A Concupiscência da Carne
O leitor de boa vontade deve saber que os moralistas católicos não brincam em serviço. Não pegam um tema na internet superficialmente e pronto. Para algumas definições morais e doutrinárias, sempre definidas pelo Papa, por vezes leva-se dezenas de anos e até séculos onde são estudadas todas as variáveis do comportamento humano e suas conseqüências. Assim, quando você, leitor de boa vontade, lê um artigo leigo como o meu, revista-se de prudência, pois as conclusões podem estar erradas. É, portanto, como muita humildade que eu escrevo esse artigo, e aconselho: na dúvida consultem-se as Encíclicas Papais e os grandes Moralistas.
A concupiscência.
Se formos a um bom dicionário, ou a Bíblia em João, ou ao Catecismo Romano, veremos que a palavra diz respeito ao apetite, a cobiça, ao desejo. Sobre modo ao ardente desejo do sexo, também chamado desejo, ou apetite da carne. Este desejo nos acompanhará durante toda a vida, nos diz São Paulo com a expressão, até o fim carreguei o Aguilhão da Carne. E ele era santo. Alguns autores nos dizem que o antônimo de concupiscência é incontinência, (não praticar o sexo) eu tenho a tendência a discordar.
Vejam o porquê. Quando Deus criou Adão e Eva, os criou com órgãos sexuais. Ou seja, antes do pecado original já poderemos supor que, em Genesis havia uma intencionalidade na criação do homem e sua companheira. Deus criou a carne humana e a dotou de desejo. O Genesis nos diz que Deus criou todas as criaturas, macho e fêmeas os criaram, e disse, multiplicai-vos. Donde dizer que a concupiscência vem do mundo, me parece redundância, pois Deus criou o homem da terra, (Não nos tire do mundo, mas nos livre do Mal) salvo se mundo aqui tem outro sentido. Pois Deus criou o homem espiritual e carnal, e o desejo da carne, assim como o seu órgão sexual foi criado por Deus. Sem o que não o teria mandado multiplicar-se.
Existem duas passagens do Evangelho, que nunca (ou raramente) são citadas pelos moralistas superficiais: “Se não resistes à concupiscência case-se”; e “O casamento é remédio para a concupiscência”. Ora, olhando superficialmente podemos concluir que a concupiscência é um inimigo a resistir, e uma doença que precisa de remédio.
Mas a realidade em nosso entorno nos diz eloqüentemente outra coisa: a Concupiscência é a nossa verdadeira mãe e o desejo de Deus o nosso pai. Como assim? Com exceção de Adão e Eva, e a concepção de Jesus Cristo, todos nós, incluindo a Virgem Maria fomos concebidos pelos desejos da carne, pelo ato e desejo sexual de um casal e pela vontade de Deus (sem o que não nos seria possível conceber).
Então qual é o remédio e a resistência para a concupiscência? Nas duas frases acima esta a resposta. Se não podemos resistir, nos casemos. Então está dito, se não podemos permanecer solteiros sem a cobiçada carne, tomemos o caminho do casamento. É isso que esta dito; A outra frase nos diz: O casamento é remédio para a concupiscência. Ora, mas o remédio, esta claro, é a satisfação dos desejos da carne no casamento que não pudemos resistir em solteiros. Essa responsabilidade de satisfação mutua esta bem expressa em outra passagem Bíblica: "O homem que repudia a sua mulher a induz ao adultério (e vice versa)". Ora, é tão grande a responsabilidade de consolo mutuo no casamento, que ao se negarem ao consolo entre marido e mulher (repúdio) ambos induzem um ao outro ao adultério. Pois o desejo e o apetite da carne, que não foi resistido quando solteiro, impõe-se ao casal por livre opção: Se não podes resistir à concupiscência case-se. E casar-se é consolar-se mutuamente sob pena de se sofrer o adultério. Com a satisfação do homem pela sua mulher, e da mulher pelo seu homem ocorre, podemos dizer, o resfriamento das paixões como o remédio trás o resfriamento da dor. Mas esse consolar-se, é preciso que se diga, não é apenas realizar o coito, mas é consolar as inúmeras necessidades sexuais, afetivas e emocionais que existem entre o homem e a mulher que escolheram livremente a seguirem junto o caminho da vida. Quando a Bíblia diz ao solteiro que não pôde resistir aos seus desejos que se case, é para preservar a prole, pois esses desejos se realizados levarão ao nascimento de novas vidas que precisarão do pai e da mãe de quem recebem a herança. Portanto para os que se casam é imperativo o consolo mútuo de qualidade. Para que nenhum dos cônjuges se veja impelido a procurar esse consolo fora do lar. Desse consolo mutuo nascerão naturalmente outros seres prolongando a responsabilidade mutua do casal. Mas prestem atenção em algo:
O próprio Deus nos criou com um ciclo de fertilidade seguido de infertilidade, donde sem esforço poderemos concluir que nem todo ato sexual será fértil, sendo assim, o homem e sua mulher no exercício do consolo mutuo realizarão atos férteis e inférteis, donde em absoluto não poderemos concluir que exista uma orientação para os homens e suas esposas se consolarem apenas na fertilidade, ou seja, praticarem o sexo apenas para a procriação. A Igreja nunca ensinou isso, e João Paulo II, em uma das suas cartas (encíclicas) deixa claro: O sexo entre o casal deve ser, ou estar aberto para a vida, para a concepção, e isso quer dizer, fique bem claro, que a Igreja desaconselha que o casal procure exclusivamente meios para o consolo infértil, estéril, pois Deus os criou Macho e Fêmea para que se reproduzissem, não apenas, para que buscassem a satisfação egoística das suas concupiscências (multiplicai-vos). Então fica-nos bem claro que os Homens e Mulheres se unem para o consolo mutuo e para a propagação da vida humana. (ver catecismo romano) Embora esteja também claro que o casamento é remédio para os desejos da carne satisfazendo-os moral e licitamente no casamento pelos motivos já ditos acima. Pois o casamento é o único sacramento cristão celebrado pelos cônjuges, tendo a Igreja na pessoa do Sacerdote como testemunha (ver Catecismo Romano) donde o Cristianismo reconhece a sua instituição natural desde o início dos tempos. É o homem e a mulher que se dão um ao outro. E se dão para serem um casal, e o casal acasala. E essa união, embora livre, é do desejo de Deus, pois leremos: "O que Deus uniu o homem não separe."
Todavia, posso dizer que o desejo da carne voluntariamente desordenado tem um efeito como o de um amontoado de palavras desordenadas sobre o papel, torna-se incompreensíveis, confusas, aleatórias permitindo múltiplas e confusas interpretações. O sexo é relacionamento, e relacionar0se é comunicar-se. A comunicação deve ser precisa, clara inteligível se quer ser eficiente e objetiva. Ora os desejos da Carne vividos desordenadamente, entre o casal constroem um texto moral e uma mensagem confusa e incompreensível para os cônjuges entre si, para possíveis parceiros externos (adúlteros) e para os frutos de seu amor, a prole, que terão claramente dificuldades de interpretação de suas próprias histórias pessoais no contexto relacional, familiar e de uma moral incompreensível.
Qualquer dúvida sobre minhas conclusões recorram aos documentos oficiais da Igreja, mas não o façam pela Internet, pois na maioria das vezes estão alterados. Como quase tudo na Internet. Assim aconselho.
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terça-feira, 6 de setembro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Pesadelo.

As árvores sagradas.
Na Índia um boi é um animal sagrado e ai de quem neles tocar com desrespeito. Com o passar dos anos o “ecologismo ideológico” fará das árvores vegetais sagrados e ai de quem tocar nelas. Com isso o papel desaparecerá, e a lei exigirá, dado o alto valor do papel, a reciclagem de toda celulose. Bibliotecas inteiras serão recicladas. A lei obrigará à mídia eletrônica. Será crime manter livros em casa.
Mas dê uma olhada nos antigos disquetes, eles já não servem para nada. Toda a informação que você guardou ali é inútil, pois já não há aparelhos para lê-los. Assim, nossa memória esta se tornando volátil, virtual, armazenada em provedores. Ora essa riqueza, a memória e o conhecimento estão sendo aos poucos apropriados, sugados de todos os cantos, corrompidos, enquanto nós seremos impedidos de ter conhecimento em nossas casas.
Algo semelhante já esta acontecendo em algumas legislações no planeta. È proibido ter dinheiro, acima de certa quantia em casa. Eles devem estar nos bancos para o controle do cidadão. Vejam as novas disposições sobre o imposto de renda. Assim o dinheiro, outra documentação, prova documental e fiduciaria, esta se tornando eletrônica, e essa “riqueza” eletrônica estará na mão dos que controlam a linguagem informatizada.
Não será mais preciso qualquer lastro, ou se dar ao trabalho da emissão de moedas ou cédulas, no silencio dos computadores nações enriquecerão virtualmente e outras serão empobrecidas virtualmente, de modo que o fluxo do Bit eletrônico domine as Riquezas Materiais do Mundo e submeta os homens.
Depois vira o chip eletrônico implantado no cidadão.Ele será um escravo.
A ordem é proibir. Você não vê ninguém incentivar o plantio de árvores. Você não vê isenção de impostos para quem plantá-las. Você vê a sombra do crime ecológico-religioso crescer sobre o cidadão. Não toque na natureza. Não possua conhecimento. Não guarde qualquer tipo de riqueza no seu domínio privado. Somos nós os humanos a excrescência do Meio, os futuros adoradores das árvores sagradas. Os escravos da eletronica.
Pesadelo.
