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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Uma longa história de rejeição.

Uma longa história de rejeição.
Impressionante essa historia de rejeição à verdade. Sim a verdade é combatida há milênios. As pessoas odeiam a verdade, odeiam a dor, odeiam o limite, odeiam a evidência dos fatos. Entendemos essa verdade factual quando contemplamos Jesus Cristo crucificado. Todo o bem e a Verdade que ele pregava, atraiu a violência e a crucificação. A Verdade foi crucificada, enquanto o povo vociferava: Crucifica-a, crucifica-a. Espantoso.
Passado dois milênios, e os fatos não mudam. O bem que se faz e se oferece é retribuído com ingratidão e calunia. Fossemos fracos na fé e já teríamos cooptado com a mentira, com a violência e aderido ao Mal, ou seja, aderido à revolução (tornar o que esta por baixo como estando por cima) dos valores... E nos esforçado na prática de tudo que é errado mascarado pelo discurso de que estamos fazendo o Bem.
Somos cristãos, mas abominamos os valores do cristianismo. Somos cristãos mais abandonamos a verdade na Cruz. Somos cristãos, mas nos unimos aos que gritam: Crucifica-o.
Sei o que digo, pois tenho sofrido esse mesmo tipo de rejeição. Rejeitado pela família, rejeitado pela Igreja, e agora, embora com um número considerável de leitores em meus Blogs, me descubro rejeitado pelos meus leitores. Alguns de meus Blogs têm um índice de rejeição de 86% e outros chegam a 92%, é mole. Há apenas um que apresenta, segundo o Google Analytics, uma taxa de refeição de 63% flutuando um pouco para mais ou para menos. Isso em nove Blogs. Claro que os motivos podem ser muitos e variados, desde a qualidade dos textos, seus conteúdos, e suas idéias como o fato de nos negarmos aos temas tabus da grande mídia: A proibição de falar mal de judeus e homossexuais, é um dos motivos ,o que nos inclui entre os neonazistas, fascistas, etc. Vejamos, nós não podemos mais pensar diferente do conjunto da Mídia porque seremos rejeitados, e nos deixam apenas como caminho de integração, se formos dissidentes, o nazismo, o fascismo, o anti-semitismo, os grupos anti-diversidade.
 Podemos defender que as mães matem seus filhos (aborto), podemos defender bobagens como essa: Os alemães faziam sabão com a carcaça de judeus. Podemos defender a felação (homossexualismo feminino) e os soca-bosta (homossexuais) tudo isso é nobre e dignificante. Podemos defender o controle da natalidade, mas não podemos defender a vida. Podemos atacar a Deus, mas somos ridículos, carolas, militantes de direita se ousamos defendê-lo. Devemos pensar e imaginar, como quer a nova teologia na mesa da Ultima Ceia, não apenas Judas, mas também o Diabo, muito alegre, sendo recebido com honras e alegria em nome da diversidade e da liberdade das minorias teológicas. Tudo bem, eu desisto...
Não eu não desisto de escrever. Todos morrerão, e eu, corro o risco de morrer vitima da rejeição total, quiçá acusado de loucura. Mas, já dizia meu parente assassinado, Luiz Jorge de Mello e Silva, Ex. procurador federal de Pernambuco... Dizia algo parecido com isso: morrerei lutando pelo que acredito certo
Wallace Req de Mello e Silva.
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wallacereq@gmail.com

terça-feira, 15 de março de 2011

Republicado para a reflexão de vocês.

Quinta-feira, 4 de Setembro de 2008


Einstein.



Albert Einstein não era burro.



Recebi um panfleto, na rua , em defesa do homossexualismo com a gravura de Albert Einstein. Coitado, ele não era burro, todos sabem, e não era homossexual, todos sabem também. Ele sabia diferenciar a diversidade humana, costumes, crenças e raças, da perversão humana. Mais ainda da perversão sexual. Fico pensando com que autoridade os GLS se utilizam da figura de um homem como Einstein para a defesa de sua perversão. O povo judeu, ao menos aqueles genuinamente israelitas, se considera, e às vezes com razão, modelo de honradez, de religiosidade, e de eleição divina.

Todavia, é a Thorá, o primeiro e mais importante documento judeu a discriminar e denunciar o crime da perversão homossexual e da irresponsabilidade do uso sexual. Einstein, que era judeu, não seria louco de professar publicamente sua “simpatia” pelos “fanáticos da sensualidade entre pessoas do mesmo sexo”, ou dos fanáticos da sensualidade estéril e, obviamente contrários aos princípios israelitas. A esterilidade sempre foi maldita para os israelitas, pois impedia o nascimento do Messias. Principalmente, e agora em extremo, quando praticadas entre seres do mesmo sexo. Quem leu, por exemplo, a “Fonte de Israel” de James Michiner, sabe muito bem qual era a opinião que os israelitas tinham sobre os gregos e romanos que praticavam essa perversão vergonhosa.

Einstein, tão judeu como Jesus Cristo, não aceitou, como podemos perceber o homossexualismo. Nem faria dele defesa.

Cristo era o Messias esperado e prometido a Israel. O filho de Deus. Muitos judeus prontamente aceitaram essa verdade, e assim começou no seio dos judeus, da Palestina, de Alexandria e de Roma, o cristianismo.

Não aceitando essa Verdade Fundamental da “Grandeza de Israel recebendo Cristo o Messias”, Einstein acabou desenvolvendo, como muitas pessoas não judias, um processo de “mentiras contra si mesmo” e contra sua consciência racional. Passou a “relativizar” a Verdade. Procurava uma saída. Ora, uma coisa leva a outra no processo mental, e Einstein acabou por justificar a sua tese no campo da Física, ou seja, desenvolvendo na “Teoria da Relatividade”, uma válvula de escape para a sua consciência, que diminuía, em conseqüência, o seu drama existencial. Aceitar ou não o Messias. Havia enfim uma possibilidade ontológica de escapar à Verdade evidente. Negou o Messias.

Esperou como tantos outros o Messias Israelita, o Anti-Messias, ou seja, o tão falado “Anticristo”. Aquele novo membro do povo eleito, que virá desmentir ao Cristo Jesus e a sua eleição e única filiação divina.

Outros judeus étnicos, percebendo essa loucura, passaram a professar que o Messias não é uma pessoa, é uma idéia, e Mendellson, entre outros judeus modernos, passaram a arquitetar o neo-judaismo. O progressismo judeu. O Messias, para eles, já não é uma pessoa, mas uma idéia Já não há um Messias a esperar, mas apenas o Poder do (SION); o querer de um povo.



Se esses senhores circuncisados ( circuncidados), tivessem se dado ao trabalho de ler São Jerônimo, o tradutor da Thorá, já não seriam israelitas, mas cristãos étnicos, católicos na verdade. Mas esse é um tema que foge do assunto. Todavia posso dizer que aí sim, fariam o mundo todo crescer na fé, e os homossexuais corarem de vergonha.

Agora, mesmo eu, que não sou judeu, não posso me calar e me omitir ao ver alguém usar, do povo judeu, e da personalidade de um dos seus maiores ícones, o mundialmente famoso cientista Albert Einstein, para induzir as pessoas a aceitar o homossexualismo. Eu não aceito tal ousadia.

Quem autorizou? Albert Einstein era matemático e físico, portanto lógico em seu raciocínio, assim, imediatamente perceberia que essa aceitação imoral, e causa do fim de Sodoma, levaria à aceitação de outras perversões como a pedofilia que é o erotismo homossexual dirigido, não mais as pessoas adultas, mas contra as crianças do mesmo sexo ou de sexo diferente. Levaria à bestialidade, a gerontofilia, ou ao fetiche, pois são conseqüências lógicas do afastamento da função do sexo de sua objetividade física, moral e teológica. O elogio ao homossexualismo trata-se de um elogio ao “Erotismo Perverso” e assumido esse, haveremos de aceitar as outras perversões, como o sexo com crianças, com animais, como velhos, como mortos, com máquinas, tudo em nome da opção. O amigo Albert Einstein jamais faria isso. Ele não era burro.



Wallace Req Req.

Postado por Grupo G23 às 10:24

Marcadores: Homossexuais




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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

O sonho de Karina.

O último texto de 2009.
O sonho de Karina Karamazov.
Desde pequena Karina só tinha conhecido uma paixão: dançar e sonhar em ser uma bailarina do balé Bolshoi. Seus pais haviam desistido de exigir empenho em qualquer outra atividade. Os rapazes já haviam se resignado, no coração de Karina só havia lugar para a dança.
Um dia Karina teve a sua grande chance. Conseguira uma audiência com o Kara Bicheviski, diretor do Bolshoi que estava selecionado aspirante para o balé.
Karina dançou como nunca. Colocou toda a sua alma em cada movimento.
Terminada a sua “ prova” aproximou do Kara Bicheviski e perguntou: então tenho alguma chance?
Na viagem de volta Karina em lagrimas nunca pensou que aquele “não” lhe pesaria tanto na sua alma.
Meses se passaram ate que pudesse vestir as sapatilhas e se recuperar.
Dez anos depois o Bolshoi faz uma turnê pela sua cidade. Ela ocupa a primeira fila, era agora conceituada professora de um raro balé.
Para sua surpresa, viu que o Kara Bicheviski ainda era o diretor do balé, embora um Bicheviski caido; sua curiosidade levou-a a se aproximar e perguntar; se ele sabia o quanto lhe doera aquele não.
Bicheviski, colocando a mão na cintura, diz, mas querida eu digo isso a todas.
Karina parou um pouco, e disse baixinho, como o senhor pode cometer uma injustiça dessas?
Cínico o Kara Bicheviski, diz: Amiga, você jamais seria uma grande bailarina se desistiu de seu sonho pela opinião de uma única pessoa.
Karina deu-lhe uma tapa pé na Kara de Bicheviski e saiu como se tivesse recuperado a dignidade.
Moral: O primeiro passo, para se realizar um objetivo, é ter a convicção de que é possível alcançá-lo, não importando em quantas tentativas tenha que se dar um tapa pé( chute) na Kara do Bicheviski. O Bolshoi, naquele dia, no passado, perdeu uma grande bailarina, e perderia um diretor dez anos depois por traumatismo craniano. Karina era agora mestre em um balé muito especial, o Vale Tudo do Circo de Moscou
Super moral. Cuidado quando por presunção profissional se desvia uma vocação.
Ultra moral: cada vez que um "homem" impede uma mulher do exercicio de uma vocação natural a induz a asumir um papel masculino.

Wallacereq@gmail.com

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Uma longa história de rejeição.

O texto acima foi considerado pelo Conselho de Ética do Grupo 23 de Outubro, pessoal, provocativo e pouco propositivo, embora reconheça sua realidade e verdade; assim o Conselho sugere que seja deletado, o que farei em 23 de Outubro.

