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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Simples idéias.

Simples idéias para os próximos presidentes.
O sargento Moacir, professor de matemática em uma Escola Estadual faleceu. Pouco antes de falecer, tivemos uma longa conversa sobre a Amazônia, local onde serviu por “três longos anos”. Dizia ele assim mesmo “Longos anos”. Com isso ele queria dizer que a vida na selva não era fácil, que havia meses em que a umidade era tão grande que o açúcar e o sal derretiam, e sementes brotavam nos sacos e remédios se estragavam por completo. Ressaltou, que se o Exercito queria “Ficar” na selva, seus soldados deveriam ser nativos, pois só eles tem o habito da floresta, os anticorpos necessários, e suportam o imenso silêncio úmido da selva.
Assisti duas vezes a entrevista do General Augusto Heleno Pereira, dada ao jornalista Carlos Chagas na Secretaria de Representação do Paraná em Brasília e veiculado pela TV Educativa do Paraná. O general foi comandate Militar da Amazônia. Ele contou que as tropas mais isoladas, vivendo em clareiras no meio da selva são índias, e realça: não filhos de índios ou mestiços, mas índios, orgulhosos de servirem o Exercito.
As duas opiniões se encontram em um ponto, a Amazônia só será preservada e defendida com eficácia pelos seus habitantes, pelos amazônidas.
Todavia, tanto meu amigo sargento, como meu amigo o General Heleno concordam que há uma total ausência do Estado nos rincões da selva. O Estado só se faz representar pelas Forças Armadas. Ora isso nos leva a propor novamente a necessidade, já prevista pela Constituição Federal, de se transferir por dez anos a Capital Federal do Brasil para o "Coração da Amazônia", para, através dessa estratégia, aproximar efetivamente o Estado da Selva e de 60% do mais rico território Nacional.
Vejam vocês que nossa proposta em momento algum foi fantasiosa, ele é amadurecida, e viabilizaria muitas soluções para esse segundo Brasil Verde.
Com o tempo, estaremos desenvolvendo essa proposta, que, desde já poderá ser complementada pela leitura de alguns textos já disponibilizados nestes blogs do G 23; Riquezas da Amazônia, Transferência da Capital Federal para a Amazônia Legal Brasileira; Integração hidroviária do território Brasileiro; Petróleo na Amazônia, e outros tantos. Nós precisamos da Floresta, do imenso subsolo daquele Brasil relativamente despovoado e as vezes ignorado por brasileiros que não o amam porque não o conhecem. Soldados estrangeiros com base na Colombia, por exemplo, treinam e aprendem como sobreviver e lutar na floresta, e o fazem com critério, organizando forças especiais, e metodologia de treinamento para massas de seus soldados, caso precisem lutar na selva. Isso diminue as nossas vantagens militares, naqueles rincões. Temos que reagir.
From: wallacereq@gmail.com

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