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domingo, 9 de janeiro de 2011
Dando voz a Dona Marisa Letícia
Foram oito anos de bombardeio intenso, tiroteio de deboches, ofensas de todo jeito, ridicularia, referências mordazes, críticas cruéis, calúnias até. E sem o conforto das contrapartidas. Jamais foi chamada de "a Cara" por ninguém, nem teve a imprensa internacional a lhe tecer elogios, muito menos admiradores políticos e partidários fizeram sua defesa. À "companheira" número 1 da República, muito osso, afagos poucos. Ah, dirão os de sempre, e as mordomias? As facilidades? O vidão? E eu rebaterei: E o fim da privacidade? A imprensa sempre de olho, botando lente de aumento pra encontrar defeito? E as hostilidades públicas? E as desfeitas? E a maneira desrespeitosa com que foi constantemente tratada, sem a menor cerimônia, por grande parte da mídia? Arremedando-a, desfeiteando-a, diminuindo-a? E as frequentes provas de desconfiança, daqui e dali? E - pior de tudo - os boatos infundados e maldosos, com o fim exclusivo e único de desagregar o casal, a família? Ah, meus queridos, Marisa Letícia Lula da Silva precisou ter coragem e estômago para suportar esses oito anos de maledicências e ataques. E ela teve.
Começaram criticando-a por estar sempre ao lado do marido nas solenidades. Como se acompanhar o parceiro não fosse o papel tradicional da mulher mãe de família em nossa sociedade. Depois, implicaram com o silêncio dela, a "mudez", a maneira quieta de ser. Na verdade, uma prova mais do que evidente de sua sabedoria. Falar o quê, quando, todos sabem, primeira-dama não é cargo, não é emprego, não é profissão? Ah, mas tudo que "eles" queriam era ver dona Marisa Letícia se atrapalhar com as palavras para, mais uma vez, com aquela crueldade venenosa que lhes é peculiar, compará-la à antecessora, Ruth Cardoso, com seu colar poderoso de doutorados e mestrados. Agora, me digam, quantas mulheres neste grande e pujante país podem se vangloriar de ter um doutorado? Assim como, por outro lado, não são tantas as mulheres no Brasil que conseguem manter em harmonia uma família discreta e reservada, como tem Marisa Letícia. E não são também em grande número aquelas que contam, durante e depois de tantos anos de casamento, com o respeito implícito e explícito do marido, as boas ausências sempre feitas por Luís Inácio Lula da Silva a ela, o carinho frequentemente manifestado por ele. E isso não é um mérito? Não é um exemplo bom?
Passemos agora às desfeitas ao que, no entanto, eu considero o mérito mais relevante de nossa ex-primeira-dama: a brasilidade. Foi um apedrejamento sem trégua, quando Marisa Letícia, ao lado do marido presidente, decidiu abrir a Granja do Torto para as festas juninas. A mais singela de nossas festas populares, aquela com Brasil nas veias, celebrando os santos de nossas preferências, nossa culinária, os jogos e brincadeiras. Prestigiando o povo brasileiro no que tem de melhor: a simplicidade sábia dos Jecas Tatus, a convivência fraterna, o riso solto, a ingenuidade bonita da vida rural. Fizeram chacota por Lula colar bandeirinhas com dona Marisa, como se a cumplicidade do casal lhes causasse desconforto. Imprensa colonizada e tola, metida a chique. Fazem lembrar "emergentes" metidos a sebo que jamais poderiam entender a beleza de um pau de sebo "arrodeado" de fitinhas coloridas. Jornalistas mais criteriosos saberiam que a devoção de Marisa pelo Santo Antônio, levado pelo presidente em estandarte nas procissões, não é aprendida, nem inventada. É legitimidade pura. Filha de um Antônio (Antônio João Casa), de família de agricultores italianos imigrantes, lombardos lá de Bérgamo, Marisa até os cinco de idade viveu num sítio com os dez irmãos, onde o avô paterno, Giovanni Casa, devotíssimo, construiu uma capela de Santo Antônio. Até hoje ela existe, está lá pra quem quiser conferir, no bairro que leva o nome da família de Marisa, Bairro dos Casa, onde antes foi o sítio de suas raízes, na periferia de São Bernardo do Campo. Os Casa, de Marisa Letícia, meus amores, foram tão imigrantes quanto os Matarazzo e outros tantos, que ajudaram a construir o Brasil.
Outro traço brasileiro dela, que acho lindo, é o prestígio às cores nacionais, sempre reverenciadas em suas roupas no Dia da Pátria. Obras de costureiros nossos, nomes brasileiros, sem os abstracionismos fashion de quem gosta de copiar a moda estrangeira. Eram os coletes de crochê, os bordados artesanais, as rendas nossas de cada dia. Isso sim é ser chique, o resto é conversa fiada. No poder, ao lado do marido, ela claramente se empenhou em fazer bonito nas viagens, nas visitas oficiais, nas cerimônias protocolares. Qualquer olhar atento percebe que, a partir do momento em que se vestir bem passou a ser uma preocupação, Marisa Letícia evoluiu a cada dia, refinou-se, depurou o gosto, dando um olé geral em sua última aparição como primeira-dama do Brasil, na cerimônia de sábado passado, no Palácio do Planalto, quando, desculpem-me as demais, era seguramente a presença feminina mais elegante. Evoluiu no corte do cabelo, no penteado, na maquiagem e, até, nos tão criticados reparos estéticos, que a fizeram mais jovem e bonita. Atire a primeira pedra a mulher que, em posição de grande visibilidade, não fez uma plástica, não deu uma puxadinha leve, não aplicou uma injeçãozinha básica de botox, mesmo que light, ou não recorreu aos cremes noturnos. Ora essa, façam-me o favor!
Cobraram de Marisa Letícia um "trabalho social nacional", um projeto amplo nos moldes do Comunidade Solidária de Ruth Cardoso. Pura malícia de quem queria vê-la cair na armadilha e se enrascar numa das mais difíceis, delicadas e técnicas esferas de atuação: a área social. Inteligente, Marisa Letícia dedicou-se ao que ela sempre melhor soube fazer: ser esteio do marido, ser seu regaço, seu sossego. Escutá-lo e, se necessário, opinar. Transmitir-lhe confiança e firmeza. E isso, segundo declarações dadas por ele, ela sempre fez. Foi quem saiu às ruas em passeata, mobilizando centenas de mulheres, quando os maridos delas, sindicalistas, estavam na prisão. Foi quem costurou a primeira bandeira do PT. E, corajosa, arriscou a pele, franqueando sua casa às reuniões dos metalúrgicos, quando a ditadura proibiu os sindicatos. Foi companheira, foi amiga e leal ao marido o tempo todo. Foi amável e cordial com todos que dela se aproximaram. Não há um único relato de episódio de arrogância ou desfeita feita por ela a alguém, como primeira-dama do país. A dona de casa que cuida do jardim, planta horta, se preocupa com a dieta do maridão e protege a família formou e forma, com Lula, um verdadeiro casal. Daqueles que, infelizmente, cada vez mais escasseiam.
Este é o meu reconhecimento ao papel muito bem desempenhado por Marisa Letícia Lula da Silva nesses oito anos. Tivesse dito tudo isso antes, eu seria chamada de bajuladora. Esperei-a deixar o poder para lhe fazer a Justiça que merece.
Wallacereq@gmail.com
Começaram criticando-a por estar sempre ao lado do marido nas solenidades. Como se acompanhar o parceiro não fosse o papel tradicional da mulher mãe de família em nossa sociedade. Depois, implicaram com o silêncio dela, a "mudez", a maneira quieta de ser. Na verdade, uma prova mais do que evidente de sua sabedoria. Falar o quê, quando, todos sabem, primeira-dama não é cargo, não é emprego, não é profissão? Ah, mas tudo que "eles" queriam era ver dona Marisa Letícia se atrapalhar com as palavras para, mais uma vez, com aquela crueldade venenosa que lhes é peculiar, compará-la à antecessora, Ruth Cardoso, com seu colar poderoso de doutorados e mestrados. Agora, me digam, quantas mulheres neste grande e pujante país podem se vangloriar de ter um doutorado? Assim como, por outro lado, não são tantas as mulheres no Brasil que conseguem manter em harmonia uma família discreta e reservada, como tem Marisa Letícia. E não são também em grande número aquelas que contam, durante e depois de tantos anos de casamento, com o respeito implícito e explícito do marido, as boas ausências sempre feitas por Luís Inácio Lula da Silva a ela, o carinho frequentemente manifestado por ele. E isso não é um mérito? Não é um exemplo bom?
Passemos agora às desfeitas ao que, no entanto, eu considero o mérito mais relevante de nossa ex-primeira-dama: a brasilidade. Foi um apedrejamento sem trégua, quando Marisa Letícia, ao lado do marido presidente, decidiu abrir a Granja do Torto para as festas juninas. A mais singela de nossas festas populares, aquela com Brasil nas veias, celebrando os santos de nossas preferências, nossa culinária, os jogos e brincadeiras. Prestigiando o povo brasileiro no que tem de melhor: a simplicidade sábia dos Jecas Tatus, a convivência fraterna, o riso solto, a ingenuidade bonita da vida rural. Fizeram chacota por Lula colar bandeirinhas com dona Marisa, como se a cumplicidade do casal lhes causasse desconforto. Imprensa colonizada e tola, metida a chique. Fazem lembrar "emergentes" metidos a sebo que jamais poderiam entender a beleza de um pau de sebo "arrodeado" de fitinhas coloridas. Jornalistas mais criteriosos saberiam que a devoção de Marisa pelo Santo Antônio, levado pelo presidente em estandarte nas procissões, não é aprendida, nem inventada. É legitimidade pura. Filha de um Antônio (Antônio João Casa), de família de agricultores italianos imigrantes, lombardos lá de Bérgamo, Marisa até os cinco de idade viveu num sítio com os dez irmãos, onde o avô paterno, Giovanni Casa, devotíssimo, construiu uma capela de Santo Antônio. Até hoje ela existe, está lá pra quem quiser conferir, no bairro que leva o nome da família de Marisa, Bairro dos Casa, onde antes foi o sítio de suas raízes, na periferia de São Bernardo do Campo. Os Casa, de Marisa Letícia, meus amores, foram tão imigrantes quanto os Matarazzo e outros tantos, que ajudaram a construir o Brasil.