Moral: "A casa dividida será destruida"

( Lucas 11,15-26 e seguintes).

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

O dia do pais.

O dia dos pais.
Nesse dia fui ao cemitério. Sentei-me nas proximidades do túmulo de meu pai e deixei meu coração naufragar na saudade e a alma aprofundar-se nos mistérios da paternidade. Vi e senti coisas num arroubo de visões repentinas, visões da mente, não dos olhos. Raciocínios sobre a paternidade.
Diz o Genesis que o Verbo criou o homem do barro. Ora a palavra gênesis quer nos falar de inicio, origem, geração. O verbo, nos ensina a gramática portuguesa, é palavra que expressa ação. Então o Verbo invisível, ou seja, a ação invisível de Deus Pai, masculino, ativo, cheio de ímpeto, vontade e inteligência, intencionalidade invisível, molda o barro, a matéria, que complacente se deixa servir da vontade invisível para tomar a forma humana. A natureza material, criada pelo Deus invisível, cede femininamente, ao desejo do Pai. Nasce o homem. Mas do homem, da carne do homem, a vontade invisível faz a carne da mulher, num símbolo que repete a origem primeira da vontade sobre a matéria, e a mulher é carne, a mesma carne do homem, o mesmo ser humano. Símbolo profundo, pois se o homem tem por necessidade da vida que alimentar-se, ao alimentar sua carne, alimenta a carne de sua mulher que lhe é da mesma natureza. A Bíblia nos diz que o homem sadio, não aborrece a própria carne, e, portanto a carne do homem e da mulher, feitos por extensão do mesmo barro, servem um ao outro segundo a vontade do Verbo invisível.

Homem e mulher os criou. E os criou solidários nos desejos e necessidades. Mas o Verbo invisível os manda procriar, e a carne, nascida da carne, nascidos da terra, natureza material, gerarão a carne de sua semelhança, segundo a vontade invisível do Verbo. Estava definida a origem comum do homem, e da mulher, origem natural, material, ao qual o Verbo invisível soprou um espírito de luz semelhante e imagem de si próprio enquanto criador intencional de todas as coisas. Donde vemos que o invisível molda o visível, o imaterial gera o material, e o alimenta numa constante e clara manifestação de sua vontade.

Estava explicada a origem imaterial e material dos seres humanos, origem essa que se repetirá no advento do Cristianismo, não só aprofundando o mistério da paternidade, mas reconhecendo, que uma vez criados os homens e mulheres como humanos, imagem e semelhança de Deus, em algum grau eles, como imagem de Deus teriam liberdade e vontade. Assim Deus agora, para gerar seu Filho pede o consentimento da Virgem, e esse SIM da mulher, diante do Deus onipotente, é a porta e o mistério da paternidade divina, em Cristo e na alma de todos os homens. O Sim da mulher gera o pai, não somente o filho. Então homem e mulher realizam o mistério. Sendo uma e só mesma carne, geram a carne de sua semelhança. No caso de Deus, o SIM da Virgem gera a paternidade visivel de Deus, e o Filho de Deus. Mas há uma breve alusão a sensualidade imaterial, que determina a concepção da vida divina. Gabriel, o arcanjo mensageiro da vontade divina, cujo nome quer dizer: Vontade de Deus, cobre, disse cobre, com sua sombra a virgem e ela concebe do Espírito. Esta cobertura do lado escuro da luz torna visível o invisível, e torna compreensível o incompreensível, torna material o imaterial, e indica o caminho, o rastro sensual, ou seja, submetido aos sentidos a concepção divina e humana. Ora a concepção da carne se faz por meio da carne, como já nos mostrava o Genesis. Entra no quadro o sexo, sempre sob o consentimento da mulher, sem violência, pois o homem não deve aborrecer a sua própria carne, e a mulher é carne do homem, como o homem é carne da Natureza (barro moldado pelo Verbo) e o filho do homem e da mulher é carne, no exato sentido de "sereis uma só carne", ainda que em diversos filhos, todos são uma e só mesma carne. Este Sim, se o olharmos pelo advento do sexo, é o aceitar a masculinidade e espiritualidade do homem. Ora não será difícil concluir disso, que pai é o macho da mãe, ou seja, pai é em primeiro lugar o macho material e espiritual que a mãe aceita sobre si, para que ele com sua sombra (o mistério oculto da vida) a cubra, e ela gere. Donde vemos que o pai é o masculino aceito pelas fêmeas, o Pai é a carne masculina da mulher. Qualquer violência nesse sim separa as carnes, e nela o reflexo necessário, natural e espiritual, do pai sobre a carne dos filhos. A Autoridade (vontade geradora do verbo imagem) só se realiza no pai, enquanto ele é aceito pelo SIM materno. Ora, então o exercício da paternidade depende da complacência da mulher na aceitação de seu macho, que se estende de maneira natural á prole. O rompimento, a negação do querer o macho, o afasta da intencionalidade da paternidade, que é bem mais que gerar, mas conceber, gerar, manter e educar a própria carne nos filhos. A falha nessa complacência da matéria para com o espírito faz com que a matéria se ache capaz de gerar o espírito, que a mulher seja o verbo ativo, e o homem o passivo. Isso tem sido a conseqüência da revolução nos diz o Silabo (documento católico de Pio IX). A Matéria se sobrepõe com violência sobre o querer da ordem natural da criação, demolindo a paternidade, e também a maternidade. Pois o SIM da mulher gera o pai, gera o filho e gera a mãe, não por si mesma, mas segundo um querer invisível daquele que não teve começo e não terá fim. A humildade do Filho é a redenção dos pais, pois a obediência aos que lhe deram a vida, ensina, reflete a obediência que os nossos primeiro pais e toda a ascendência humana devem ao Criador de Tudo.
Obedecer a Deus, mesmo com imperfeição que nos é tão peculiar, restaura a paternidade.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Justiça a cento e noventa por hora.

Justiça a 190 por hora.
Parece que eu sou o único nesse país que sou a favor da censura moral. Diz o desembargador Ítalo Galli em seu livro titulado “O direito da Moral”, que se abstrairmos a moral perdemos a sólida noção de certo e errado e como conseqüência perdemos a noção de crime. Assim a justiça torna-se apenas instrumento de coerção social segundo os interesses desse ou daquele século, tornado-se a Justiça uma “ justiça “ consuetudinária, ou seja, uma justiça segundo os costumes dos poderosos. Já não haverá nela a estabilidade dos valores e princípios que garantam a liberdade e equidade em sociedade.
O segundo ponto é a verdade Bíblica de que todos nascemos e morremos com o consentimento de Deus, ou seja, não cairá nem um fio de nossas cabeças sem que Deus o permita, e isso segundo uma justiça que vai muito além da falível justiça e julgamento humano.
O terceiro ponto diz respeito à outra noção bíblica: “ Atire a primeira pedra aquele que não tem pecado”. Essa frase, para mim é um monumento de lucidez e traduz toda a hipocrisia da Sociedade, que sendo constituída de homens imperfeitos finge, encena e exige uma Sociedade PERFEITA, claro que sempre tendo os olhos cegos para os próprios defeitos. O “Mal” está sempre no outro. Do lado de lá.
A cidade esta cheia de adesivos com esse dizer: “190 é crime”. É verdade, a condução de veículos em excesso de velocidade é crime, mais ainda em via publica, pois coloca criminosamente a vida de inocentes em perigo. E é crime porque a lei assim diz. Embora não se limite a velocidade dos veículos, transferindo a responsabilidade hipocritamente sempre para o indivíduo, o lado mais fraco da corda que paga o mico.
O jornalista Nonato Cruz, em seu Blog no Rio de Janeiro, engendra um interessante texto titulado: “Justiça ou Vingança?”. Ora, ele reestabelece uma visão crítica da antiga pena de Talião, ou seja, dente por dente, olho por olho, porém agora exigida, transferida a vingança e a hipocrisia da Sociedade ( cidadãos bons) ao ESTADO ( O responsavel único), em fim, ao poder publico PERFEITO, e isso exigeuma justiça “veloz” a cento e noventa por hora, uma justiça espetacular, dizem, é necessária para acabar com a impunidade. Digo eu, uma justiça assim é algo temerária. Ora, para mim está bem claro, pois, se na condução de veículos é risco iminente o excesso de velocidade, muito mais grave para a sociedade é o excesso de velocidade, o açodamento, a pressa na justiça, pois esse excesso põem em risco toda a sociedade em seus valores mais fundamentais. Tornado-se, quiçá, a “justiça campeã” um braço temerário do Poder do Estado. Por outro lado, todos, corrompem os valores morais do homem e da Sociedade, e como conseqüência destruímos todos os freios internos do agir humano em sociedade, ( O homem não pode agir bem apanas por mêdo da polícia e da cadeia, mas por profundo respeito aos direitos alheios, incluindo o direito à vida) e falamos em acabar com a impunidade, quando as nossas vidas individuais, de nós todos (atire a primeira pedra quem não tem pecado) estão cheias de erros e quiçá crimes. E exemplo, e espetaculos, e publicidade da violência e da rebeldia). A justiça que queremos é por a culpa nos outros. E vender jornais.
Nunca assumir a nossa própria culpa.
Assim os meios de comunicação brincam de incitar a opinião pública nesse exercício de:” o mal está no outro”, e se o matarmos,... esse canalha, se lhe retiramos a liberdade colocando-o na cadeia, esse monstro, se os abortarmos antes de nascer... esse miseráveis,( claro sem olhar se fomos nós que os geramos) estaremos preservando o NOSSO BEM, a NOSSA LIBERDADE INDIVIDUAL, E a nossa SEGURANÇA, e neles, nos maus, estaremos controlando, matando todo o MAL, o mal da Sociedade.

Isso não quer dizer que algumas vezes a culpa está flagrantemente no outro, nem ao menos quer dizer que a justiça humana é inútil.

O que estamos dizendo é que o freio interior de cada ser humano ( auto-controle) não pode ser retirado, não pode ser minado, corrompido, relativizado. Com a existência dele, os homens pecam, sem ele, os homens caem no excesso e em todo tipo de exagero ainda que para fazer " justiça". Gera a injustiça, e a injustiça gera a violência das atitudes.

Esse texto terá um complemento em Video.

wallacereq@gmail.com

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Cidadãos fora de controle e segurança pública.

