seja, segundo os ensinamentos de Jesus Cristo. A sociedade Cristã necessita da Família unida pelos laços matrimoniais Indissolúveis. Daí, como em todas as demais sociedades, se suporta a perfeição da ordem social cristã.
Sabedores disto os inimigos do cristianismo atacam a instituição do casamento sacramento e seus princípios com o único intuito de derrotar o cristianismo e sua força na sociedade contemporânea.







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domingo, 31 de julho de 2011

O General tem razão.

( outro texto encontrado em meu arquivo pessoal que já possui mais de seis mil textos).

O General comandante da Amazônia dará satisfação ou explicações ao Presidente da Republica. Todavia mesmo desconhecendo os detalhes dos motivos da querela, devo dizer antecipadamente que o general está absolutamente certo. As terras indígenas, conforme reza nossa Constituição Federal pertencem em primeiro lugar a União, ou seja, por extensão a todo o povo Brasileiro. Assim como o subsolo. No artigo 20, inciso XI, leremos: São bens da União: ... “as terras tradicionalmente indígenas”. Ora leremos também, no mesmo artigo, e no mesmo inciso, no § 2º o seguinte: “A faixa de até cento e cinqüenta quilômetros de largura, ao longo das fronteiras terrestres, designada como faixa de fronteira, é considerada FUNDAMENTAL PARA A DEFESA Nacional, e sua ocupação e utilização serão reguladas em lei. (qual lei?) E serão reguladas por lei, diz a Constituição, independentemente de serem terras indígenas ou não. Leremos também no inciso XXII do artigo 21, que compete a União: executar os serviços de política marítima, aérea e de “Fronteira”. Ora, isso indica ser imprudente e dificulta a defesa, demarcar terras indígenas em áreas contiguas que atravessam fronteiras, onde o índio, e seus pertences e estrangeiros acompanhados de índios, podem atravessar, impunemente de um País para outro. Seria isso, mal menor, se os índios, na sua maioria, vivessem a vida de silvícolas, mas hoje são instrumentalizados por organismos internacionais que impõe um discurso que põe, ao fim e ao cabo, em risco a soberania territorial brasileira. Cabe ainda salientar, que o subsolo e suas riquezas, pertencem à União, e que a Constituição, não permite o garimpo em área indígena, e quando essa for executada, somente pelo Estado e sob sua fiscalização. Em terras indígenas caberá ao índio, apenas, o uso fruto dos frutos do solo, dos rios e dos lagos, e não lhes cabe o fruto da lavra que pertence a União, como podemos ler, no parágrafo segundo, e como poderemos ler, no artigo 174, parágrafos 2º e 3º, (sobre o garimpo) que estão excluídos, no caso de terras indígenas, como lerão claramente também no artigo 231, parágrafo 7º. No artigo 231 também leremos que compete a União demarcar as áreas indígenas, donde se conclui, por força da Constituição, serão respeitadas e preservadas para a defesa das fronteiras nacionais, os 150 quilômetros de largura em toda a extensão na área de fronteira, uma vez que no mesmo artigo, no parágrafo 4º lê-se: As terras de que trata esse artigo, são inalienáveis e Indisponíveis, e os direitos sobre elas imprescritíveis, o que obriga a União a tomar todo o cuidado ao demarcá-las excluindo-as (áreas índias) das áreas de fronteiras para não abrir furos, ou buracos (ideológicos –populacionais- e territoriais) na soberania do território nacional na sua integridade territorial. Como o mesmo artigo prega ou reza que cabe a União demarcá-las, protegê-las e fazê-las respeitar a todos os seus bens, e a União só tem para esse fim, preferencialmente as Forças Armadas nos parece que as observações feitas pelo General Augusto Heleno, quaisquer que forem, são ou foram, além de prudentes, leais a missão de proteger o solo pátrio, leais a Constituição Federal, à Presidência da Republica, e cautelosa, pois muito provavelmente, essas áreas de fronteira, até hoje não foram suficientemente reguladas em leis complementares, tendo em vista, sempre, os maiores interesses de todo o povo Brasileiro, do qual, quer queiram quer não, fazem parte os indígenas. Já no artigo 231 parágrafo 5º, a Constituição autoriza a remoção (excepcional) dos índios de suas terras tradicionalmente ocupadas. Quando?...Lê-se que um dos fatos justificativos é justamente o interesse da soberania do País. Ora, se assim é, ainda que transitoriamente, uma área de fronteira, se considerada pela Constituição no seu espírito original, é área de Segurança Nacional, é área de constante interesse para a Soberania do País, posto que o risco seja permanente, o que torna permanente a necessidade de remoção das populações indígenas dessa faixa, e assim não poderemos tergiversar sobre seu interesse imprescritível quanto à necessidade de defesa da Soberania Territorial do Estado Brasileiro, nas suas fronteiras nacionais.  Afora o contrabando de riquezas facilitado nos territórios indígenas, há a questão do trafico de drogas. O resto me parece, bagatela. Sobretudo, porque a área em questão é riquíssima e visitada constantemente por entidades estrangeiras que já se estabeleceram na área indígena.