Outro traço brasileiro dela, que acho lindo, é o prestígio às cores nacionais, sempre reverenciadas em suas roupas no Dia da Pátria. Obras de costureiros nossos, nomes brasileiros, sem os abstracionismos fashion de quem gosta de copiar a moda estrangeira. Eram os coletes de crochê, os bordados artesanais, as rendas nossas de cada dia. Isso sim é ser chique, o resto é conversa fiada. No poder, ao lado do marido, ela claramente se empenhou em fazer bonito nas viagens, nas visitas oficiais, nas cerimônias protocolares. Qualquer olhar atento percebe que, a partir do momento em que se vestir bem passou a ser uma preocupação, Marisa Letícia evoluiu a cada dia, refinou-se, depurou o gosto, dando um olé geral em sua última aparição como primeira-dama do Brasil, na cerimônia de sábado passado, no Palácio do Planalto, quando, desculpem-me as demais, era seguramente a presença feminina mais elegante. Evoluiu no corte do cabelo, no penteado, na maquiagem e, até, nos tão criticados reparos estéticos, que a fizeram mais jovem e bonita. Atire a primeira pedra a mulher que, em posição de grande visibilidade, não fez uma plástica, não deu uma puxadinha leve, não aplicou uma injeçãozinha básica de botox, mesmo que light, ou não recorreu aos cremes noturnos. Ora essa, façam-me o favor!
Cobraram de Marisa Letícia um "trabalho social nacional", um projeto amplo nos moldes do Comunidade Solidária de Ruth Cardoso. Pura malícia de quem queria vê-la cair na armadilha e se enrascar numa das mais difíceis, delicadas e técnicas esferas de atuação: a área social. Inteligente, Marisa Letícia dedicou-se ao que ela sempre melhor soube fazer: ser esteio do marido, ser seu regaço, seu sossego. Escutá-lo e, se necessário, opinar. Transmitir-lhe confiança e firmeza. E isso, segundo declarações dadas por ele, ela sempre fez. Foi quem saiu às ruas em passeata, mobilizando centenas de mulheres, quando os maridos delas, sindicalistas, estavam na prisão. Foi quem costurou a primeira bandeira do PT. E, corajosa, arriscou a pele, franqueando sua casa às reuniões dos metalúrgicos, quando a ditadura proibiu os sindicatos. Foi companheira, foi amiga e leal ao marido o tempo todo. Foi amável e cordial com todos que dela se aproximaram. Não há um único relato de episódio de arrogância ou desfeita feita por ela a alguém, como primeira-dama do país. A dona de casa que cuida do jardim, planta horta, se preocupa com a dieta do maridão e protege a família formou e forma, com Lula, um verdadeiro casal. Daqueles que, infelizmente, cada vez mais escasseiam.
Este é o meu reconhecimento ao papel muito bem desempenhado por Marisa Letícia Lula da Silva nesses oito anos. Tivesse dito tudo isso antes, eu seria chamada de bajuladora. Esperei-a deixar o poder para lhe fazer a Justiça que merece.
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sábado, 22 de maio de 2010
Segurança Social ( programa real de altos resultados)
SEGURANÇA SOCIAL
Dentre todas as fragilidades apresentadas pela sociedade brasileira a segurança tem sido a que causa maiores queixas pela população. A história nacional demonstra que o Estado responde a estas queixas com muitas formas de trabalho a fim de combater a criminalidade e violência visando proporcionar a segurança. Entretanto o clamor da sociedade traz a seguinte reflexão: os instrumentos utilizados até o presente, de fato, conseguem conter, minimizar ou eliminar os fatores geradores desta sensação de não segurança?
Analisando-se a criminalidade observa-se que ela é decorrente de um conjunto de fatores sociais, econômicos e culturais que quando desestabilizados provocam insegurança em outras áreas, inclusive as vitais, como alimentação, saúde e educação. Em função desta complexidade, segurança pública deixa de ser um problema exclusivo das polícias, exigindo uma participação mais ampla de outros componentes para que tratem de todo o espectro de segurança, tais como alimentar, educacional, geração de renda, além da segurança pública melhorando a qualidade de vida na região.
Diante do exposto surge o conceito de Segurança Social propondo uma corrente de esforços entre os integrantes do Estado, em especial a Polícia Militar, a sociedade civil organizada e os voluntários para transformar comunidades que de alguma forma estejam mais sujeitas às influências da criminalidade em comunidades fortalecidas que tenham seu desenvolvimento independente das influências do crime, onde a Policia Militar do Paraná propõe a construção da segurança pública fundamentada na prevenção, capacitação, interação e participação da comunidade .
Idealizado pelo Cel Anselmo José de Oliveira e pela Major Karin Denise Krasinski, este conceito foi testado inicialmente na Vila Zumbi dos Palmares, com excelentes resultados para a região. No entanto, a implantação monitorada por parâmetros científicos foi feita na Vila Osternack, em novembro de 2008, quando escolheu-se a região devido ao alto índice de homicídios constatado pelo Sistema de Geoprocessamento da Secretaria de Segurança Publica, onde havia o pico de até 14 homicidios num único final de semana, sendo assim considerada a região mais violenta de Curitiba .
Lançado oficialmente em 22 de novembro de 2008, pelo sr. Governador , Roberto Requião, e pelo então Comandante Geral, Cel Anselmo José de Oliveira, o projeto piloto foi implantado, acompanhado e mensurado desde então, na Vila Osternack, em três comunidades.
Pela sistemática do trabalho, os parceiros são fundamentais, hoje em torno de sessenta instituições que se organizam em câmaras de trabalho produzindo resultados nas áreas de educação, geração de renda, desenvolvimento urbano, segurança pública, segurança alimentar, saúde, religiosa, cidadania.
As pesquisas mostraram que o maior interesse inicial daquela população era a ocupação dos jovens que fora da ociosidade, também ficariam longe dos delitos e do uso de drogas. Hoje, diversas atividades são desenvolvidas tendo como base a Associação XXIII de Agosto, Associação Madre Tereza, Clube de Mães XXIII de Agosto, Igreja Católica, Igreja Evangélica Assembléia de Deus, Igreja Cristã Água Viva e no Colégio Estadual Iara Bergmann obtendo-se como resultado , uma população que aos poucos se fortalece e confia em si mesma, buscando a geração de rendas, a saúde e principalmente qualidade de vida. E o mais surpreendente é que a taxa de homicídios caiu para uma média de 01 homicidio por mês, restando para ser trabalhado pelas câmaras da saúde de de segurança pública, os delitos originados pela violência doméstica em maior numero contra mulheres e crianças.
Nas palavras do Cel Anselmo, o Segurança Social é o futuro da segurança pública, onde esta é construída com a técnica policial em conjunto com a população articulada.
Forma aprimorada de se construir a segurança com a sociedade organizada através da sinergia de iniciativas na busca de dotar as comunidades de alternativas salutares de sobrevivência e melhoria de suas condições individuais e grupais levando-as a uma prática cidadã e preventiva.
Sua logomarca é composta pelo brasão da PMPR, pelo centro da Bandeira do Paraná e pelo símbolo da segurança social. O conjunto destes elementos estiliza um olho, que ludicamente representa um olhar do Estado, da PMPR e da sociedade organizada sobre a comunidade onde se está desenvolvendo o projeto.
A sua logo demonstra o eixo principal do Segurança Social: a construção em ¨3D¨da segurança pública, onde a união de todos os segmentos sociais e a comunidade, sem qualquer distinção, em bases sólidas, oportuniza transformações profundas no local trabalhado, que por fim otimiza os recursos policiais existentes, aplicando com maior eficácia e eficiência um menor número de policiais e de viaturas, obtendo-se resultados muito maiores.
O Projeto já foi exposto a diversas instituições dos municípios de Curitiba, Almirante Tamandaré, Cascavel e agora prepara-se para expor em Maringá.
**************
EQUIPES QUE GERENCIARAM O SEGURANÇA SOCIAL:
Telefones para contato:
SEGURANÇA SOCIAL - PMPR Av. Mal Floriano Peixoto, 1401- Rebouças- Curitiba-Pr Fone: (041) 33044725 ou 33044700 (Coordenação: Capitão Ronaldo de Abreu e Margarete Maria Lemes )
Wallacereq@gmail.com
Dentre todas as fragilidades apresentadas pela sociedade brasileira a segurança tem sido a que causa maiores queixas pela população. A história nacional demonstra que o Estado responde a estas queixas com muitas formas de trabalho a fim de combater a criminalidade e violência visando proporcionar a segurança. Entretanto o clamor da sociedade traz a seguinte reflexão: os instrumentos utilizados até o presente, de fato, conseguem conter, minimizar ou eliminar os fatores geradores desta sensação de não segurança?
Analisando-se a criminalidade observa-se que ela é decorrente de um conjunto de fatores sociais, econômicos e culturais que quando desestabilizados provocam insegurança em outras áreas, inclusive as vitais, como alimentação, saúde e educação. Em função desta complexidade, segurança pública deixa de ser um problema exclusivo das polícias, exigindo uma participação mais ampla de outros componentes para que tratem de todo o espectro de segurança, tais como alimentar, educacional, geração de renda, além da segurança pública melhorando a qualidade de vida na região.
Diante do exposto surge o conceito de Segurança Social propondo uma corrente de esforços entre os integrantes do Estado, em especial a Polícia Militar, a sociedade civil organizada e os voluntários para transformar comunidades que de alguma forma estejam mais sujeitas às influências da criminalidade em comunidades fortalecidas que tenham seu desenvolvimento independente das influências do crime, onde a Policia Militar do Paraná propõe a construção da segurança pública fundamentada na prevenção, capacitação, interação e participação da comunidade .
Idealizado pelo Cel Anselmo José de Oliveira e pela Major Karin Denise Krasinski, este conceito foi testado inicialmente na Vila Zumbi dos Palmares, com excelentes resultados para a região. No entanto, a implantação monitorada por parâmetros científicos foi feita na Vila Osternack, em novembro de 2008, quando escolheu-se a região devido ao alto índice de homicídios constatado pelo Sistema de Geoprocessamento da Secretaria de Segurança Publica, onde havia o pico de até 14 homicidios num único final de semana, sendo assim considerada a região mais violenta de Curitiba .