Segurança pública. Cidadãos fora de controle. O longo processo de aprendizado pelo qual passam todos os homens, e mulheres, ao qual chamamos educação , seja a educação formal, seja a informal, é sem duvida o instrumento de controle da pessoa sobre si mesma. Coordenamos os movimentos para poder andar, mover os membros e falar. Controlamos a respiração e sutis movimentos para poder comunicar idéias , falando, gesticulando ou escrevendo. Controlamos as fezes e urina para garantir a higiene pessoal e a convivência social. Controlamos a agressividade para a cooperação, e controlamos a sexualidade para viver com responsabilidade o amor. Enfim tudo, em ordem do que é verdadeiramente humano passa pela educação (educar a ação) e, portanto, por um escopo de valores que dão um norte à vida humana. Retirados esses valores somos animais, por vezes ferozes, como muitos outros seres movidos apenas pelos instintos. Violentos, sem culpa, os animais por não terem opção. Criminosos os homens por terem opção e liberdade de escolha. Concluímos, portanto que esses valores transmitidos, sejam pelos exemplos comportamentais, sejam pela ideologia transmitida via oral ou racional, são como podemos verificar experimentalmente, os freios e os controles da pessoa humana. São como se foram controles internos, rédias, que fazem com que o homem opte em agir ou não agir desse ou daquele modo. Se os homens estão perdendo o controle sobre si ou o controle solidário uns sobre os outros, que entendemos como coerção social positiva, o que estamos assistindo é uma crise de valores. Não que os valores morais tenham perdido a eficácia, mas eles vêm sendo sistematicamente demolidos, negados, e refutados sempre e a partir de uma elite detentora dos meios “econômicos” e de comunicação (trocas humanas) e da educação formal (preparo e explicação da socialização racional). Com perseverança doentia esses meios e métodos corrompem demolindo os valores iniciais e fundamentais formadores da pessoa humana. Ser humano é ser socialmente adequado. É tão grave a intervenção inter-meios que os homens já temem gerar a vida por egoísmo e falsa liberdade, disfarçados em preocupação pela “felicidade” dos filhos que não devem ser gerados para não “sofrerem” a violência de suas “covardia educadora”. Entendo aqui, que os meios de comunicação (trocas humanas) não são apenas entendidos como um conjunto de instrumentos de ampliação de expressão humana, eles são manipuladores frutos da expressão do egoísmo humano uma vez que podem educar ou deseducar as pessoas no seu convívio social. A violência se produz na comunicação em primeiro lugar. Hoje (os meios de troca) são instrumentos de uma revolução pela violência do homem contra si mesmo e contra o próximo, uma violência contra a idéia que o homem faz do certo e do errado. Na verdade uma violência contra Deus numa negação sistemática de que Deus possa ter inteligência e vontade expressa e revelável ao homem amorosamente. A mentira de que o homem é o autor de si mesmo, é a base fundamental da violência, violência contra Deus em primeiro lugar e violência contra o próximo causada pela simples retirada do certo e errado moral onde o homem pela luta (violência da vida) se impõe e vence aos outros. Onde quero chegar com o argumento, você estará pensando. Estou dizendo francamente, que a violência é uma das conseqüências da destruição dos valores morais e da imposição das técnicas educacionais que corrompem o autocontrole das pessoas ( entregando a pessoa aos seus impulsos) diminuindo a educação sobre os seus instintos, seus impulsos e, portanto diminuindo a sua capacidade de convivência social. O combate ao controle social (o controle de uns sobre os outros) é um erro, porque é um combate à educação na sua essência. Em nome de uma rebeldia aos controles sociais, entendidos em dado momento como excessivos, rígidos ou doentios e até patogênicos, atacaram e atacam irresponsavelmente os fundamentos da própria sociedade, que começa, como consequência a se decompor em violência pela violência, (vencer o outro ainda que pela sua morte) e já não aparece como defesa, mas como um fim em si mesmo, uma libertação, uma violência gradativamente crescente e incontrolável, pois em primeiro lugar ela atinge os valores de controle social, pois ela, para ser coibida ou reeducada na sua manifestação mais radical, precisaria dos mesmos valores morais que destruiu bem solidificado na consciência dos homens para o seu adequado controle pessoal e social e reintegração. Não há, haverá, ou houve outra forma de convívio em sociedade. E não houve na história da humanidade de ontologia que não se fundamente em alguma idéia de Deus. Como eles (os valores morais) têm sidos afastados sistematicamente da vida social, esperam as pessoas que a força, (imposição violenta), ou seja, a vara simbólica da autoridade paterna transferida para o Estado Armado, hoje militarizada e armada nas policias (o braço forte contra o povo), contenha o descontrole da vida social. Ora, se pensarmos bem não podemos culpar a economia, pois a injustiça econômica também é conseqüência dessa perda de valores de justiça e responsabilidade social. A injustiça econômica também é um valor moral corrompido. Se a Sociedade quer recuperar alguma paz social deverá em primeiro lugar cessar esse constante ataque aos valores morais feitos, principalmente, através dos meios de comunicação (cinema, novelas, video-games, desenhos) e também pelos educadores despreparados que se nomeiam revolucionários da moral humana. A violência é ensinada sempre que propomos a “vivência” irrestrita das paixões humanas, pois a paixão como é entendida em nossos dias, é a mais radical expressão do egoísmo, do individualismo, do desrespeito ao próximo, portanto é a fonte de toda a violência, pois a violência nada mais é do que desrespeito ao direito alheio, máxime e melhor percebida como lesão ao direito a integridade física e à vida do outro. Um ato desesperado da “self revolution”... da licença de si mesmo contra o próximo e contra tudo que lhe é externo. Como bem diz em outras palavras e símbolos Sylvie Groxi em seu livro “Valores Humanos uma Viagem do Eu ao Nós”. Do eu? (da Dor) Dos nós apertados... Da malha social. Wallace Requião de Mello e Silva.



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sexta-feira, 27 de março de 2009

Sacrificio de crianças. ( medite sobre isso)

Sacrifício de Crianças.

Dez anos atrás, tive a oportunidade de percorrer em motocicleta, toda a costa do Pacífico desde o Chile, à América Central em direção aos Estados Unidos. Naquela ocasião fiquei escandalizado com o número de informações históricas sobre a prática de sacrifícios humanos, sobretudo de crianças, na América pré e pós - colombiana.
Contam-se inúmeros fatos de sacrifícios humanos, seguidos ou não de antropofagia, seja nas culturas Astecas, Maias ou Incaicas, entre as mais desenvolvidas. Mas o que mais me escandalizou foi o silêncio que se fez disto tanto na imprensa dos meus anos adolescentes como nos curriculuns escolares. Eu nunca ouvira falar disto nos bancos escolares. Para mim, como para muitos os americanos pré-colombianos eram uns tipos ingênuos e mansos, algo romanceados ao estilo do "bom selvagem" de Rousseau.
Recentemente, num estudo muito sério que estou fazendo sobre o semitismo, vou encontrar a pratica de sacrifícios de crianças nos povos da Mesopotâmia incluindo os povos de origem semítica. Autores judaizantes, ou ao menos mais preocupados com a defesa do judaísmo, procuram também, lavar as mãos da culpa destes sacrifícios humanos atribuindo estas práticas encontradas na sua história, à assimilação por parte dos hebreus de cultos estranhos ao culto de Abraão, ou melhor, às posteriores tradições mosaicas. Não desminto. Todavia, só como exemplo vai citar o mais conhecido dos sacrifícios, o sacrifício de Javé- Yiré, ou o sacrifício de Isaac. Lê-se no Gênesis 22, s: Deus disse a Abraão: "Toma teu filho, teu único filho a quem tanto amas, Isaac; e vai à terra de Moriá onde tu o oferecerás em holocausto"...; e diz em seguida: (...) "Depois estendendo a mão tomou a faca para imolar o seu filho"... Porém como todos sabem este sacrifício exemplar não se realizou, e no lugar de Isaac, foi imolado e queimado um cordeiro.
Posso dizer, pelo menos neste caso, sem muita profundidade teológica, que Abraão, deslocou, por assim dizer, o sacrifício humano, para o cordeiro, dando um grande passo moral nas primitivas concepções "sacrificiais". Igualmente, ouso dizer aqui, que o sacrifício cruento, sacrifício humano na cruz, de Nosso Senhor Jesus Cristo, criança sim, não no sentido cronológico, pois já passava dos trinta, mas no sentido da pureza e inocência, e que dada a sua alta dignidade é insuperável como sacrifício na sua natureza humana e divina, isto é, impossibilitando com o sacrifício de si próprio que outro sacrifício qualquer possa alçar à sua altura, ou que exista outro sacrifício mais propiciatório, expiatório ou redentor que o de Cristo, e transfere de uma vez por todas, a natureza do sacrifício cruento humano - divino e o substituí para sempre, pelo sacrifício incruento do altar. "Fazei isto em memória de Mim".
Isto é magnífico, e digamos, é a representação final, cabal, do cordeiro "substituto" de Isaac, filho de Abraão. É a sublimação dos sacrifícios do Levítico, é a perfeição moral como jamais fora alcançada.
Todavia hoje, surpreendentemente os fatos jornalísticos apontam para freqüentes casos de magia ligados à morte de crianças. Aqui no Paraná, que Deus nos perdoe , houve alguns casos. No nordeste brasileiro outros, enfim surgem, estes ou aqueles, como um testemunho evidente da barbárie em que vivemos neste mundo. Mais do que isto, mas muito mais sério, e me constrange o coração é o sacrifício bestial, (oferecido aos deuses do egoísmo, da irresponsabilidade, do descompromisso, da ausência de amor ao próximo) de infinidade de crianças pela prática do aborto, esta barbárie hedionda praticada em todo o mundo, este estigma, este pecado que clama aos céus e que exige o maciço e urgente arrependimento dos homens de todas as raças e credos.
Criança é esperança. Sexo é responsabilidade.
Figurativamente e não teologicamente, podemos dizer, num sentido estritamente pedagógico, que a concepção humana é uma imagem em miniatura da criação e da encarnação do Verbo Invisível consumada em Cristo Homem. E o Verbo se fez Carne... E habitou entre nós. Quem haveria de querer abortá-lo? Talvez um Herodes, o indumeu, que mandou matar as crianças em Jerusalém ao tempo do nascimento de Cristo. Terrível orgulho é opor-se à obra de Deus.
Compromisso com a vida é o SIM de Maria. Compromisso com a vida é o SIM de todos os pais, qualquer que sejam as circunstâncias.

Wallace Requião de Mello e Silva.
Psicólogo.

Escravidão da Mulher

Observando um grande peixe nadar voraz em direção à isca, e depois debater-se, lutar, para enfim cansado descobrir-se preso pelo anzol e próximo da morte, tivemos uma visão clara, quase literal, uma verdadeira dissertação sobre o movimento de libertação da mulher.

Obras como: A História da Vida Privada de Phillipe Ariès e a A Família nas Diversas Sociedades de Starcke, poderiam ajudar o leitor a melhor entender a maneira como evoluiu o pensamento da mulher e a sua condição social através do tempo histórico. Todavia é difícil encontrar em diferentes períodos uma escravidão tão sutil, uma perda tão profunda da dignidade da mulher como nos dias em que vivemos.