Wallace Requião de Mello e Silva.

    Para o G 23 de Outubro.





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sábado, 30 de julho de 2011

Força Aérea Brasileira.



Eu sou um apaixonado pelas coisas da aviação. Mais ainda apaixonado pelas Forças Aéreas Brasileiras, sobremodo pelo trabalho humanitário que fazem nesse Brasil. Mas olhando as fotos abaixo somos obrigados a confessar diante do mundo que não temos força aérea militar. Se somarmos todas as aeronaves de combate da chamada América Latina, teremos algo correspondente a menos de 10% do que podemos ver nas fotos abaixo. O deserto de Tucson USA guarda nada mais que 4.400 ( quatro mil e quatrocentas aeronaves de combate operacionais) tratam-se de aeronaves, digamos, superadas por suas irmãs mais  novas  em  operação  naquele país. E eles tem aeronaves operacionais espalhadas pelo mundo todo, 
Isso nos faz pensar se nós otimizassemos a nossa economia, impedindo a evasão de riquezas não renovaveis, e o desperdício do dinheiro publico, se não poderíamos ter desenvolvido uma verdadeira FORÇA AÉREA BRASILEIRA, afinal somos o país do pai da aviação. Mas como colónia "branca" que é o que somos, submissa,  parece heresia pensar e propor algo como isso.

Nós ainda formamos nossos pilotos de combate nos velhos T25, é inacreditável.











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sábado, 9 de julho de 2011

As fronteiras do Israel das promessas.

As fronteiras da Promessa e a paz no mundo. ( publicado em g 23 presidente)

Todo o mundo já se preocupa com as lutas israelenses/ palestinas. Sobre modo as questões de ocupação e fronteiras.

Toda a argumentação de Israel é calcada em uma promessa feita a Abraão. Questão religiosa.

Abra um Mapa do Mundo e veja onde está posicionado o Nilo e o Eufrates, os grandes rios da antiguidade.

Fez isso?

Então podemos continuar. Em Genesis 15, 18 leremos o seguinte: “Naquele dia Deus fez aliança com Abraão: Eu dou, disse ele, esta terra aos seus descendentes desde a torrente do Egito ate o grande rio Eufrates”.

Em principio, se traçarmos uma linha paralela ao tropico de câncer, do Nilo ao Eufrates, o território descrito, vem desde o Egito, passa pela península do Sinai, Gaza, Jordânia, norte dos Emirados Árabes, Iraque e Kuwait. Mas esses são os limites Leste/ Oeste. Mas o Norte /Sul? Onde começam e onde acabam?

Ora o Nilo é um rio calmo, e suas torrentes, começam nas cachoeiras do Nilo, já nos interiores da África. O Nilo tem quatro grandes torrentes, corredeiras, ou cataratas. A qual delas se refere as escrituras? Provavelmente se refere à catarata Victoria nas proximidades das minas do Rei Salomão, ou àquela outra próxima da Eritréia. Não sei como pensavam os antigos.

Então, estamos falando de uma terra que se estende de Sul a Norte desde os interiores da África até o Mar Negro. Algo muito maior do que o pequeno território de Israel criado em 1948. Ou seja, a pretensão real dos judeus, é muito maior do que seu pequenino Estado de Israel. Muros de cimento não escondem as intenções de expansão.