Lançado oficialmente em 22 de novembro de 2008, pelo sr. Governador , Roberto Requião, e pelo então Comandante Geral, Cel Anselmo José de Oliveira, o projeto piloto foi implantado, acompanhado e mensurado desde então, na Vila Osternack, em três comunidades.
Pela sistemática do trabalho, os parceiros são fundamentais, hoje em torno de sessenta instituições que se organizam em câmaras de trabalho produzindo resultados nas áreas de educação, geração de renda, desenvolvimento urbano, segurança pública, segurança alimentar, saúde, religiosa, cidadania.
As pesquisas mostraram que o maior interesse inicial daquela população era a ocupação dos jovens que fora da ociosidade, também ficariam longe dos delitos e do uso de drogas. Hoje, diversas atividades são desenvolvidas tendo como base a Associação XXIII de Agosto, Associação Madre Tereza, Clube de Mães XXIII de Agosto, Igreja Católica, Igreja Evangélica Assembléia de Deus, Igreja Cristã Água Viva e no Colégio Estadual Iara Bergmann obtendo-se como resultado , uma população que aos poucos se fortalece e confia em si mesma, buscando a geração de rendas, a saúde e principalmente qualidade de vida. E o mais surpreendente é que a taxa de homicídios caiu para uma média de 01 homicidio por mês, restando para ser trabalhado pelas câmaras da saúde de de segurança pública, os delitos originados pela violência doméstica em maior numero contra mulheres e crianças.
Nas palavras do Cel Anselmo, o Segurança Social é o futuro da segurança pública, onde esta é construída com a técnica policial em conjunto com a população articulada.
Forma aprimorada de se construir a segurança com a sociedade organizada através da sinergia de iniciativas na busca de dotar as comunidades de alternativas salutares de sobrevivência e melhoria de suas condições individuais e grupais levando-as a uma prática cidadã e preventiva.
Sua logomarca é composta pelo brasão da PMPR, pelo centro da Bandeira do Paraná e pelo símbolo da segurança social. O conjunto destes elementos estiliza um olho, que ludicamente representa um olhar do Estado, da PMPR e da sociedade organizada sobre a comunidade onde se está desenvolvendo o projeto.
A sua logo demonstra o eixo principal do Segurança Social: a construção em ¨3D¨da segurança pública, onde a união de todos os segmentos sociais e a comunidade, sem qualquer distinção, em bases sólidas, oportuniza transformações profundas no local trabalhado, que por fim otimiza os recursos policiais existentes, aplicando com maior eficácia e eficiência um menor número de policiais e de viaturas, obtendo-se resultados muito maiores.
O Projeto já foi exposto a diversas instituições dos municípios de Curitiba, Almirante Tamandaré, Cascavel e agora prepara-se para expor em Maringá.
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segunda-feira, 26 de abril de 2010
Uma tese para a teologia do amor fecundo.
Uma Teologia do Amor Fecundo;
Uma Teologia do amor fecundo, ou uma teologia da sexualidade?
O texto que esboço aqui tem por base o livro do padre Léo CSJ, já falecido, titulado “Sede Fecundos”. Não concordo inteiramente com o seu texto (nem ele queria, esperava, ou pedia isso), mas, não podemos negar que seu livro é fecundo em idéias. Cumpria ele assim a primeira e mais essencial de suas premissas; a de seu amor missionário fecundo.
O nome “Teologia” não se aplica em todo o seu sentido “pleno” nesse texto. Téo, Deus em grego, mais Logos, estudo, palavra, nos falam de um estudo aprofundado de Deus. No caso cristão, é a ciência que deduz, da palavra revelada aos hagiógrafos, uma natureza íntima de Deus, sua vontade, inteligência e ensinamentos. Posto assim, neste texto, nós queremos ver o que Deus nos fala, através das Sagradas Escrituras sobre a sexualidade.
A fecundidade é o norte da vida. É a direção para onde aponta o ponteiro de orientação da bússola da vida. A Vida é fecunda. A Morte é infecunda.
Bem, vamos por parte. Se eu te apresento um pedaço de chocolate, você experimenta e diz: É bom! Então eu te apresento um perfume, você inala e diz: É bom! Eu te faço um cafuné no couro cabeludo, e você diz: É bom. Ora, o que você esta dizendo?
Você está dizendo que sente prazer nas coisas boas, você esta dizendo que sente prazer.
Em Genesis leremos que Deus viu que todas as coisas criadas eram Boas, tudo era bom, portanto sem muita presunção podemos supor que Deus sentiu prazer pelo que criou. Deus sentiu prazer na sua fecundidade. Não nos parece temerário assim afirmar, pois Deus disse que o homem é sua imagem e semelhança, portanto, muito do que sentimos são imagem e semelhança de Deus.
Ora, mas Deus criou o homem, ápice de sua criação, e a mulher, viu que o homem era bom e que precisava de uma auxiliar, e criou a mulher diferente do homem como sua companheira, macho e fêmea os criou. E viu que era bom. Portanto foi Deus que criou o sexo.
Ora, o sexo aqui, nesse texto, é tomado na sua mais clássica definição. Conformação macro e micro anatômica que diferenciam o macho da fêmea, diferenças essas que se repercutem nos hormônios, nas glândulas, e nos cromossomos sexuais (XX para a mulher) e (XY para os homens). Portanto os seres humanos são sexuados, em cada uma de suas células, diferente dos seres vivos assexuados.
Vendo Deus que tudo era bom (sentindo prazer na sua fecundidade criadora) mandou que os humanos crescessem e se multiplicassem, ou seja, como imagem e semelhança de Deus Uno e Trino, os fez fecundos, orientando-os ao norte da vida, à fecundidade. Não fossem fecundos os nossos primeiros pais, não estaríamos escrevendo esse texto. Podemos fazê-lo, porque foram fecundos os nossos pais.
Homem e mulher, Deus os criou. Temos aqui a pedra fundamental da sexualidade, porque o que diferencia o homem da mulher é o sexo. Não há, como esta posto, uma terceira via.
Mas se Deus criou os genitais humanos, e todas as diferenças macro e micro anatômicas e funcionais, Deus também criou a mão humana. Ora, a mão, no ser humano, é do seu corpo, entre as suas partes, das mais multifuncionais. A mão escreve, toca instrumentos, cozinha, constrói , modela, desenha, acaricia, erotiza, planta, colhe, mas também mata, mente, falsifica, destrói, violenta. Ora, disso, com simplicidade, percebemos que a mão tem atos morais, sociais, e atos imorais e anti-sociais. Se assim é para a mão humana, o leitor logo concluirá sem dificuldade que assim é, também para o corpo, e para os demais órgãos humanos, incluindo os genitais, o sexo, donde se conclui que todo ato humano é moral, e o moral é fértil, fecundo, vivo. Ou seja, para Deus constatar que era bom, é porque a obra criada não era má, estéril, desagradável, infecunda e imoral. O pecado original foi à desobediência ao limite moral, ou seja, a desobediência ao limite pedido, solicitado, estabelecido por Deus. A quebra desse limite tiraria o homem da inocência, ou seja, da vivência moral perfeita, e o retiraria do paraíso, ou seja, dessa vivência perfeita e harmonia cósmica. Sendo que isso, como relata o Gênesis, nada tinha com a sexualidade, mas tinha com a desobediência ao limite moral entre o que era BOM e o que era MAL. Assim os homens souberam a diferença entre o bom e o mau, nos diz o Gênesis, e viram que estavam nus (despidos da harmonia cósmica, da inocência original pela obediência fecunda) e se cobriram com folhas. Limitaram e esconderam seus sexos, com culpa moral desobediente. Quiseram com isso escapar aos olhos fecundos de Deus. Furtar-se à VIDA. Ou seja, o humano desejou então possuir o conhecimento. Pois comeu do fruto do conhecimento pela transgreção, e desejou reter a vida pessoal, controlá-la egoisticamente, ser confundido com ela, tal qual Deus o criador, (Eu sou a Vida) e ao invés de Ser inocente, obediente e fecundo, limitados tal qual homem e mulher foram criados, instrumentos obedientes da VIDA cósmica, OBRA DE DEUS e não os senhores dela, tornaram-se desobedientes a Deus, na perseguição teimosa do grito cósmico de Satanás: “Eu sou tal qual Deus”. Hoje os homens avançam em direção à Árvore da VIDA, aquela que segundo o Genesis, esta protegida por uma espada de fogo. A primeira nos expulsou do paraíso da inocência, a segunda nos expulsará da existência temporal para a condenação eterna.
Assim, diz o padre Léo em seu livro: “A intimidade sexual é sagrada! A atração mutua entre o homem e a mulher é mais do que um impulso natural, é a realização da fecundidade de Deus, é sacramento, é Dom e desejo de Deus. O Prazer sexual é igualmente Dom e presente de Deus. Ele criou o ser humano sexuado. Deus criou o homem e viu que era Bom.” E o criou para a Fecundidade Moral. Sede portanto Fecundos: no Amor.
Wallacereq@gmail.com
Uma Teologia do amor fecundo, ou uma teologia da sexualidade?
O texto que esboço aqui tem por base o livro do padre Léo CSJ, já falecido, titulado “Sede Fecundos”. Não concordo inteiramente com o seu texto (nem ele queria, esperava, ou pedia isso), mas, não podemos negar que seu livro é fecundo em idéias. Cumpria ele assim a primeira e mais essencial de suas premissas; a de seu amor missionário fecundo.
O nome “Teologia” não se aplica em todo o seu sentido “pleno” nesse texto. Téo, Deus em grego, mais Logos, estudo, palavra, nos falam de um estudo aprofundado de Deus. No caso cristão, é a ciência que deduz, da palavra revelada aos hagiógrafos, uma natureza íntima de Deus, sua vontade, inteligência e ensinamentos. Posto assim, neste texto, nós queremos ver o que Deus nos fala, através das Sagradas Escrituras sobre a sexualidade.
A fecundidade é o norte da vida. É a direção para onde aponta o ponteiro de orientação da bússola da vida. A Vida é fecunda. A Morte é infecunda.