É verdade que a cultura judaico-cristã foi sem dúvida a que mais elevou e libertou a mulher. Toda a estima e alta dignidade da mulher, toda a liberdade e autonomia de sua vontade, a nosso ver, está muito bem expressada na imagem cristã do Deus, todo poderoso, quando, pediu consentimento à Maria para gerar-lhe um filho. Do mesmo modo o conjunto dos ideais cristãos atribuiu um novo sentido e definiu o amor. Assim como Nilton definiu a lei da gravidade (fenômeno existente), mal comparando, o cristianismo definiu as leis do amor. Compromisso, responsabilidade, proteção e o ato de prover passaram a ser quase que sinônimos do conceito de amor.

Nesta condição pode-se dizer que em momento algum da história a mulher foi mais digna, segura e amparada, materialmente, afetiva e sexualmente do que quando inserida numa sociedade e numa família cristã. Nada nestes últimos séculos depunha contra o testemunho desta imensa multidão de mulheres felizes que assumiram o ideal cristão.

Todavia a índole tirana e abusiva de alguns homens modernos, que imaginam viver a licenciosidade dos tempos primitivos, lançou uma isca, retornando a um antigo ideal, já muito usado, onde não importa o compromisso entre homem e mulher, mas sim a expressão máxima da paixão. Paulatinamente levantaram a dúvida quanto à felicidade afetivo-sexual da mulher inserida no ambiente cristão, não verdadeiramente preocupados com elas, mas, num retorno ao paganismo apaixonado, que os permita viver as suas próprias voracidades e falsas liberdades. Assim, ainda que a mulher não admita, os homens criaram a isca, a linha ideológica e o anzol que submeteria a mulher moderna mais uma vez à escravidão que a tirará de sua natureza para implodi-la na “liberdade” de um hedonismo estéril.

A olhos vistos a mulher moderna vive, luta e debate-se num mecanismo de rebeldia e depressão, sofrendo a trágica conseqüência da perda de sua dignidade, com a violência à sua natureza afetiva e maternal. A cada dia é menos amada e mais passional. Mais explorado, mais comercializado, mais utilizado por uma sociedade de homens perversos que tripudiam sobre elas, inspirados por forças de ordem quase sobrenatural.

Nisto há como uma semente, um grito de morte e ingratidão ao dom da vida.

Cada dia que passa é maior o número das mulheres que se arrastam em uma luta sem tréguas e sem descanso, mal provendo seus filhos, reclamando e desencorajando a maternidade e mesmo o casamento, desejando um amor que já não encontram, satisfazendo suas pequenas paixões em relações de risco, abandonando ou negligenciando seus filhos e muitas vezes abortando, ou ainda, em ato de desespero, assumem a anticoncepção ou a esterilidade permanente para viverem a fantasia da “liberdade do prazer” ou “o prazer que liberta” numa ação semelhante ao usuário do álcool ou da cocaína que depois da euforia descobre que no vício vive, na realidade, a escravidão.

Se nós, homens modernos, não cremos mais no compromisso, na estabilidade das relações, como então proteger, amparar prover e educar? Sem compromisso e sem estabilidade, é inútil qualquer esforço, e isso leva a cairmos num individualismo crônico, num hedonismo estéril, que por vezes nos mostra sexualmente satisfeitos, mas dificilmente seguros, correspondidos ou amados, salvo naquela exceção que é o narcisismo, o amor de si mesmo, a solidão mais profunda, a perfeita escravidão.



Wallace Requião de Mello e Silva.


Curitiba, 11 de novembro de 1.995

Texto do G 23 aparece em Site norte-americano.

Disso, nós estamos percebendo, que o erotismo, que não tem limite, se retiramos dele os ordenadores instintivos e morais, e, como todos nós sabemos, pode tornar-se um vicio incontrolável, pode ser exercido então, com as maquinas, os aparelhos, objetos, animais, fotos, filmes, excitação física localizada ou difusa, pelo uso de química (drogas), etc. Furthermore, we are realizing that the eroticism, which has no limit, if it removed the officers and instinctive moral, and as we all know, can become an uncontrollable addiction, may be exercised then, with the machinery, equipment , Objects, animals, photos, movies, physical arousal localized or diffuse, the use of chemicals (drugs) and so on. Mas nada disso é sexo. But none of that is sex. Sexo só ocorre quando o sexo masculino penetra o sexo feminino, numa complementaridade prazerosa e aberta para a fertilidade, embora nem todas as relações sexuais entre macho e fêmea sejam férteis, e nem se obrigue à fertilidade, a fertilidade é a essência ea finalidade do sexo. Sex occurs only when the male penetrates the female in a complementary pleasant and open to fertility, although not all sex between male and female is fertile, nor undertakes to fertility, fertility is the essence and purpose of sex . Se você pode me acompanhar até aqui sem fazer caretas, você já percebeu que o “masturbar-se” a dois incluí entre outras formas, o tubo oral, ou anal, mas isso nos define, sem erro, ou medo de errar, que não existe sexo oral, ou anal, existe erotismo oral e anal. If you can come with me this far without grimace, you have realized that the "masturbate" for two includes among other ways, the tube oral or anal, but that defines us, without error, or fear of making mistakes, not there is oral sex or anal, oral and anal eroticism exists. Por isso existe um código genético. So there is a genetic code. Além disso, dessa defesa genética que evita que a loucura humana gerasse minotauros, centauros, etc. Moreover, this genetic protection that prevents the human folly generate Minotaur, centaur, and so on. essas regras sutis são introjetadas pelos homens como “tabus”, regras a priori, com bases instintivas, (como por exemplo, o incesto gera anomalias genéticas) de defesa da vida e da espécie. those rules are subtle introjetadas by men as "taboos", a priori rules, based instinctive, (such as incest generates genetic abnormality) in defense of life and species. Por isso se chama ao erotismo com animais de BESTIALIDADE. So you call the eroticism with animals from Great. A Transgenia, por exemplo, vêm nesse mesmo impulso, misturar, gêneros, reinos e espécies, quebrando o código da vida. The transgenic, for example, have that same impulse, mix, genus, species and kingdoms, breaking the code of life. Se vocês procurarem na Bíblia, (não me lembro em que trecho) esse livro cheio de sabedoria que levou 1300 anos para ser escrito, vocês verão um aviso: “Os homens farão uso antinatural do sexo em suas mulheres, e depois, os homens arderão de desejo uns pelos outros, as mulheres pelas mulheres, numa febre insana”. If you look in the Bible, (I do not remember where excerpt) this book full of wisdom that took 1300 years to be written, you will see a warning: "Men make use of unnatural sex in their women, then men arderão desire for each other, women by women, in a fever insane. " Aproxima-se o fim de uma era, os homens já não querem seus filhos. Is approaching the end of an era, men no longer want their children. Completo eu: eles sonham em gerá-los em laboratório e criá-los em maquinas (mães). I complete: they dream of generate them in the laboratory and create them on machines (mothers).
wallacereq@gmail.com




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quarta-feira, 18 de março de 2009

Presunção e humildade.

PRESUNÇÃO

O padre Júlio Pereda houvera por me indicar. Era o meu primeiro ano na Faculdade de Teologia.
Tudo novo.
Currículo pleno, horário puxado, excesso de trabalhos.
Entrei na excelente biblioteca. Clássica no feitio. Inglesa no estilo com suas paredes revestidas de imbuía até meia altura. Bem cuidada, cheirosa, imensa.
Entreguei uma lista de títulos à bibliotecária. Aguardei a orientação amável e sentei-me em cadeira de espaldar alto junto a uma das largas, escuras, antigas e longas mesas. A bibliotecária, conforme a regra da casa entregou-me os livros colocando-os sobre a mesa. Formaram uma pilha diante de mim. Ajeitei-os de forma a poder manuseá-los e iniciei a árdua tarefa que os professores, por pilhéria ou discutível pedagogia havia imposto.
Decorridos os primeiros minutos, não sei quantos, leve dor nas costas fez com que me afastasse por um instante da mesa ao ponto de ter, dela, uma visão completa. Por um momento, como uma vela que se acende, brilhou em minha mente a consciência do absurdo que vivia, e vi da imaginação cada um dos livros colocados em minha frente como se fora, cada um, saboroso prato ou especiaria em um banquete. Mesa farta. Não era possível, que eu só, no silêncio do salão me fartasse, sem riscos para minha saúde, com os excessos daquela imaginária comida.
Pisquei os olhos afastando a imagem da minha mente e corri a vista pelo ambiente. Seria o excesso de trabalho? Teria eu agora visões? Procurei à bibliotecária, como quem quer saber, ter a certeza, que a realidade, tão íntima do nosso cotidiano não se desfez num sonho. Olhei direto para a porta, onde, com certeza veria, em sua mesa de trabalho, a bibliotecária. Ao invés dela, vi, como se fora em um desenho animado, um pequeno cupim, ao estilo e moda do Grilo Falante, personagem de Disney, segurando uma pequena maleta de viagem e guarda chuva. Parou na soleira da porta, na base do rodapé, olhou para a biblioteca como se não me houvera visto, largou sua mala no chão, e esfregando as mãos, com olhos brilhantes fixos naquela imensidão de livros, esfregou as mãos, e presumiu... vou devorar esta montanha de deliciosos livros.
Sem delongas pôs-se ao trabalho com voracidade. Entrou por entres as páginas de um antigo exemplar do Torá com a presunção de que o comeria todo em uns poucos segundos.
Eu, abismado pela surpresa, observava sem respirar, sem fazer ruídos, de modo à melhor escutar o trabalho misterioso, no interior do livro, que agora não me era possível ver. De repente, para mim não mais que um instante, fez-se o silêncio. Aguardei... Acurei os ouvidos, aproximei-me, toquei o livro com vagar esperando alguma resposta. Folhei as páginas com vagar segundo orientava a trilha deixada pelo trabalho do cupim até encontrá-lo... E encontrá-lo morto. Esvaíra-se seu tempo de vida na presunção de devorar uma preciosa biblioteca. O pobre cupim não passara de umas poucas páginas do primeiro volume de sua presunção.
Não chorei. Juntei os seus pertences como manda a caridade. Sua minúscula mala de viagem, seu guarda chuva. Ainda abaixado, de cócoras, corri os olhos pelas prateleiras fartas com seus mais de cento e quarenta mil títulos, cada qual em sua língua, das modernas às antigas, e mentalmente calculei dentro do possível, à medida que surgiam os títulos, o tempo que eu levaria para ler, para aprender, cada uma daquelas línguas, cada um daqueles livros... Lembrei-me das poucas horas que tem um dia, dos poucos dias que tem um ano... E conclui... Certamente morreria ali, sem acabar a humanamente impossível tarefa, como morrera o finado cupim a exemplificar-me a vida.
Deu-me paz o "Réquiem" do amigo, uma desilusão terapêutica, uma profunda consciência de minha antiga presunção.
Levantei e num ato de respeito, carregando o amigo cupim e seus pertences, professor eficiente e sábio que dera, sem o saber, sua vida em favor de minha liberdade rompendo, com seu exemplo, os grilhões da antiga presunção.
Na vida, no século em que nascemos, nos acontecimentos que experimentamos em nossa existência, a nossa avidez, esta fome insaciável de saber, este desespero em dar explicações a tudo e a todos, jamais haveria de ser o nosso diretor, o nosso norte, o nosso guia, pois a Providência Divina, não só nos deu um nome entre os milhões que existem, como um tempo determinado para viver nas infinitas opções possíveis, e nos dará, título a título, os livros necessários para o nosso viver e crescer.
Passo a passo, a marcha fúnebre ouvida no fundo do coração prestou as homenagens ao heróico cupim no depositar com profundo respeito seus restos mortais sobre a mesa da organizada bibliotecária que, ao ver lágrimas em meus olhos, nada entendeu.
Encostei a porta com todo o cuidado para não quebrar o silêncio da sala que ficara vazia de leitores. As palavras ficaram caladas prisioneiras em seus livros.
Sai para não voltar... Mas...