 Impossibilitados da conquista de todo o território da Promessa Bíblica, anteviram a necessidade de se criar um domínio mundial, político, financeiro e globalizado, um governo único, para enfim, determinar sem resistência os limites e o domínio de Israel. Duro, no entanto, será, uma vez conquistado o poder no planeta, sujeitar os povos à soberania de apenas um pequeno território que vai, para alguns, da Etiópia, Eritréia, Egito ao Eufrates. Passando por Gaza, Líbano, parte da Siria, Turquia e Armênia, Irã, Iraque, Kuwait e como não há limites ao sul, quiçá, possamos dizer: até a Arábia Saudita e o Iêmen. E isso cheira a enxofre, a luta armada. Indica uma resistência e um conflito que levará a uma guerra mundial.

Espertos, pretendem o domínio financeiro e militar do mundo, para garantir a pretensão de supremacia da política mundial. O projeto esta em andamento. 

Existe outro critério, o das tribos ou povos citados, mas este critério esbarra no povo Heteu e sua natureza indo ariana. Então não vamos desenvolver aqui o tema.



Não quero gerar polemica religiosa, apenas realçar que as escrituras determinam, na verdade, territórios muito mais amplos que o ESTADO DE ISRAEL, e isso nos mostra, dado aos fatos políticos e militares no territorial israelita, uma, futura e incurável, rejeição da Paz.

Para quem criou e defende uma economia e uma ideologia sem fronteiras, poderiam dar o exemplo, derrubando os seus muros de concreto, e declarando Israel território da humanidade, território sem fronteiras, não mais gerido pelos israelitas que viveram sem pátria por tantos anos, e diga-se a verdade, criado o seu Estado para lá não voltaram, mas pela " ONU" por eles ( pelos judeus)mesmos criada, afinal, não querem eles, que todo o mundo se submeta a um governo Mundial? Dêem o exemplo.

Antes da criação de Israel, judeus pretenderam construir Israel em diversos locais do mundo. Leiam sobre o Barão Maurice Von Hirsh e o Estado de Israel em Entre Rios na Argentina. Depois pesquisem outras tentativas do gênero, incluindo a curiosa experiência na Amazônia.

Para a reflexão e estudo de todos.

Wallacereq@gmail.com.




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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Uma idéia revolucionária.

Uma idéia revolucionária.

A primeira vez que ouvi falar dessa analise, capaz de identificar a um só tempo o nível de qualidade de vida, a distribuição de riquezas e o estagio de desenvolvimento de uma nação em seu território, foi em uma palestra de um Ex. Ministro da Defesa do Paraguai.

Aquilo ficou em minha mente.

Hoje quando recebi da monja essa imagem abaixo, me despertou a vontade de disponibilizar a tal idéia.

Observe atentamente a imagem. Dizem que é uma foto de satélite, mas não é, é uma animação sobre mapa, pois uma foto de satélite não teria as distorções cartográficas encontradas nessa imagem. Não há nela em nenhum de seus quadrantes nuvens, o que no parece impossível. Essas imagens artísticas e apresentadas como fotos reais de satélite, fazem parte daquele conjunto de estratégias de formação de uma opinião publica mundial, favorável as leis ambientais transnacionais, que em última analise criam a “jurisprudência” internacional que permitirá a implantação de um governo Mundial.

Talvez você não acredite no que estou dizendo, mas é fato concreto muito usado na cartografia.  As deformações técnicas cartográficas produzem uma falsa interpretação dos volumes no globo terrestre. Se você tiver oportunidade, apenas para adquirir um conhecimento básico de cartografia, consulte o livro do Capitão- de- Corveta, Mucio Piragibe Ribeiro Bakker, titulado Noções Básicas de Cartografia, editado pela Marinha do Brasil em 1965.

Se olharmos a tal imagem disponibilizada , vemos que a iluminação é indicativa do grau de desenvolvimento de uma dada região do globo. Também podemos intuir a distribuição das riquezas e da tecnologia por superfície terrestre. Salta aos olhos a pobreza do continente africano. Retalhado em colonias pelas nações européias que se apropriaram de suas riquezas sem nenhum beneficio deixar.

Salta também aos olhos o estagio encontrado na Índia, tanto sob o ponto de vista do desenvolvimento energético como sob o ponto de vista de sua distribuição.