Bem, vamos por parte. Se eu te apresento um pedaço de chocolate, você experimenta e diz: É bom! Então eu te apresento um perfume, você inala e diz: É bom! Eu te faço um cafuné no couro cabeludo, e você diz: É bom. Ora, o que você esta dizendo?
Você está dizendo que sente prazer nas coisas boas, você esta dizendo que sente prazer.
Em Genesis leremos que Deus viu que todas as coisas criadas eram Boas, tudo era bom, portanto sem muita presunção podemos supor que Deus sentiu prazer pelo que criou. Deus sentiu prazer na sua fecundidade. Não nos parece temerário assim afirmar, pois Deus disse que o homem é sua imagem e semelhança, portanto, muito do que sentimos são imagem e semelhança de Deus.
Ora, mas Deus criou o homem, ápice de sua criação, e a mulher, viu que o homem era bom e que precisava de uma auxiliar, e criou a mulher diferente do homem como sua companheira, macho e fêmea os criou. E viu que era bom. Portanto foi Deus que criou o sexo.
Ora, o sexo aqui, nesse texto, é tomado na sua mais clássica definição. Conformação macro e micro anatômica que diferenciam o macho da fêmea, diferenças essas que se repercutem nos hormônios, nas glândulas, e nos cromossomos sexuais (XX para a mulher) e (XY para os homens). Portanto os seres humanos são sexuados, em cada uma de suas células, diferente dos seres vivos assexuados.
Vendo Deus que tudo era bom (sentindo prazer na sua fecundidade criadora) mandou que os humanos crescessem e se multiplicassem, ou seja, como imagem e semelhança de Deus Uno e Trino, os fez fecundos, orientando-os ao norte da vida, à fecundidade. Não fossem fecundos os nossos primeiros pais, não estaríamos escrevendo esse texto. Podemos fazê-lo, porque foram fecundos os nossos pais.
Homem e mulher, Deus os criou. Temos aqui a pedra fundamental da sexualidade, porque o que diferencia o homem da mulher é o sexo. Não há, como esta posto, uma terceira via.
Mas se Deus criou os genitais humanos, e todas as diferenças macro e micro anatômicas e funcionais, Deus também criou a mão humana. Ora, a mão, no ser humano, é do seu corpo, entre as suas partes, das mais multifuncionais. A mão escreve, toca instrumentos, cozinha, constrói , modela, desenha, acaricia, erotiza, planta, colhe, mas também mata, mente, falsifica, destrói, violenta. Ora, disso, com simplicidade, percebemos que a mão tem atos morais, sociais, e atos imorais e anti-sociais. Se assim é para a mão humana, o leitor logo concluirá sem dificuldade que assim é, também para o corpo, e para os demais órgãos humanos, incluindo os genitais, o sexo, donde se conclui que todo ato humano é moral, e o moral é fértil, fecundo, vivo. Ou seja, para Deus constatar que era bom, é porque a obra criada não era má, estéril, desagradável, infecunda e imoral. O pecado original foi à desobediência ao limite moral, ou seja, a desobediência ao limite pedido, solicitado, estabelecido por Deus. A quebra desse limite tiraria o homem da inocência, ou seja, da vivência moral perfeita, e o retiraria do paraíso, ou seja, dessa vivência perfeita e harmonia cósmica. Sendo que isso, como relata o Gênesis, nada tinha com a sexualidade, mas tinha com a desobediência ao limite moral entre o que era BOM e o que era MAL. Assim os homens souberam a diferença entre o bom e o mau, nos diz o Gênesis, e viram que estavam nus (despidos da harmonia cósmica, da inocência original pela obediência fecunda) e se cobriram com folhas. Limitaram e esconderam seus sexos, com culpa moral desobediente. Quiseram com isso escapar aos olhos fecundos de Deus. Furtar-se à VIDA. Ou seja, o humano desejou então possuir o conhecimento. Pois comeu do fruto do conhecimento pela transgreção, e desejou reter a vida pessoal, controlá-la egoisticamente, ser confundido com ela, tal qual Deus o criador, (Eu sou a Vida) e ao invés de Ser inocente, obediente e fecundo, limitados tal qual homem e mulher foram criados, instrumentos obedientes da VIDA cósmica, OBRA DE DEUS e não os senhores dela, tornaram-se desobedientes a Deus, na perseguição teimosa do grito cósmico de Satanás: “Eu sou tal qual Deus”. Hoje os homens avançam em direção à Árvore da VIDA, aquela que segundo o Genesis, esta protegida por uma espada de fogo. A primeira nos expulsou do paraíso da inocência, a segunda nos expulsará da existência temporal para a condenação eterna.
Assim, diz o padre Léo em seu livro: “A intimidade sexual é sagrada! A atração mutua entre o homem e a mulher é mais do que um impulso natural, é a realização da fecundidade de Deus, é sacramento, é Dom e desejo de Deus. O Prazer sexual é igualmente Dom e presente de Deus. Ele criou o ser humano sexuado. Deus criou o homem e viu que era Bom.” E o criou para a Fecundidade Moral. Sede portanto Fecundos: no Amor.
Wallacereq@gmail.com
sábado, 3 de abril de 2010
Fixando a ideologia.
Fixando a Ideologia.
Ao ouvir a entrevista do prefeito de Santo Inácio, João Venceslau, pude perceber que o governo de Requião conseguiu fixar nos municípios paranaenses a consciência de fixação das populações urbanas e rurais das pequenas cidades. Aquele prefeito assimilou bem a importância de valorização das pequenas cidades, para diminuir a criminalidade, garantir saúde, educação e mais qualidade de vida para a população brasileira.
Uma cidade de pouco mais de 6000 habitantes, possui três escolas públicas ( que devem atender por volta 1000 alunos), uma indústria que emprega mil e quinhentas pessoas, cinco ônibus escolares, quatro oriundo do governo do estado, dois por doação e dois financiados, e um do governo federal. Certamente teve seu Plano Diretor realizado, o que facilitará o crescimento ordenado do município. Receberá em breve uma biblioteca e um centro gratuito de acesso a Internet, e um Centro de Saúde da Criança e da Mulher.
Não é pouco, pois isso, somado às obras da própria prefeitura, nos permitirá contemplar o avanço da pequena cidade na melhoria de seu nivel cultural e qualidade de vida para os próximos dez anos.
Essa é a receita para o Brasil.
Wallacereq@gmail.com
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Ao ouvir a entrevista do prefeito de Santo Inácio, João Venceslau, pude perceber que o governo de Requião conseguiu fixar nos municípios paranaenses a consciência de fixação das populações urbanas e rurais das pequenas cidades. Aquele prefeito assimilou bem a importância de valorização das pequenas cidades, para diminuir a criminalidade, garantir saúde, educação e mais qualidade de vida para a população brasileira.
Uma cidade de pouco mais de 6000 habitantes, possui três escolas públicas ( que devem atender por volta 1000 alunos), uma indústria que emprega mil e quinhentas pessoas, cinco ônibus escolares, quatro oriundo do governo do estado, dois por doação e dois financiados, e um do governo federal. Certamente teve seu Plano Diretor realizado, o que facilitará o crescimento ordenado do município. Receberá em breve uma biblioteca e um centro gratuito de acesso a Internet, e um Centro de Saúde da Criança e da Mulher.
Não é pouco, pois isso, somado às obras da própria prefeitura, nos permitirá contemplar o avanço da pequena cidade na melhoria de seu nivel cultural e qualidade de vida para os próximos dez anos.
Essa é a receita para o Brasil.
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
O tempo apaga.

Mais uma obra esquecida no tempo.
A Secretaria do Menor, hoje chamada da Criança e do Adolescente, é uma obra do então Prefeito Requião. Posteriormente outro prefeito mudou o seu nome para Secretaria da Criança e do Adolescente, e assumiu a paternidade.
Trago aqui um documento assinado por Mário Celso Cunha, ex. Secretário Municipal do Menor do prefeito Requião, que confirma o fato. Sua primeira secretária foi Sonia Paese.
O SIM foi extinto pelo prefeito que sucedeu ao Requião.
Clique sobre a Imagem, ela cresce para você ler.
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Os inimigos de Requião e do povo; tentam...
Os inimigos de Requião.
Os inimigos de Requião o acusam. Acusam o governo de ser omisso, sem planejamento e incompetente. Agora, ao aproximar-se a campanha política, o acusam de mentiroso numa estratégia massiva, que eles, os inimigos imaginam mortal.
Vamos por parte. Quem acusa se julga melhor do que o acusado, portanto os inimigos de Requião se julgam presentes, competentes e planejadores, e o que é pior, verazes.
O pior, entre os mentirosos, é aquele que diz: ”Eu não minto”. Já mentiu. Esse mente e é perigoso, mais que isso é hipócrita. Mas vamos dizer que eles tenham razão, que o governo é omisso, sem planejamento e incompetente, e que de quebra tenha produzido algumas mentiras.
Pois bem, a primeira pergunta que devemos fazer é: No que resultou essa omissão; essa falta de planejamento, essa incompetência?
Em primeiro lugar nenhum patrimônio público foi vendido para amigos. Nenhuma concessão ou serviço público foi privatizado no período. A Previdência do estado continuou pública, e empresas públicas já privatizadas foram recuperadas, caso da Copel, Sanepar, Ferroeste.