Wallace Requião de Mello e Silva.
Psicólogo.

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Para abrir a polêmica nesta quaresma (tempo de abstinência e conversão)

Castidade e Neurose.

É verdade que um indivíduo que tenha vivido em total abstinência sexual é necessariamente um anormal, um neurótico? Esta é a pergunta que me fizeram em consulta.
Primeiro quero dizer que existe a abstinência voluntária e a abstinência involuntária (esta última circunstancial). Depois, lembrar que São Tomas de Aquino diz que casto não é o indiferente sexual, o apático, mas aquele que educa e regula a sua sexualidade. É possível sublimar a sexualidade na normalidade e na mais perfeita saúde.
Posto isto, para responder, gostaria de dividir a pergunta. O que é ser necessariamente anormal? E o que é ser neurótico?
Um bom dicionário dirá que necessidade é aquilo que é absolutamente necessário, indispensável, inevitável, imprescindível. Como a abstinência não é garantia de desequilíbrio mental, e como a pratica sexual também não é garantia de saúde ou equilíbrio emocional não podemos usar o necessariamente, não podemos fazer uso do conceito de necessariamente anormal. Um indivíduo que pratica a abstinência pode ser anormal e pode ser normal. A única coisa que um indivíduo não pode ser é normal e anormal ao mesmo tempo.
Entendido este primeiro ponto, passamos ao segundo que diz respeito ao próprio conceito de neurose visto num contexto de anormalidade. O conceito de neurose por definição elimina todo distúrbio funcional ou estrutural do soma, portanto não estamos tratando de problemas somáticos como causa objetiva, não é de problemas somáticos que estaremos tratando, poder se apenas considerá-los efeitos neste caso que estamos analisando.
A neurose, em termos simples, se caracteriza por perturbações nervosas que surgem sem que haja quaisquer lesões orgânicas e por perturbações psíquicas das quais o indivíduo é consciente (característica que diferencia a neurose dos quadros psicóticos), portanto haverá no neurótico uma queixa explicita de que algo vai mal. Este ponto é muito importante na determinação do que queremos apurar, pois, é bom lembrar, que o componente básico da neurose é a ansiedade, que pode ser descrita como um estado de tensão emocional caracterizado por sentimentos irrealistas e instáveis.
Assim, compreendemos que esta instabilidade é incompatível com a abstinência sexual voluntária e livremente escolhida. Destes fatos tirados da conceituação de neurose é que poderemos compreender clinicamente a famosa afirmação de RG Benreuter que diz: “ Quanto maior for a coerência intrapsiquica do indivíduo e maior o seu controle emocional, menor é a possibilidade deste indivíduo apresentar reações neuróticas”.
Ora, podemos concluir então que um indivíduo que se abstêm de sexo, livre e voluntariamente haverá de ter coerência intrapsiquica, bom controle da sua emotividade, firme contato com a realidade, firmeza de propósito e penetração intelectual de seus motivos. Assim sendo, não seria prudente ou rigorosamente cientifico chamá-lo de neurótico. Pelo contrario, um indivíduo assim, reúne tais condições que poderíamos chamá-lo de sintônico, seguro, estável e equilibrado.
Por outro lado, apenas como ilustração e exemplo, entre os psicóticos (caracterizados pela perda do contato com a realidade) serão muito mais comum encontrá-los “liberados” e sujeitos aos influxos de sua emotividade do que encontrá-los equilibrados a ponto de poderem abster-se voluntariamente. Entre estes últimos são muito mais comum os solipsismos e as aberrações sexuais do que o pudor e o respeito.
O que estamos dizendo com isto?
Estamos dizendo que a abstinência voluntária, como a praticada geralmente pelos padres, freiras, atletas e por muitas pessoas solteiras, quando destituída de queixa e escolhida livremente pode ser tida como indicativo de ausência de reações neuróticas. Estamos também afirmando, que, é muito maior do que se pensa o número dos indivíduos de ambos os sexos que, uma vez terminada a crise da adolescência, prolongam o seu estado de abstinência e se abstêm de sexo ou nunca o praticam como uma opção voluntária. Também afirmo que entre os que procuram ajuda psicológica, médica ou psiquiátrica, estarão antes, em muito maior número os que praticam sexo sem as devidas disposições de responsabilidade do que entre os que não o praticam como um imperativo da vontade livremente escolhida.
Entre os queixosos dos problemas da sexualidade estarão em maior número aqueles que fizeram um vínculo associativo entre praticas sexuais e felicidade. Estes depositam nas praticas sexuais toda a sua esperança e toda a sua “felicidade” ou todo o sentido de suas vidas. Frustrá-los será sentido por eles, como se estivéssemos a matá-los ou deprimi-los. Estes queixosos dificilmente (porém é possível) reconhecem que depositaram o sentido de suas vidas em situações efêmeras, inconstantes e transitórias tais como o prazer sexual. Pretendem assim chamar de verdadeiro amor ao amor sexual sem perceberem que o amor sexual é uma das expressões do amor, uma expressão que não é necessária a todas as pessoas ou a todas as pessoas em todas as fases de suas vidas, e mais, muitas vezes não percebem que o ato sexual pode ser mal vivido ou mal praticado sem a menor sombra de um verdadeiro amor.
Como se vê, a sexualidade fértil, função pro criativa na sua essência, não é compatível com a instabilidade emocional e de propósitos, uma vez que envolve o conceber uma vida em total confiança, dar a luz e criar educando um novo ser e, nem ao menos poderemos dizer que é compatível com a irresponsabilidade da ideologia do hedonismo (o prazer pelo prazer), pois a sexualidade fértil exige consciência do que se quer, consentimento mutuo aceitação de um jugo comum, intencionalidade e desejo de união estável e indissolúvel que é sempre necessária para a encarnação do amor verdadeiro nos filhos e para a sua conseqüente e adequada educação.
Ao jovem é preciso aconselhar cautela quando esta correndo o risco de depositar na paixão sexual a esperança e o fundamento de uma relação a dois. Pois é muito fácil perceber o quanto muda as disposições sexuais dos indivíduos, homens e mulheres através dos anos. O envelhecimento, os fracassos, as doenças, as frustrações, os acidentes não podem ser os verdadeiros motivos desintegradores do amor e da união de um casal, e dos indivíduos em particular. Nem tão pouco alguém poderá dizer que a prática sexual é o único elo satisfatório de ligação entre pessoas.
Enfim, sintetizado, concluo:
(1) A afirmativa que resultou a consulta não é verdadeira. A prática voluntária da castidade não é indicativo de reação neurótica.
(2) O sexo tem pôr finalidade primeira a procriação e esta é uma função necessária à espécie, mas não necessária a todo indivíduo. ( ver exort. Familiaris Consortio, João Paulo II, 1981 )
(3) A abstinência sexual voluntária não é garantia de doença física ou mental nem ao menos é um fato e prática pouco comum entre homens e mulheres.
(4)A prática sexual também não é garantia de saúde física ou mental, nem ao menos é garantia de felicidade como sobejamente demonstra a realidade.
(5) Poucas pessoas sabem e meditam no que consiste a pratica da castidade entre solteiros e o que é a castidade entre casados.

Finalizando quero indicar, a quem tenha interesse, o livro de Raphael Lana Cifuentes sob o título “SEXO E AMOR”, editado pela Quadrante.


Wallace Requião de Mello e Silva.
É Psicólogo.


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quarta-feira, 11 de março de 2009

( para lembrar, um texto dos mais polemicos) G23 2008

Homossexualismo só se for platônico.