O Brasil, e uma enorme gama de países sul, americanos, denunciam que em suas terras mais interiores, nada há em termos de distribuição energética, e o curioso é que essas mesmas áreas correspondem às áreas mais ricas tanto ambientalmente como em termos de riquezas não renováveis. Nesta escuridão brasileira existem enormes hidroelétricas que servem quase que exclusivamente as mineradoras e a pesquisa e exploração do petróleo. Naquele breu amazônico vivem mais de dezoito milhões de pessoas, imaginem pelos critérios da imagem o estado de desassistência em que vivem.

Áreas geladas poderemos supor (mas não afirmar) que tais áreas necessitam muito de eletricidade para a manutenção de vida humana com alguma dignidade. Pois também nessas áreas, como Alasca, Sibéria, a energia serve apenas à mineração e a produção de petróleo. Outras áreas haverão de serem também assim.

Surpreende a presença de luzes no deserto arábico, todavia é preciso lembra que também ali  se trata de uma região petroleira.

Se pudéssemos levantar dados sobre o tipo de usinas para produção dessa energia de iluminação (atômica, térmica, hidroelétrica) estaria denunciada a total falta de igualdade na distribuição e no consumo dos combustíveis, para a manutenção de parcela da população, em contraponto com as áreas escuras do planeta que são sem sombra de duvida as que mais fornecem minerais e energia ao mundo dito tecnológico.

Termino aqui esse registro, para que pessoas mais doutas no assunto se inspirem e levantem dados sobre mais essa forma de avaliar as injustiças do mundo, e as estratégias de “reservas energéticas e minerais” nos países pobres pelos espertos, não países ricos, mas grandes capitais que dominam o setor energético e mineral, e  hoje tudo isso esta escondido sob o discurso do ambientalismo.

wallacereq@gmai.com







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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Um testemunho da mudança dos costumes através dos tempos.

Parece brincadeira mas não é. Parece um elogio ao governo militar, mas não é. É um testemunho das mudanças reais que vêm acontecendo nos ultimos anos. Autoria desconhecida. Veja!!!


Que interessante!

Entre 1964 e 1985 - OS ANOS DE CHUMBO
 A época da ditadura podíamos acelerar nossos Mavericks acima dos 120km/h sem a delação dos radares, mas não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos cortar a goiabeira do quintal empesteada de muitas taturanas sem que isso constituísse crime ambiental, mas não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos tomar nossa redentora cerveja após o expediente sem o risco de sermos jogados à vala da delinqüência, mas não podíamos falar mal do presidente.

Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei negão), credos (esse crente aí) ou preferências sexuais (fala sua bicha) e não éramos processados por isso, mas não podíamos falar mal do presidente.

Íamos a bares e restaurantes cujas mesas mais pareciam Cubatão (na época a cidade mais poluída do País) em razão de tantos fu mantes, os quais não eram alocados entre o banheiro e a coluna que separa a chapa, mas não podíamos falar mal do presidente.

Cantávamos a menina do contas a pagar ou a recepcionista sem medo de sofrer processo judicial por assédio, mas não podíamos falar mal do presidente.

Hoje a única coisa que podemos fazer é falar mal do presidente! Que merda!


Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente



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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Isto tem remédio?

Tem remédio?

O Kart que você vê na foto custa na China 900 dólares. Trata-se de um Kart de 20 HP, com partida elétrica, cinco marchas, freio a disco nas rodas dianteiras, motor durável de 200cc, completo com rodas e pneus.

Acontece que para importá-lo cada dólar custará três dólares, ou seja, o preço já se multiplicou por três. Ai vem 30% de impostos sobre a mercadoria e o transporte, sem contar taxas aduaneiras etc. Depois como o Brasil é grande, acresce-se o transporte interno a preços praticados no Brasil. Pneu é borracha e nesse item os trustes têm defendido especiais.

Como o brasileiro é sempre vítima do sistema fiscal, e muiiiiiito honesto, ele coloca 3.0, ou seja, 300% sobre o total da despesa. Fez as contas? O brinquedinho já esta bem caro competindo no mercado de consumo com motos e automóveis. Não bastassem, as peças, o item não é perfeitamente intercambiável com as nacionais, a garantia não será assumida por ninguém (e o brinquedo é bem caro)... Resultado torna-se inviável para 99,9% da população brasileira. Abortaram o mercado. Nos dê,  dez razões para isso?

Quando isso terá remédio?

Solução?