A desnutrição caiu. A mortalidade infantil diminuiu. A mortalidade materna com relação ao parto desapareceu. O analfabetismo diminuiu como nunca em toda a história do estado. As escolas melhoraram, se informatizaram, foram reequipadas. A TV Paulo Freire foi criada, equipada e opera com sucesso e bom gosto. Todas as salas de aula foram equipadas com TV multimídia interativas, as bibliotecas escolares reforçadas, os alunos receberam livros didáticos públicos e gratuitos. Cento e cinqüenta mil novas vagas. Professores recebem formação continuada, tem plano de cargos e salários e recebem em dia. As escolas rurais e municípios pequenos receberam 1142 ônibus escolares. Equipamentos de saúde cresceram como cogumelos em todo o estado. Centenas, de ambulâncias públicas socorrem os paranaenses, novos hospitais construídos, velhos hospitais reformados. O funcionalismo público recebe em dia com antecipação do décimo terceiro (vocês já esqueceram como era?), a agricultura e a indústria bateram recordes. As Exportações aumentaram em volume e lucro. As estradas estão boas. O porto público eficiente e bem equipado, todas as cidades do estado tem seus planos de desenvolvimento urbano aprovados, as pequenas cidades receberam tele-centros e bibliotecas. As pequenas propriedades e médias propriedades no campo se desenvolveram com assistência técnica. Consumiram mais de 4.000 tratores novos (quando, em que governo isso aconteceu?) o que significa o consumo de implementos e aumento de produtividade. Agricultores receberam instrução de como tirar o Máximo desses equipamentos. O estado passou a adquirir para a merenda escolar, produtos de pequenos produtores, alias a merenda escolar não faltou em mais de 2000 escolas publicas estaduais. O número de empresas aumentou, e seu tempo de sobrevivência também. Os impostos estaduais baixaram, o arrocho fiscal desapareceu, a arrecadação aumentou. A Taxa de desemprego diminuiu, (sempre levando em consideração que há os que não trabalham porque não querem, e os que trabalham muito e não tem emprego, como catadores de papel, ou donas de casa). As unidades do CEASA distribuem 4000 toneladas ano, para 400 instituições assistenciais. O número de cortes de fornecimento de luz e água por inadimplência caiu assustadoramente. Também caiu o numero de ligações irregulares e gatos. O Paraná em Ação documentou e regularizou a situação familiar, militar e dívidas públicas, de centenas de milhares de paranaenses, introduzindo-os na cidadania e na formalidade. Três grandes usinas Hidroelétricas foram inauguradas no período, e uma mais, está em construção. A policia foi reequipada, recebendo viaturas, coletes e armamento, meios de comunicação, cursos e qualificação. Nove penitenciarias construídas e três totalmente reformadas. A TV Educativa foi realizada equipada, e é uma realidade nacional incontestável, divulgando o Paraná, no seu jeito simples de ser. O lixo tóxico, as embalagens tóxicas, as embalagens de lubrificantes foram e vem sendo sistematicamente recolhidas e destinadas. Milhões de árvores foram plantadas nos leitos dos rios. O litoral tem recebido infra-estrutura nas temporadas como nunca recebeu em toda a história do Paraná. Aeronaves do Governo lhe emprestam agilidade, das quais sete foram compradas pelo governo Requião (dois xavantes, um Caravan, um Skayline, três helicópteros). Cinqüenta municípios receberam equipamentos de combate a incêndios e Corpos de Bombeiros Comunitários. As grandes cidades receberam melhoramentos nessa área. As mulheres puderam entrar para o Corpo de Bombeiro. Os colégios agrícolas foram ressuscitados e reequipados. Os jogos escolares retomados, e multiplicados. O futebol amador fortalecido, assim também o futsal. Novas indústrias se instalaram no Paraná, o comercio se expandiu também o turismo. Centenas ou milhares de pequenas obras melhoraram as pequenas cidades. As Universidade e faculdades estaduais receberam recursos e desenvolvem projetos reais com aplicação direta aos interesses econômicos da população do Paraná. Índios e quilombolas tiveram graves situações saneadas, reconhecidas, regulamentadas. Milhares de casas construídas. Grande combate a traficantes e comércio de drogas. Quadras cobertas e Centros Poli-esportivos vieram em socorro da hiper atividade de crianças e adolescentes. Unidades de atendimento de adolescentes em conflito com a lei foram construídas nos mais modernos padrões. O executivo e o legislativo, assim como o Judiciário conviveram pacificamente. O ministério público pode atuar e a ouvidoria pública e a Justiça gratuita estiveram sem interrupção a serviço dos paranaenses. Regiões de baixo IDH foram atendidas com investimentos nunca imaginados nestes últimos 50 anos. Produtos artesanais do campo ganharam espaço nas grandes redes de supermercados. Um Centro de Agro-ecologia forma técnica absolutamente necessária num estado agrícola. Cursos profissionalizantes extintos, foram reativados. O Litoral ganhou uma universidade. O Fundo de aval permitiu que pescadores comprassem barcos e motores novos; bem, para terminar, ainda que tenha me esquecido de algo, tudo graças à omissão, a incompetência e falta de planejamento. Se tudo isso resultou da incompetência e falta de planejamento, imaginem vocês com que presença, com que competência e com que planejamento, a “Aliança Santa” do governo passado, se apropriava de todos os negócios públicos, todas as concessões e serviços públicos, todas as empresas publicas que seriam compradas com dinheiro público e exploradas por amigos do governo, ou melhor, do governador planejador do golpe.
Por isso votarei no Pessutti ( PMDB), para que essa “oh!-missão” continue acontecendo.
Wallacereq@gmail.com
Os inimigos de Requião o acusam. Acusam o governo de ser omisso, sem planejamento e incompetente. Agora, ao aproximar-se a campanha política, o acusam de mentiroso numa estratégia massiva, que eles, os inimigos imaginam mortal.
Vamos por parte. Quem acusa se julga melhor do que o acusado, portanto os inimigos de Requião se julgam presentes, competentes e planejadores, e o que é pior, verazes.
O pior, entre os mentirosos, é aquele que diz: ”Eu não minto”. Já mentiu. Esse mente e é perigoso, mais que isso é hipócrita. Mas vamos dizer que eles tenham razão, que o governo é omisso, sem planejamento e incompetente, e que de quebra tenha produzido algumas mentiras.
Pois bem, a primeira pergunta que devemos fazer é: No que resultou essa omissão; essa falta de planejamento, essa incompetência?
Em primeiro lugar nenhum patrimônio público foi vendido para amigos. Nenhuma concessão ou serviço público foi privatizado no período. A Previdência do estado continuou pública, e empresas públicas já privatizadas foram recuperadas, caso da Copel, Sanepar, Ferroeste.
A desnutrição caiu. A mortalidade infantil diminuiu. A mortalidade materna com relação ao parto desapareceu. O analfabetismo diminuiu como nunca em toda a história do estado. As escolas melhoraram, se informatizaram, foram reequipadas. A TV Paulo Freire foi criada, equipada e opera com sucesso e bom gosto. Todas as salas de aula foram equipadas com TV multimídia interativas, as bibliotecas escolares reforçadas, os alunos receberam livros didáticos públicos e gratuitos. Cento e cinqüenta mil novas vagas. Professores recebem formação continuada, tem plano de cargos e salários e recebem em dia. As escolas rurais e municípios pequenos receberam 1142 ônibus escolares. Equipamentos de saúde cresceram como cogumelos em todo o estado. Centenas, de ambulâncias públicas socorrem os paranaenses, novos hospitais construídos, velhos hospitais reformados. O funcionalismo público recebe em dia com antecipação do décimo terceiro (vocês já esqueceram como era?), a agricultura e a indústria bateram recordes. As Exportações aumentaram em volume e lucro. As estradas estão boas. O porto público eficiente e bem equipado, todas as cidades do estado tem seus planos de desenvolvimento urbano aprovados, as pequenas cidades receberam tele-centros e bibliotecas. As pequenas propriedades e médias propriedades no campo se desenvolveram com assistência técnica. Consumiram mais de 4.000 tratores novos (quando, em que governo isso aconteceu?) o que significa o consumo de implementos e aumento de produtividade. Agricultores receberam instrução de como tirar o Máximo desses equipamentos. O estado passou a adquirir para a merenda escolar, produtos de pequenos produtores, alias a merenda escolar não faltou em mais de 2000 escolas publicas estaduais. O número de empresas aumentou, e seu tempo de sobrevivência também. Os impostos estaduais baixaram, o arrocho fiscal desapareceu, a arrecadação aumentou. A Taxa de desemprego diminuiu, (sempre levando em consideração que há os que não trabalham porque não querem, e os que trabalham muito e não tem emprego, como catadores de papel, ou donas de casa). As unidades do CEASA distribuem 4000 toneladas ano, para 400 instituições assistenciais. O número de cortes de fornecimento de luz e água por inadimplência caiu assustadoramente. Também caiu o numero de ligações irregulares e gatos. O Paraná em Ação documentou e regularizou a situação familiar, militar e dívidas públicas, de centenas de milhares de paranaenses, introduzindo-os na cidadania e na formalidade. Três grandes usinas Hidroelétricas foram inauguradas no período, e uma mais, está em construção. A policia foi reequipada, recebendo viaturas, coletes e armamento, meios de comunicação, cursos e qualificação. Nove penitenciarias construídas e três totalmente reformadas. A TV Educativa foi realizada equipada, e é uma realidade nacional incontestável, divulgando o Paraná, no seu jeito simples de ser. O lixo tóxico, as embalagens tóxicas, as embalagens de lubrificantes foram e vem sendo sistematicamente recolhidas e destinadas. Milhões de árvores foram plantadas nos leitos dos rios. O litoral tem recebido infra-estrutura nas temporadas como nunca recebeu em toda a história do Paraná. Aeronaves do Governo lhe emprestam agilidade, das quais sete foram compradas pelo governo Requião (dois xavantes, um Caravan, um Skayline, três helicópteros). Cinqüenta municípios receberam equipamentos de combate a incêndios e Corpos de Bombeiros Comunitários. As grandes cidades receberam melhoramentos nessa área. As mulheres puderam entrar para o Corpo de Bombeiro. Os colégios agrícolas foram ressuscitados e reequipados. Os jogos escolares retomados, e multiplicados. O futebol amador fortalecido, assim também o futsal. Novas indústrias se instalaram no Paraná, o comercio se expandiu também o turismo. Centenas ou milhares de pequenas obras melhoraram as pequenas cidades. As Universidade e faculdades estaduais receberam recursos e desenvolvem projetos reais com aplicação direta aos interesses econômicos da população do Paraná. Índios e quilombolas tiveram graves situações saneadas, reconhecidas, regulamentadas. Milhares de casas construídas. Grande combate a traficantes e comércio de drogas. Quadras cobertas e Centros Poli-esportivos vieram em socorro da hiper atividade de crianças e adolescentes. Unidades de atendimento de adolescentes em conflito com a lei foram construídas nos mais modernos padrões. O executivo e o legislativo, assim como o Judiciário conviveram pacificamente. O ministério público pode atuar e a ouvidoria pública e a Justiça gratuita estiveram sem interrupção a serviço dos paranaenses. Regiões de baixo IDH foram atendidas com investimentos nunca imaginados nestes últimos 50 anos. Produtos artesanais do campo ganharam espaço nas grandes redes de supermercados. Um Centro de Agro-ecologia forma técnica absolutamente necessária num estado agrícola. Cursos profissionalizantes extintos, foram reativados. O Litoral ganhou uma universidade. O Fundo de aval permitiu que pescadores comprassem barcos e motores novos; bem, para terminar, ainda que tenha me esquecido de algo, tudo graças à omissão, a incompetência e falta de planejamento. Se tudo isso resultou da incompetência e falta de planejamento, imaginem vocês com que presença, com que competência e com que planejamento, a “Aliança Santa” do governo passado, se apropriava de todos os negócios públicos, todas as concessões e serviços públicos, todas as empresas publicas que seriam compradas com dinheiro público e exploradas por amigos do governo, ou melhor, do governador planejador do golpe.