Recentemente uma das maiores autoridades da Igreja Católica, D. Eugênio Sales, em resposta a um interlocutor respondia; “homossexualismo só se for amor platônico”.
O desconcertado entrevistador pareceu não entender o profundo sentido da resposta, não captou o sentido espiritual, o amor chamado agapê, espiritualizado, ao qual, o Bispo, fazia referência.
Igualmente, Eduardo Requião, psicanalista, em entrevista à rede Alternativa de Radio, defendendo os seus pontos de vista como um possível candidato à Prefeitura de Curitiba fez duras criticas ao homossexualismo enquanto bandeira libertária. O entrevistador, adepto de um modismo bem infundado, assustou-se e, contrariado, perguntou se aquele candidato não temia pela conseqüência de suas opiniões junto aos possíveis eleitores “arejados”. Respondeu o psicanalista que não. Que suas convicções fundadas na experiência clínica não podiam se curvar ao modismo de propalar um homossexualismo disfarçado de direitos licita opção sexual e romantismo.
Muito provavelmente, o entrevistado, naqueles 25 anos de experiência clinica a que se referia, certamente haverá de ter testemunhado todo o sofrimento e angustia existencial do homossexual na sua pratica antinatural e estéril.
Neste sentido, venho colaborar, lembrando, a quem defende a legalidade de uma pratica sexual imoral dois pontos fundamentais: Primeiro , assim como no estudo da lógica, pode-se dizer que toda regra tem exceção, mas a exceção não é regra, nunca poderá ser regra, posto que seja exceção. Em segundo lugar recorrendo à Suma Teológica, (Tomas de Aquino) no capítulo que estuda a lei, encontraremos a afirmação de que a Lei visa, sobretudo o bem comum, firmando-se nos conceitos de aplicação universal. Assim, não pode justificar-se, nela, a exceção, o caso particular e o incomum. E só por força de lei um homem estará obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa.
Passados os anos, o estudo da genética progrediu muito. Hoje podemos identificar a paternidade e sobre tudo a sexualidade genotípica, posto que por vezes a sexualidade fenotípica (exterior) possa enganar. Este procedimento científico vem sendo usados com sucesso na investigação da determinação do sexo de alguns atletas sob suspeita, por exemplo. Mas nestes casos de indefinição sexual, (não confundir hermafroditismo com prática homossexual) estaremos sempre falando de exceções, de casos incomuns, raros. Perversão do comportamento, educação inadequada ou hipotética tendência genética, está falando sempre em anomalia. O homossexual enquanto pessoa tem direitos de pessoa, como o tem o aidético ou o canceroso. O Homossexual enquanto um anômalo, na clássica definição de Mira y Lopes é um doente, porque sofre e faz sofrer num circulo mórbido. Sua anomalia não é uma bandeira libertária.
No livro de Lois Bounoure, “Reproduction sexuelle et histoire naturelle du sexo”( editora Flammarion), o autor chega a um denominador comum, toda a sexualidade protege e perpetua a vida, esta é a mais fundamental orientação da sexualidade, a reprodução.
No homossexualismo vamos encontrar a esterilidade, posto que a própria natureza, pela esterilidade, não perpetua a “espécie dos Homossexuais” ( se assim podemos chamar), a lei também não pode perpetuar as suas anomalias na forma de “legalidade”, nem a medicina física ou psicológica, perpetuá-la na forma de “normalidade”.
Muitos roubam. Cada dia amplia mais o número dos desonestos, mas este número, esta possibilidade estatística, não faz da desonestidade um ato moral; nem o número aumentado dos homossexuais faz deles regra moral. Nem o crescente número dos aidéticos faz daquela doença normalidade. Nestes dias de propaganda anticonceptiva e hedonismo irresponsável, um relacionamento estéril pode parecer, a um desavisado, uma boa solução demográfica,por exemplo, no entanto é uma prática contra a vida.
A moralidade não está fundamentada na estatística ou nas convenções. Ela se fundamenta naquele conjunto de regras deduzidas da própria natureza , cujo conjunto pode ser chamado de Direito Natural. Numa ultima análise, podemos até ir buscar seus fundamentos na própria vontade de Deus expressa nas leis da natureza.
Por outro lado, para quem crê na Revelação,(Católicos e Evangélicos) numa vontade divina expressa e objetivada em Jesus Cristo e nos Mandamentos, poder-se-ia igualmente verificar a ilicitude moral da prática homossexual na Carta de São Paulo aos Romanos cap. 1, 24- 27, igualmente em Gênesis capitulo 18, versículos 16 a 29 onde falam de Jó e Sodoma, e Juízes capitulo 19, vers.18 a 30.
Vale a pena transcrever um pequeno trecho de Romanos: “Pelo que, Deus entregou (os pagãos) aos desejos dos seus corações e à imundície com que desonram os seus próprios corpos, pois trocaram a verdade de Deus pela mentira e adoraram e serviram a criatura em vez do Criador que é bendito dos séculos. Pelo que, Deus os entregou às paixões vergonhosas, pois as mulheres mudaram o uso natural em uso contra a natureza; e igualmente os varões, deixando o uso natural da mulher, abrasaram-se na concupiscência de uns pelos outros, os varões pelos varões, cometendo torpezas e recebendo em si mesmos a paga devida pelos seus desvarios”, (Romanos 1,24-27). Seria a AIDS por acaso?
No livro “SEXO E AMOR” de Rafael Llano Cifuentes, Doutor em Moral, vão encontrar uma esclarecida visão do homossexualismo terminando no conselho, hoje bem incomum (até mesmo entre terapeutas), da prática da castidade aos homossexuais, da abstinência sexual. Isto talvez seja o que queira dizer Eugênio Sales com: “homossexualismo só se for amor platônico”.
Finalmente podemos citar o historiador inglês, Toynbee, que diz: Sem normas morais, sem regulação consciente do uso do sexo, produz-se um desequilíbrio psíquico e moral de tal ordem que quase deixamos de ser humanos sem, no entanto, nos convertermos em inocentes animais”.

Wallace Requião de Mello e Silva

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Armadilhas do Desejo

Armadilhas do desejo.

Alguém me fez notar que entre Deus e homens não existe relações de igualdade. Existem sim relações de semelhança. Da mesma forma não existem relações de igualdade entre homens e mulheres, existem sim semelhanças da pessoa humana.
Se no passado já observavam, com precisão, a diferenciação genética entre homens e mulheres, os modernos avanços da pesquisa do DNA, podem hoje, provar que nem mesmo um simples fio de cabelo, ou uma única célula de tecido epitelial ou ósseo indicam qualquer relação de igualdade entre o homem e a mulher.
Não bastasse isto, restariam ainda os diferenciais psicológicos que são tão gritantes quanto às diferenças encontradas entre os órgãos sexuais masculinos e femininos, nos órgãos internos, na possibilidade ou impossibilidade de gerar no próprio ventre uma nova vida, nas secreções externas e internas, como por exemplo, nas mamas ou nas glândulas hormonais, no tom da voz, na forma e função de um ovo e de um espermatozóide, etc. e tal. Igualdade nenhuma.
Ensinam os teólogos que o pecado de Satanás foi ter desejado se igualar a DEUS. Eu sou tal qual Deus, gritou Satanás. Pergunto-me agora: não será o pecado da humanidade gritar e panfletar a igualdade entre homens e mulheres?
Quando o conceito de igualdade, que é essencialmente político, foi sendo introjectado por homens e mulheres, que numa reação rebelde, com uma semelhança ao grito de Satanás, fez as mulheres gritaram, numa flagrante ilusão: “nós somos iguais aos homens”. E o homem por sua vez a partir dê, por preguiça, inveja ou sentimento de culpa, têm desejado ser como as mulheres imitando e vivendo num mundo, que por não entenderem, supõe pacífico.
Iniciam-se assim, como frutos desta ilusão, novos jogos de igualitarismo social. Antropólogos já haviam encontrado este fenômeno no passado em tribos e culturas destinadas ao desaparecimento. Estes jogos se repetem agora. Nestes jogos, do passado ou do presente, mulheres tornam-se mais agressivas, combativas, desejando os sucessos masculinos, nos campos de guerra, ou nos mistérios masculinos da vida profissional, na caça, na conquista, no exterior da vida. Homens, em reação tardia às mães tiranas e virilizadas, tornam-se efeminados, maternos, delicados, tímidos, introvertidos, declinando de suas naturezas como se estivessem a carregar em seus ventres intumescidos pelo ócio de suas naturezas um rebento fictício de uma nova “humanidade” indefinidas sexualmente. Esquecem-se, porém, uns e outros, que no norte dos desejos masculinos encontramos a mulher. Sim, a mulher, como uma síntese e razão da Vida em sua própria luta na manutenção da espécie humana e do próprio equilíbrio de suas forças.
A mulher virilizada, por outro lado, desejosa dos desejos masculinos, prepara-se sem saber, para desejar outra mulher, pois assim se orientam, numa súmula, todos os desejos masculinos.
Os homens que se acreditam iguais às mulheres preparam-se, para no fim, canalizarem seus desejos para outro homem. Conseqüência lógica: se são iguais às mulheres, desejam as mesmas coisas, e orientam seus desejos para o mesmo norte e o mesmo fim.
Tenho observado grupos de jovens inconseqüentes nos seus jogos sociais e vejo com clareza as sementes do homossexualismo se desenvolver como fruto desta ilusão igualitária, que fundada num discurso de igualdade idealizada orienta, rapazes e moças, para uma armadilha dos desejos, armadilhas do hedonismo e, estéreis uns pela paixão narcísica, e estéreis outros, pelo crime cometido contra a natureza da espécie, que incontinente se auto denuncia pela esterilidade da relação dos homens com homens, e das mulheres com as mulheres, ficando assim explicitado, tanto o crime contra a vida, como o cometido contra a natureza em nome dos desejos egoístas e orgulhosos que, algumas vezes inconscientes, desconhecem e são apanhados nas suas próprias armadilhas.
Contra DEUS e a natureza, no homossexualismo, está à morte da carne. No igualitarismo a morte de todos os valores. No igualitarismo ideológico já não há o contraditório, o contraste, e o bem e o mal se igualam numa relação sem futuro.

Wallace Requião de Mello e Silva.
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domingo, 1 de março de 2009

Maimônides, fisico e filósofo.

Maimônides.
Figura das mais controvertidas é chamada indevidamente o Aristóteles da Idade Média, na verdade faltava-lhe muito para ter a lógica aristotélica. Judeus e árabes disputam a sua origem racial e o seu prestígio, por isso a maioria dos cronistas lhe atribuem origem judeu-árabe. Vivendo ao tempo das Cruzadas, foi considerado o espírito mais versátil do século XII. Filósofo professor, escritor, juiz, astrônomo, cientista, medico e homem de estado. Vivendo na corte de Saladino, foi convidado pare ser médico na Corte de Ricardo Coração de Leão, ou seja, transitava entre cristãos, judeus e muçulmanos.
Como foi o primeiro popularizador do saber de seu tempo, erroneamente o chamam de o Aristóteles da Idade Média.
Quem procurar ler a sua vida e obra ficara em duvida se muitas das coisas atribuídas a ele, não são atribuições... Como se faz hoje com os políticos, que no futuro serão vistos como verdadeiros super-homens, assim Maimônides tinha uma história, sempre muito volumosa para uma vida tão curta.
No campo médico e no exercício da profissão ele estabeleceu dez regras para a conservação da boa saúde, que ainda têm algum fundamento e simpatia no nosso tempo, das quais cito seis:
1) Abandona sempre a mesa ainda com fome;
2) Nunca beba durante a refeição;
3) Coma parcamente no Verão;
4) Nunca te deites logo depois da comida;
5) As bebidas alcoólicas são más para os jovens e boas para os velhos;
6) Não deixe de banhar-se uma vez por semana
As outras dizem respeito ao comportamento sexual.
Outra de suas obras, que se tornou célebre foi os “Oito Degraus de Ouro da Caridade” Nela ele expõe que há uma diferença entre dar e dar. Pode-se dar com as mãos, como o pensamento e com o coração. O primeiro e mais baixo grau da caridade é dar com relutância. O segundo é dar insuficientemente. O terceiro é dar somente quando se é solicitado. E assim por diante ate chegarmos ao oitavo grau. Este o mais alto degrau, ele nos diz, pois que evitar e impedir a pobreza, para evitar a necessidade da caridade é o mais elevado grau na escada de ouro da Caridade, nos conta Henry Tomas em “Filósofos da Idade Media”.
Mas é justamente ai, é que chega a ser uma injustiça chamá-lo de Aristóteles da Idade Media, a escolástica de Santo Tomas de Aquino, vai muito além, na interpretação da Caridade Cristã.
A caridade para o cristianismo é virtude Teologal, como a fé e a esperança. Teologal, ou seja, é virtude divina. Testemunho da presença de Deus. Com a morte do homem, a esperança cessa a fé, também, porém permanece a caridade. Ou seja, a Caridade vai muito além do relacionamento “econômico” entre os homens, muito acima da justiça dos bens materiais como se deduz do pensamento de Maimônides, Jesus Cristo nos ensina claramente que a Caridade maior é o amor a Deus, o primeiro dos mandamentos, portanto a Caridade é o Amor, que sobrevive a morte individual do homem. Assim para não deixar nenhuma duvida, Jesus Cristo nos diz: Ama-me, quem cumpre os meus Mandamentos.
Não há duvida nenhuma que os mandamentos de Deus são estruturantes das relações econômicas do homem quando vividos em sua plenitude, mas a caridade não acaba, com a justiça dos bens materiais, pois para com Deus, não há maior caridade e consolo aos seus sofrimentos para redimir os homens, do que a salvação de uma alma, e uma alma para ser salvar, necessita tender e esforçar-se para o cumprimento possível, lutado, dos Mandamentos de Deus, que é, sem duvida, a manifestação objetiva do amor dos homens para com Deus. Deus que no criou, e que se fez carne em Jesus Cristo Nosso Senhor.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Carrus Navalis