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quinta-feira, 9 de junho de 2011

A instituição do CAOS

A instituição do caos.

Se nós percorrermos todos os autores, que defendem ou atacam a família cristã, por exemplo, de um defensor como Leonel Franca em “A Crise de Nosso Século” ou um inimigo como Bronislaw Malinowiski em “A vida sexual dos selvagens”, chegaremos numa conclusão das mais óbvias onde todos concordam, a família ordena as sociedades e os Estados. Não fosse ela importante na ordem natural, nunca se gastaria tantos recursos midiáticos para atacá-la. De ambos os lados se reconhece que na família esta a fonte do poder, da ordem, e da economia social. No coração da família, está o sexo, e este tem por função natural a preservação e propagação da vida. Portanto o ordenamento sexual é absolutamente necessário tanto para a geração, segurança, propagação e educação da vida gerada, como para o ordenamento do Estado.
 Militares (guerreiros) desde as mais remotas antiguidades já sabiam e usavam, entre outras técnicas e estratégias para enfraquecer os inimigos, a de envenená-los, entorpecê-los e minar-lhes as famílias, o que traria a imediata desordem de comando. A Inglaterra, por exemplo, chegou a instituir o direito de primogenitura, ou seja, se dava o direito de ter um inglês à primazia sobre o primeiro filho das mulheres dos povos vencidos. Outros sem delongas lhes tomavam as fêmeas. Ora parece obvio o objetivo disso.

Cinqüenta anos atrás, se alguém publicamente, defendesse o “casamento” de dois homens ou duas mulheres... Correria o risco de ser considerado sem juízo. Isto por que casamento vem de casal e do derivativo acasalar, e não há casal entre dois machos, muito menos sexo, pois não há o encontro do sexo masculino com o feminino, o que caracteriza o casal e o acasalamento. Pela via do direito de família, não há consumação do sexo entre dois machos ou duas fêmeas.

Mas o tempo foi entorpecendo a lógica dos fatos, e os povos, sendo enfraquecidos propositadamente de tal modo que óbvio já nos parece “hermético”. Perdeu-se a noção básica de finalidade do casal, donde por conseqüência, estaremos descendo a ladeira do sexo, como, surpreendentemente, para atacar a família cristã, Malinowiski se obrigou a demonstrar: quanto mais promiscuo e desordenado o ordenamento sexual de um povo, mais primitivo ele o é, mais próximo da vida animal está... E mais próximo de ser reordenado em favor da vida pelo cio, como os irracionais o são.

Recentemente a filha do ex. ministro da cultura do Brasil, declarou-se bi sexual. Nenhum alarde ou surpresa, no entanto a palavra bi-sexual quer dizer do individuo que possui os dois sexos, ou seja, hermafrodita. Mas a filha do Ministro da cultura não sabe destas coisas, e certamente não sabe que em toda a história médica nunca se encontrou um único caso de hermafroditismo verdadeiro e viável na espécie humana. Então o que a filha do ministro quis dizer é que é promiscua, ou seja, que sente prazer erótico tanto com homens como com mulheres. Ora, há os que sentem com animais, maquina vibradoras, bonecas, drogas, e uma infinidade de experiências, todavia isso é erotismo, mas não é sexo. Mais grave que isso, e os legisladores brasileiros não querem olhar de frente, em menos de dez anos, pessoas como a filha do ministro estarão exigindo o direito de “união estável” como uma mulher e um homem ao mesmo tempo. Ora, mas o homem dessa parceria pode ter ou outro homem ou outra mulher, pois podemos julgar que também ele se ache um bi-sexual. E a mulher... Também ela poderá ter suas preferências... Então estaremos diante da poligamia, da poliandria e das uniões poligâmicas. Mas e se houver nisso a Bestialidade? A Pedofilia? A Necrofilia? A Gerontofilia? O Sadismo? O Masoquismo?... Pois desvinculado o sexo de sua função diante da vida restou-nos uma salada de desejos sem fim defendidos em nome da satisfação pessoal e da “felicidade” individual.

Cinqüenta anos atrás, no Congresso Nacional, se eu defendesse que estaria-mos defendendo o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, alguém diria: Nunca; isso nunca acontecerá. Do mesmo modo, as uniões múltiplas serão defendidas em plenário sem que ninguém as conteste por medo do peso da pressão midiática.