Por isso votarei no Pessutti ( PMDB), para que essa “oh!-missão” continue acontecendo.
Wallacereq@gmail.com
sábado, 3 de outubro de 2009
Senador Amir Lando ( PMDB de RO)
Ao ouvir e ver na TV Paraná Educativa, um programa produzido pelo Escritório de Representação do Estado do Paraná em Brasíliia, me lembrei desse meu artigo publicado tempos atrás.De fato, eu me lembro, na década de setenta que se convidadava aos brasileiros para irem derrubar a mata na Amazônia. Dizia-se: um quilometro de frente, e o fundo de sua propriedade será limitado pela sua capacidade de desmatar.
Todavia o Senador, sem fazer juízo de valor, sobre o tema, nos diz que era: "Ou derrubar, ou ser engolido pela floresta".
Então eu lembrei dessa foto, que nos mostra que quando o homem abandona um espaço, a natureza, toma o espaço abandonado. Isso nos faz pensar que o homem conquistou o espaço de seu habitat, e luta para mantê-lo, incluindo o combate aos animais bravios, e outros homens; temos uma visão um pouco ingênua do esforço que nos custou a civilização.
Na foto de baixo, veremos, com pesar, a derrubada de uma árvore imensa, quando ela poderia ter sido poupada, pois seus galhos são tão grandes que se podados, preservando a árvore, já nos permitiria tanto a utilização econômica da madeira, como a sua utilização direta para construção de habitação, e outros fins diretos, se esse fosse o caso. Mas algumas vezes derrubamos para colocar na área o gado.
Um pouco de prudência, de racionalidade, poderia elencar propostas, para o uso racional da Amazônia. A Poda científica, por exemplo, e o manejamento por pequenas áreas, revelaria aos poucos as possibilidades. Assim o G 23 tem proposto o uso do Zeppelin, por ser equipamento que permitiria percorrer de maneira íntima a região, sem ofender, derrubar, macular a integridade da área, mas nos permitindo revelar aspectos ainda desconhecidos. Uma floresta não é brincadeira, nela há doenças, mosquitos e insetos mortais, animais peçonhentos, e segredos até hoje desconhecidos. Ou vocês pensam que a história da humanidade, foi diferente de algo que expresse a luta do homem com o meio hostil?
Há ali, na Amazônia, também, remédios, alimentos, vestígios de culturas extintas, animais desconhecidos e espécimes consideradas extintas. Mas mesmo assim, a floresta, e seus segredos, mesmo os escondidos no subsolo protegidos e guardados pela floresta indevassável, só tem ou terão sentido em função do homem.
O homem não é a doença do planeta, e o planeta é um ínfima parte do Universo desconhecido. Muito menos a civilização é a doença da humanidade, como se quer fazer crer, nos convencendo a abandoná-la em favor de comunidades primitivas e seus meios de sobrevivência.
Isso é covardia e traição às gerações que nos antecederam, e que morreram para construir a civilização, todos nós fomos primitivos um dia, e muito nos custou a civilização. Sob o ponto de vista da sobrevivência todos nós sobrevivemos, ( os primitivos e os civilizados) e se morrermos por problemas ambientais, todos nós morreremos. O Planeta Terra esta sujeito a fenômenos cósmicos, que independem das nossa ações sobre o meio ambiente, mas são esses fenômenos cósmicos, longínquos, os determinantes das mudanças climáticas.
A diferença é que aparentemente, não podemos controlar os fenômenos cósmicos, mas podemos minorar, ou racionalizar a ação humana no meio que nos cerca.
Tudo bem, urge fazê-lo.
Ora, mas comportamento humano , e mudança no comportamento humano, diz respeito aos valores, e valores, ao menos os mais estáveis, nos rementem ao mistério da orígem e destinação da vida humana, e isso nos reporta a idéia de Deus, uma vez que nós os homens não somos os criadores nem de nós mesmos, nem do Planeta, nem do Cosmos. Ora, a razão e a prudência, nos diz que devemos nos fixar na atenção e estudo, aos desejos de Deus, e seus valores, pois isso, pode, podia, e poderá, através DELE, sim dele o Craidor de Tudo, interferir até mesmo nos fenômenos cósmicos.
Foi no que acreditavam os homens mais sábios do passado, e parece começam a se aperceber os homens mais sábios e prudentes do presente.
O pecado gera injustiça, e a injustiça todo tipo de desequilibrio. Inclusive ambiental.
Ou seja, o Homem é um animal Moral, e a Moral, limita e educa a ação humana, dizendo a ele o que fazer e o que não fazer, o Valor Moral é o único capaz de harmonizar o homem com o meio que o cerca, incluindo o meio social, o ambiental e o cósmico, do qual somos absolutamente dependentes e impotentes se já não acreditarmos mais em Deus.
Obrigado

Leiam: A Poda da Amazônia, ou o Ajardinamento da Amazonia Legal Brasileira.
Para pensar.
Eu te pergunto?
sábado, 22 de agosto de 2009
O abandono histórico dos falashas começa a ser reeescrito.
Os falashas, judeus negros da Etiópia foram tão abandonados que chegaram a pensar que todo judeu era negro. Mas a ideologia revisionista de Israel, já preparou " mensageiros" para reescrever essa história em termos mais deglutiveis. Os negros e chineses serão maioria no mundo de um governo Mundial Sionista, e é preciso conquista-los e desviá-los de Maomé, como você verá no texto abaixo. Além do que, Israel precisa das riquezas da África. De uma olhada nas fronteiras biblicas da terra prometida, e você verá que elas atingem a África. Não se trata apenas da pequena Palestina.´E mole?
Texto tirado do site do Exercito Nacional.
Dobradinha com Israel na África
“Nós não saímos da África para ser escravos, mas para ser livres”, orgulha-se o deputado etíope-israelense Shlomo Molla, que veio ao Brasil conhecer as políticas de integração racial
Correndo por fora das diferenças políticas entre seus governos, que ficaram mais uma vez em evidência durante a visita a Brasília do chanceler Avigdor Lieberman, Brasil e Israel começam a explorar a possibilidade de atuarem juntos na África. Ambos os países têm experiências numerosas e variadas de cooperação com países africanos, seja em iniciativas de assistência e ajuda humanitária ou de apoio ao desenvolvimento.
O modelo em consideração é o dos acordos triangulares que a diplomacia brasileira vem exercitando nos últimos anos com parceiros europeus e os Estados Unidos. Os mais comentados são na área de biocombustíveis, como o bem-sucedido programa de produção de biocombustíveis em Gana: o Brasil entra com tecnologia (para isso instalou em Acra uma filial da Embrapa); a Suécia faz aporte financeiro e compra a produção, com a qual movimenta parte de sua frota de ônibus e carros e supera as metas europeias de redução das emissões de gas carbônico.
Lieberman, que acaba de fazer uma turnê pela América do Sul, planeja visitar cinco países africanos e reaquecer uma relação que teve seu primeiro grande empurrão já nos anos 1960, quando Israel era um Estado em plena adolescência e a então primeira-ministra, Golda Meir, fez a primeira viagem oficial de alto nível ao continente. De lá para cá, houve altos e baixos condicionados pela superposição entre o conflito árabe-israelense e a Guerra Fria. A guerra de 1973, que levou a Opep a cortar o fornecimento de petróleo aos aliados do Estado judaico, teve eco na Organização da Unidade Africana, então sob forte influência de ex-colônias europeias governadas por regimes afinados com o bloco socialista — que àquela altura se alinhara decididamente aos árabes contra Israel, aliado dos EUA (como, na época, o Irã do xá Reza Pahlevi).
Somar e dividir
Intensificar uma política africana mais ousada por parte da chancelaria israelense é um dos temas que motivam o deputado Shlomo Molla, um judeu etíope que migrou adolescente para Israel, em 1984. Em visita a Brasília para encontros no Congresso e com o ministro da Igualdade Racial, Edson Santos, Molla falou à coluna sobre as convergências e complementaridades entre Brasil e Israel, nesse e em outros terrenos. “Para nós, é muito importante a aproximação com a África. Queremos ver como podemos ajudar em áreas como agricultura, construção e infraestrutura, nas quais as empresas israelenses têm know-how”, disse o deputado. Os governos brasileiro e israelense têm programas de combate à Aids em países africanos, além de oferecerem intercâmbio e bolsas para estudantes.
A complementaridade se apresenta, de cara, nos países contemplados. Enquanto o Brasil atua com maior desenvoltura nos de língua portuguesa, e mais recente na costa ocidental, Israel tem maior presença no leste: Tanzânia, Quênia, Uganda e, sobretudo, a Etiópia, beneficiada com ajuda à agricultura e pecuária, entre outros campos. Os laços vêm justamente do tempo em que o hoje deputado emigrou, em meio a uma seca que levou centenas de milhares de etíopes a buscar refúgio em países vizinhos. Israel organizou na ocasião uma ponte-aérea para resgatar milhares de falashas, como são conhecidos os judeus etíopes. Nessas duas décadas e meia, eles viveram seu processo de integração e reidentificação em uma sociedade que, a exemplo da brasileira, nasceu multicultural.