Carnaval.
Muitas são as definições que encontrei. Todas fazem alusão à festa da colheita, onde se celebra a fecundidade da terra e o fruto do trabalho humano. Xavier Telles, em sua Introdução aos Estudos Sociais, nos diz o seguinte. A festa deriva do culto a uma divindade Dionísio (deus grego dos ciclos vitais e da alegria, da uva e do vinho; ou Baco, (forma romana da mesma divindade) assim também chamada. A mesma divindade com nomes diferentes. Tratava-se de uma festa da uva e do vinho, aonde essas divindades vinham dos céus ou dos mares, com um barco carregado de uvas e bom vinho. As mulheres e homens pisavam a uva, numa dança frenesi. Festejavam puxando um barco com rodas, repleto de vinhos e uvas, ao qual o povo seguia bebendo, e dançando (corço). Segundo Xavier Telles, os latinos (romanos), ao narrar à festa, chamaram-na de festa do Carrus Navalis (Carro Naval: o nosso carro alegórico), donde se origina a palavra carnaval. De Dionísio, origina-se a palavra dionisíaco (há quem diga que vem de Dione, filha de Afrodite) e de Baco, deriva a palavra bacanal, orgia, bebedeira. Sua época e calendário haveria de ser marcada pelas diferentes colheitas através do mundo.
“““ De alguma forma, tal festa associou-se a uma explosão de “alegria irrefreada e irrefletida”, uma válvula de escape a uma sociedade irrefletida e pouco solidária, entendida como opressora, que é confundida então com a ”licença”, um afrouxamento voluntário e social, da moralidade... Com seus conseqüentes resultados nem sempre desejados. Eles soltam a franga.
O sexo, sempre foi visto como veículo da fertilidade humana, no seio da família, escola e proteção do ser nascido, todavia, eu particularmente acho que jamais foi banalizado ao grau, como em nossos dias, onde a uva e o vinho do Carro Navalis, foi substituído pela “fruta” das fêmeas, e o sangue dos inocentes..., sim o sangue de inocentes.
Eu me arrepio quando vejo as autoridades falando em: “use camisinha”, pois com essa frase, eles estão (e darão mil razões para isso) autorizando o sexo, como se fosse um esporte, uma licença pública, uma festa do sexo, um convite social, enfim uma bacanal, ou uma orgia dionisíaca.
Amanhã, passada essa ilusão, muitas meninas e mães chorarão..., muitos jovens enamorados perderão suas ilusões... pais terão dores nas suas cabeças licenciosas.
Que não seja esse o seu caso... Se você concebeu, crie o seu filho.
Wallace Req para o G 23.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Crime covarde e premeditado.

CRIME PREMEDITADO
via grupog23 de Grupo G23 em 06/09/08

Aborto crime premeditado.

Eu não sei o porquê a TV Educativa do Paraná, insiste em veicular, colocando no ar programas da Cultura de São Paulo. A Fundação Padre Anchieta, mantenedora da Cultura, em São Paulo, esconde por detrás deste ícone do catolicismo brasileiro, o Padre Anchieta, um grupo ideológico que nada tem com o catolicismo, ou com o cristianismo, na verdade naquela emissora de TV escondem-se bem mais de uma centena de inimigos declarados da Igreja e do cristianismo. Assim, enquanto aqui no Paraná, procuramos dar um norte, ou melhor, expressar o norte religioso do povo Paranaense, sistematicamente, a Cultura tenta criar um contraponto, desmerecer, ou tergiversar a ideologia aqui professada. Uma ideologia pró vida, e pró responsabilidade. E o fazem à custa do dinheiro do povo do Paraná, sim, porque o sinal via satelite é pago pelo povo do Paraná.
Se a TV Cultura deseja cobrir com seu sinal, todo o território nacional, o faça com o dinheiro dos paulistas, não com o nosso dinheiro.
Hoje pela manhã, 31 de Agosto vejo a franca e aberta defesa da legalização do aborto, na Tv publica do Paraná, repetindo sinal da Cultura de São Paulo, para todo o Brasil. Somente esse fato já denuncia que a Fundação Padre Anchieta deveria ter outro nome, mais de acordo com a ideologia que professa, que certamente não é a cristã. Sendo bem duro, quem defende o aborto, deveria ser abortado, pois como um veneno humano propaga a ideologia da morte,... Esses sujeitos de direitos, que nasceram porque ninguém se antepôs aos seus projetos de vida, suas mães e pais, não procuraram um “abortivo”, e não os inviabilizaram, querem agora, em nome da licença sexual, matar, para que se livrem do problema “imaginário” (eugenia, risco de vida das mães, violência sexual... tudo para esconder a ‘sem-vergonhice’ que vivemos, e a irresponsabilidade que temos diante de nossos atos sexuais), ou seja, os “vivos”, no seu egoísmo, querem impedir a “concorrência”, manter suas vidas sexuais irresponsáveis, à custa da vida de inocentes. Colocam uma mulher, a dizer que o corpo da mulher pertence à mulher, ora mais isso não diz respeito ao homem ou a mulher, que esta em formação em seu ventre. Essas vidas, dos nenens não fazem parte do corpo da mulher, como muito bem explica o medico João Mohana, em sua obra “Sexualidade Humana”. Se a mulher é dona de seu corpo, que o use com dignidade, não se ofereça irresponsavelmente, não faça de seu corpo um parque de diversões, procure saber a utilidade e conveniência social do casamento, saber, e se conscientizar que ela, só tem direitos sobre o seu corpo porque nasceu, apercebam-se, ela e o homem em relação, que a vida gerada obriga em responsabilidade diante dos homens e diante de Deus, e que abortar a vida, é tão grade violência como matar em assalto, pois é a clara solução egoística do caminho mais fácil, da morte provocada, em nome de uma injustiça supostamente sofrida. ( como se condenar um inocente e mata-lo com requintes de perversidade, intencionalidade, planejamento, contrato e violência requintada, não fosse uma injustiça ainda maior).
Depois a culpa passa a corroer o coração da mulher, e o faz com vagar, sutil e dolorosa caminhada, ate que vinte anos depois, ela virá em busca de ajuda psicológica, pois teme o castigo de si para consigo. O instinto materno cobra o filho, a filha, e adoece o coração da mãe homicida.

Wallace Requião de Mello e Silva.



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Violência à normalidade.

Violência à normalidade.
via grupog23 de Grupo G23 em 10/09/08

Homossexualismo e violência.

Wallace Requião de Mello e Silva.