Por que não se diz que a pedofilia é conseqüência ao conjunto de ataques que a sociedade faz à pureza e a inocência. Porque as pessoas ainda têm sensibilidade aos ataques sexuais as crianças e já perderam a sensibilidade aos ataques a vida, ataques de fundo sexual, sofridos no útero da mãe, com requintes de crueldade médica, que são o aborto, a anticoncepção, a vasectomia, o rompimento das trompas ovarianas?

São violências ao fruto do sexo, e a natureza do sexo, e a finalidade do sexo. A palavra Ab USO, ou seja, abuso sexual se traduz  do latim,  por mau uso do sexo. O que estamos vendo é a gradativa “Legalização do mau uso do sexo”.

Quer queiramos quer não, estamos tomando a ladeira que ira derrotar de vez o Estado, na verdade o Estado construído sobre valores cristãos. O que virá em substituição? No que resultaram os Estados não Cristãos nestes últimos 1000 anos?

Quem teria interesse na derrocada dos valores cristãos? Alguma nação, alguma religião? Algum interesse econômico? Não propriamente, estes só têm interesse na justa medida que se apegam ao Inimigo de Cristo, à antítese de Cristo, ao anti-AMOR... Que a nosso ver é a raiz do imperialismo, seja ele islâmico, sionista, materialista e ou cristão. O anti amor é a teoria de domínio.. É o domínio do orgulho humano a opor-se a Deus, é a replica do grito satânico: Nós somos como ele. Dominamos e não serviremos, nem a Deus, nem aos homens, nem aos filhos dos homens... Seremos o que somos Espíritos Maus, a servir ao Mal, que os homens já não temem, pois já não acreditam que ele exista. E se o Mal não existe, não há Bem a ser defendido... Pois, não há bem nem mal... O que nos resta é viver intensamente o agora, cheirar o nosso pó, fumar nossa maconha, dar o cu ou comê-lo aos outros

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Vejam esse filme e reflitam sobre essa realidade.

Os chamados trens rodoviários, muito usados no Canadá e Argentina são sem duvida uma das mais económicas soluções de transporte em algumas regiões do pais. Porém elas trazem alguns perigos que não estão sendo considerados na atual legislação. Como o código de transito é nacional, uma vez aceito o seu uso eles estarão automaticamente autorizados a rodar por todo o país, o que trará enorme perigo nas rodovias. Deputados e senadores deveriam se debruçar sobre a questão. Número máximo de articulações, sinalização traseira origatória, velocidade máxima, são temas que devem ser considerados. Imaginem uma frenada de emergência em um comboio como esse que você verá. Ou uma ulttapassagem sem visibilidade, ou visibilidade restrita, ou um capotamento,ou ainda um veículo desses acidentado interrompendo uma rodovia. Sou um defensor desses veículos, em    agumas regiôes todavia eles precisam ser regulamentados tanto no uso ( local e velocidade de uso), porte, segurança e sinalização.
Você vê uma carreta com 130 metros de comprimento e o cavalo cheio de peso para tracionar nada mais do que dez articulações ou vagões. Pense nisso. Pense no raio de curva. Pense no perigo. Hoje elas já são de uso comum no Mato Grosso  onde as estradas são grandes retas.

O que esse filme mostra é o desejo de Trens verdadeiros.

Colaboração Major Ramos, piloto de helicópteros.

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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Eu vim das estrelas!

Depois de sessenta anos terrestres, ou solares, vivendo no espaço sideral entre estrelas ( o que há entre estrelas? Vácuo ( nada) e as diversas energias luminosas, portanto eu sou um "nada" filho da Luz) e descansando no Mundo da Lua, eu desci. Tenho uma MISSÃO.
Vim para o Sacrifício, vim para ajudar o Super Homem. Sei, ele dirá, acostumado que esta em ser o numero um, que não precisa de ajuda. Mas eu vim para ajudá-lo. Tenho dons muito raros, diferentes dos de Cripton. Vim iluminar um setor de sua mente, e mostrar o que existe entre o tic e o tac de um relógio.

Não eu não sou maluco, eu escrevo em parábolas.... para você... ou entender, ou não entender.




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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O polemico texto: Linha Direta."


Nossa Senhora de Montes Claros, padroeira da Polônia.