Terra Prometida
É nesse ponto que Shlomo Molla aponta uma diferença marcante entre o seu caminho e o dos africanos absorvidos pelas Américas no período colonial. “Nós não saímos para ser escravos, mas para ser livres”, resume. Esse intercâmbio de percepções distintas da história africana foi um dos tópicos da conversa entre o deputado israelense e o ministro brasileiro. E também um dos elementos do convite feito a Edson Santos para que visite Israel e conheça de perto o processo de integração dos afrodescendentes. Molla conta, com uma ponta de orgulho, que ele e os amigos que deixaram a Etiópia em 1984, em boa parte por causa da perseguição ao líder de sua comunidade, saíram “pelos próprios pés”. Caminharam (literalmente) até a fronteira do Sudão, onde foram presos e encaminhados a campos de refugiados onde fizeram contato com a inteligência de Israel, que percorria as tendas com o pessoal de assistência humanitária, identificando os falashas.
Um dia, ele conta, foram embarcados em caminhões e viajaram recolhendo outros refugiados até que, à noite, um comando das forças especiais chegou em helicópteros para levá-los “à nossa Terra Prometida”. Hoje, Molla arrisca, em tom de brincadeira: “Em 10 anos, vamos fazer um primeiro-ministro em Israel".... por enquanto vivemos nas periferias de Jerusalém.
Texto tirado do site do Exercito Nacional.
Dobradinha com Israel na África
“Nós não saímos da África para ser escravos, mas para ser livres”, orgulha-se o deputado etíope-israelense Shlomo Molla, que veio ao Brasil conhecer as políticas de integração racial
Correndo por fora das diferenças políticas entre seus governos, que ficaram mais uma vez em evidência durante a visita a Brasília do chanceler Avigdor Lieberman, Brasil e Israel começam a explorar a possibilidade de atuarem juntos na África. Ambos os países têm experiências numerosas e variadas de cooperação com países africanos, seja em iniciativas de assistência e ajuda humanitária ou de apoio ao desenvolvimento.
O modelo em consideração é o dos acordos triangulares que a diplomacia brasileira vem exercitando nos últimos anos com parceiros europeus e os Estados Unidos. Os mais comentados são na área de biocombustíveis, como o bem-sucedido programa de produção de biocombustíveis em Gana: o Brasil entra com tecnologia (para isso instalou em Acra uma filial da Embrapa); a Suécia faz aporte financeiro e compra a produção, com a qual movimenta parte de sua frota de ônibus e carros e supera as metas europeias de redução das emissões de gas carbônico.
Lieberman, que acaba de fazer uma turnê pela América do Sul, planeja visitar cinco países africanos e reaquecer uma relação que teve seu primeiro grande empurrão já nos anos 1960, quando Israel era um Estado em plena adolescência e a então primeira-ministra, Golda Meir, fez a primeira viagem oficial de alto nível ao continente. De lá para cá, houve altos e baixos condicionados pela superposição entre o conflito árabe-israelense e a Guerra Fria. A guerra de 1973, que levou a Opep a cortar o fornecimento de petróleo aos aliados do Estado judaico, teve eco na Organização da Unidade Africana, então sob forte influência de ex-colônias europeias governadas por regimes afinados com o bloco socialista — que àquela altura se alinhara decididamente aos árabes contra Israel, aliado dos EUA (como, na época, o Irã do xá Reza Pahlevi).
Somar e dividir
Intensificar uma política africana mais ousada por parte da chancelaria israelense é um dos temas que motivam o deputado Shlomo Molla, um judeu etíope que migrou adolescente para Israel, em 1984. Em visita a Brasília para encontros no Congresso e com o ministro da Igualdade Racial, Edson Santos, Molla falou à coluna sobre as convergências e complementaridades entre Brasil e Israel, nesse e em outros terrenos. “Para nós, é muito importante a aproximação com a África. Queremos ver como podemos ajudar em áreas como agricultura, construção e infraestrutura, nas quais as empresas israelenses têm know-how”, disse o deputado. Os governos brasileiro e israelense têm programas de combate à Aids em países africanos, além de oferecerem intercâmbio e bolsas para estudantes.
A complementaridade se apresenta, de cara, nos países contemplados. Enquanto o Brasil atua com maior desenvoltura nos de língua portuguesa, e mais recente na costa ocidental, Israel tem maior presença no leste: Tanzânia, Quênia, Uganda e, sobretudo, a Etiópia, beneficiada com ajuda à agricultura e pecuária, entre outros campos. Os laços vêm justamente do tempo em que o hoje deputado emigrou, em meio a uma seca que levou centenas de milhares de etíopes a buscar refúgio em países vizinhos. Israel organizou na ocasião uma ponte-aérea para resgatar milhares de falashas, como são conhecidos os judeus etíopes. Nessas duas décadas e meia, eles viveram seu processo de integração e reidentificação em uma sociedade que, a exemplo da brasileira, nasceu multicultural.
Terra Prometida
É nesse ponto que Shlomo Molla aponta uma diferença marcante entre o seu caminho e o dos africanos absorvidos pelas Américas no período colonial. “Nós não saímos para ser escravos, mas para ser livres”, resume. Esse intercâmbio de percepções distintas da história africana foi um dos tópicos da conversa entre o deputado israelense e o ministro brasileiro. E também um dos elementos do convite feito a Edson Santos para que visite Israel e conheça de perto o processo de integração dos afrodescendentes. Molla conta, com uma ponta de orgulho, que ele e os amigos que deixaram a Etiópia em 1984, em boa parte por causa da perseguição ao líder de sua comunidade, saíram “pelos próprios pés”. Caminharam (literalmente) até a fronteira do Sudão, onde foram presos e encaminhados a campos de refugiados onde fizeram contato com a inteligência de Israel, que percorria as tendas com o pessoal de assistência humanitária, identificando os falashas.
Um dia, ele conta, foram embarcados em caminhões e viajaram recolhendo outros refugiados até que, à noite, um comando das forças especiais chegou em helicópteros para levá-los “à nossa Terra Prometida”. Hoje, Molla arrisca, em tom de brincadeira: “Em 10 anos, vamos fazer um primeiro-ministro em Israel".... por enquanto vivemos nas periferias de Jerusalém.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Ponte entre Paranaguá e Pontal do Sul

Essa ligação suspensa pela ilha da Cotinga de dentro, desafoga Paranaguá, viabiliza o Porto de Pontal, e a urbanização de Pontal do Paraná. Uma melhora de vida em todo o litoral.
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www.G23blindagem.com
sábado, 11 de abril de 2009
Como anda a tua fé?
Certa vez, um alpinista muito bem preparado iniciou sozinho a escalada do monte Everest, um dos mais altos do mundo.
Ao final do terceiro dia de escalada, a noite chegou rapido junto com uma forte ventania que anunciava nevasca pela madrugada. Estava muito escuro e não era possível enchergar mais que dez centimetros à frente e ele tentava galgar uma plataforma para acampar aquela noite.
Foi quando escorregou numa lâmina de gelo e caiu num abismo de trevas. Caia a uma velocidade vertiginosa, sentindo a terrivel sensação de ser sugado pela força da gravidade.
O alpinista continuava caindo, foi quando sentiu um forte solavanco que quase partiu seu corpo ao meio. Era a corda de segurança na sua cintura, presa a uma estaca cravada no gelo que todo montanhista utiliza para sua segurança.
Nesse monento suspenso nos ares, o alpinista balbucia: Meu Deus, me ajude!
De repente uma voz lhe responde: O que você quer de mim, meu filho?
Salve-me por amor de Deus, diz o montanhista.
A voz pergunta: Você realmente acredita que eu posso te salvar?
Responde ele: Eu tenho certeza meu Deus.
A voz: Então corte a corda que o mantem pendurado...
Houve um momento de silêncio e o alpinista pensou: se eu cortar a corda vou cair e morrer.
Alguns dias depois os pessoal do resgate encontrou o corpo congelado e morto, agarrando com as mãos duras a corda que o sustentava.
Ele estava a apenas meio metro do chão.
Moral:Confiança, romper as velhas cordas e caminhar, como fé em direção aos seus sonhos, é certeza de realiza-los.
Copilado de Pe. Legrand, 2004, editora Soler.
Ao final do terceiro dia de escalada, a noite chegou rapido junto com uma forte ventania que anunciava nevasca pela madrugada. Estava muito escuro e não era possível enchergar mais que dez centimetros à frente e ele tentava galgar uma plataforma para acampar aquela noite.
Foi quando escorregou numa lâmina de gelo e caiu num abismo de trevas. Caia a uma velocidade vertiginosa, sentindo a terrivel sensação de ser sugado pela força da gravidade.
O alpinista continuava caindo, foi quando sentiu um forte solavanco que quase partiu seu corpo ao meio. Era a corda de segurança na sua cintura, presa a uma estaca cravada no gelo que todo montanhista utiliza para sua segurança.
Nesse monento suspenso nos ares, o alpinista balbucia: Meu Deus, me ajude!
De repente uma voz lhe responde: O que você quer de mim, meu filho?
Salve-me por amor de Deus, diz o montanhista.
A voz pergunta: Você realmente acredita que eu posso te salvar?
Responde ele: Eu tenho certeza meu Deus.
A voz: Então corte a corda que o mantem pendurado...
Houve um momento de silêncio e o alpinista pensou: se eu cortar a corda vou cair e morrer.
Alguns dias depois os pessoal do resgate encontrou o corpo congelado e morto, agarrando com as mãos duras a corda que o sustentava.
Ele estava a apenas meio metro do chão.
Moral:Confiança, romper as velhas cordas e caminhar, como fé em direção aos seus sonhos, é certeza de realiza-los.
Copilado de Pe. Legrand, 2004, editora Soler.
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