Sempre lembrando que a palavra correta deveria ser homossensualismo ou homoerotismo, ao invés de homossexualismo, pois na “relação” homossexual não há o encontro de sexos opostos, ou seja, não há o encontro das conformações anatômicas que diferenciam o homem da mulher e o macho da fêmea.
Quando a deputada Marta Suplicy apresentou na Câmara Federal o projeto de lei que pretendia autorizar a união civil entre homossexuais, ela se utilizou de um argumento, no nosso entender absolutamente falso. Ela acusou a sociedade de homofobia (aversão medrosa aos homossexuais) e ainda, de aversão violenta. Segundo a autora daquele projeto de lei, é comum a violência envolvendo homossexuais. Nisso concordamos, e não só nós, mas todos os clássicos de psiquiatria que pude consultar. Nisso também haverão de concordar os atendentes de Prontos Socorros, médicos de diversas especialidades, jornalistas especializados nas crônicas policiais e vizinhos de homossexuais. O que não concordo é o que a autora pretendia defender com o argumento da violência. Ela queria dizer que se a lei fosse aprovada a violência diminuiria uma vez que a aceitação da “homossexualidade” pela sociedade como um todo diminuiria a “aversão” pelos homossensuais e consequentemente a agressão.
Mas a origem dessa violência envolvendo os homossexuais e seu entorno é bem outra. É um fruto da psicopatia da qual são vitimas. Vou tentar explicar como vejo o assunto.
Se formos buscar na origem dos termos sinônimos de homossexualismo, tais como sodomia, tribatismo, satirismo, pederastia e lesbianismo, acharemos na raiz de seus conceitos a violência e o cinismo. Vamos tomar como exemplo os dois sinônimos mais conhecidos, sodomia (homossexualismo masculino) e lesbianismo (homossexualismo feminino). O primeiro origina- se do nome da trágica cidade de Sodoma, destruída, como nos conta a Biblia, depois de Jó ter oferecido suas filhas virgens aos sodomitas que declinando delas, exigiam, que Jó a eles entregasse seus hospedes, estrangeiros e homens puros, homens morais para o comercio carnal. Vemos ai, diferentemente uma hetero agressão, ou seja, os sodomitas cujo vicio era o homossexualismo violava assim gravemente o direito daqueles visitantes, o direito à pureza e aos altos valores morais, que os sodomitas homossexuais queriam violar a força.
Por outro lado, na mitologia grega, encontraremos a narração de Safo (origem do termo safadeza) amante de Feon, que teria prometido (aos deuses) a sua realização (sexual) sem o concurso dos homens, isolada como estava com outras mulheres na ilha de Lesbos (origem da palavra lesbianismo). Ora a narração nos conta que Safo se suicidou (auto-agressão) apesar de viver “o ideal homossexual”, pois viviam em uma ilha, como suas “servidoras” onde ela mesma era a lei e a rainha (não é esse o ideal narcísico do homossexual?).
Na verdade não é a sociedade (em seus costumes) que não aceita o homossexualismo. Em primeiro lugar é o próprio Deus, ( embora alguns nasçãm assim) autor da natureza, que tendo escrito uma regra no coração de todos os homens os instiga a uma vida moral, da qual eles declinam, e por isso carregam a culpa, e dela a angustia, e como conseqüência a violência em primeiro lugar contra si, depois contra as circunstâncias.
Em segundo lugar o próprio homossexual não se aceita (ele é um estranho no próprio corpo). Numa espécie de “rebeldia orgulhosa” e intrínseca de sua condição, não aceita a sua própria condição de homem ou mulher, buscando e vivendo uma falsa sexualidade e uma sensualidade incompleta, anômala e estéril, incapaz de realizá-los diante da lei moral de suas consciências e dar-lhes paz. Parece claro ao observador atento que a principio o que existe é uma auto violência. A sociedade por outro lado, naquilo que possui de sadio, repudia o bizarro, o gritante, o escandalizante do comportamento homossexual, justamente porque ele salta aos olhos, e nos salta aos olhos tanto como uma vaca voando ou uma pessoa azul. E a sociedade não tem que se envergonhar de fazê-lo, pois ela preserva a sua própria saúde. ( ver teratologia).
Em pesquisa para elaboração desse texto, encontrei uma tese de doutorado, datada de 1955, editada pela Universidade Federal do Paraná de autoria de Frederico Todeschine, que realizou interessante trabalho, baseando-se na teoria das pulsões ambivalentes (um conceito da ciência psicológica) investigada pelo famoso médico geneticista húngaro Szondi criador do “Teste Experimental dos Instintos”. Este doutor paranaense ( F T) analisa em profundidade os componentes sádicos e masoquistas, e as tendências suicidas e homicidas nos homossexuais. Após a leitura atenta de tal trabalho, concluímos que a perversão dos instintos, encontrada nos homossexuais, é a fonte e origem da violência causada ou sofrida por eles. Se acreditarmos que os instintos são ordenadores da vida em ordem de a garantirem em sua integridade física e também pela transmissão sexual da espécie garantem a vida, concluímos que de algum modo os instintos garantem a vida. No caso da perversão do instinto sexual, ele desvia-se de seu norte, a defesa da vida, a procriação, orientando-se basicamente para a morte. O homossexual passivo fatalmente acabara encontrando o homossexual sádico, realizando-se assim, uma “relação” tendente à violência (intra ou extra agressiva). O homossexual ativo cuja componente principal é o sadismo ( comer e derrotar o próprio pai ou mãe) acabará por realizar-se na violência contra o parceiro (a) ou contra quem o seu parceiro goste. O auto agressivo, que também não aceita a sua situação anômala, e não quer ajuda se suicida ou se faz suicidar. Ou seja, é a psicopatia do homossexual, em tese que o coloca sempre em situação de risco. Haja visto o alto índice entre os homossexuais do consumo de drogas (a busca do transformar-se (ser outra pessoa) pelas drogas), ou ainda, a procura de promiscuidade sexual grupal (sentimento de pertença a um grupo de pervertidos) onde paixões bem marginais se manifestam numa relação de muito risco em todos os sentidos. Em conclusão, não é difícil entender que é grande a probabilidade (e inerente a sua perversão) a escolha de outro parceiro (a) psicopata, o que por vezes lhe é fatal.
Não há harmonia anatômica e funcional na relação homossexual. Ela não é nem uma verdadeira união anatômica, muito menos verdadeira união emocional. No dizer de Caetano Velozo “Narciso” só acha bonito o que lhe é espelho, (o homossexualismo é isso, uma relação em espelho) mas “Narciso" morreu afogado em si mesmo. E porque não harmoniza? Se observarmos a relação erótica sexual do homossexual verá que é uma relação onanística (Onan personagem bíblico que usava da masturbação para evitar filhos), e masturbatória (do latim: manus tuburare, tocar com as mãos) meio pelo qual os parceiros usam para não enfrentar a própria perversão. O homossexual quer ser aceito com a própria doença ao invés de se aceitar em luta com a doença pulsional e emocional da qual é vitima. Tal relação pervertida ( vertida por baixo) pode ser sentida subjetivamente como “felicidade”, ou seja, sentida como alivio das tensões e "baixa ou diminuição" da angustia advinda da própria inaceitação de ser uma Crusch em garrafa de Coca Cola ou o inverso. Ë a falsa felicidade de substituir pela fantasia e mentira interior a dura realidade de viver um conteúdo pulsional interno inadequado ao aspecto externo. O indivíduo imagina-se o que não é nem poderá ser. Sua máxima deformação é o travesti. Ter nascido um cão e querer ser um gato não pode trazer nenhum tipo de verdadeira realização. Essa inaceitação apenas prova, ou comprova a existência de uma deformação da personalidade, de um narcisismo flagrante, de uma rebeldia orgulhosa e estéril. O que difere profundamente dos raros casos, onde, por exemplo, um cão pudesse nascer e viver meio gato e meio cão. Tratar-se-ia de um monstro, um theratus (mostro em grego) um monstro do corpo, um doente congênito do soma um indivíduo digno de todos os esforços terapêuticos (terapêutica = ação corretora da anormalidade, monstruosidade ou deformação) na tentativa sincera de minimizar a anormalidade, a deformação física ou de caráter. Mas jamais ousaríamos fazer dessas exceções, dessas aberrações, algumas normas, leis a ser imposta como um ideal para a sociedade como um todo.
Finalizando queremos dizer que a pior conseqüência de fazer do anômalo o normal por força de lei, do imoral moral, é que a lei obriga, e a lei imoral obrigará a imoralidade e a lei anômala obrigara a anomalia, tendo como conseqüência uma violência flagrante contra toda a sociedade, violando insofismavelmente o bem comum.

Wallace Requião de Mello e Silva
Para o G 23



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O Ringue.

O Ringue.
via grupog23 de Grupo G23 em 04/09/08

O Ringue.

Luta, luta , luta. Todos acham que a vida é uma luta. Devemos nos preparar, atualizar, estudar, porque a concorrência é grande. Temos que lutar, vencer, superar aos nossos concorrentes. Imagem irreal e falsa, absolutamente falsa.
Ringue, como todos sabem é o palco das lutas. Etmológicamente, ao menos na acepção mais provável vem do inglês “ring”, palavra que quer dizer, em português, anel, círculo, espaço limitado. Esse espaço onde homens lutam em busca da vitoria, uns sobre os outros. Fosse à vida uma luta, o mundo seria um ringue. Coloque cinco lutadores em um ringue e não se poderão esperar cinco vencedores, não é lógico. Ora, mas se existem seis bilhões de pessoas no planeta, e o mundo é um ringue, a lógica demonstra que é falso esperar grande numero de vencedores. A luta parece então absurda, inútil até, uma ilusão criada para que os homens continuem o lutar desesperado e assim tornaren-se escravos e lona dos vencedores. Muito século atras Jesus Cristo já houvera desmistificado esse perverso sistema, mostrando que a vida não é luta, mas Amor, solidariedade, fraternidade. Luta-se sim contra os elementos, o frio, a fome, as doenças, para poder conviver, e solidariamente viver, dividindo o pão, revolvendo a terra, gerando filhos, amando a Deus e ao próximo. A conquista pela força haverá sempre de esconder-se atras de discursos hipócritas, para subverter a paz, a solidariedade, a partilha, em nome do mais profundo individualismo da ideologia dos vencedores. Nenhuma fera, nenhuma doença conseguiu vencer os homens coletivamente, e coletivamente os homens se fizeram homens como obra de Deus. “E Deus viu que ao homem não era bom estar só, e lhe fez uma companheira”,... Criando insofismavelmente a Sociedade Domestica natural, modelo, a sociedade solidaria escola de todas as outras sociedades humanas que dela derivam, a Família. Ali se apreende a partilha, ali se reparte o pão; ali se resiste ao individualismo; ali se vence os elementos em conjunto; ali se perpetua a vida e a espécie; ali se vive as experiências do amor e se reconhece as diversas funções da vida em sociedade, a hierarquia da vida, a autoridade da vida; e o amor de Deus. Fora dela podemos gerar vida, mas não educá-la. Podemos ter filhos no egoísmo. Fora da família, ou na família em luta, a vida começa a se tornar um ringue, um anel, um círculo de luta onde a disputa entre macho e fêmea se define como modelo para a vida egoísta, narcisista, individualista, pessoal, onde temos o outro, mas não somos possuídos, pois somos vencedores lutadores dominadores, patrões, donos, homens e mulheres que uma vez em pé e libertos da servidão da derrota, elevam os punhos fechados de vencedores aos céus, tendo na lona, os filhos e parentes mais próximos como os primeiros derrotados. Fora da família sadia não somos sócios de uma empresa que gera indivíduos para a sociedade humana.
Mas, “ring”, a palavra inglesa, também quer dizer aliança, laço profundo que fazem os homens entre si para viverem em paz e entendimento, laço profundo que fez o Creador com a criatura, de tal intimidade e ligação que nos fez sua imagem e semelhança, condição para o convívio espiritual, na ordem, na hierarquia operacional e social, na compreensão do poder, não como razão de ser, mas como instrumento coletivo de exercício da convivência humana solidaria. Temos de escolher. Ou viver a ilusão de sermos vencedores a custa do espolio de nossos semelhantes, pisando as suas cabeças a qualquer preço e por quaisquer meios, ou viver, pelo contrário em aliança solidaria com eles, coexistindo com os outros homens e mulheres que Deus permitiu existir, e exercendo por amor de Deus nosso pai comum, a responsabilidade social tão mais profunda quanto maior a nossa posição hierarquia de colaboradores e servidores do próximo, da vida, de Deus como agente da dignidade de cada um e de todos os homens diante do imenso universo que nos tolera. Em outras palavras diante de Deus, criador do Universo, que em uma de suas ínfimas e incontáveis bolinhas, a terra, tolera esses seres humanos, aos quais amou e ama de tal modo que entregou seu filho Nosso Senhor, para que percebesse-mos ao pendurá-lo no madeiro, o que a sociedade de vencedores estava fazendo com o amor. Cuspia-mos nele, mutilava-mos, torturava-mos e crucificava-mos o Amor, para sermos enfim os “vencedores”. Hoje, longe de termos aprendido a lição do sacrifício do amor, a cada dia que saímos para a “luta” do cotidiano, humilhamos alguém, derrotamos alguém, pisamos em alguém, crucificamos alguém, matamos alguém, para enfim subirmos sozinhos ao pódio das ilusões com os bolsos cheios do dinheiro inútil produzido com o suor, a vida e a humilhação alheia. Gritarás de olhos fixos nas estrelas longínquas: VENCI,... E a voz ressoará sussurrante nos confins do universo solitário sem encontrar resposta ate que os cabelos brancos sejam a marca da derrota, o tempo a prova da frustração dos músculos frouxos, as pernas bambas, a vista fraca e a morte certa. Venci Senhor? Perguntarás na fraqueza e solidão. Ó Deus, eu não posso, enfim, derrotar-te? Sou um perdedor solitário... Amparado nas minhas ilusões. Destro... indo? Sinistro... indo? Passo a passo. Indo,... ando..., derrot...ando, te neg... Ando; innnnnnnnnnnndomado. Suminnnnnnnndo.
Então para que tentar vencer-te? Não nos bastaria amar-te e amá-los todos como Tu me tens amado?

Wallace Requião de Mello e Silva.