Linha direta.
Esse texto é dedicado à leitora Telma Guedes que fez o seguinte comentário sobre esse tema: “Gosto destas reflexões”.
A palavra contradição tem uma etimologia complexa. No entanto o seu sentido usual é simples e claro. Contradizer é ato de dizer o oposto do que está dito, ou fora dito. Em termos de religião não se trata de revolucionar a doutrina, mas a contradição aparece como um sinal, um alerta de que os fatos não estão se ajustando. Via da regra os exegetas tem solucionado as contradições que surgem no estudo das Sagradas Escrituras
Bem eu não sou um especialista no assunto, muito menos um exegeta (perito nas línguas originais e nos sentidos usuais em cada época das palavras nos textos bíblicos).
O que faço neste simples texto é levantar a polemica.
Duas idéias eu gostaria que o leitor (a) mantivesse em mente durante a leitura. A primeira é que as Sagradas Escrituras foram purificadas, adensadas, e iluminadas pelo Espírito santo de tal modo que nem as vírgulas são sinais desprezíveis, como alias lemos em João no final do Apocalipse.
A segunda idéia, é que o mágico, o ilusionista, faz todo o esforço para desviar a atenção da verdade, para que o espectador se iluda, ou tenha os sentidos iludidos, de modo a não descobrir a verdade dos fatos. Então quando vemos autores judeus, focando um tema religioso qualquer, eles via da regra estão distraindo a atenção do fato principal, para esconder a contradição dos fatos históricos, iludindo-nos. É a arte da dissimulação de propósitos.
Bem entendido esse ponto podemos então entrar no assunto.
A Antiga escritura dos hebreus, em Gênesis nos diz que Deus Criou o Homem do Barro. Ora que cor tem o barro? Marrom, negro, arenoso? Se a Sagrada escritura usa essa palavra ele assinala um símbolo concreto que se refere, não só a origem terrena de Adão, como quanto à sua cor. Adão era negro? Sim era. No entanto os judeus em um filme recente fazem um jogo de palavras que atribui à cor vermelha a Adão. Dissimulação.
Não seria temerário acreditar que os descendentes de Adão também o fossem. Eis a contradição.
Olhem agora para essa imagem acima. O que vocês vêem nela? Uma mulher branca e uma criança branca? Uma mulher pobre, pastoril, e uma criança pobre nascida em uma manjedoura? Eis a contradição, seja ela aparente ou não. Um sinal de alerta que atravessou o tempo.
Vemos uma mulher no mínimo parda, morena, e vemos uma rainha, rica exuberante nas vestes. O menino um pequeno Rei, como seu cofre de jóias na mão provavelmente guardando a LEI, uma pequena ARCA DA ALIANÇA, ou seu símbolo. Seriam eles, em Linha Direta, descendentes de Adão? Quanto a Carne certamente, porque as Sagradas Escrituras não atribuem outra origem aos homens. Embora depois do Dilúvio Universal, os homens que sobrevivem são filhos de Noé * que provavelmente era negro, agora já não Deus, mas uma maldição do próprio Noé teria estabelecido uma hierarquia de serviços entre os seus filhos, dando ao mais novo, a maldição da escravidão, ou seja, o serviço aos serviçais, e os estudiosos viram nisso, em Can, a origem dos povos negros. Eis ai a contradição e a dissimulação da cor de Noé.
Interessante que essa obra retrata de Nossa Senhora, guardada na Polônia é atribuída ao apóstolo Lucas, medico contemporâneo de Jesus, que a teria pintado em uma taboa de mesa. Poe que faria tão grande contradição o apóstolo? Que sinal quis deixar?
Moisés não poderia ser propriamente Branco, pois passou despercebido como filho legítimo da princesa egípcia. No mínimo ele teria a cor caramelo do egípcio, não poderia ser o branco de olhos azuis dos “askinazin”, judeus cinzentos. Então o povo eleito teria sido liderado por um homem negro? Hoje já aparecem estudos que atribuem ao Moises uma origem estrangeira, externa á descendência de Abraão. (Cuidado).
Verdadeiramente curioso é o caso dos Falashas, os judeus negros da Etiópia descendentes em Linha Direta de Salomon. Eles acreditam ate hoje que todos os judeus são originalmente negros, e não há em suas tradições nenhuma referencia a cor Branca de Salomon que teria tido um filho com a Rainha do Sul, como narra a Bíblia, para ficar com as minas de Sabá. Como narra a Bíblia. Que cor teria Salomon (Salommo ou Salomão)?

O Kebra Nagast, Livro da Glória dos Reis da Etiópia, é uma crônica histórica dos reis de Etiópia, que remonta sua genealogia até Menelik I, filho do Rei Salomon e da Rainha de Sabá, e contém uma série de tradições sobre a monarquia etíope.
Então os israelitas franceses produziram um filme titulado Va, Vis et Deviens, que dissimula o assunto assumindo o racismo de Israel resistente aos judeus negros etíopes, tidos como uma falácia histórica. Não seria o contrario? Os judeus brancos é que usurparam o poder aos negros? Apenas uma hipótese.
Porque não estudar mais a fundo o nascimento de Salomon, filho de David, ruivo como nos conta a bíblia e a mãe de Salomon. Que cor teria ela?
Va vis et deviens o filme de dissimulação é sobre a vida de um menino negro cristão, vivido por Moshe Agazai, que vive na Etiópia e se passa por judeu ( negro) a fim de ir para Israel e ter uma vida melhor ( na verdade essa migração promovida pelos judeus americanos foi para dirigir a atenção do mundo para a existência de Judeus negros, que na operação Moisés morreram aos milhares) para aplacar a guerra civil entre negros e judeus em andamento nos EUA.
Os etíopes judeus poderiam ir para Israel de acordo com a Lei do retorno, que permite qualquer judeu de qualquer país retornar a Israel e lá estabelecer-se. Ela foi adotada em 1950, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial e da fundação do Estado de Israel. Apesar de tal lei estabelecer Israel como o lar de todo o povo judeu, muitos povos sofrem preconceito, como é no caso dos etíopes judaicos, conhecidos como Falashas.






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quarta-feira, 17 de março de 2010

Forças Renovadas.

As chances do PMDB melhoram e diminui o rancor.
O Presidente Lula é mesmo um homem muito esperto. Com a possível escolha de Ciro Gomes como vice de Dilma, frustra todas as pretensões de Michel Temer, e no mesmo ato, libera o PMDB para realizar a sua candidatura própria. O Convite a Ciro enfraquece, por exemplo, o programa de Requião, governador do Paraná, que via em Ciro uma das possíveis alianças, todavia, com essa decisão surpreendente, o PMDB nacional fica muito a vontade para concretizar candidatura própria. O ato de Lula e Dilma também pretendeu impedir que a militância e lideranças do maior partido do Brasil, o PMDB, de tornar-se rancoroso e sair batendo no governo Federal sem dó ou pena. Ocupado que estarão os peemedebistas com as articulações regionais pela candidatura própria, estarão fora das linhas de frente dos que pretendem fazer oposição cerrada a Lula e Dilma.
A atitude de Lula é uma atitude leal ao PMDB que o ajudou a eleger-se presidente do Brasil, e ao mesmo tempo, neste ato, livrou-se ele daquelas lideranças internas no PMDB que são as verdadeiras responsáveis por grande numero de pontos criticáveis de seu governo. ( Grupos oriundos do PSDB, PFL, e agentes de pressão)
Sendo assim, o PMDB articula-se com novas e renovadas forças, mesmo sabedor das dificuldades, e concorrerá ao pleito Nacional.
Vitorioso na articulação o PMDB, o Presidente sabe, serão respeitadas com lealdade as posições estratégicas do PT e as possíveis alianças num segundo turno. Não Vitorioso o PMDB, o Presidente e Dilma sabem que necessitarão do PMDB para a governabilidade, e as posições estratégicas serão então mantidas.
Com essa esperta atitude de Lula, o PMDB tem assim, novas e renovadas chances de apresentar ainda em Março um nome para concorrer à presidência do Brasil, desde que, o partido ofereça-se amadurecido e unido.
Ao PT, como vemos no que está posto acima, interessa que o PMDB concorra, pois o que não interessa, o que menos interessa nesse momento delicado é ter o PMDB militância, numeroso e presente em todos os municípios brasileiros como um inimigo ativo, rancoroso e demolidor.
Entre os vários nomes que registraram sua pré- candidatura no PMDB esta o do governador do Paraná Roberto Requião.
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